Notas iniciais
Ate que enfim, né? Sei que muitos vão dizer isso...
Não vou me demorar.

Atualizando...

Oi gente. Tudo bão? Saudade d’ocês... >

Sei que ando bem sumida ultimamente... E a tia Nay ta uma ocupação só... Vocês viram como a The Only custou a sair... Imagina eu, pobre coitada que tenho que esperar pela caridade de tia Nay para poder passar pra cá, meus contos... Minha vida... Mas ela me ama, fato! E sempre arrua um tempinho... (bem inho) Então aqui estou eu para contar o que rolou a seguir...

Onde mesmo que parei?

Ah lembrei! Na Juh me abraçando... Então...

Sinto uma mão repousar em minhas costas. E um corpo se deitar junto a mim, em minha cama. Era Juh. Ela me abraçou fortemente. Parecia até que conseguiu sentir minha dor. Seu abraço era reconfortante, eu precisava daquilo. Senti uma paz... Adormeci enquanto ela me fazia um cafuné.

Quando abri os olhos na manhã seguinte, vi seu rosto adormecido. Ela parecia até um anjinho. Não tive coragem de acordá-la. Levantei cautelosamente, não queria que meus movimentos a acordassem. Fui tomar um banho, escovar os dentes, e no banheiro mesmo me troquei. Quando sai, liguei o PC, desci para pegar meu café, eu iria tomar no quarto. Levei pra ela também. Sentei na cadeira, e enquanto comia falava com algumas pessoas no MSN. Sinto uma mão repousar levemente em meu ombro.

- Bom dia Samy! – Me beijou a bochecha.

- Bom dia! Dormiu bem? – Perguntei.

- Sim! E você? Ta melhor?

- Indo...

- Não quer me contar o que ta acontecendo?

- Eu até contaria Juh, mas você não entenderia...

- Sei que você terminou com o Lex. – Ela parecia querer entrar naquele assunto há horas.

- É... Mas foi o melhor para ambos!

- Eu sei... Você nunca o amou de verdade.

- Amar eu amei, mas não foi amor de mulher para homem, foi amor de amigos... Irmãos... Não consegui me apaixonar!

- Eu sei, percebia isso a cada beijo trocado... Você ficava com uma cara... Parecia que estava estranhando...

- Parecia que eu beijava meu irmão... Era a mesma sensação!

- Imagino!

- Não te vi chegar ontem.

- Também, você quando ta no MSN parece que o mundo ao redor desaparece. Você tava tão distraída, que eu não quis atrapalhar... – Naquele momento senti meu corpo esfriar. Será que ela se ligou? – Você tava falando com aquela garota... Carol...

- Ér... Então... Tava contando a ela...

- Sobre o término do seu namoro. Eu sei, eu li... E ela foi muito injusta! – Fiquei cabisbaixa. Juh continuou. – Ela não te conhece cara, logo não vale à pena ficar triste por causa da opinião dela... Sabe Samy, acho que você merece o melhor...

- Você ta falando de um jeito...

- Claro! Samy, eu sei, te conheço melhor do que ninguém! Sei quando você ta triste, alegre, com dor de barriga, com fome, com raiva... Porque não reconheceria quando você estivesse apaixonada?

- Quê? – Corei de imediato.

- Sam... Não mente pra mim! Você se apaixonou por essa garota, ta na cara!

- Você não ta brava comigo?

- Claro que não! Sou pelo amor! Não ligo do jeito que ele vem, sei que ele tem que vir...

- Que bom que você pensa assim!

- Só quero que você confie em mim cara... Você sabe que pode contar comigo, pra qualquer coisa!

- Sei sim! Te amo cabeçuda!

- Ahh, sua chata! Também te amo coisa feia! – Nos abraçamos.

Juh era realmente uma grande amiga. E foi bobagem minha pensar que ela não aceitaria meu sentimento... Mas será que eu deveria insistir nele? Eu sabia que aquilo nunca iria rolar. Que não sairia do platonismo. Cruel! Era como classificava aquele sentimento.

Algumas horas depois, Juh foi para sua casa, e eu ainda estava no MSN. Esqueci de alterar meu status de online para invisível. Não demorou muito pra ela vir falar comigo.

