Notas iniciais
Yooooooo! Eu sei, eu sei, demorei um pouquinho em comparação o tempo de postagens dos outros caps. Espero que me perdoem por isso :p Bem, pra começar, esse capítulo era pra ter, hm, deixa eu ver, umas cinco mil palavras. Não, não tô zoando :v Como eu sabia que iria acabar ficando cansativo e comprido demais, o dividi em dois, e na parte onde parei aqui pra começar o próximo, pode-se considerar que um capítulo acabou virando dois. Esse capítulo é mais pra explicação mesmo, nada demais acontece nele. A ação mesmo está no próximo capítulo. Ah, e quanto aos quatro leitores que me enviaram ficha recentemente, me desculpem em dobro! Eu fiz uma boa parte dedicada ao personagem de vocês, claro não era lá tanta coisa, era mais uma introdução e conhecimento deles. Mas como já disse, tive que cortar o capítulo pra não ficar imenso, e a parte de vocês acabou ficando na outra metade :P Boa leitura anjos ^.^

– Diga logo o que quer, Hydreigon! Não tem necessidade disso tudo! – Gritava Garchomp, vendo horrorizado Hydreigon, que já fora seu melhor e mais confiável companheiro, destruindo tudo que lhe via a frente. Toda a Dragnólia.

– Se quer que eu pare, somente me diga para onde Flygon foi mandada e por onde ela terá que passar. Me diga somente isto e eu deixo sua cidadezinha de nada quieta. – Hydreigon falava com frieza e extrema calma, enquanto destruía casas e casas com ataques diversificados.

– Você sabe muito bem que é contra as leis o Prefeito divulgar a missão de outro dragão! Ainda mais uma missão tão importante quanto a de Flygon! – Garchomp tinha autoridade em sua voz, e uma pose imponente.

– E é por ser tão importante que preciso saber. – Hydreigon agora tinha um sorriso cínico no rosto e andava vagarosamente em direção a Garchomp. Nesse meio tempo de trégua, dragões fugiam e voavam a toda velocidade, deixando tudo para trás, só se importando em não serem atingidos.

– Eu realmente não queria fazer isso Hydreigon, mas vejo que será necessário. – Garchomp então avança em direção a Hydreigon, que desvia.

– Não quero batalhar por enquanto, Garchomp. Somente me fale o que sabe dos Guardiões Lendários e aonde Flygon está. – Hydreigon faz Garchomp arregalar os olhos.

– O que sabe dos Lendários?

– Ora, ora. Acredite, sei bem mais do que pensa. Inclusive, sei do amuleto que deu à Flygon. Sério mesmo que aquela retardada é uma Escolhida? Hunf, não se fazem mais Pokémon como antes. – Hydreigon revira os olhos e bufa.

– Pois saiba que não irá arrancar mais nada de mim, Hydreigon! – Garchomp berra.

– Bem, se não vai me falar o paradeiro da garota por bem, falará por mal. – Hydreigon vai se aproximando de Garchomp, e sem menos esperar, o ataca com um Dragon Claw. Uma sangrenta batalha por informações valiosas iria começar.

{...}

– Explique-se. Agora Mothim. – Serperior pediu novamente, já que uma vez não obteve resposta de Mothim, que parecia estar procurando as palavras certas para dar satisfações pelo Rayquaza.

– Bom, acontece que...

– Sabemos de alguém que poderá lhes explicar sem o mínimo rodeio.

O grupo olha, assustado, para uma grande e volumosa moita que havia ali ao lado. E dela, sai uma Emolga, seguida de um Lairon. A julgar pela voz ‘’misteriosa’’ da última frase, supuseram que era Emolga que havia dito.

– Quem são vocês? – Kirlia pergunta, com um pouco de desconfiança na voz.

