Portfollium
4 Amarrados
Notas iniciais
Espero que gostem.
:D

É Lógico que ele prefere ficar com a maluca
– Me desculpa e que eu estou um pouco atordoado.
– Atordoada estou eu! O que você está fazendo aqui?
– Eu estava andando pela floresta que por acaso fica perto da sua casa.
– Arram, sei.Fala logo, o que você veio fazer aqui?
– Ta bom. Eu vim aqui para te perguntar uma coisa.
– Que coisa? É sobre o que?
Esse garoto me tira a paciência. A pouca que eu tenho.
– É sobre...Hum, Bruxas.
Não.Não,não! Me descobriram! Mas não é possível, eu não pratico meus feitiços a anos, literalmente. O que eles querem comigo?
Calma, Wilson. Não se dê por vencida. Escute o garoto.
– Bruxas? Como assim? Você deve estar brincando comig...
– Não minta. Vai ser pior se você for minha inimiga. Pode confiar em mim.
Eu estava muito nervosa e meus sentidos estavam aguçados. Eu não estava nada bem.
– Calma. Espera aqui.
Fui até a porta e chequei se estava trancada. Sempre faço isso, é como um T.O.C., e fechei as cortinas das janelas que sempre estava trancadas.
Voltei e conferi a porta mais uma vez. Trancada.
Limpei o suor gelado repentino que surgiu em minha testa. Mantenha a calma. Ele estava certo. Se eu fosse inimiga dele ele me entregaria para sua família. Ótimo, agora tenho que fazer amigos. Maravilha.
– Não me ameasse garoto. Se você pensar em fazer alguma coisa comigo eu acabo com você em meia respiração. Agora conta tudo.
– Tudo bem, mas não me machuca.
'' Eu estava no meu quarto e desci para ir à cozinha, quando ouvi uma discussão vinda do escritório do meu avô com o secretario Philip.
–Adivinha quem voltou?. — Falou Philip
– Não faça piadas, você sabe que eu odeio piadas. Quem? — Falou meu avô, Marshall.
– Wilson Hall, meu senhor.
– Wilson Hall? Ela morreu, é mentira. Não pode ser...
– Me desculpe senhor, mas se não é ela então há outra jovem bruxa chamada Wilson Hall com cheiro de enxofre na cidade.
Por um momento ficou um silêncio estranho. Então meu avô voltou a falar:
– Mas é claro, que burrice a do meu bisavô! Matar bruxas com uma simples bala! Ela não vai interromper os planos dessa família de novo!
Quando escutei seu nome eu fiquei curioso, me perguntando o porque de tanto suspense ao seu redor. Eles me viram pelo reflexo do enorme espelho da parede que fica em frente a sala onde estavam. Eu sai correndo antes que alguém me visse, mas os cachorros da segurança me viram e começaram a latir loucamente, então acho que não deu certo — falo se desamarrando''.
Fiquei em silêncio para processar isso. Ele me observava com ansiedade, esperando que eu falasse alguma coisa.
– Para que esse olhar?
– Me explica o que isso quer dizer! — ele disse arregalando seus olhos azuis.
– Eu não tenho que te explicar nada. Agora vai embora.
– Como assim? Me diz pelo menos se é verdade, se você é realmente uma bruxa!
– Que diferença isso faria? Saber se so uma bruxa ou não? O que você quer?! — Disse irritada.
–Não grita. Aquele cara deve estar lá fora ainda. O segurança do meu avô.
–O.K., mas você vai embora de qualquer jeito. Com ou sem velho lá fora!.
Ele se levantou rapidamente foi até a janela, olhou lá fora e disse:
– Ele já foi embora.
– Ótimo, agora vai embora.
Eu abri a porta e ele veio para cima de mim, segurando em me braça e forçando um beijo.
Dê esperanças ao garoto. Seja tudo para ele. ''Não seja minha inimiga'', ele disse.
Não posso fazer isso. Ele pode não estar do lado da família dele! Mas, de qualquer jeito estou em perigo e preciso de um apoio...uma segurança.
Então eu me soltei de seus braços fracos, que eram muito forte.
– Obrigado por te me contado
– De Nada — falou indo embora
Acenei com um meio sorriso.
–Eu Tinha Que Atacar.
Notas finais
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