Pokémon School
12 Vice-Presidente
Notas iniciais
Matt P.o.v.
HAHAHA! OLHA SÓ PORRA, ADIVINHA QUEM FOI O PRIMEIRO A TER O DIREITO A NARRAR ALÉM DA LEYLA E O BOSTA DO NARRADOR? NÃO É O BRUKNO, NÃO É A SKYLET, NEM O ZACK. SOU EU! MATT GRAMES, O CARA MAIS BADERNEIRO E LINDO DESSA ESCOLA DE MERDA! Daí você me pergunta, "Por que você?", e eu respondo "E isso importa? Sou eu e ponto".
Nesse momento eu estou fazendo que eu sempre gostei de fazer, cabular aula, o pessoal sempre me avisa que se eu ficar fazendo isso sempre posso acabar repetindo de ano, mas eles não entendem, eu não consigo parar pois faz parte de mim. Acabei rindo alto com meu pensamento, porém parei de rir quando vejo o rosto familiar e intimidador do Diretor Raikou me fitando, porém, antes que começasse a correr eu noto que na verdade era só uma grande foto do diretor pendurada na parede.
— Ufa, francamente, se ele me visse cabulando aula de novo certamente iria me dar um xingam daqueles... — murmurei aliviado — Aaah, me esqueci como isso é chato... Não tenho nada melhor para fazer... — disse emburrado, foi quando eu tive uma idéia — Já sei! Quero brincar de polícia e ladrão com o Brukno! — sorri maldosamente — Agora, como vou chamar a atenção dele...
Olhei para os lados a procura de um alvo e meus olhos pararam na grande foto do diretor pendurada na parede, meu sorriso cresce mais. Peguei uma caneta preta que eu tinha guardada no meu bolso, tirei o quadro da parede e comecei a pintar nele, infelizmente tinha o vidro na frente da foto, então vai ser mais fácil de limpar, mas tanto faz. Quando terminei eu pendurei na parede de volta e analisei minha linda modificação na foto e sorri satisfeito.
— Pronto, daqui a pouco a nossa turma vai sair para o lanche e quando ele ver vai ficar furioso, mal posso esperar. — disse rindo alto só de imaginar a cara do Brukno quando estiver correndo atrás de mim — Bem, por enquanto eu vou espe... Hã?
Quando eu ia embora eu acabei abaixando um pouco meu olhar e pude ver uma pequena Espurr me olhando sem expressão nenhuma no rosto, ela usava o uniforme do Ensino Fundamental e usava uma faixa escrita "Vice-Presidente", só que tinha uma, ficamos nos olhando por mais ou menos 10 minutos.
— Posso ajudar? — perguntei incomodado com seu olhar.
Espurr: Você é Matthew Grames? — perguntou sem expressão.
— Quem quer saber?
Espurr: Eu me chamo Lilly Saotome, tenho 15 anos e sou a Vice-Presidente do Grêmio Estudantil. — fez uma pequena reverência.
— Eai. — cumprimentei de volta e logo segui meu rumo, porém vejo ela novamente em minha frente — Qualé a tua, tampinha?
Lilly: Você quem fez aquilo? — perguntou apontando para o quadro pintado do diretor.
— Foi mal, não foi eu, não sou do tipo que gosta de tirar foto dos outros. — disse revirando os olhos.
Lilly: Me refiro a pichação que fizeram na foto. — disse séria.
— Fui eu, idai?
Lilly: Por favor, Matthew Grames, me acompanhe até a diretoria. — pediu séria.
— Er, Não. Estou esperando que o Presidente do Grêmio Estudantil venha, então pode ir que está dispensada. — disse desinteressado.
Lilly: Mas foi o próprio Presidente do Grêmio Estudantil que me pediu para aprendê-lo e persegui-lo no lugar dele nas próximas duas semanas.
— O Que?! Como ele pode passar o dever para outra pessoa sem nem me consultar? Que filho da puta. — falei irritado.
Lilly: Agora irá me acompanhar até a diretoria, Matthew Grames? — perguntou, já começando a me aborrecer.
