Pokémon School
13 Maldição do Anjo
Leyla P.o.v.
Ah. Finalmente ganhei meu dia, agora posso descansar depois de dias me esforçando para me preparar para minha prova de Física, fiquei muito feliz de saber que tirei a nota máxima, Brukno e o pessoal ficaram orgulhosos de mim, tanto que estavam querendo comemorar, mas o meu jeito de comemorar é descansando a mente e o corpo no meu quartinho.
— Falando no pessoal, me lembro que enquanto eu estudava o Brukno, Matt e o Zack estavam discutindo sobre alguma coisa, tanto que até havia me perguntado algo. O que será? — pensava em voz alto enquanto entrava no elevador.
Vanessa: LEYLA, ESPERA AÍ! — gritou apressada, ela foi a primeira a entrar sendo seguida por uma dúzia de garotas.
— Pare, pera, pera! Muito gente, muita gente! — falei sendo espremida no fundo elevador após todas entraram juntas.
Quando as portas se fecharam todas começaram a cochichar entre elas curiosas e um tanto espantadas. Depois de ter conseguido empurrar e passar por muitas garotas eu cheguei perto de Crystine(Cryst).
— Oi, Cryst, o que tá acontecendo aqui? O que todas elas estão cochichando? — perguntei curiosa.
Cryst: Você não sabe? A Vic e seu namorado terminaram. — disse preocupada.
— Victoria? — perguntei surpresa por conta dela ser uma aluna do tipo que atrai olhares de inveja femininos e pisa em corações masculino.
Cryst: Sim, ela levou um fora do seu namorado/escravo/mordomo/serviçal/adulto/amante que seu pai nunca por saber que tem/alma gêmea, Glenn. — conta tristemente.
— Que relação estranha. — pensei com uma gota na cabeça — Então é por isso que as garotas estão indo lá vê-la, para ir consolar a Vic? — perguntei e ela assenti.
Cryst: Mas algumas vão ir lá só para ver se é verdade que o "Pilar mais Forte do Grupo de Regimento do Dormitório e a Capitã das Líderes de Torcida" se encontra em total estado de tristeza.
— Entendi.
Nesse momento as portas se abrem muitas saíram, fiquei aliviada de não estar mais tendo meu espaço pessoal violado. Olhei para cima e vejo que estávamos no 8° andar, sai do elevador e fui até onde o grupo de meninas agora se encontrava, quando me meti um pouco o meio delas pude ver Vic sentada no chão com um olhar que consegue até mesmo fazer a pessoa que teve o melhor dia de todos se entristecer.
Vanessa: Vic, por favor, não fica assim. — pediu triste.
Katlyn: Pois é, quem é que briga por menino? — perguntou revirando os olhos.
Vic: Ele não era um menino... era um homem, o meu homem... o meu querido namorado/escravo/mordomo...(vamos evitar essa parte), Glenn, ele me abandonou... Não me quer mais... O que serei de mim?! — perguntou triste caindo no choro.
O grupo da Vic se entre olha preocupada, provavelmente não sabiam o que dizer, além do mais, pelo o que eu ouvi falar do grupo delas, elas nunca foram do tipo de levarem fora ou serem rejeitadas por meninos. Senti que seria uma boa hora para ajudá-la, já que estou muito feliz e muito motivada a ajudar, quando eu ia até lá, todas ouvimos o barulho da porta de um dos quarto que fica no corredor sendo aberta.
Todas(menos eu e Vic): Oh, não... — murmuraram nervosas.
Nesse momento enquanto a porta era aberta aos poucos, as muitas meninas foram embora, até mesmo as garotas que estavam também em estado de tristeza foram correndo para o elevador(menos a Vic), agora só era Cryst, Katlyn, Vana, Vanessa e eu que estávamos ali no corredor para não só consolar a Vic como também para encarar seja lá quem for que vai sair pela aquela porta. Quando a porta foi aberta por completo temos a visão de um quarto todo escuro, não dava para ver o que tinha dentro, mas reconhecia uma silhueta se movendo na escuridão, quando ela saiu eu esperava algo mais sombrio, entretanto...