MSN...

Carol diz:

- Oi?

- pode falar? Que falar?

Samy diz:

- Não sei se devo...

- Vc não entende...

Carol diz:

- Samy, me desculpa! Fui uma idiota! De verdade!

Samy diz:

- É eu sei...

- Vc me julgou cara... Eu me senti péssima, vc nem procurou saber o que me motivou a fazer o que fiz... Amo o Lex, mas como amigo... como irmão... Eu não podia continuar alimentando falsas esperanças nele. Não era o correto, pra nenhum dos dois!

Carol diz:

- Mas o que te motivou, além disso?

- Existe outra pessoa?

Samy diz:

- Oi?

Carol diz:

- Vc entendeu Samantha!

Samy diz:

- Não existe ninguém! E eu já entendi qual é a tua!

- Não, teu primo não foi corno! Não eu nunca nem pensei em trair a confiança dele! Eu sempre o respeitei!

- Agora faz um favor pra mim Carol, me deleta do teu MSN, me esquece, nunca mais vem falar comigo!

- Nem sei por que tu perdes teu tempo! Não sei como pude me enganar tanto! De verdade, acho que ninguém me julgou assim... Ninguém foi tão injusto comigo!

- Confiei na pessoa errada!

Carol diz:

- Calma Samy, não é assim tbm!

Samy diz:

- Claro que é! Vc nunca gostou de mim realmente, sua grande preocupação era o Lex, se eu iria magoá-lo! Se eu magoei, como magoei, foi por amá-lo mt, não quero que ele se deixe iludir por algo que eu não consegui sentir... Tentei, e como tentei! Mas não deu!

Carol diz:

- Por favor, não deixa de falar comigo! Cara eu gosto mt de ti! De verdade, não imagino minha vida sem vc... Sem sua amizade...

Samy diz:

- Que amizade? Tudo foi uma ilusão Carol! Uma ilusão minha... Vc nunca foi real pra mim! Tenho que me conformar... Adeus Carol!

Samy está offline.

Desliguei o PC chorando, parecia que minha alma estava indo naquelas lágrimas...

Como alguém que eu havia me apaixonado, fosse tão cruel, tão falso... Ela nunca foi real!

Fui deitar-me em minha cama. Abracei o travesseiro, e deixei as lágrimas me consumirem. Doía tanto. E ao mesmo tempo eu sentia raiva. Raiva dela... Mas quem eu mais odiava naquele momento era eu mesma. Eu sim, porque me deixei me enganar. Ela me veio como um sonho bom... E hoje se transformou em meu pior pesadelo. Porra! Não quero mais sentir isso... — O amor dói muito! Agora entendo a expressão “faca de dois gumes”. Que merda! – Disse com toda dor que ali estava. Peguei meu caderno e comecei a escrever.

“Eu não sabia que amar doía tanto, agora percebo a suposta burrice de ter me apaixonado! No começo tudo são flores, que acabam virando dores, ardores no peito...

Dores essas que dificilmente passará rápido e com certeza deixará árduas lembranças, lembranças essas que nem o tempo poderá apagar...

Era tudo tão bonito, mais parecia um sonho, sonho esse que aos poucos foi se tornando uma prisão. Uma doce ilusão... Que burra eu fui! O amor me deixou burra! Isso eu não posso contestar. Ai... Que dor! Porque meu peito dói tanto? Porque tem que ser desse jeito?

Nossa! São tantas perguntas... E eu não tenho nenhuma resposta! Será que é definitivo? Não era ela que fez meu coração bater mais forte e mais rápido? Tenho realmente que a deixar ir? Deus me ajude a tomar a decisão certa!

Eu não queria ter que sair de sua vida, não queria ter que desistir sem ao menos tentar. Mas parece que não tem jeito! Que eu não tenho escolha! Minha cabeça ta tão confusa! Ela nunca vai mudar... Nunca vai me amar como eu a amo. Assinei a nossa sentença final, e infelizmente, não era o que parecia...

Amor verdadeiro... Será que existe? Ou será apenas uma fantasia de um poeta apaixonado? Para que amamos? Se é que realmente amamos!

