Notas iniciais
Howdy! Tudo bem com vocês pessoal? Se vocês estão lendo este capítulo, provavelmente viram o anterior. E se vocês leram as notas finais, devem ter visto que eu falei em reescrever os capítulos e sobre o futuro da fanfic. Bem, sobre reescrever os capítulos antigos, eu terei que voltar atrás. Sendo sincero, eu sou muito preguiçoso, estou um pouco apertado com o tempo... fora que eu quero que as pessoas vejam o quanto eu evoluí em se tratando de escrita. E sobre transformar nossa Fic em uma HQ... Isso sim se concretizará. Eu já estou trabalhando nisso, de fato. Já fiz as artes conceituais de alguns personagens e estou pensando no roteiro tanto dos capítulos quanto do episódio piloto. Eu estava pensando em fechar a história aonde ela estava, no capítulo 36. Mas, depois de um grande amigo meu revisar o capítulo e me mostrar o quanto eu evoluí na escrita, resolvi que iria fechar a temporada antes de descontinuar a história em mídia escrita, digamos. Afinal, cancelar a história antes do Pokémon que faz jus à capa, título e história dessa fanfic não aparecer seria sacanagem, não? Pra falar a verdade, eu nem sei se eu vou descontinuar MESMO a história escrita! Two Steel Friends ainda tem muita história, e parte dela tem grande relevância quando narrada. Enfim. Breve eu farei uma postagem no blog falando mais sobre isso e, possivelmente, lançarei os Artwork dos personagens principais da primeira temporada. É isso! Boa Leitura!

Após uma longa e cansativa caminhada, conseguimos chegar à Cidade de Mahogany. Era de noite e estávamos exaustos de tanto caminhar. A cidade não era muito grande, e boa parte de suas ruas não eram pavimentadas. As casas eram muito parecidas com as de Ecruteak, mas com um toque diferente. Os telhados eram quase que majoritariamente em um tom de vermelho-madeira.

Os ventos começam a se tornar mais fortes e trovões podiam ser ouvidos. Pelo que parecia, a noite não ia ser nada bonita. Steven particularmente parecia estar um tanto preocupado. Por falta de sorte, uma chuva pesada começou a cair sobre nós. Corremos para procurar algum lugar para nos proteger, até que encontramos uma pequena loja. Para nossa sorte, ela estava aberta. Adentramos a loja e procuramos um canto para descansarmos e nos secar.

— Bem vindos, senhores – Fala um vendedor da loja. Ele tinha um “cabelo de cuia” castanho claro e óculos escuros redondos. Ele também usava uma combinação de roupas muito estranha e um bigodinho que tremia muito para ser “real”. Eu desconfiei logo de cara, mas pensei que ele podia ser algum tipo de “vendedor chamariz” da loja – Precisam de algo?

— Não... Obrigado. Estamos só de passagem. A chuva nos pegou de surpresa. – Respondeu Tom.

— Sim, sim! Compreendo! Mas se quiserem dar uma olhada no nosso estoque sintam-se completamente à vontade! Temos produtos muito bons! – insistiu o senhor. Após terminar a fala e dar um sorriso forçado de orelha a orelha, seu bigode parece deslizar um pouco para baixo, e ele se sente forçado a por a mão no mesmo – Er... hm... Eu... Vou dar mais uma checada no estoque! Caso precisem, eu estou aqui!

O homem se distancia e começamos a nos olhar, procurando reações para aquela bizarrice. Incertos sobre o que fazer, resolvemos comprar alguns itens, só pro caso de precisarmos mais tarde. A loja não era lá muito organizada, mas pelo menos seus itens não pareciam estar estragados. Tínhamos uma certa variedade de produtos: Alimentos e rações, produtos de beleza e higiene, alguns itens de viagem e de lar, algumas roupas, um ou outro brinquedo... Coisa que mercearias comuns tem. Pegamos alguns produtos que poderíamos precisar e começamos a procurar por equipamentos de batalha. Não encontramos nas prateleiras mais visíveis então procuramos por alguém que poderia nos ajudar. Vimos um rapaz de cabelos pretos e cumpridos vestindo uma camisa branca com um nome escrito em letras pequenas, mas em negrito. Ele estava desempacotando uma caixa com frascos de ketchup, então logo pensamos que ele era um dos funcionários. Ele estava murmurando alguma coisa, que se tornou um pouco mais audível na medida em que nos aproximávamos.

