Pokémon: The New World - Interativa

6 Latias x Hydreigon x Flygon: A Batalha De Dragões


Notas iniciais
Yoooooooo! Demorei muito né? Rs XD Essa aqui é a tal segunda parte que acabou virando um novo capítulo. Espero que gostem ^.^ (Perdi a conta de quantas vezes escrevi ''Hydreigon'' nesse capítulo .-. Quando eu vou digitar algo, meu dedo vai direto no ''H'', viciei em escrever essa palavra de tanto que escrevi) Boa leitura ^.~

Todos foram para fora da caverna. Alguém estava atacando o lugar, e se os ataques continuassem, fortes do jeito que eram, iriam acabar soterrando a caverna com as rochas que já se desprendiam do teto e das paredes, e os trancariam lá dentro.

– Mas o que está acontecendo aq... – Flygon começou a falar, mas logo parou ao ver uma figura um tanto peculiar e assustadora à sua frente.

– Oh, olá pequena Flygon. Acredita que eu estava justamente te procurando? Coincidência te achar aqui, não acha? – O tom de voz era cínico e arrastado. As orbes, que mais pareciam buracos negros, encaravam o rosto confuso de Flygon.

– H-Hydreigon?!? O que está fazendo? – Flygon perguntou, olhando ao redor e vendo a entrada da caverna cheia de marcas de destruição.

– Conhece esse cara, Flygon? Quem é ele? – Eevee pergunta, com um pouco de receio da resposta que ganharia.

– É claro que Flygon me conhece. Afinal, eu era um dos dragões mais importantes da cidadezinha que ela abandonou, mas logo depois voltou por puro interesse! – Hydreigon respondeu por Flygon. Conforme ia falando, seu tom de voz aumentava, até que na última frase já estava praticamente gritando.

– Não voltei para Dragnólia por interesse! Apenas achei que uma vida de nômade não era mais pra mim, eu deveria voltar para Dragnólia para restabelecer uma vida ‘’sólida’’, e rever meus poucos amigos. Se por acaso voltei logo na época das missões, foi uma mera coincidência! – Flygon gritou, a frase de Hydreigon a havia irritado. Como poderiam pensar que ela era uma interesseira?

– Não me venha de papinho garota. Todos sabem que você era uma nômade, não parava em lugar nenhum, e que só voltou a sua cidade para começar a cumprir missões para conseguir um cargo mais alto entre os dragões. Bem, mas vamos logo ao que interessa... – Hydreigon começou a se aproximar de Flygon e so resto do grupo, que até agora estava em silêncio, observando e imaginando o rumo que aquilo tudo tomaria. – Mê deem os amuletos!

– Não iremos te dar nada! – Flygon disse, convicta e confiante. – Inclusive, Garchomp sabe que você está aqui? Aposto que o deu um ‘’perdido’’ e veio para cá! Eu sabia que você não era boa coisa.

– Haha, Garchomp, Garchomp...Realmente, em circunstâncias normais eu até ficaria com medo do que Garchomp faria comigo se soubesse o que estou fazendo. Mas não tenho nada a me preocupar, afinal, Pokémon mortos não afetam ninguém. – Hydreigon deu um sorriso enorme, que quase podia dar voltas em sua cabeça.

Os olhos de Flygon se arregalaram, a Pokémon ficou boquiaberta. O que ele queria dizer com ‘’morto’’? – O-o que fez com Garchomp? Como assim ‘’morto’’?!?

– Digamos que nem ele nem metade de Dragnólia teve um fim digno. Mas a culpa foi deles mesmos, não acreditaram no que eu poderia fazer, duvidaram de minha força. Não queria ter de fazer isso, não queria de verdade. Inclusive, sua amiguinha Altaria lhe mandou lembranças do mundo do além. – Hydreigon tinha um tom debochado, amedrontador e sombrio, e agora soltava um histérico e descontrolado riso.

Todos olhavam assustados, não entendiam nada do que estava acontecendo ali. Flygon estava com todas as emoções a flor da pele. Lágrimas brotavam de seus olhos e escorriam por seu rosto, até caírem no chão e se desmancharem.

– Não creio... COMO PÔDE DESTRUIR DRAGNÓLIA?!? COMO PÔDE TER CORAGEM DE MATAR A SEUS AMIGOS?!? – Flygon tentava controlar o choro, mas era em vão.