— Lilly, não é? Escute aqui. Meu trabalho não é algo simples, o que eu faço aqui, minhas pegadinhas e meus vandalismo são tudo obras de arte, eu sou um artista... tá legal, minha arte é meio que odiada por quem a recebe, afinal é meio que vandalismos o que eu faço... se bem que é só vandalismo, o que me torna um vândalo... Hum. Gostei. Soa melhor. É, eu sou um vândalo, sim. — eu falava sozinho animadamente.
Lilly: Então... vai me acompanhar até a diretoria? — perguntou entortando a cabeça para o lado de forma fofa, mas não parece que ela tem noção disso, deixando isso ainda mais fofo.
— Você não entendeu? Minha arte/vandalismo é algo que merece a atenção das autoridades máximas daqui, ou seja, o Diretor e o Presidente do Grêmio são quem eu quero que deixem suas emoções transbordem ao verem minhas obras. — disse sorrindo malignamente — A expressão de raiva e impaciência deles é o que faz valer a pena. Eu até tenho um álbum de foto dos rostos de raiva deles. — disse mostrando meu álbum de fotos no celular para a baixinha, que suspira.
Lilly: Então se recusa a me acompanhar?
— Que bom que você entendeu. — respondi.
Lilly: Então terei que levá-lo a força. — disse serenamente, suspirando.
— Como assim me levar a força-- AH!
Eu não sei explicar como, mas em menos de 15 minutos depois eu me encontrava na frente da diretoria totalmente amarrado com Lilly ao meu lado.
— Como eu parei aqui? — me perguntei emburrado.
(((Quebra de Tempo — Dia Seguinte)))
Bem, aquela situação de ontem foi bem irritante, mas eu vou seguir em frente, entretanto, como meus planos foram frustrados eu decidi planejar alguma coisa para irritar um pouco o Brukno e o Diretor. Por isso eu estou nesse momento na piscina da escola passando no que fazer, quando uma ideia logo surge em minha mente, então peguei umas garrafas de azeite (não me pergunte de onde tirei), comecei a passar pelas bordas e pelo trampolim, olhei bem para ver como havia ficado e não me senti satisfeito, então tive outra ideia, então esvaziei toda a piscina e adivinha o que eu coloquei no lugar dela? Isso mesmo. Vodka! Gastei MUITAS garrafas de vodka pura e quando terminei estava quase até a boca da piscina.
— Ah, agora sim. — disse sorrindo satisfeito — E agora são... 16:55, daqui a pouco o Clube de Natação vai ter sua aula hoje, vamos ver como reagiram quando escorregarem na borda da piscina e vão cair de cara numa piscina de vodka. — falei sorrindo maldoso.
Lilly: É vodka, hum? Quanto você gastou nisso tudo? — perguntou curiosa.
— Gastei mais de cento e-- ESPERAI! OQUE FAZ AQUI?! — perguntei irritado após notar a presença dela.
Lilly: Brukno me deu a informação que você estava cabulando aula de novo, então me pediu para ir ver. — disse serenamente.
— Tch, passando o trabalho para sua "inferior" de novo. — murmurei emburrado.
Lilly: Não sou a inferior do Presidente do Grêmio Estudantil, Brukno. Eu sou Lilly Saotome, tenho 15 anos e sou a Vice-Presidente do Grêmio Estudantil, sou responsável pelo o que faço e significo. — disse sem emoção alguma.
— Você já disse isso! — revirei os olhos.
Lilly: Diferente de você que parece que não notou que se alguém deixar algo inflamável cair na piscina pode haver sérias consequências.
— Tô nem aí. — respondi desinteressado.
Lilly: Entendi. — murmurou — Agora, por favor, me acompanhe até a diretoria Matt Grames.
— Ah, qualé, me deixa pelo menos ver uma das garotas cair dentro da piscina para ver o que acontece. — implorei emburrado.
Lilly: Perdão, mas já imaginou no que pode acontecer se alguém nadar em álcool puro? — perguntou.
— Por isso que eu quero ver, vai ser demais.
Lilly: Não permitirei que prossiga com essa sua brincadeira de mal gosto. — disse demonstrando um pouco de impaciência.