– Emolga, acho que deveríamos nos apresentar antes de sair falando com os Pokémon assim, sua cabecinha oca. – Lairon fala para sua amiga. Emolga dá língua para ele, cruza os braços e vira o rosto. Lairon revira os olhos com um sorriso em rosto e se redireciona ao grupo maior. – Bom, acontece que vimos tudo que aconteceu aqui, desde a hora em que a luta começou até o momento em que Mothim controlou Rayquaza e derrotou Lucario. Perdeu feio hein, campeão. – Lairon sussurrou para Lucario, que soltou um rosnado irritado em manifesto. – Enfim, vimos que todos estão um tanto abismados e com certeza querem explicações, certo? Bem, pois nós...

– Conhecemos dois Pokémon que poderão explicar detalhe por detalhe pra vocês. – Emolga corta Lairon. – Não acha que eu deixaria você falar o discurso todo sozinho, né? – Lairon bufou. O grupo maior logo percebeu que os dois deviam se implicar muito já que eram amigos próximos.

– Okay, então onde estão esses tal Pokémon que podem nos explicar? Por acaso não são vocês, né? Duvido que coisinhas tão insignificantes assim teriam respostas de tão alto nível para nos dar. – Lucario fala, se levantando do chão e tirando a poeira de seu corpo e capa.

– Venham com a gente. Os levaremos até quem sabe as respostas de suas perguntas. – Emolga ignora a provocação de Lucario.

– Desde quando é tão filosófica? – Lairon pergunta, debochado.

– Cale a boca, Lairon. – Lairon ri. – Venham, nos sigam. – Emolga começa a voar. Lairon faz um aceno de cabeça ao grupo, e vai atrás de Emolga.

Todos se entreolham, visivelmente desconfiados da proposta.

– Bem, não temos nada a perder, não é mesmo? Vamos pessoal. – Tyrogue fala e é o primeiro a começar a seguir Lairon e Emolga. Logo, os outros se animam e vão atrás.


{...}

– Slowking! Alakazam! Voltamos! – Emolga grita.

– Esse lugar é estranho. Será que fizemos a coisa certa ao segui-los? — Eevee pergunta ao grupo. A pequena Pokémon estava meio que ‘’escondida’’ embaixo de Arcanine, entre suas patas dianteiras. Os outros somente fizeram um sinal de dúvida com os ombros e patas, afinal, ninguém mais ali tinha ideia do que era real e imaginação, muito menos do que é certo ou errado.

Estavam em uma caverna azulada, um pouco escura, mas ainda sim era fácil de enxergar. Ela era longa, já haviam andado um bocado e ainda não tinham chegado ao destino. Algumas estalactites de gelo no teto, fazendo-os desviar algumas poucas vezes, para não se arranharem ou se machucarem no pontiagudo.

– Hey, velhotes! Trouxemos um grupo de Pokémon conosco. Parece que aquilo de ‘’Guardiões Lendários’’ e ‘’Guerra do Novo Mundo’’ realmente tá acontecendo! – Lairon grita também

– Espera ai. Que papo é esse de guerra? – Arcanine indaga, com cara de espanto.

– Acalme-se Arcanine. Se esses caras de quem aquela dupla fala realmente souberem de algo, já, já estaremos cientes de tudo. – Serperior fala, com sua calma de sempre. Devido a tranquilidade na voz do Pokémon, Arcanine se acalmou também.

– Só acho que eu poderia estar fazendo algo bem melhor do que estar aqui esse bando de inferiores. – Lucario sussurra, mas é ouvido por Kirlia e leva um Magical Leaf de Kirlia. Quando Lucario iria revidar, duas sombras aparecem ao fundo da caverna, e imediatamente todos param e os olham.

– Oh, parece que voltaram, jovens gafanhotos. – Fala a primeira sombra, que logo se revela como um Alakazam.

– E trouxeram novos gafanhotos com vocês, hãn? – A outra sombra era um Slowking, que dá um passo a frente e fica ao lado de Alakazam.

– Pois é. Mas vamos embora rapidinho se continuar nos chamando de ‘’gafanhotos’’. – Lucario fala, seco.

– Lucario! Ah, ‘’liga não’’, ele não costuma ser um poço de simpatia, sabe? – Kirlia fala, olhando feio para Lucario, que vira a cara.