Kirlia: Olá, como vão? — pergunta sorridente saindo do quarto, ela usava o uniforme do Ensino Médio — Uh, meu quarto tá tão escuro, quebrei a lâmpada sem querer. — disse rindo.
Vanessa: O-olá, Mary. — cumprimentou desviando o olhar.
Mary: Vanessa! Quanto tempo que não vejo você, como vai? — cumprimentou sorridente, ela olha ao redor e seu sorriso cresce mais — Olha só quantos rosto conhecidos! Cryst! Jeovana! Ketlyn! Que saudade de cada uma de vocês, parece que não nos vemos a décadas. — disse rindo, mas seu olhar acaba focando na Vic que simplesmente ignorava tudo e voltava a seu estado de tristeza — O que houve com ela? — perguntou preocupada.
Vanessa: Nada não, Mary, tá tudo bem. — disse sorrindo torto enquanto se colocava entre Mary e Vic.
Mary: Confio na sua palavra, Vanessa, mas eu realmente preciso ouvir dela. — disse curiosa passando pela Vanessa que bate em sua testa — Oi, você é a...? — perguntou curiosa.
Vic: Quem quer saber? — perguntou ríspido.
Mary: Uh, ela morde. — ela ri de sua própria piada — Me chamo Mary Thompson, mas me chame só de Mary, obviamente. — se apresenta enquanto senta-se ao seu lado — Agora é sua vez...
Vic: Victoria. — se apresenta sem entusiasmo.
Mary: Victoria?! Victoria, líder do Grupo de Regimento do Dormitório e Capitã das Lideres de Torcida?! — perguntou surpresa, Vic assentiu — Uau, eu sempre ouvia falar de você, mas nunca consegui te conhecer. Deve ser muito legal ser reconhecida e ter tanto respeito. — disse sorrindo alegremente.
Vic: Isso tudo é só um título besta... Não importa de verdade... — murmurou.
Mary: E o que importa de verdade para você? — perguntou serena — O que você considera importante para você, Vic?
Vic: Meu... ex-namorado era alguém importante.
Mary: Claro que era, todos quem conhecemos nessa vida são importantes para nosso desenvolvimento mental e sentimental, mas quem é importante de verdade para você? Quem são aqueles que estão neste momento preocupadas com você a ponto de permanecerem aqui, mesmo que eu tenha aparecido, para te consolar e te fazer ficar melhor? — perguntou sorrindo naturalmente.
Vic: São...
Mary: Uma dica, Victoria, nunca pense que tudo na sua vida é dependente de apenas algo ou alguém, isso é um erro que muitos garotas e garotos cometem. — disse sorrindo animada — Valorize-se e aprecie aqueles que ainda estão com você.
Os olhos de Vic brilham de uma forma tão estranha... e depois de alguns segundos mais ela baixa o olhar sorrindo sem graça, assentindo.
Vic: Entendi... — murmurou sorrindo — Obrigada. — agradeceu sorrindo.
Mary: Vamos, eu te levo até seu quarto. — disse sorrindo enquanto ajudava ela a se levantar, as duas foram até o elevador e quando as portas do elevador se fecharam todas as meninas restantes(menos eu) suspiraram.
Vana: Ainda bem que ela já foi. — suspirou aliviada.
Vanessa: Não sei por quanto tempo mais eu iria aguentar ela... — murmurou.
— O que? Ela foi tão gentil. — comentei confusa.
Ketlyn: Meninas, vamos embora antes que ela volte. — disse assustada, elas assentiram e foram correndo até as escadas(que eu não sabia que tinha, acho que o autor quem colocou do nada).
— Ei, ei! Por que vocês... — elas já não estavam mais lá — Que estranho...
(((Quebra de Tempo — Dia Seguinte)))
— E foi isso que aconteceu. — havia terminado de contar o que aconteceu para Brukno, Matt, Sky e Zack.
Brukno: Você disse Mary Thompson? — perguntou desconfiado.