— Tch. Então pegue-me se puder! — grite enquanto sai correndo.
Entretanto, eu estava na borda da piscina e acabei escorregando no azeite que coloquei na borda, fazendo com que eu caia dentro da água/vodka... porém eu não sei nadar... fudeu....
Narrador P.o.v. (Curta Narração)
Lilly: Vamos. Vamos. Estamos quase lá. — dizia séria enquanto puxava Matt pela pata.
Ele estava todo encharcado, tinha um andar bambo e demonstrava estar totalmente perdido, relaxado e com bem-estar. Todos que passavam olhavam curioso enquanto sentiam o forte cheiro do álcool impregnado em suas roupas molhadas.
Matt: LIIILLYYYY! — cantarolou alto e com a voz desafinada.
Lilly: Hum?
Matt: Eu descobri o que acontece quando alguém nada numa picina de Vodica. — disse rindo exageradamente.
Lilly: Você caiu e bebeu muito da vodka, poderia ter acontecido algo pior do que se afogar se eu não tivesse te ajudado. — disse serenamente.
Matt: Lilly, minha anju da quarta! — exclamou animado andava trêmulo — Ei, Lilly-chan, onde vamos?
Lilly: Para a diretoria. Consumo de bebidas é uma violação às regras. — explicou enquanto eles chegavam na diretoria, o balcão da Judith ficava no lado direito da porta da sala do diretor.
Matt: Mas eu não bebado! — disse manhoso.
Lilly: Está sim.
Matt: Eu posso vouta a narrar quandu sair da diretoria? — perguntou.
Lilly: Uhum, tanto faz. — assentiu positivamente.
Matt: Obrigado-- ele para de falar quando sente o enjoo chegando, ele vomita pela janela mais próxima.
Lilly suspira após ver ele desmaiando enquanto ouvia os gritos de fúria das pessoas que ele deve ter acertado ao vomitar pela janela.
Matt P.o.v. (Voltei)
(((Quebra de Tempo — Três Dias Depois)))
Os alunos nesse momento se encontravam no intervalo, olhei pelos lados a procura da Leyla, Brukno e Zack, os vejo sentados numa mesa do refeitório ao ar livre, vou até lá.
Leyla: Droga... Maldita aula de Física. Tão difícil! — murmurou enquanto mantinha seus olhos focados livro em suas patas.
Brukno: Você deveria descansar um pouco.
Zack: Se você se esforçar demais seu cérebro, que já é pequeno, vai derreter. — disse sério.
Leyla: QUE GROSSERIA! — exclamou ofendida — Não! Eu tenho que focar... — disse voltando ao livro.
— BRUKNO! — rosnei após chegar na mesa.
Brukno: Ah, Matt, algo errado? — perguntou sereno.
— Sim, e esse problema se chama Lilly Sautones! — respondi irritado.
Brukno: Na verdade é Lilly Saotome. — corrigiu.
— NÃO MUDE DE ASSUNTO!
Brukno: É aceitável mandar alguém fazer seu trabalho por dois dias, mas dizer que deve fazer o seu trabalho por duas semanas daí já é relaxamento da sua parte. — disse irritado.
Brukno: Não estou fazendo alguém fazer o trabalho no meu lugar. — disse revirando os olhos.
— Ah, claro. Leyla, você não concorda que o Brukno está sendo um completo preguiçoso e babaca? — perguntei para ela.
Leyla: Sim, você tem razão. — concordando ainda olhando para o livro.
— Viu, até a Leyla concorda comigo.
Brukno: A Leyla está totalmente focada agora, ela nem deve estar nos ouvindo agora. Leyla, quanto é 2 vezes 2?
Leyla: Sim, você tem razão. — concorda sem tirar os olhos do livro.
Brukno: Viu? — perguntou comprovando o que afirmou — Falando na Lilly, ela me disse que não houve problema algum em te levar para a direção, isso é bom, acho que farei ela ser sua perseguidora oficial. Talvez assim você pare com suas brincadeiras.
— Calado! O ponto é que-
Brukno: O ponto é que você está inseguro agora que outra pessoa está te seguindo, e pelo o que eu ouvi você está perdendo feio para a vice. — disse desinteressado, eu acabo ficando corado de constrangimento e raiva.