— ... mas bem que esse plano é bom mesmo... ninguém percebe nada... e por baixo dos panos a gente faz daquelas coisas inúteis um mar de dinheiro...

— ... Senhor?...

O rapaz se assusta e deixa cair um dos frascos no chão. Ele se abre e derrama um pouco do molho, fazendo o rapaz ficar extremamente irritado.

— SEU MOLEQUE DESGRAÇADO OLHA O QUE VOCÊ FEZ!! AGORA EU VOU TER QUE LIMPAR ISSO!! – Grita o rapaz, ficando vermelho de raiva. Ele se levanta furiosamente e chuta a caixa.

Thomas “toma as dores” e responde no mesmo tom de grosseria: — Ô, moço! Você acha que pode gritar assim com os clientes que você pretende vender? Que tipo de atendimento é esse? O menino só ia pedir uma informação a você e você grita com ele assim por que VOCÊ se assustou e derrubou essa porcaria de frasco? Depois não diga um “volte sempre” pra gente, babaca!

O rapaz congela e olha com um pouco de raiva para nós. Ele olha pros lados, um pouco incerto e responde – ... P-perdão. O que vocês procuram.

— ... Itens Pokémon... Você sabe... Pokéballs, Poções... Essas coisas... – Falo, ainda com medo.

— Ali. – Responde o rapaz, apenas balançando a cabeça na direção dos itens. Era apenas uma prateleira de metal velha, com vários itens jogados em suas dispensas. Não parecia muito chamativo, e, devido à sua localização nos fundos da loja, quase imperceptível.

— Hmpf. Obrigado. – Responde Tom, com ignorância. Nos afastamos e Tom resmunga baixo para mim – O atendimento daqui é 10/10, viu?

— Pois é. Um é estranho e o outro ignorante... Mas obrigado por me defender, Tom.

— Por nada. – Agradece.

Dou uma olhada em Steven e percebo que ele parecia arisco. Não era pelo funcionário ignorante em si, parecia ser uma reação ao local. Faço um carinho nele e peço pra ele se acalmar. Na prateleira podiam ser vistos vários itens – todos misturados. Em uma das dispensas podíamos ver Pokéballs comuns e Great Balls. Pelo que se via no papel colado na ponta todas as Pokeballs eram o mesmo preço: 400 Pokédolars. Enquanto para um esse preço era um assalto, para outro era uma pechincha. Mas julgando pela aparência das Pokéballs, ambas eram de baixa qualidade. A mesma coisa para as Poções e Super Poções. Algumas, inclusive, estavam com os lacres arrebentados. Decidimos deixar tais itens pra lá e pagar apenas para o que pegamos anteriormente antes que nos arrependêssemos. Os Centros Pokémon também tinham mini marts com esses itens, e em melhores condições e preços certos. Chegamos no balcão e encontramos o senhor de antes, ainda ajeitando seu bigode.

— Oh, já decidiram o que levar?

— Vamos levar tudo isso aqui. — Respondo.

O senhor pegou um leitor de código de barras e começou a conferir os preços. Pelo menos isso eles tinham de profissionalismo. No monitor, conferimos o preço total que ascendia a cada item conferido. Rapidamente entramos em um consenso de dividir a conta. O senhor diz o preço final e entregamos o dinheiro que devíamos.

— Voltem sempre! Nossa loja é de alta qualidade e acima de qualquer suspeita! – Franzimos a testa para a ultima sentença. O rapaz se contradiz e volta atrás – Quer... Quer dizer... Nós sempre conferimos a qualidade dos produtos, entende? Por exemplo, nossas Caudas de Slowpoke são sempre frescas!