O amor não será um capricho? Uma necessidade sem sentido que um ser humano iludido e cansado fantasia para si mesmo, e acaba contagiando outra pessoa como uma doença incurável, fazendo a pior covardia para um coração solitário, fazendo o pobre coitado acreditar que ama, ou que existe esse tal amor?!

Não sei... Só sei que provei disso, e posso afirmar que o amor dói! E que realmente nada é para sempre... O que era claro voltou a ficar escuro. Me fecharei para o amor, e jogarei a chave fora sem nem dizer adeus.”

Quando fechei o caderno, minhas lagrimas já haviam cessado. Sentei na cama, abracei meus joelhos, alcancei o controle do som e o liguei. Aumentei todo o volume e me desliguei do mundo.

Senti meu corpo esquentar, em seguida me vieram calafrios. Eu tremia encolhida. Não aguentei e me deitei debaixo das cobertas. O curioso é que o dia estava muito quente.

Minha mãe que acabara de chegar, se incomoda com o som alto. E vai até meu quarto bater na porta, para pedir que eu diminuísse o volume. Mas eu nada respondia. Ela resolve entrar, supôs que eu não estava a escutar suas reclamações. Ela estava certa, mas a culpa não era do som.

Ao entrar no quarto ela estranha o fato de eu estar totalmente coberta, dos pés a cabeça, ela pega o controle e desliga o som. Mexe comigo e eu não reajo.

- Filha? Filha ta dormindo? – Ela me balança inutilmente.

Resolve então retirar a coberta de cima e mim. Quando me toca, percebe que eu estava muito quente. Corre para pegar o termômetro, e logo coloca debaixo de meu braço. Passam uns minutos e ele apita. Minha temperatura passava dos 40º de febre. Eu estava vermelha. Minha mãe se desesperou. Gritou por socorro, mas meu pai não tava em casa, e nenhum de meus irmãos.

Eu já estava delirando. Chorava em meus delírios. Falava coisas sem nexo, as quais ela não entendia. Falei por vezes o nome de Carol. Minha mãe liga para minha tia, que logo vem para me socorrer e me levar a um hospital. Continuei a chamar por Carol o caminho inteiro. Minha mãe estava com meu celular. Ela resolve ligar para Carol, rezando que eu só conhecesse uma, já que ela não tinha noção de qual Carol eu poderia estar me referindo, já que é um nome comum. Para a sorte de minha mãe, as outras “Carols” que eu conhecia, estavam com nome de Carolina, eram sempre acompanhadas de outro nome. (como pode quase toda Carol ter um nome composto?)

Ela vê uma chamada perdida de Carol. E decide retornar para a mesma. Assim que atendeu Carol foi falando.

- Por favor Samy, me desculpa...

- Não é a Samy, é a mãe dela.

- Desculpe senhora Stanley!

- Não precisa se desculpar, na verdade eu queria mesmo falar com você, acho que é você... Minha filha ta se queimando em febre, já passa de 40º, e em seus delírios ela chama por você, por seu nome. – Carol sente seu corpo esfriar. – Por favor, vou levá-la ao hospital das clinicas, se você puder ir pra lá, eu agradeço.

- Claro senhora Stanley, já to indo pra lá! Muito obrigada por me avisar!

PDV Carol.

Desliguei o celular ainda em choque. Agora pouco estávamos nos falando no MSN.

“Que merda Carol! O que tu fez? Será? Não pode ser coincidência! Você e sua mania de proteger o Alê. Porra, se alguma coisa acontecer com a Sam... Nunca vou me perdoar!” – Pensei enquanto me trocava.

Peguei minhas chaves, desci as escadas correndo. Nem avisei pra onde eu ia. Minha mãe até falou algo, mas eu não consegui entender. Liguei o carro, e parti. Eu tava indo muito rápido. Acho que passei por um foto sensor, mas foda-se, queria logo ver como estava minha nerdzinha. “Minha?” – Aquilo me assustou. O jeito de como me referi a ela. Tão... Tão... Possessiva? O que ta acontecendo com você Carol?!”– Parei o carro em um encostamento.