— Sim, uma Kirlia da nossa idade que tem um quarto no 8° andar do Dormitório Feminino, acho que ela é da turma 2A, a mesma que a do meu primo e a do Rakyo. — contei e todos, menos Zack ficaram em silêncio.
Zack: O que foi, gente? — perguntou em dúvida.
Matt: Eu também iria preferir ficar longe dela... — disse tremendo.
Brukno: Eu concordo.
Eu olho para Skylet e vejo ela desviar o olhar.
— Sky, você tá... tremendo? Esta tremendo de irritação ou-
Sky: Se você terminar eu rasgo sua garganta com um apenas um grampo de papel. E não me chame de Sky, não me trate como se fosse sua amiguinha! — disse furiosa, eu me calo na hora — Tch, eu também prefiro ficar longe dessa aí. — disse irritada.
— Mas o que ela fez para vocês agirem dessa forma? — perguntei curiosa.
Matt: Leyla, durante a conversa dela com a Vic você não viu nada de estranho? — perguntou suando frio.
Brukno: Não adianta, Matt, a Leyla tem que conversar com ela a sós para ver e sentir de perto. — disse sério.
— Sentir? Ver? Mas do que estão falando? — perguntou confusa para eles, Zack compartilhava da mesma confusão.
Brukno/Matt/Sky: Só fala com ela e saberá. — disseram desviando o olhar dando fim a conversa.
Eles me deixam curiosa, terminam o assunto sem me dar mais detalhes e ainda esperam que eu tenha foco na aula. Gente, que merda, eu tenho que falar com essa garota!
(((Quebra de Tempo)))
Lá estava ela, Mary cantarolava uma música que eu não reconheci, enquanto olhava pela janela do corredor da escola totalmente distraída.
— Certo, vamos por o plano em ação. — falei sorrindo.
Zack: Mas por que eu?
— Bem, primeiro que você foi muito útil para mim na minha investigação sobre o Derek e tal. Segundo que você também não saber e deve ter curiosidade assim como eu. Terceiro, porque você é o amigo mais doce, bondoso e carinhoso que existe que não se importa de ajudar sua linda amiga. — disse sorrindo sedutora.
Zack: Entendi, mas então o que eu faço aqui, porque não tem nenhuma amiga bonita minha aqui agora. — disse confuso, eu lhe dei um cascudo — Au, cretina...
— Humpf, alguns homens não sabem apreciar a beleza verdadeira de uma mulher como eu. — disse sorrindo, mas no fundo ainda ofendida.
Zack: AAAAAH. Você estava se referindo a si mesma.
— MAS É CLARO QUE ERA DE MIM QUE EU FALAVA! — gritei irritada.
Quando eu voltei a olhar para a Mary foi na hora certa, nesse momento Victoria passava pelo corredor em que Mary estava, a mesma logo notou a garota passando.
Mary: Ah, Vic, como vai, está se sentindo melhor? — perguntou animada, Victoria a olha nos olhos e depois desvia o olhar passando reto por ela sem dizer nada — Entendi, pelo jeito está melhor. Ainda bem. — disse animada enquanto via Vic se afastar.
— O que foi isso?! Por que ela ignorou a Mary sendo que ainda ontem elas ficaram próximas com aquele lance da rejeição. — falei pensativa.
Zack: Talvez tenham se desentendido no caminho. — sugeriu.
— Não... sinto que não é isso. — murmurei séria — Certo, vai lá. Faz o que eu te pedi. — disse motivadora.
Zack: Deixa comigo. — disse sorrindo confiante, ele chega perto de onde a Mary estava observando o céu e suspirou tristemente.
Mary: Algo errado? — perguntou ao Zack.
Zack: Você quer uma lista em ordem alfabética ou em gravidade? — perguntou cabisbaixo.
Mary: Own, o que aconteceu, pequeno? — perguntou preocupada e triste por ele.
Zack: N-não, nada de mais... sério. — disse sorrindo sem graça.
Mary: Os seus problemas não irão piorar, mas também não vão sumir se você manter isso oculto de todos. As vezes é bom falar sobre eles para que estejam mais a mostra da solução. — disse sorrindo, Zack sorri com o olhar abaixado.