– Ah, não está tão destruída assim. Okay, está sim. Está caindo aos pedaços. Mas nem todos morreram. Seu amiguinho Salamence foi um dos que conseguiram fugir. Eu até iria atrás dele para mata-lo, mas seria uma total perda de tempo já que já tinha conseguido a informação que queria, e só iria me cansar. – Hydreigon começou a dar voltas no grupo, olhando cinicamente a todos. – Antes de me perguntarem que informação é essa: Eu sei sobre os Lendários e amuletos. E os quero pra mim! Tenho ordem de um superior para pegar os objetos e, caso não concordem, também tenho permissão para dar um fim em todos vocês!

– Saia daqui já! Não queremos lutar com você e não te daremos o que quer! – Falva Serperior.

– Fale por você. – Lucario avançou em direção ao dragão com um Fire Punch. Hydreigon desviou e mordeu o corpo de Lucario com o Bite. Como Hydreigon era bem maior, girou com Lucario em sua boca e conseguiu o lançar para longe. Lucario acabou acertando uma árvore, e caiu.

– Isso era pra ser um golpe surpresa? Haha, sinto lhe informar, mas não deu muito certo, encapuzado.

– Lucario! – Kirlia correu até ele. Não sabia por quê estava preocupada com ele, afinal ele era um grosso com todos, mas algo dentro de si a implorava para ir ajuda-lo. – Não pode fazer isso com nosso amigo! – Kirlia gritou para Hydreigon e lançou um Psyshock nele, mas não teve muito efeito.

– Wow, pensei que vocês fossem bem mais fortes do que estão aparentando ser. Isso será mais fácil do que pensei. – Hydreigon voa e fica acima de todos, e logo depois lança um Dragon Pulse neles. O ataque os iria acertar em cheio, mas Flygon se pôs à frente e o bloqueou com o corpo.

(Trilha sonora de batalha)

– Se entenda comigo, Hydreigon! Deixe meus amigos em paz! – Flygon gritou.

– Se é assim que quer... – Hydreigon lançou um Dragon Pulse novamente, mas dessa vez em Flygon, que desviou.

Flygon voou e ficou a mesma altura de Hydreigon, seria uma batalha aérea. Flygon lançou um Draco Meteor que atingiria Hydreigon pela frente. Hydreigon se deixou cair no ar para desviar e logo depois voltou a voar, agora abaixo de Flygon.

As asas do dragão começam a brilhar e se tornam metálicas. Flygon não percebeu a aproximação por baixo do adversário e foi atingida por um Steel Wing. Flygon perdeu o equilíbrio e caiu com tudo no chão.

Ela se levantou e usou o Sand-Attack, deixando a visão de Hydreigon falha. Flygon usou o Dig, cavou rapidamente uma passagem no solo e saiu da visão de todos.

– Pensei que fosse mais inteligente, Flygon – Hydreigon fala. Sua visão ainda era precária por causa da areia.

Hydreigon usou o Earthquake, fazendo o ataque de Flygon falhar e a obrigando a sair da terra.

Flygon, assim que saiu do buraco, acumulou energia e lançou um poderoso Hyper Beam em Hydreigon, que contra-atacou com o mesmo ataque. Os dois raios se colidiram e causaram uma grande explosão, seguida de muita fumaça, que dificultou mais ainda a visão de todos, principalmente de Hydreigon.

– Uh, você está me irritando garotinha! Desista! – Hydreigon usou o Focus Blast. A esfera foi em direção a Flygon, que usou sua cauda para cortar o ataque. O Focus Blast se desfez no momento em que Flygon deu um mortal pra frente aéreo e com sua calda atingiu bem no centro da esfera azulada, fazendo sua energia se dissipar no ar.

– Não irei desistir de jeito nenhum! Irei vingar a todos que morreram em Dragnólia por sua causa! Eles não morreram em vão! – Mais uma vez as lágrimas surgiram, e a voz de Flygon começou a oscilar repetidas vezes. – Você não tinha o direito de fazer o que fez! Você é um monstro! Você não merece viver! – Ela gritava, tentava parecer imponente, mostrar que não havia sido afetada com o que ficou sabendo, mas a vacilação de sua voz tornava a tarefa difícil.

– Você é insignificante! Você é fraca! Não conseguiu nem ao menos me fazer um arranhão até agora! Quer dar uma de forte, mas nem mesmo deve aguentar o poder Lendário que tem em você! Irá morrer assim que seu Guardião decidir manifestar sua força máxima! – Hydreigon gritava com toda a sua voz, deixando todos com medo. Suas palavras, mesmo que Flygon negasse, a afetavam, muito. Queria provar de que era forte e digna de ser uma Escolhida, queria acabar com Hydreigon por ter matado praticamente todos que conhecia, mas ainda não tinha nem ideia de como invocar o espírito Lendário, e seus ataques não fariam muito efeito em Hydreigon.