– O bagulho é o seguinte: Lairon e Emolga nos trouxeram aqui pois queremos explicações para algo. – Arcanine fala, cheio de gírias.

– E o que seria esse tal ‘’algo’’? – Alakazam pergunta.

– Isso. – Mothim vai a frente, fecha seus olhos exageradamente grandes, e o amuleto começa a brilhar. Logo, a cena de antes se repetiu, com Rayquaza surgindo do objeto ‘’mágico’’ e soltando um rugido. Logo depois, ele volta ao amuleto. Ao contrário do que pensavam, Alakazam nem Slowking ficaram surpresos ou algo assim, somente olharam um para o outro e deram um leve aceno de cabeça.

– Nos sigam, crianças. Iremos vos explicar todos esses fenômenos que os intrigam. – Slowking fala e vai em direção a mais adentro da caverna junto de seu companheiro. Os outros somente os seguem.

Chegaram finalmente ao fim da caverna. Era de um belo azul turquesa, e ao contrário do resto do caminho, muito bem iluminado. Havia um círculo com pontos marcados ao longo de seu traçado desenhado no chão, como algo de ritual. No fundo, vários artigos antigos de magia dos tempos dos humanos, e um baú lacrado, literalmente, às sete chaves. Sete cadeados o trancavam, e cada um tinha uma fechadura totalmente diferente da outra, fazendo com que quem quisesse abri-lo tivesse sete chaves distintas que se encaixassem perfeitamente nos cadeados.

– Bem, comecemos do início. – Fala Slowking. – Quando exatamente começaram a ver os Lendários?

– Hm... hoje mais cedo, enquanto fugíamos de uma onda gigante. – Responde Eevee.

– Uhum. Conte-me mais, jovem.

– Lugia nos protegeu da morte, desfez um Tsunami. Pouco depois, numa luta entre Mothim e Lucario, Mothim invocou um Rayquaza para vencer a batalha. E depois Lairon e Emolga apareceram, nos falando que conheciam dois Pokémon que sabia porque isto estava acontecendo. E falaram também algo sobre guerra... – Eevee conclui. Todos a sua volta concordam com a cabeça.

– Bem, bem. Com certeza o que ouvirão agora os deixará um pouco perturbados, mas acreditem, é tudo verdade. – Slowking diz.

– Sejamos diretos, amigo. – Alakazam fala se direcionando a Slowking. – Garotos, vocês abrigam dentro de vocês grandes fontes de poder e sabedoria. Fontes essas que, se bem usadas, podem mudar o mundo para melhor, podem acabar com todo o perrengue o que o Mundo Pokémon está passando no momento. – Agora falava com os outros ali presentes.

– E o que são essas ‘’fontes’’ afinal? – Pergunta, curiosa, Kirlia.

– Os espíritos dos Lendários mortos.

O grupo entra em choque. Lairon e Emolga apenas observavam as reações confusas do grupo de mais gente, não se abalaram, já sabiam que aquilo seria dito. Afinal, foram os primeiros a ouvir.

– Antes de fazerem perguntas, deixe-nos explicar. – Agora era Slowking a falar. – Todos sabemos que os Lendários foram mortos há mais ou menos dois mil anos atrás por Mewtwo, que agora governa o mundo. Mas como já devem ter percebido, nosso planeta agora está um tremendo caos. Quantas vezes já não viram Pokémon morrendo em desastres? Aposto que a maioria aqui já vivenciou.

Nesse momento, todos abaixaram a cabeça, como se se recordassem de momentos não muito bons.

– Enfim, podem não aceitar o que falarei agora, mas... Mewtwo é o culpado de tudo. Mewtwo que está causando tudo isso. E sabem por quê? Porque Mewtwo é um grande egoísta, que quer o mundo somente para ele. Literalmente.

A face de todos tomou um ar preocupado, os olhos se arregalaram, as bocas se abriram levemente. Um horrível silêncio reinou no ar.