Zack: Você... quer mesmo saber... de verdade? — perguntou com seus olhos brilhando de esperança.
Mary: Se estiver disposto a me contar, sim. — respondeu sorrindo.
Zack: Tá, mas vamos para um outro lugar. — disse timidamente.
Mary: Claro, vamos lá. — disse sorrindo.
Quando eles se afastaram um pouco, Zack olha para mim e manda uma piscadela, eu pisco de volta mandando um joinha para ele.
O dia se passou e eu fiquei no meu quarto esperando Zack me mandar uma mensagem para me informar sobre o que aconteceu logo depois deles terem se afastado, mas até agora nada. Já eram 19:00 quando me mandou uma mensagem:
Mensagem On
Zack: Acabei de voltar da conversa com a Mary.
Leyla: iai?
Zack: Ela é normal, só um pouco mais sorridente e carinhosa…
Leyla: Por que esses três pontos no final? Aconteceu alguma coisa?
Zack: Sendo sincero, eu senti algo estranho durante a conversa, mesmo que a história que eu estava contando fosse mentira ela me deu uma... vontade de contar a verdade... ou algo do tipo...
Leyla: Misterioso...
Zack: Mas hoje eu vou ir no quarto dela assistir umas séries que a gente gosta, eu te aviso se sentir algo de estranho nela...
Leyla: Ok
Mensagem Off
(((Quebra de Tempo — Dia Seguinte)))
Eu fiquei acordada até as 4 da manhã esperando Zack me mandar para falar sobre como foi no quarto dela, mas ele não mandou anda, sem falar que à 1 hora da manhã eu já tinha certeza que ele não mandaria, só que fiquei com tanta curiosidade que só dormir mais tarde. Por conta disso estou quase caindo de cara no corredor de tanto sono, me arrastava devagar para chegar na minha sala... Ai que acontece algo inesperado, para verem o quanto eu fico fraca quando estou com sono, acabei deixando cair um dos cadernos que eu tinha em patas e tropecei em um deles, quando eu ia cair sinto alguém me segurar.
Mary: Calma, garota, mantenha-se de pé. — disse me ajudando a ficar de pé.
— Mary Thompson!
Mary: Sim, como sabe? — perguntou curiosa.
— B-bem, eu descobri seu nome pela Vanessa. — respondi sorrindo torto para disfarçar.
Mary: Então é por isso que mandou o Zack inventar uma mentira? Por que você quer saber o motivo das pessoas se afastarem de mim depois de uma conversa comigo? — perguntou sorrindo curiosa.
— A-ah...
Mary: Ah, falando no Zack, olha ele ali. Oi, Zack. — disse sorrindo alegremente.
— Oi, Zack. — cumprimentei sorrindo enquanto o menor se aproxima.
Zack: Oi, Leyla... — cumprimentou a mim, mas a Mary ele simplesmente ignora e vai para a sala.
— Com licença. — pedi e quando eu ia ir até ele, sinto alguém segurar meu pulso, me viro e vejo Mary sorrindo.
Mary: Não há necessidade... — disse suspirando — Além do mais, isso sempre acontece. — disse rindo.
— Como assim...? Eu simplesmente não entendo por que te ignoram sendo que você é tão boa com eles... — falei chateada, Mary coloca o dedo no queixo e olha para cima pensativa.
Mary: Ah, é por causa da minha fama. — disse sorrindo.
— Fama? — perguntei curiosa.
Mary: Sim, é que parece que as pessoas, quando conversam comigo ou recebem um consolo meu eles acreditam que sentem algo de estranho, como uma "aura" de bondade e compaixão. — perguntou animada.
— Tá, mas como isso afasta as pessoas? — perguntei confusa, ela ri baixinho.
