Notas iniciais
a cena inicial é do meu episódio favorito da terceira temporada, o S03E09 Penelope e esse recurso de cenas de episódios passados vai ser usado para explicar a relação de Penelope com o Rossi como seu pai.

Alguns anos antes...

Penelope havia sido baleada na entrada de seu apartamento. Quando Hotch ligou para Rossi ele largou qualquer fossem as coisas para ir ao encontro da equipe no hospital. Ele conhecia Penelope há pouco tempo e já estava apegado a garota Tech de cabelos coloridos.

Ele chegou ao hospital nervoso e assustado.

— O que nós sabemos? – Rossi perguntou para Hotchner.

— A polícia acha que foi um assalto. – Hotch falou obviamente assustado com aquela situação.

Rossi viu o jeito que Hotchner estava.

— O que você não está contando? – Perguntou Rossi.

— Eu falei com um dos paramédicos que a trouxesseram. – Falou Hotch. – Não parece nada bom.

Rossi ficou na dele enquanto todos os outros estavam com medo. Num canto, com a correntinha das crianças que ele salvou, ele rezou para que ela ficasse boa. Ele não conseguiu entender como algo assim acontece com alguém como ela, mas ele jurou em silêncio que ele iria pegar o responsável por aquilo.

Presente...

— David. – Penelope perguntou tirando Rossi das lembranças.

— Hum? – Rossi olhou para ela. – Está tudo bem?

— Quanto tempo acha que vamos ficar aqui nesse lugar? – Penelope perguntou ao mesmo tempo em que se se sentava.

— Não sei. – Rossi respondeu. – Eu espero que sejamos encontrados a tempo de você contar para o Derek.

— Acha que ele vai ficar feliz? – Ela perguntou, sentindo um leve enjoo.

— Se eu conheço Derek ele vai vibrar. – Rossi falou.

— Se eu for sua filha... – Ela começou, mas parou. – Você vai aceitar o meu jeito de ser, meus cabelos coloridos?

— É o que eu mais amo em você, Pen. – Falou Rossi. – E talvez tenhamos que descobrir como isso aconteceu.

— Como? – Ela perguntou. – Se tudo o que eu vivi foi falso, então os meus pais falecidos nunca foram meus pais de verdade. – Ela falou.

Rossi viu a decepção no rosto dela.

— Eles nunca vão deixar de ser seus pais, Pen. – Rossi se aproximou e abraçou Penelope. – Eles são e sempre serão seus pais. Mas vamos ter que descobrir o que aconteceu.

— Comovente. – Henry falou. – Que tal continuar?

— Vai torturar uma mulher grávida? – Rossi abraçou Penelope.

—Não abro exceções. – Henry falou.

— Tenho nojo de alguém como você. – Rossi viu dois homens entrarem no quarto. – Por favor. Me levem.

— Deixe de ser babaca. – Falou Henry falou. – Vamos começar.

Os homens levaram Penelope e amarram na cadeira e depois repetiram o processo com Rossi.

— Então. – Henry falou. – Vamos começar com você Agente Rossi.

— Diga-me David. Você realmente acha que pode ser o pai da querida Penelope? – Henry pegou uma lamina.

David olhou para Penelope que entendeu o que ele faria a seguir.

— Na verdade. Falou Rossi fingindo. – Talvez eu esteja engado quanto a isso. Quer dizer, olha para ela.

Penelope sabia técnicas de atuação colocou sua melhor cara falsa de assustada.

— Nunca seria pai de uma nerd estúpida. – Ele falou com medo magoar ela.

— Uau. – Henry zombou. – Ouviu isso Penelope? – Ele pegou a lamina e cortou Rossi.

— Deixe ele em paz por favor. – Penelope estava assustada.

— Tudo bem, Pen. – Rossi tranquilizou Penelope. – Eles vão nos achar.

Rossi começou a sangrar, mas parecia ainda estar bem, parte em graças ao treinamento no exército.

BAU...

— Então? – Perguntou Hotch. – Temos uma possível localização? Reid?

— Nevada. – Reid respondeu. – Ele iria para algum lugar que tivesse um significado para ele.

— Mas Penelope e Rossi não nasceram em nevada. – Falou Hotch.

— Mas eu nasci em Las Vegas. – Falou Reid. – Quando ele veio até nós, tinha a ver comigo.

— Reid. Não pode se culpar por isso. – Hotch falou.

— Ele foi atrás de duas pessoas que eu gosto. – Falou Reid. – Então eu me culpo sim. Ele atrapalhou o casamento do Morgan para executar seu plano de vingança, então são oficialmente três pessoas.

— Peça para o técnico procurar um endereço em Nevada de alguém que bata com ele. – Falou Hotch.