– Não! Eu posso ser forte se eu quiser! Você não é ninguém, não tem direito de me julgar! E eu te mostrarei que posso conseguir controlar meu Guardião, seja ele qual for! Te mostrarei que sou muito digna de ser escolhida, e te derrotarei! E FAREI VOCÊ PAGAR POR TODAS AS MORTES QUE CAUSOU!!! – Flygon gritou com lágrimas caindo a todo momento de seus olhos, a voz agora havia se firmado, e raiva e tristeza transbordavam de seu olhar. Era como se estivesse sentindo tudo ao mesmo tempo, e como não tinha como manifestar isso, os próprios sentimentos deram um jeito de vir à tona.

O amuleto de Flygon, que estava em seu pescoço o tempo todo, começou a brilhar intensamente. A cada palavra e ameaça que dava à Hydreigon, ele emanava mais luz, até toda a energia armazenada dentro dele sair, cegando momentaneamente a todos no local.

– Aquilo é... Oh Meu Arceus, ela invocou a Latias! – Emolga disse, surpresa.

– Hm. Parece que Flygon é Escolhida de um dragão também. Acho que com o poder de Latias, esse Hydreigon não terá chance. – Fala Alakazam, calmo, para Slowking, que assente em concordância.

– ‘’Rún’’, nada mal, Flygon. Nada mal. Mas creio que ainda posso vencer isso aqui. – Hydreigon diz, sem nenhuma surpresa ou espanto em sua voz.

– Veremos quem sai campeão dessa então. Vamos Latias! – Flygon diz, e Latias dá um rugido em resposta.

Latias avançou rapidamente em direção à Hydreigon, com um Giga Impact. Hydreigon usa o Dragon Pulse. O raio chega a acertar Latias, mas por conta do Giga Impact, a dragão avermelhada foi meio que ‘’protegida’’ pelo ataque que usava. Latias acerta em cheio Hydreigon, que vai rolando até bater na mesma árvore em que Lucario havia batido antes.

– Não pense que acabou por aqui, Latias! – Hydreigon usa o Thunder Wave, numa tentativa de paralisar Latias e assim ataca-la. A dragão usa o Protect, e o ataque não a acerta.

Nessa altura do campeonato, Hydreigon já havia se irritado bastante. Estava ficando sem opções de com o que atacar, e Latias estava deixando bem claro que não daria mole. E ainda teria Flygon para lidar.

– Acabemos com isso agora! Latias, sabe o que fazer. – Flygon disse para sua Guardiã, que deu um sorriso confiante e assentiu.

Latias avançou mais uma vez em Hydreigon. Latias já era bem rápida por natureza, mas fez o possível para ficar mais rápida. Sua pata direita começou a brilhar, num sinal de que usaria um Dragon Claw. Hydreigon revidaria usando um Dragon Tail. Os dois se colidiram e ficaram fazendo uma batalha direta de força por um bom tempo, até que Latias fortaleceu seu ataque, e Hydreigon acabou vacilando. Latias o atingiu com a Dragon Claw, fazendo um grande estrago em Hydreigon.

Hydreigon agora estava bastante ferido, mas ainda conseguia ficar em pé. Estava se preparando para atacar novamente quando foi atacado de surpresa por um Dragon Pulse, dessa vez vindo de Flygon. Hydreigon foi ao chão na mesma hora com o impacto do raio, tentou se levantar diversas vezes para continuar a lutar, mas se rendeu e desistiu de continuar. Estava visivelmente impossibilitado de batalhar.

– Yey! Conseguimos, Latias! Conseguimos! – Flygon comemorava com Latias, que estava bastante sorridente e alegre pela vitória também. – Obrigada por me ajudar. – Latias assentiu, soltou um poderoso rugido e logo em seguida se desfez. O amuleto brilhou novamente, se mexeu um pouco e voltou a ser um objeto estático, sem luz nem vida.

– Você conseguiu controlar seu Guardião. Parabéns. – Disseram Slowking e Alakazam, em uníssono.

– Hey, como fez para para invoca-la? – Pergunta Tyrogue.

– Bom, eu não fiz muita coisa. Eu só... só... – A visão de Flygon começou a ficar embaçada, a dragão cambaleava e por fim acabou caindo desacordada ao chão. Havia usado muita energia na luta.

– Flygon! – Gritaram todos, preocupados.

– Levem-na para dentro da caverna, vamos cuidar dela para quando acordar, se sentir melhor. – Disse Slowking.

– Mas e quanto à Hydreigon? Não podemos deixa-lo solto! Ele também acordará e... – Mothim foi cortado por outra voz.