- Carol, Carol... O que ta acontecendo? Porque isso agora? E porque tu ta lembrando do sorrisinho tímido, porém, lindo dela? Que merda! Carol foco! – Respirei devagar, eu tinha que entender. Mas não seria agora, naquele momento. Eu tinha que ir para o hospital ver como ela ta.

Dei novamente a partida no carro, que ficou de onda para pegar.

- Que merda! Agora não bebê! Por favor! Juro depois fazer a revisão, como manda a cartilha. Pega por favor! Não vamos deixar a Samy lá com mow febrão chamando por mim... Por favor! – O carro pegou. – Ai delicia! Te amo! Pisei fundo no acelerador, tinha que chegar logo ao encontro de minha nerdzinha! “De novo isso? Carol, tu merece uns tapas! Bem feito o Alê te bater depois! Vai ser mais que merecido!” – Pensei enquanto deixava dezenas de carros e ruas para trás.

Estacionei meu carro, e entrei praticamente correndo. Eu tinha que encontrar a mãe da Samy. Voltei a ligar para o celular da Sam, e sua mãe novamente atendeu.

- Eu já to aqui no hospital, onde vocês estão?

- Estamos no terceiro andar.

- Ok! To indo ai. – Desliguei.

Entrei no elevador, que parecia estar me zoando, (já não bastava o meu carro?) de tão lento. Mas era só ansiedade. Eu só queria ver a Sam, saber como ela está dar minha força pra ela se fosse necessário.

A porta abre no terceiro andar. Eu caminho um pouco, e logo vejo a mãe de Samy chorando. Eu só tinha visto ela uma vez em uma foto no Orkut da Samy.

- Como ela ta? – Perguntei antes mesmo de dizer oi.

- Os médicos estão fazendo exames, mas parece que a febre não tem nenhum motivo aparente. A tia dela ta lá dentro, eu não aguentei ver minha filhar arder em febre, ter delírios. – A mãe de Samy começou a chorar. A confortei em meus braços.

- Vai ficar tudo bem, a Sam é forte. Ela vai sair dessa! – Afirmei passando segurança.

Logo a tia dela sai da sala para nos dar alguma noticia.

- Eles estão tentando conter a febre que ainda ta muito alta. Ela ainda chama por uma tal de Carol.

- Sou eu. – Me prontifiquei. – Eu sou a Carol!

- Não sei o que você representa para ela, mas ela te chama direto.

- Somos muito amigas, sinto muito carinho por ela. Será que eu poderia entrar lá?

- Vou falar com a médica. Mas acho que provavelmente sim, só vai precisar da autorização da mãe, que no caso a Ana não vai se opor, não é Ana?

- Claro que não!

- Então eu vou lá falar com a médica.

A tia de Sam saiu. E Logo voltou dizendo que em meia hora eu poderia entrar. Foram os 30 minutos que mais demoraram em minha vida! Mas passaram...

- Carol? É você? – Um enfermeiro me perguntava.

- Sim sou eu!

- Já pode entrar. Conseguimos conter a febre, mas não totalmente. Na verdade nunca vi febre assim. Fica alternando. Mas não passando de 42º, é o que importa. – Assenti e entrei.

Ao entrar vejo Samy deitada, com algumas mangueirinhas cravadas em suas mãos, deveria ser o soro. Fraquejei e me pus a chorar. Senti-me culpada. Não poderia ser coincidência, já que não havia motivos aparentes. E que a febre não sedia, só alternava entre 40º e 42º.

- Carol... – Samy me chamava.

- To aqui amor, to aqui! “Amor? O que ta acontecendo comigo?” – Pensei. Segurei sua mão. Estava muito quente. Acho que já deveria ter aumentado de novo.

- Não quero te perder Carol... – Ela falava em um tom quase inaudível, mas repetia varias vezes. Cheguei mais perto de seus lábios para escutar o fraco som que saia de sua boca. (linda boca por sinal!)

- Você nunca vai me perder amor! (oh o amor de novo! Eu vou me bater, juro!) – Ela apertou minha mão.

- Promete?

