Pokémon Pyro Max

414 PPMAX-386: O pokémon ranger chamado Light


Nathalie foi a primeira dos quatro tenentes a entrar na bolha e subir. Na superfície, mostrou as pokébolas dadas a ela por Jason. O único pokémon que estava com ele era o Charizard.

— Ele me pediu para entregar para o pai dele, mas não o vejo. Então ficarei com elas até ele chegar.

— Ele deu as pokébolas logo para você? — indagou Rihanna. — Jamais pensei que estaria disposta a ajudar um treinador que foi buscar a insígnia.

— Antes eu era arrogante com Jason, mas o meu ponto de vista mudou quando ele me salvou. Capitã, ele não é qualquer um.

— Bom saber, tenente. E não precisa me chamar de capitã. Eu pedi afastamento das minhas funções.

— O quê?!!!

Enquanto isso, Luiza e Robert pousaram com Drampa no convés da nau. O homem pediu informações sobre a situação do seu filho, recebendo apenas a notícia de que Victoria descera para salvar todos. Robert ficou tão preocupado que pediu para mergulhar de volta à base, mas recebendo um rechaço de Rihanna.

— Aqui. São as pokébolas que ele me pediu para entregar ao senhor.

— O que Jason pensa? Ele não devia ficar enquanto os outros são salvos. Meu filho...

Luiza pediu que deixassem Robert sozinho. Ninguém ali teria a capacidade de chamar a atenção de um pai em desespero.

...

Kingdra continuou o resgate. Cada marinheiro recebia uma bolha de ar e nadava para a superfície. Faltavam poucos.

— Enrick, Rave e Pitt podem ir. Eu serei o último no resgate. Agora vão.

Dree queria ficar o maior tempo possível a fim de supervisionar o resgate como o oficial sênior naquele momento.


Charizard mudou para a sua forma mega: Charizard X. A batalha ficou mais intensa entre os megas. A consequência: todo o oxigênio da base acabou. A base, o ginásio, o hotel e toda a construção feita de concreto começou a desmoronar.

Maytsa olhou o cronômetro no seu relógio de pulso e soube ali mesmo que só tinha 20 minutos de oxigênio na sua máscara.

— Jason!!

— Vicky? O que faz aqui?

— Estou ajudando todos os marinheiros a subirem. Por que você não vem?

— Pyro não pode. Ele está lutando agora.

A vilã soube logo que era a filha do seu chefe.

— Meu pai te mandou pra cá?

— Mufufufufufu. Já conhece o segredo dele? Aquele lá é a ambição em pessoa. Mas nem tudo gira em torno da família Yamashida. Estou aqui por conta própria. Meu intuito é eliminar Jason.

— Isso não será possível — Victoria estralou os dedos.

Maytsa e Victoria correram e se agarraram. Ambas iniciaram uma luta. Jason ficou desesperado.

...

O Esquadrão Posídon chegou na fragata com todos os blackers presos.

— Almirante, Falkland e os outros chegaram.

Titanic saiu do escritório e caminhou pelo convés até chegar na proa e aguardar a chegada da fragata.

A nau e a fragata ficaram lado a lado. Os membros do Posídon entraram no navio maior e bateram continência.

— Bom trabalho.

— Almirante.

— O que foi, vice-almirante?

— O prefeito chegará a qualquer momento.

— Como?

O helicóptero do prefeito se aproximou da nau e pousou. O político caminhou até o almirante e falou que ele estaria no comando do navio.

— Desculpe, prefeito, mas o senhor não tem autoridade legal para isso. A marinha é um braço do governo federal e somente White City pode fazer tal decisão.

O assessor do prefeito deu um celular para o almirante. Avisou que Anthony Yamashida estava na linha.

...

Os resgates continuaram. Pitt, Rave e Enrick subiram e só faltava Dree, Jason e Victoria.

Nesse interim, Maytsa e Vicky lutavam. Elas rolaram pela água que tomara conta da base.

— Você vai ser presa e falar todos os crimes do meu pai!!

— Nem morta, tchutchuquinha. Eu já estou com o nome sujo desde que eu decidi sair da Equipe Black.

Jason ficou apreensivo tanto do lado da luta dos pokémons quanto da luta das humanas.


E nesse cenário algo surgiu: um brilho fez com que dois personagens surgissem do nada na base. Um humano e um pokémon.

— Eles estão aqui — falou o rapaz pelo comunicador no seu pulso.

— Traga todos — respondeu alguém.

Durante a luta, Jason percebeu alguém por trás dele. Era um rapaz mais velho e com roupas que lembravam o uniforme dos rangers.

— Quem é você?

— Eu sou Light Lawliet. Sou membro do pokémon ranger e sobrinho de criação de Arthur Poirrot.

— O seu Poirrot? Cadê ele?

— Posso responder depois que sairmos daqui. Primeiro, preciso que sigam o meu Abra.

— Abra?

Nome: Abra

Designação: Pokémon psíquico

Número: 063

Tipo: Psíquico

Sexo: Macho

Grupo de ovos: como humano

Peso: 19 kg

Altura: 0,90 metro

Razão de gênero: 75% masculino; 25% feminino

Estado: Ataque especial


Abra era um pokémon pequeno, amarelo, com a feicão de um mamífero, com os olhos fechados e ombreiras da cor marrom. O pokémon vivia flutuando e aparentemente dormindo. Era psiquicamente muito poderoso.

— Como assim, seguir?

— Casey, use o teletransporte.

O Abra abriu os olhos e usou o golpe Teleport e fez uma luz surgir. A luz engoliu Jason, Victoria e Maytsa, além de Charizard e Gyarados.

Havia uma pequena ilha. O destino de Abra era tal ilha. Todos foram levados de uma vez só.

Pyro voltou a ser Charmander, Gyarados desmaiou e voltou para a pokébola.

— Onde estamos? — questionou Jason.

— Escolhi esse lugar por ser relativamente longe de toda aquela confusão, mas ainda estamos em Atlantique.

Maytsa e Victoria se separaram.

— Não estamos no litoral — comentou Vicky ao olhar para os lados. Era um lago.

— Claro que não. Aqui é uma ilha no meio do lago Craig da cidade Craig, sudoeste de Atlantique. Bom, nem todo mundo foi convidado — disse ao olhar para Maytsa. — Mas eu não tive escolha a não ser ser rápido.

Jason conseguiu entrar em contato com Luiza.

...

Ainda em Aqualaguna, vice-capitão Dree emergiu por último. Rihanna perguntou por Jason e Victoria, mas ele não tinha informação.

— Victoria não deixaria Kingdra para trás — comentou Kayden.

— O que será que houve? — perguntou Rihanna.

E a pior notícia veio: a nau e todos os navios ali estavam sob supervisão do prefeito. Autorização dada pelo governador interino Yamashida.