Mary: Culpa, Tristeza e Insegurança, são os sintomas comuns de quem sente essa aura de bondade. Eu sou tão bondosa com os outros que as pessoas com quem converso costumam se auto julgar... É só uma síndrome passageira, porém quando passa eles se sentem convencidos de que me ignorar e evitar ficar perto de mim vai ser melhor para todos, tanto para eles que não terão que se julgar quanto para mim que não serei "infectada" com a impurezas de seus defeitos. — disse serenamente — Resumindo: Me ignoram por eu ser bondosa e causar culpa nos outros. Chamam isso de Maldição do Anjo, nunca levei isso como uma ofensa, só fico triste quanto a essa "doença" que eu causo nos outros me afastar deles... — disse sorrindo tristemente.
— Mary...
Fiquei satisfeita de finalmente saber o motivo, mas fiquei MUITO triste por ela, novamente estou vendo uma situação onde um(a) aluno(a) se encontra preso(a) ao terrível apelido ou subtítulo por conta dos outros alunos da escola, sendo que tudo poderia mudar se ela tivesse uma chance de dizer o que achava disso tudo ao invés de simplesmente vestir uma máscara de que tá tudo bem e seguir em frente.
— Mary, você agora vai ser minha amiga, a partir de hoje. — disse decidida segurando suas mãos, ela olha para mim e sorri.
Mary: Sério? Mesmo? — perguntou e eu assenti, ela sorri — Mas... como eu vou saber se você não vai me ignorar amanhã? — perguntou.
— Hum.... Acho que tenho um plano. — disse sorrindo.
(((Quebra de Tempo — Dia Seguinte)))
Mary: Olá, meu nome é Mary Thompson, tenho 17 anos e eu era da 2A, agora estou na 2B, espero que sejamos bons amigos. — disse sorridente, enquanto que todos (menos eu) ficavam espantados com a mudança da garota.
Enquanto ela vinha na minha direção eu virei a cara para ela, pude sentir (mesmo que não faça sentido) ela se entristecer, mas era só brincadeira minha, pois o que eu realmente queria era só falar com o Brukno.
— Brukno, poderia por favor se sentar na mesa atrás da sua? — pedi carinhosamente, ele ri.
Brukno: Realmente, Leyla, me surpreendo cada vez mais com a quantidade de gente que você muda. — disse sorrindo aceitando mudar de lugar.
Chamei a atenção da Mary para que se senta-se na classe ao meu lado esquerdo.
Mary: Como é essa sua idéia mesmo? — perguntou curiosa.
— Simples, você agora faz parte do nosso grupo, então nós vamos ter que nos acostumar com essa sua Maldição do Anjo, aos poucos todos que nós conhecemos vão te conhecer e se acostumar também. E assim vai indo até que essa Maldição do Anjo não exista mais. — disse sorrindo confiante.
Mary: É um plano nada mal, mas eu adorei. — disse me abraçando, era tão bom ser tratada dessa forma por pelo menos um desse grupo.
Nesse momento Sky se aproxima e arregala os olhos ao ver Mary aqui.
Sky: O que ela faz aqui? Isso fede à idéia sua, não é, Perker? — perguntou irritada.
Mary: Oi, Skylet! — cumprimentou sorrindo.
— E-ela faz parte do grupo agora... desculpa... — falei assustada.
Sky: Tch, tanto faz. Por tanto que não atrapalhe essa idiota aqui na hora de copiar a matéria para mim, então foda-se. — disse emburrada.
— Me fazendo de escrava de novo...
Mary: Eu dou total apoio e acho nobre da sua parte aceitar isso, Leyla. — disse sorrindo.
— Eu nunca aceitei... — murmurei manhosa.
Sky: Menos papo e mais atividade, se não copiar e responder em 10 minutos eu quebro seus dois braços, se errar uma questão vai ser dois dedos. — disse fria.
— Mas são 25 questões, eu só tenho três dedos nos pés e nas minhas quatro patas...
Sky: Então não erre se não vou ter que arranjar algo do seu corpo que não vai ser nada legal se quebrar. — disse com um olhar demoníaco.
Mary: Você consegue, Leyla. Acredito em você. — torcendo animada.
Que legal, me sinto naqueles momentos de desenho animado que mostra o lado do demônio e o lado do anjo... MINHA VIDA TÁ VIRANDO UM DESENHO ANIMADO?!
Continua.......................................
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