- Claro! Vou estar sempre ao seu lado, para o que você precisar Samy, eu... Amo você? – Heeeein? O que eu acabei de dizer? E porque não saiu como sempre sai quando digo no MSN? – Ela sorriu e relaxou.

Passaram-se alguns minutos que eu estava naquele quarto. E pude sentir que sua temperatura estava baixando. Mas eu não tinha certeza. Gritei pelo enfermeiro e ele veio correndo, não só ele como a mãe e a tia da Sam. Ta eu sou exagerada às vezes!

- O que houve? – Os três perguntaram em uníssono.

- Eu acho que a febre dela ta cedendo.

- Deixa eu ver isso.

Ele colocou o termômetro debaixo do braço dela, e depois de alguns minutos pode constar que a febre realmente estava cedendo. Ainda estava com febre, mas estava fora de perigo. Vi dona Ana chorar de alivio. E pude ver a tia de Sam se encostar na parede e soltar um sorrisinho de felicidade.

Eu ainda estava a segurar a delicada mão de Samy. Não entendia o porquê. Acho que era pra que quando ela acordasse pudesse ver que eu tava ali, como ela havia me chamado. Como era pra ser!

PDV Samy.

Abri meus olhos lentamente. Doeu um pouco quando a claridade bateu. Senti uma mão segurar a minha. E não parecia ser a mão de minha mãe.

Então pude ver seu lindo rosto... Nossa! Ela fica linda quando você olha debaixo pra cima. Ela sorriu pra mim. E por um momento eu já não sabia mais o que estava acontecendo... O porquê a Carol estava ali. Segurando a minha mão...

- Que bom que você acordou Nerdzinha! – Fiquei confusa.

- Acordou? Onde eu to? E porque você ta aqui?

- Você estava com muita febre, e apagou. Começou a ter delírios... – Carol começa a explicar.

- Eu bati na porta do seu quarto pra que você baixasse o som, só que você não me respondia. Então eu entrei e te vi desmaiada e super quente. – Minha mãe complementava a explicação que Carol havia começado.

- Então sua mãe me ligou, já que não tinha a quem recorrer. E te trouxemos pra cá pro hospital. – Minha tia dava continuidade.

- Em seus delírios você chamava por mim, ai sua mãe me ligou. E eu vim correndo literalmente. Acho que vou ser multada, passei com mais de 80 km num trecho de 60 km, e tinha um filho da mãe de um foto sensor. Me vudi legal! – Ela fez careta. Eu ri.

Não sei o porquê chamei por ela já que eu a queria longe, mas depois disso, depois dela ter me provado que gosta realmente de mim largando tudo pra vir me ver. Não sei se devo desistir. Não sei mais o que pensar. To confusa demais... Mas de uma coisa tenho certeza, Amo quando ela ta por perto!

Bom pessoal por hoje é só! Como vocês puderam ler, tivemos uma participação especial na narrativa de hoje. Já que eu tava dodóizinha, não podia contar tal parte, até porque eu não tinha noção já que certas pessoas não me contam nada!

Ah Nerdzinha, relaxa. Agora você ta lendo não? Então deixa de reclamar. Bom galera foi um prazer participar, diretamente dessa vez para variar. Juro que não tenho noção do que essa louca tem pra contar. Mas como vocês, vou ficar sabendo a cada capitulo lido. E posso dizer que to gostando! Apesar de eu estar me achando uma filha da puta, mas tudo bem... Não vem ao caso! Juro que ainda to com vontade de me dar um soco!

Bom... Até a próxima, é só a Samy me chamar de novo, e estarei aqui pra contear para vocês!

Como é exibida! Galera liga não, se deixar ela toma o meu conto! Enfim, não vou me demorar por que a Tia Nay ta cansadinha. Beijo a todos e todas! Até a próxima. Ahh, tem fic nova, Entreolhares, já leram? E a one, O Encontro? Eu dei uma lidinha, nuss, ta delicia! Acho que Tia Nay vai receber convites para escrever certos roteiros para certos tipos de filme...

Heeeeeeeein?

To brincando Tia Nay! Vou indo antes que ela me delete! Beijos!

Notas finais
Bom... é isso. Espero que tenham gostado da participação da Carol. Beijoooos