– Por que acham que Mewtwo matou todos os Lendários? Porque saiba que, se continuassem vivos, não o deixariam fazer o que está fazendo agora. – Alakazam assumiu o controle da situação. – De algum modo que ainda não sabemos, Mewtwo adquiriu imenso poder ao longo dos milênios, e facilmente derrotou os outros. E agora, quer derrotar a todos os Pokémon existentes. Mas vocês, somente vocês, podem mudar o destino já traçado para nossa população. Vocês foram os Escolhidos dos Lendários, por possuírem coração puro e boas intenções. A partir...

– Puft, Lucario de coração puro? Boas intenções? Olha, eu já não estava acreditando muito nisso, agora com esse coisa de ‘’Coração puro e boas intenções’’... Olha, não é por nada não, mas acho que estão falando com o grupo errado. – Tyrogue interrompe, ganhando um olhar fulminante de Lucario.

– Posso não ser o Pokémon mais gentil que existe, mas nem por isso sou um mal caminho! Não quero o mal de ninguém inocente! – Rebateu Lucario, nervoso.

– Não foi isso que nos mostrou quando roubou as Stones de Tyrogue nem quando insistiu em humilhar e insultar Eevee! – Kirlia defendeu a ideia de Tyrogue.

– HEY!! Deixem os velhotes continuarem a falar! Não veem que é algo importante? – Lairon grita, chamando a atenção de todos e fazendo o silêncio voltar a imperar.

– Engraçado, você foi o primeiro de nós dois a falar que toda essa história era mentira quando nos contaram. – Fala Emolga.

– Ah, me desculpe se por acaso eu mudei de ideia ao ver um Rayquaza gigante saindo do corpo de uma borboleta e usando um Dragon Pulse. Até porque isso nunca mudaria a cabeça de qualquer outro Pokémon. – Lairon responde, irônico. – Não é hora pra gracinhas Emolga.

– Desculpe-me, só queria quebrar a tensão do lugar. – Ela responde, inocente, e fazendo uma carinha fofa para Lairon, para fazê-lo desculpar-lhe, e deu bem certo, pois Lairon soltou um sorriso e acenou com a cabeça pra ela.

– *Caham* Voltando... – Alakazam voltou ao antigo assunto. – A partir do momento em que os Lendários os escolheram para guardar suas almas, eles passaram a ser seus Guardiões. Cada um de vocês tem um Guardião diferente, e com certeza, por ai a fora, há mais Pokémon dignos e que possuem um Lendário dentro de si. Os Guardiões usarão seus corpos e mentes em casos de extremo perigo para manifestarem suas forças e ideias. A início, podem não se dar muito bem com seu Lendário, mas com o passar do tempo, aprenderão a conviver juntos e amigáveis, e até mesmo controla-los, como Mothim já sabe fazer.

– E por qual motivo abrigamos almas de Lendários dentro de nós? Acredito que depois de toda essa explicação, eles não quiseram somente se divertir depois de mortos e para isso se depositaram em corpos alheias. – Fala Serperior.

– Boa observação, jovem. – Slowking voltou a se manifestar no assunto. – Segundo nossos estudos, os Lendários querem se juntar, para derrotar Mewtwo, e o tirá-lo de seu trono.

*Silêncio*

– Por que? – Flygon pergunta, depois de muito tempo sem uma única voz ser ouvida.

– Não está na cara? É porque Mewtwo quer nos destruir! Quer um mundo só pra ele, sem mais ninguém para se preocupar e bancar. E os Lendários, que dizer, Guardiões, querem impedir isso! Por isso nos escolheram, Pokémon bons o bastante de corpo e alma para lutar contra Mewtwo, mata-lo e trazer a normalidade de volta pro planeta Terra! – Emolga fala, basicamente resumindo tudo que os anciãos haviam falado antes.

– É. Bem, como já disseram, é claro que não existe só a gente de Escolhidos, com o grande números de Lendários que foram mortos, ou seja, todos menos Arceus e Mewtwo, com certeza tem mais gente por ai a fora guardando um grande poder e muitos deles não sabem! Um dos nossos objetivos é juntar o máximo de Guardiões e Escolhidos possíveis para lutarem a nosso lado na Batalha Final. – Conclui Lairon.