— Tch, boatos falsos. Tudo mentira. — falei virando a cara.
Zack: Eu concordo com o Brukno. — disse sério.
— Zack! — exclamei me sentindo traído.
Brukno: Obrigado, Zack... mas por que você está tão longe de mim? — perguntou notando que ele estava muito afastado.
Zack: Isso não vem ao caso. — disse sério — Eu na verdade sei por que está assim.
— Sabe?
Zack: Sim, você tá, mais uma vez, tendo o seu preconceito contra Pokémons Psíquicos.
— Primeiro: Não é esse o problema. Segundo: Não tenho preconceito contra eles, só acredito que eles tem um plano de dominar nossas mentes e fazer todos nós seus escravos enquanto espalham a destruição mundial. Terceiro: DEIXA EU FALAR!
Brukno/Zack: Se isso não é preconceito então é ódio.
— Vocês querem ouvir o que eu tenho a dizer?! — perguntei impaciente, eles não me deixavam explicar — Droga, o que há com vocês?
Brukno: Eu quem deveria perguntar o que há com você. — disse sério, eu abri a boca para falar, mas ele me interrompe — Eu te dou um conselho: Converse com ela, vocês tem mais em comum do que imagina. — disse aparentemente dando fim a esse assunto.
Eu simplesmente saí dali antes que me irrite mais... Tch, inseguro... Será que ouviram uma palavra que eu disse? Eu só não gosto de ter a número 2 vindo atrás de mim... Por acaso que boatos de merda são esses? AAAH QUE RAIVA!
Estava com tanta raiva que precisava ficar um pouco sozinho, quando estava seguindo o corredor que levava até as escadas do terraço acabei passando por uma das salas onde ouvi algo bem... não como dizer, mas essa a melodia me agrada... Coloquei minha cabeça dentro da sala e logo vejo que era a sala do Clube de Música da escola, onde por acaso se encontrava Lilly tocando um piano, sendo rodeada por uns três alunos sentados em cadeiras que também ouviam a música que tocava. Ela não mostrava saber muito usar o instrumento, mas quem disse que precisa saber manobrar por completo o instrumento para ser bom nele. Me aproximo e me sento ao lado dos alunos e fiquei ouvindo mais de perto a música, quando ela terminou de tocar ela se vira.
Lilly: Eu não sei tocar muito bem piano, mas tudo o que aprendi me foi ensinado pela Professora de Música daqui, espero que tenham gostado e considerem a idéia de entrar no Clube de Música, vagas disponíveis. — informou serenamente.
Aluno 1: Uau, você tocou tão bem e não sabe tocar bem ele?!
Aluna 2: Gente acho que já escolhi meu clube! — disse sorrindo animada.
Lilly: Por favor, dirijam-se para a diretoria para que possam se inscrever em um dos clubes da escola e sejam bem vindos. — pediu e os três alunos saíram conversando sobre a idéia de entrar no Clube — Posso ajudá-lo, Matt Grames? — perguntou me olhando nos olhos.
— A-ah, foi mal. Tava passando quando ouvi você tocando, já tô saindo. — disse me levantando e indo até a porta, mas parei — Eu... Não sabia que você tocava piano.
Lilly: Eu não sei tocar piano, eu só não sei não saber tocar piano. — respondeu.
— Então você sabe tocar piano! — disse com uma gota na cabeça.
Lilly: Bem, piano não é só o único instrumento que sei tocar. — disse passando a pata pelas teclas suavemente — Você... sabe tocar algum instrumento?
— Na verdade, não, eu já fui vocalista da banda de garagem do meus irmãos mais velhos quando eu tinha 14 anos, mas já faz bastante tempo. — disse sorrindo nostálgico.
Lilly: Interessante. — ela pareceu gostar da informação... eu acho... mas eu gostei da quase demonstração de felicidade.
— Pergunta: Se você gosta de música por que não sai do Grêmio Estudantil e entra no Clube de Música? — perguntei curioso.