– ONDE ESTÁ HYDREIGON?!? – Gritou Lairon, ao perceber que no lugar que o Pokémon estava antes, não havia mais nada.

{...}

– Venha, Vulpix. Vamos tentar de novo. Ande até mim. Venha. Você consegue.

Não muito longe da caverna de Slowking e Alakazam, havia uma grande campo aberto, com alguns lugares de grama alta e bem verde. Uma floresta bem densa e fechada próxima dali.

Uma Espeon e um Vulpix ali estavam. Espeon tentava ensinar o pequeno raposo a andar, coisa que já deveria ter aprendido há quase uma década atrás. O Pokémon tinha 13 anos, mas ainda não conseguia andar alguns metros sem tropeçar e cair nem falar uma palavra sequer por contra própria. Tudo o que falava era o ‘’eco’’ do que os outros a sua volta falavam. Tudo isso era uma grave consequência de seu passado sofrido, mas essa é uma outra história, que não vem ao caso agora.

O pequeno avermelhado se levantou, meio sem jeito e quase caindo. Andou um pouco tranquilamente, só conseguiu porque andava muito vagarosamente. Tentou aumentar a velocidade um pouco, mas se desequilibrou e caiu, mais uma vez. Já havia perdido as contas de quantas vezes isso já aconteceu. Soltou um gemido frustrado, e abaixou a cabeça.

– Ah, parece que não é hoje que conseguiremos. – Espeon também suspirou, tão frustrada quanto o menor. Ela andou até Vulpix e parou a sua frente. Deu um sorriso acolhedor para o mesmo e acariciou a cabeça dele, fazendo-o soltar um breve e pequeno sorriso.

– Voltamos! – Uma voz veio da floresta.

– Trouxemos comida conosco! Conseguimos achar algumas frutas por aqui. – Uma segunda voz veio da mesma direção da primeira.

– Kirlia! Cubone! Que bom que voltaram. Já estava ficando com fome. – Espeon disse. Vulpix repetiu a fala, dando a entender que seu estômago também começava a roncar.

– Então? Algum avanço? – Cubone perguntou, colocando as frutas ao lado de Vulpix e Espeon.

– Não. Nenhum. Ficamos desde a hora que saíram tentando, mas nenhuma palavra por conta própria foi dita e ele não conseguiu andar nem mesmo um metro sem pausas e sem quedas. – Ao ouvirem isso, Kirlia e Cubone suspiraram também.

– O importante é não desistir agora! Ele irá aprender uma hora ou outra, vocês verão! Só temos que tentar, tentar e tentar até ele conseguir! – Cubone disse, confiante de si e de seu amigo. Vulpix soltou um grunhido alegre, e um grande sorriso se instalou em seu rosto, coisa que era rara de se ver. – Estou com sede. Fiquem aqui, irei buscar água em algum lugar para nós. – Cubone saiu a procura de algum rio ou lago para matar a sua sede e a de seus amigos.

Espeon, Kirlia e Vulpux comiam as frutas e conversavam a seu jeito. Tudo ia bem quando algo passou rapidamente por eles e os esbarrou. Algo não, alguém.

– Hey, olhe por onde anda! – Espeon disse, não com grosseria, mas mais como aviso mesmo.

– Uhr, me desculpe. Estou com pressa sabe? Não estou prestando muita atenção por onde ando. – Falou o ‘’alguém’’, que era um Persian com uma capa azul-marinho e um anel dourado com runas antigas em sua cauda. Persian estava com a pata na cabeça, em sinal de enxaqueca. Sua voz continha uma pontada de arrogância. Até que seus olhos bateram em algo que lhe chamou bastante atenção. – Hey, o que é isso na pata do Vulpix? É bem bonito...

Persian se referia à um bracelete de metal, com todos os Lendários esculpidos nele. Era o bracelete que antes era da mãe de Vulpix, e agora o pertencia.

Persian colocou a pata do objeto e o puxou, na intenção de tirá-lo, mas Vulpix não deixou. Se livrou rapidamente da pata de Persian e rosnou, deixando o gato assustado.

– Vulíx, não faça isso! Ah, nos perdoe por isso, Vulpix costuma ficar bem bravo quando mexem em seu bracelete. – Disse Kirlia, gentil, mas um pouco tímido.

– Ah, não se preocupe com isso garota. Tenho certeza de que é algo muito valioso. — Persian foi colocando mais malícia em cada palavra que dizia, como se soubesse de algo sobre aquele objeto que ninguém ali nem imaginava.