— Não foi proibido vender Caudas de Slowpoke ano passado? – Tom pergunta, ainda mais desconfiado.

O Senhor se arrepia.

— Ele quis dizer “Caldo Slowpoke”. É uma receita local. – Fala o funcionário ignorante – A chuva parou e vocês já terminaram suas compras. Podem ir.

— Meh. Muito obrigado pelo atendimento. – Respondo com a cara mais cínica possível.

Nos movemos para a porta da loja. Steven dá um ultimo rosnado e nos segue para o lado de fora. Pensativo, Tom comenta sobre esse “Caldo Slowpoke”. Ele já havia ouvido falar sobre alguns pratos típicos da cidade, mas “Caldo Slowpoke” não estava entre eles. Inclusive, existia uma bebida chamada “Batida do Slowpoke”, mas era uma bebida típica de Azalea. Resolvemos não pensar sobre isso e seguir caminho até o Centro Pokémon antes que o tempo piorasse de novo.

Dentro do Centro Pokémon havia mais pessoas que esperávamos. Em todas as TVs se falava sobre o clima local. As pessoas pareciam estar um pouco desesperadas, e os funcionários do local tentavam de tudo para acalmá-los. Dentre as pessoas na multidão, havia uma em especial que me chamava atenção. Uma pessoa ruiva de casaco preto. Eu já sabia bem quem era.

— Silver! – Grito, chamando sua atenção. O garoto logo reconhece a voz e se vira com desdém — Aqui, vem cá!

O jovem bufa e caminha relutantemente até mim – Você de novo?

— Bom ver você também! – Viro-me para Tom, que estava desconexo da conversa, e começo as apresentações – Tom, este é o Silver. Meu Rival. Silver, este é Thomas. Meu companheiro de viagem.

— Ah, eu conheço. Ele tira umas fotos aí. – Responde, indiferente – De qualquer forma, o que você está fazendo aqui? Não é uma boa hora pra estar na cidade com essa tempestade se aproximando. Alguns moradores até evacuaram.

— Eu tentei avisar ele, mas do jeito que ele é cabeça dura...

— Vão se unir mesmo pra fazer complô contra mim é? – Reclamo, cruzando os braços – Mas Silver, e você?

— ... Assuntos Pessoais. – Responde, de maneira seca. Resolvi não ir mais adiante nas perguntas, visto que Silver é, por vezes, extremamente reservado.

Continuamos nossa conversa nos dirigindo para a lanchonete. Compramos uma refeição e nos atualizamos sobre nossas informações. Silver continua sem dar detalhes sobre sua vinda para a cidade, mas acaba citando coisas interessantes sobre a loja do qual havíamos passado. Ela era recente, e todas as pessoas desconfiavam dela. Inclusive, há muito tempo, antes mesmo da loja ser aberta, homens de preto e construtores eram vistos saindo e entrando da construção. Havia também uma árvore do lado da loja que não era para estar originalmente ali. Ela também não parecia ter uma textura orgânica e os funcionários da loja tinham muito zelo com ela, não deixando as pessoas se aproximarem. E por último, recentemente canais de rádio pareciam entrar em um estranho mal contato quando perto da tal árvore. Alguns Pokémon também mostravam comportamentos estranhos, e se tem notado muita agitação nos Pokémon aquáticos do Lago da Fúria. Tom, entretanto, corta a conversa no momento para falar sobre o Gyarados Vermelho, que foi avistado no lago recentemente.

Começo a refletir sobre tudo isso. A loja era estranhamente suspeita por si só, e com mais essa informação, mais o fato de eles provavelmente venderem Caudas de Slowpoke, acabou me chamando atenção para um fato que ocorreu há algum tempo atrás.

Meus devaneios acabam sendo interrompidos por um forte estrondo. As luzes piscam e todos começam a gritar. É aí que eu começo a perceber o medo de todas as pessoas. Era possível escutar o barulho da chuva mesmo dentro das espessas paredes do Centro. Água começa a escoar pelas portas. Funcionários continuam a pedir calma às pessoas do Centro, mas os mesmos estão perdendo sua calma.

