Poisoned
1 Chapter One: Nightmare
Notas iniciais
Essa fic é inspirada no yaoi game DNd:Poisoned e recomendo a todas as fans de MelloxNear.
A primeira parte em itálico é a tradução das palavras do Mello no começo do jogo.
Todos os créditos do jogo vão para a KurosakiAkane, vocês podem achar ela no DeviantArt.
Agora chega de falar e vamos a fic, Boa leitura
Edited: Venho aqui para agradecer a Anjodastrevas por betar a fic, que tinha vários erros horríveis.
Ela me ajudou muito, e espero que eu melhore nos próximos caps!
Kissus, boa leitura.
Poisoned
Chapter One: Nightmare
Tenho certeza de que sabem o que é um veneno....
Às vezes ele tem o poder de matar você rapidamente, mas outras vezes você pode nem notar que foi envenenado... E isso vai matando você devagar... Devagar...
By: KurosakiAkane – Fanfic inspirada no yaoi game DNd: Poisoned.
Sentimentos...
Razão...
Coração...
Mente...
Quatro elementos essenciais.
Como branco e preto, eles são como os dois lados de uma balança, como...
Near e Mello.
Near e Mello são como branco e preto, como dois lados de uma balança.
Mello, nomeado o segundo na lista de sucessores de L, o loiro chocólatra, sempre guiado por seus instintos e sentimentos, sempre se deixando levar pela raiva, nervosismo, medo, ansiedade e até mesmo amor.
Near, nomeado o primeiro na lista de sucessores de L, o albino frio e calculista, sempre guiado pela razão e sua mente, deixa se levar como um quebra cabeça a ser montado, sua vida seria exatemente como um quebra cabeça.
Mas... Aquilo tinha que ter acontecido com ambos.
Eles haviam chegado a conclusão concreta de seus sentimentos, presos por um trabalho, uma corrente, uma experiência... E na hora “H” eles foram livres...
Os momentos de compaixão foram esquecidos, eliminados da cabeça de cada um, um sonho que não foi realizado por nenhum dos dois.
O predador que não resistiu em abocanhar sua presa quando teve a chance, a vítima que acabou cedendo, porque ambos sabiam que iam terminar assim...
Mas..
Todo o veneno tem sua cura... Não é?
~.~
Os corredores da Wammy’s House estavam quietos, quietos demais... A noite, juntamente com o silencio monótono daquele lugar, transformava-os em um lugar sombrio. Odiava-os assim, mas isso já era de se esperar à essa hora da noite.
O silêncio foi logo cortado com o barulho da barra de chocolate e os dos meus passos lentos. Passava pelas portas, todas fechadas, isso também já era esperado...
Contudo, o que mais me intrigou foi que...Uma delas estava aberta.
Vi algumas sombras dentro da sala de brinquedos, eu sabia que não deveria ter entrado, mas a curiosidade sempre fala mais alto. Adentrei cauteloso, ultimamente andar sozinho na Wammy’s estava sendo mais perigoso que o normal.
Um objeto pequeno, com uma forma aparentemente parecida com um pedaço de madeira, brilhava com a ajuda da grandiosa lua.
Com passos pequenos, aproximei-me do objeto estranho, empurrei-o um pouco a frente, fazendo assim ser revelada realmente a sua identidade.
Um... Canivete. E... Meu nome marcado nele.
Mas isso não me surpreendeu, mas sim, nem o fato de meu nome estar escrito no recente canivete achado, mas sim, as pequenas gotas de sangue que saiam do canivete e caiam contra o chão.
Porém nada disso me surpreender, mas sim as pequenas gotas de sangue que escorriam do canivete e caiam contra o chão.
Sangue...
Olhei ao redor, preocupado. Sala de brinquedos, sangue, canivete... Meu canivete...
Não, não podia estar acontecendo isso... Não, não!
Logo percebi que um filete de sangue no chão mostrava o caminho para um dos cantos escuros da sala, fui caminhando lentamente para lá, meu medo só crescia, uma ansiedade tomava meu corpo e eu ainda mantinha o canivete firme entre meus dedos, que agora estavam sujos de sangue.
E então vi que essa foi a pior decisão da minha vida.
A poça de sangue era analisada pelos meus olhos e eu não acreditava. Era um choque de cores nostálgico.
Os olhos opacos miravam o nada, e pela primeira vez em anos, eu via em seus olhos, mesmo sem cor e vida...
Uma expressão de dor, medo, angustia.
Não pensei em mais nada, joguei-me em cima do corpo do menor e o abraçei fortemente. Ele não estava morto, não poderia.
– Near, n-não... Você não pode morrer... Near!
Eu pronunciava o nome dele, apavorado, lágrimas já saíam dos meus olhos. Quem havia feito isso? Por quê? Isso não era possível...
–Infelizmente é, não é Mello-kun?
Ouvi uma voz atrás de mim, não sabia identificá-la. Virei-me rapidamente e me deparei com o nada.
– Eu sei a resposta para suas perguntas Mello, mas antes... Viva a pura realidade e tente descobrir por sua própria conta, talvez você tenha uma maravilhosa surpresa...
Logo depois ouvi uma leve risada, ela ecoava pelo quarto, repetidamente, mais e mais vezes.
Senti minha visão ficar desfocada, começei a perder o sentido das coisas repentinamente, meus olhos fecharam vagarosamente, mantive ainda Near apertado contra meu peito, ele não iria se livrar tão fácil de mim.
–Sayonara, Mello-kun...
E então tudo ficou completamente preto, a única coisa que vi foi Near mexendo seus lábios. Eu queria voltar, mas uma força ainda maior me puxava para essa imensidão de cores negras.
– MELLO!
Eu ouvi uma voz perto do meu ouvido... Sendo mais específico, ouvi alguém gritar no meu ouvido com todas as suas forças.
– Ah, Mello! Eu pensava que você nunca mais iria acordar...
Percebi que a pessoa que tinha me tirado daquele inferno era o ruivo, meu melhor amigo, Matt.
– M-Matt, o que aconteceu?! — perguntei um pouco mais calmo, tentando esconder meu medo, falhando completamente.
– Eu que pergunto! O que aconteceu? Você estava suando e se remechendo na sua cama que nem uma minhoca, e depois pronunciando o nome do Near várias e várias vezes... Estava tendo um sonho bom, Mello? – ele perguntou maliciosamente.
Infelizmente, eu ainda estava abalado demais para corar ou revidar este comentário grotesco do meu amigo gamer.
O cansaço tomou conta de mim novamente, abri os braços e deixei meu corpo cair na cama, meu peito ainda subia e descia rapidamente, mas fechei os olhos e recuperei o mínimo de forças que ainda me tinha sobrado depois do pesadelo.
– Ao contrário, gamer... Eu tive um sonho horrível.
Fechei os olhos logo depois, deixando um suspiro pesado sair de meus labios. Seria uma longa noite para nós dois...
Notas finais
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