– Garota? GAROTA?!? Por que raios todos acham que sou uma garota! – Persian olha confuso para Kirlia, que revira os olhos e conclui a frase. – EU SOU UM GAROTO!

– Garoto? Oh. – Persian evitou olhar para Kirlia, ficou meio sem jeito e olhava para um lugar qualquer. – Perdoe-me por isso também. Bom, já disse que estou com pressa, então tenho que ir. – A arrogância em sua voz aumentou, e em um piscar de olhos o gato branco saiu correndo, e não podia mais ser visto pelo trio.

– Que cara estranho... Não sei você, mas minha intuição me diz que ele não é boa coisa. – Diz Espeon, que ganha um sinal positivo de Kirlia. Vulpix mais uma vez repetiu a frase da gata rosada.

– Voltei gente. Nossa, que caras desconfiadas são essas? Ah, não importa. Olhem o que eu achei enquanto voltava pra cá! – Cubone havia voltado com uma espécie de bacia cheia d’água. A colocou ao lado da cesta de frutas e amostrou a seus amigos um anel dourado, que, segundo ele, achou caído ali por perto.

– Olhe Espeon, não é o anel que estava na cauda daquele Persian estranho? – Kirlia perguntou, pegando o anel e o dando para a gata. Olhando agora de perto, viram que o anel possuía um diamante azul com marcações de um relógio de sol lapidado. Era um artigo bem bonito.

– É sim. Será que devemos devolvê-lo? Ele não deve estar tão longe daqui, certo? – Espeon disse.

– Não sei de quem estão falando, mas se já tem um dono, devemos devolver. Vamos, para onde ele foi? – Cubone disse e depois indagou.

– Ele foi por aquela direção. Vamos. – Espeon já começava a caminhar quando Vulpix entrou em sua frente, balançando a cabeça freneticamente em sinal de ‘’Não’’.

– Não devolva! Não devolva, não devolva! É muito poderoso, não deveria estar em mãos daquele Persian, ele é mau! Não devemos devolver! – Vulpix falou rapidamente.

– Vejam, Victini deve estar falando com Vulpix por telepatia de novo! Mas, por que não podemos devolver? – Cubone fica mais confuso ainda agora.

– É bem verdade de que aquele gato vira-lata não me passou uma boa impressão. E se Victini falou para Vulpix nos dizer que este objeto não deveria estar com ele, acho que o que podemos fazer é ficar com ele pra nós. E também, Victini não mentiria pra gente. – Kirlia explica, tentando convencer a Cubone e Espeon. Vulpix concorda com tudo que ele diz.

– Também acho que Victini não mentiria, nem Vulpix. Esse anel é bem bonito, não? Será que teria problema se eu ficasse com ele? – Espeon pergunta. Olhava atentamente ao anel.

– Acho que não. – Respondeu Cubone. Ao receber essa resposta, Espeon colocou o anel em sua cauda, e a ficou admirando. Cubone agora olhava para o alto, vendo o sol se por e o azul escuro dominando o céu. – Devemos achar algum lugar para passarmos a noite. Já vai escurecer. – Ele disse aos outros.

– Vão pra lá, vão pra lá. – Vulpix apontava para uma direção precisa. Mais uma vez Victini estava se comunicando com ele. – Caverna, caverna.

– Uma caverna? Bom, é melhor que passar a noite expostos aqui. Vamos pessoal. – Disse Kirlia, guiando os outros. Espeon pegou Vulpix e o colocou em suas costas. Passariam a noite lá, final não teria nada demais lá. Teria?

Notas finais
Bom, foi isso pessoal. Eu tentei fazer uma luta mais animada e talz, mas acho que não consegui :p Eu juro que tava bem mais legal na minha cabeça :v Eu sei, vocês devem estar bolados por mais um capítulo estar girando em torno da Flygon. Me desculpem, mas é que ela é um personagem bastante importante nesse início de fic, então eu tenho que aproveitá-la. A partir de agora, o foco mudará para outro personagem. Se seu personagem ainda não recebeu merecido destaque na história, peço que aguente só mais um pouquinho para vê-lo brilhar de verdade ^.^ É que minhas fanfics em geral funcionam assim. O foco vai mudando de personagem em personagem com o passar do tempo. Sei que alguns podem não gostar, mas não consigo fazer diferente. E como tenho uma razoável quantidade de personagens, nem sempre dá pra colocar todos numa só cena, e com esse meu ''método'' fica mais justo e todos tem oportunidade de aparecer igual. Eu não revisei o capítulo, então se tiver algo desconexo ou algum erro de português, me perdoem e me avisem por favor, para eu poder consertar. Até outra hora ^3^