Olhando fora da janela era possível ver o desastre se formando. Os ventos eram muito fortes. Árvores pareciam papéis em um ventilador. A água rapidamente subia de nível. Algumas pessoas até temiam o fim dos tempos. Era notável o por quê. O lado de fora, por uma fração de segundos, fica extremamente iluminada, como um dia de sol forte, antes que tudo fique escuro. Um grande trovão esbraveja, fazendo o chão tremer levemente, e as luzes do Centro apagarem. O pânico foi geral. Pessoas gritavam, crianças novas choravam, e algumas começavam a procurar fontes de luz. Os funcionários do Centro apressaram-se em ligar o sistema de Nobreak, mas o mesmo parecia estar com problemas para ligar. A porta automática cede e abre, deixando escoar uma grande quantidade de água, que se alastrou para o lado de dentro. O som da tempestade ficou ainda mais forte. Eu começo à ficar tonto. Começo a lembrar daqueles sonhos. O que era aquilo? Muitos pensamentos rondavam minha cabeça. Pensamentos demais para processar. Tudo começa a ficar escuro e turvo. Tento me levantar, mas antes que eu consiga esboçar qualquer ação, eu sinto a água na minha testa.

● ● ●

Acordo ofegante, olhando para os lados, sem saber o que aconteceu. Eu estava na cama de baixo de um beliche. Steven estava do lado da cama, me observando. Ele pareceu aliviado em me ver bem. Olho em volta e vejo algumas pessoas sentadas no chão, outras em pé, porém todas estavam com um semblante extremamente preocupado. O quarto estava apenas sendo iluminado pela luz de velas, isto quando não era clareado pela intensa luz dos relâmpagos. A porta do quarto estava acesa, e o corredor era escuro. De vez em quando, algumas pessoas passavam pelo quarto e falavam com as pessoas do lado de dentro. Provavelmente checando se estava tudo bem. Meus sentidos começam a voltar. Começo a olhar para os lados e vejo uma figura olhando a janela. Era Silver. Chamo pelo seu nome e o jovem prontamente se vira para meu lado.

— SONY! VOCÊ QUASE ME MATOU DE SUSTO... NOS MATOU, QUE SE DIGA!

— Você se preocupou por mim?

— Oras, você simplesmente se levantou e caiu duro no chão! Como queria que eu ficasse?

Sorrio levemente e sento na cama. Faço carinho no meu Pokémon, que estava me guardando por todo o tempo. Alguém adentra no quarto com uma lanterna e outro objeto na mão, que também emitia luz forte. Thomas. Alguém pergunta pela situação do lado de fora. Ele suspira e se senta em uma cadeira perto da porta.

— Ruim. Muito ruim. A correnteza é muito forte. Essa tempestade não vai cessar tão cedo. Eu nunca vi isso na vida. – Ele olha para minha cama e nota que eu estou de volta à consciência. Ele sorri aliviado e se levanta, vindo para a cama – Sony, até que enfim você acordou! Você dormiu por pelo menos 4 horas!

— Que... Horas são? – Pergunto.

— Meia noite. Meia noite e meia, para ser mais exato. – Responde Silver.

Me surpreendo e passo a mão na cabeça. Lembro das visões que eu tive. Levanto da cama correndo e vou para a janela mais próxima. Tudo que eu via... Era como se eu tivesse visto antes. E era mais horrível, pois tudo que eu sentia, agora era real. Dou um passo para trás e as pessoas logo se preocupam.

— Não vá desmaiar de novo! – Diz Silver – Eu sabia que você era um fraco, mas não fraco assim! Você andou se alimentando mal?

— Não... Não é isso, é que... Tá tudo acontecendo...

— PESSOAL! – Grita alguém – uma garota. Ela entra desesperadamente no quarto, parecendo perder o equilíbrio – MEU PAI! MEU PAI!...