— Ele deve ter comprado uma casa em um bairro afastado de Las Vegas se a intenção dele for tortura-los antes de matar. E procure por compras de materiais cortantes. – Falou Hotch. – Ele Não tentaria comprar ácido outra vez. Esse negócio agora é controlado.

— Ele deveria se vingar de mim. – Falou Reid. – Porque eles dois?

— Pelo que Rossi falou que Penelope o ajudou a fazer a gravação que o condenou, mas quando ele declarou ser doente mental ele foi mandado para uma instituição psiquiátrica. – Falou Hotch. – Não pode se culpar Reid.

— Hotch. – Chamou Morgan. – Podemos conversar?

— Claro. – Falou Hotch e Morgan entraram no escritório e Morgan tirou um papel do bolso. – O que é isso?

— Um teste de gravidez. – Falou Morgan. – De ontem.

— Penelope está gravide de dois meses. – Falou Hotch.

— Eu acho que ela estava esperando me contar na lua de mel. – Morgan falou. – Ou talvez chegar os três meses.

Morgan deu um suspiro.

— Acha que ele sabe que ela está grávida? – Perguntou Morgan.

— Acho que se ele a estava vigiando esse tempo todo ele deve ter visto ela ir ao médico, mas duvido que ele tenha entrado e conferido. – Falou Hotch. – Se ela contar que está esperando um bebê ele vai aumentar a ira.

— Eu vou ser pai. – Falou Morgan. – Mas ele está em perigo antes de nascer.

— Penelope vai conseguir proteger ele. – Falou Hotch. – E David vai proteger ela.

— Ela me pediu o dia ontem. – Falou Derek. – Talvez se eu suspeitasse disso eu poderia ter protegido ela melhor.

Dia anterior...

— Precisa do dia para você? – Perguntou Derek. – Não planeja me abandonar, né?

— Nunca pensei nisso. – Penelope falou. – Mas preciso fazer uma consulta para estar bem na lua de mel.

— E eu não posso estar junto? – Derek perguntou levando ela para mais perto dele.

— Quer mesmo estar em um consultório feminino, cercado de mulheres tentando tirar sua roupa? – Penelope falou.

— Não tem cara de ser boa coisa, mesmo eu tendo olhos só para você. – Falou Derek. – Sabe que só vou poder te ver a noite, né? E depois do casamento.

— Eu estarei lá, Derek. – Ela falou. – Não se preocupe.

Penelope saiu e Derek ficou olhando para ela com carinho.

Ela chegou ao consultório médico já sabendo a provável resposta.

— Penelope Garcia? – Chamou o doutor.

Penelope se levantou e acompanhou o médico.

— Prazer. Doutor Nick Johnson. – O médico estendeu a mão para ela.

— Penelope. – Ela respondeu.

— Veio para a consulta semestral, certo? – Nick perguntou.

— Na verdade é outro motivo. – Penelope falou. – Eu acho que estou grávida.

— Do seu noivo? – Nick perguntou.

— Sim. Mas somos casados no civil. – Penelope corrigiu o médico. – Vamos nos casar hoje e eu preciso tirar a dúvida antes.

— Quer dar de presente para ele? – Perguntou Nick.

— Acho que ele vai amar. Ele sempre disse que quer uma família. – Ela falou. – Pretendo contar na lua de mel.

— Vamos fazer um exame de sangue para confirmar. – o médico preencheu uma ordem de exame. — Coloquei como urgente então você vai e faz e me traz aqui de volta.

— Certo. – Penelope saiu do consultório.

Ela se dirigiu para um pequeno laboratório e fez o exame.

Penelope recebeu o exame das mãos da recepcionista e voltou para o consultório médico.

— Parabéns senhorita. – Falou o médico. – Você está esperando um bebê. Quase dois meses de gravidez.

Penelope sorriu. Ela iria ter um bebê. Um bebê de Derek.

— Quando sair marque uma consulta pré-natal. – Falou Nick.

— Obrigado doutor. – Falou Penelope.

Ela saiu feliz para a rua com as mãos na barriga. Havia alguém a assistindo e nem percebeu o porquê ela sorria tanto.

Atualmente...

— Vamos acha-la. – Hotch se aproximou de Derek e colocou a mão no ombro dele. – E você pode falar com ela sobre o baby.

— Hotch. – JJ entrou no escritório. – Desculpa, mas temos um possível endereço.

Hotch e Derek levantaram.

— O jatinho já está pronto. – Falou Emily.

Depois que o jato decolou, Derek pegou o exame e olhou outra vez.

— Ela está grávida? – Reid perguntou olhando para o Exame.

— Sim. – Respondeu Derek. – Eu vou ter um bebê.

— Vamos trazer ela de volta. – Falou. – Todos eles.