Lilly: Música é legal, tanto que eu participei do Clube durante uns meses, mas sempre quis ser do Grêmio Estudantil... ajudar os outros me faz sentir bem e também me ajuda a entender melhor os outros ao meu redor. — explica séria.
— Entender? — pergunto e ela assenti.
Lilly: É que... eu sempre estudei em casa... pelo menos até o ano passado, que foi quando eu entrei na escola. — explica — Mas eu não sei exatamente o que dizer e quando dizer, sabe. Quando eu fico quieta, pensam que sou excluída, quando falo a verdade e sou sincera, pensam que sou grosseira ou até boca grande, além de que eu também não consigo entender algumas atitudes das garotas. Por que elas ficam tão constrangidas quanto a falar sobre a menstruação? Né? — perguntou confusa, acabei me perdendo pois estava distraído pensando que essa era a primeira vez que vejo ela demonstrar um sentimento ou emoção.
— É... — disse sorrindo — Eu nunca fui de querer entender os outros, é muita pata. — disse desinteressado.
Lilly: É, principalmente quando não te levam muito a sério... — disse olhando para as teclas, essa última parte me chamou a atenção.
— Você... não é muito levada a sério? — perguntei interessado.
Lilly: Hum. — assentiu — Sabe, o Brukno é respeitado pois todos sabem que se desobedecerem as regras da escola ele não dará chance de escaparem de uma punição...
— Eu sei muito bem disso, ele sempre me persegue quando eu apronto. — disse sorrindo sem jeito.
Lilly: Pois é, mas e como posso fazer isso sendo que eu tenho essa... aparência fofa e adorável... por ser desse jeito que ninguém me leva a sério quando eu tento castigá-los. — disse séria.
— Bem... se serve de consolo, eu atualmente tenho bastante medo de cruzar com você enquanto eu tô fazer minhas brincadeiras. — disse rindo, mas ela não pareceu afim de rir junto — Sabe o Brukno sempre foi um pé no saco quando eu entrei na escola a anos atrás, mesmo que ele não fosse o Presidente do Grêmio Estudantil naquela época ele ainda me perseguia e me impedia de zoar com tudo... mas sabe, todos começaram a respeitá-lo nessa época, mesmo antes de receber o título dele. — disse sorrindo ao lembrar dos tempos antigos, ela pareceu mais interessada em ouvir — Ou seja, acho que não foi a questão dele ser alguém capaz de punir a todos que o fez ele ser respeitado, mas sim o fato dele ter desde o início se dedicado a proteger quem eram vítimas daqueles que maltratam os outros. Tá entendendo?
Lilly: É, estou entendendo. — disse voltando a sua expressão sem emoção que chamaria de sua face natural — Obrigada pelo seu sermão, Matt Grames. — agradeceu, ri baixinho.
— Me chama só de Matt, cara, chamar por todo o nome é muito longo. — disse sorrindo de canto.
Lilly: Hum. — concordou.
— Bem, acho que já vou indo então. — disse sorrindo.
Lilly: Na verdade, Matt, por favor, me acompanhe até a diretoria. — pediu naturalmente.
— O que?! Por que?! — perguntei surpreso.
Lilly: O intervalo já acabou a mais de 10 minutos, tecnicamente você estava cabulando aula falando comigo. — explicou.
— Tch, sendo assim pegue-me se for capaz! — exclamei enquanto saia correndo, porém para a minha infelicidade a porta estava fechada e eu bati de cara nela caindo no chão logo depois.
Lilly: E agora, poderia me acompanhar, por favor? — perguntou se aproximando de mim, que ainda estava no chão, ri alto, não acredito que vou dizer isso.
— Claro, vamos para a diretoria então. — falei de bom grado.
Tá, odeio admitir, além do mais eu ainda tenho orgulho, mas acho que o Brukno tava quase certo (como sempre), temos algumas coisinhas em comum...
MAS EU AINDA ACREDITO QUE É TUDO UM PLANO DOS POKÉMONS PSÍQUICOS PARA DOMINAR NOSSAS MENTES!!! FIQUEM ESPERTOS PORQUE, EU NÃO SOU LOUCO!!!
Continua.................................
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