As pessoas se aproximam da garota. Eu, porém, não me movia. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo. Porém, eu não sabia como reagir. As pessoas começam a querer acalmá-la, mas ela começa a cair lentamente no chão, aos prantos. Enquanto isso, eu deixava algumas palavras escaparem no meu devaneio. Palavras que completavam o que a garota sofria.

“... foi levado pela correnteza...”

Silver escuta meus sussurros. Porém, não os compreende.

— MEU PAI FOI LEVADO PELA CORRENTEZA!! EU O VI!! ELE TÁ SE SEGURANDO EM UMA ÁRVORE MAS ELE NÃO VAI AGUENTAR MUITO TEMPO!! – A jovem começa a chorar incontrolavelmente. A comoção é geral – ELE É TUDO QUE EU TENHO!! SALVEM ELE PELO AMOR DE DEUS!!

Novamente, aquele sonho me veio à cabeça. Eu sentia um mix de sensações. Passei alguns segundos naquele transe. Meu rosto estava completamente inexpressivo. Depois do que pareceu uma eternidade, eu recuperei o controle do meu corpo, correndo para fora daquele quarto. Para falar a verdade, eu não tinha total controle, pois nem sabia o que eu estava tentando fazer. Segui pelo corredor escuro, em direção à luz que dava à varanda do Centro Pokémon. Ao chegar no local, pude contemplar a força da natureza agindo. O som era forte, e a água batia no meu rosto mais parecendo pedras. Os raios rasgavam os céus, iluminando-os completamente. Mais ao norte, podia se notar uma espécie de vértice. Havia um tornado se aproximando da cidade? Não. Eu saberia disso. Saberia pelas premonições que havia tendo.

Olhando dentre a destruição causada pela força da tempestade, vejo um homem se segurando em uma árvore, com o último de suas forças. Sem pensar, lanço Owly para fora de sua Pokéball. O mesmo parecia desnorteado, mas obedeceu minhas ordens rápidas. Pedi para que ele carregasse o homem até aonde estávamos, e assim ele o fez.

O homem estava ofegante e ensopado, debatendo-se de frio. Ajudo o homem a se levantar, e ele agradece, abraçando-me.

A visão que eu tive deveria estar errada. Ou então, eu quem a mudei. Mais aliviado, caminho até Owly, no intuito de agradecê-lo e abraçá-lo, afinal, tudo deu certo no final, não é?

Não.

Antes que eu pudesse chegar perto o suficiente para abraçá-lo, uma descarga elétrica desceu inesperadamente, explodindo em cima de Owly. Devido à esse efeito, fui jogado para trás com grande força, batendo com tudo em uma parede.

Não consigo respirar direito. Tudo começa a escurecer. Sinto um formigamento percorrer meu corpo, provavelmente pela descarga elétrica que recebi por tabela. Antes que minhas forças se esvaiam, olho para onde o raio havia caído. Lá estava meu Pokémon, deitado no chão. Em um péssimo estado. Eu não consigo nem descrever o que eu vi naquele momento. Aquelas sensações voltam, porém, de forma tênue. As visões estavam certas. Escuto passos pesados, provocados pelas pessoas correndo até a varanda, para saber o que tinha ocorrido. Sem conseguir mais manter-me acordado, eu suspiro e fecho meus olhos.

— Owly...

Notas finais
E aí está, pessoal! Mais um capítulo para vossas senhorias. Este é um capítulo que eu planejava há muito tempo. Pra falar a verdade, todos estes fatos ocorrendo agora, e que ocorrerão futuramente, estavam impregnados em minha cabeça, e agora eu finalmente estou conseguindo soltá-los. Oh godness, tem tanta coisa que ainda falta eu mostrar... Tem tanta coisa que eu pensei, misturando fatos do jogo e do anime... e até do mangá!... Tem tanto pra desenvolver nos personagens, e outros tantos que vou adicionar... Heh, a história não pode parar agora. Fiquem ligados, os próximos episódios vão ser tão importantes quanto este!