– Espera... ‘’nós’’? Vocês dois são Escolhidos também? – Pergunta Serperior.

– Bom, mais ou menos... Sobre mim, os dois anciãos ali já deram certeza de que sou um Escolhido, já Emolga... Bem, a gente ainda não tem certeza. – Responde Lairon.

– Pois é... – Emolga responde, um pouco triste. – Mas, mesmo se eu não for, farei de tudo para ajudar-lhes a derrotar Mewtwo e impedir que ele cause um Apocalipse! – Emolga havia se animado um pouco mais, e agora falava convicta de que ajudaria de alguma forma.

– Vocês estão prestes a começar uma imensa Revolução no Mundo Pokémon, gafanhotos. – Slowking diz novamente. – A Guerra que vocês irão travar contra a divindade mais forte do universo atualmente decidirá por completo o futuro de todos nós. Será a Guerra do Novo Mundo, a guerra em que somente um dos lados, mal ou bem, irá ganhar.

– Universo? Mas e Arceus? Inclusive, por que Arceus até agora não se manifestou? – Arcanine pergunta.

– Infelizmente, ainda não achamos respostas pra isso. Mas, aparentemente, o sumiço de Arceus tem algo haver com o grande poder que Mewtwo vem ganhando a cada dia.

– Seja o que for, vamos descobrir! – Mothim fala, animado, ganhando um ‘’Sim’’ como resposta de todos.

– Parecem que vocês estão prontos para sua jornada. Alakazam, traga o baú. – Slowking ordena.

Alakazam leva o baú trancado aos cadeados ao centro do círculo e o abre. Lá dentro, vários talismãs e amuletos, e alguns objetos aparentemente comuns, jogados uns sobre os outros. Alakazam os pega e os coloca no chão. Logo, alguns amuletos começam a brilhar, e voam em direção a alguns presentes ali, menos para Arcanine, Mothim, Emolga e Flygon.

– Os amuletos que foram para cada um de vocês, não devem se perder ou ser quebrados ou receber qualquer dano, caso aconteça o poder Lendário não terá como se manifestar e vocês se tornarão ‘’inúteis’’. Os que não receberam, é porque já possuem ou ainda não acharam o amuleto certo para si.

– Hey, nenhum amuleto veio pra mim, mas... Bem, eu tenho isso. – Flygon amostra seu pingente para Slowking.

– Quem lhe deu isto, jovem?

– Garchomp, Prefeito de Dragnólia, minha cidade. – Respondeu. – Ele disse que seria importante pra mim num momento da jornada.

– Sim, sim, Garchomp. Aparentemente, ele sabe sobre os Lendários.

– Oh. Mas por quê será que ele não me contou o que sabia? – Pergunta Flygon para si mesmo.

De repente, um grande barulho, de explosão, é ouvido do lado de fora da caverna, como se ataques estivessem sidos jogados na entrada. Todos correram para lá, para ver o que estava acontecendo.

Notas finais
O que acharam? Olha, eu bem que iria colocar a batalha do Hydreigon com o Garchomp, cheguei até a escrevê-la, mas meu pc desarmou e eu perdi toda a luta (que tinha em média umas 500 palavras) :/ E depois ao final, vi que iria ficar muito grande (mesmo eu já tendo cortado grandes pedaços) e também ia acabar tirando o foco principal do capítulo. Sinto muito, mas terão que aguardar batalhas pelo menos até o próximo capítulo. Espero que o entendimento dos Guardiões e Escolhidos não tenha ficado tão confuso, eu achei que ficou bom (depois de várias vezes reescrevendo essa parte) mas não sei se a explicação irá entrar fácil na cabeça de todo mundo já que eu enrolei pra caramba. E no próximo capítulo, a divisão de amuletos será melhor explicada. Ah, e feliz ano novo atrasado filhotes, até ^3^