Plus Que Ma Propre Vie

55 Mais Do Que Minha Própria Via :: Fase 3


Notas iniciais
N/A: Olá, amoras! Perdoem a demora... ^^ Bom, como vocês devem estar percebendo, eu dividi a fic em fases, e estamos na última delas *cry a river* Sim, a fic está na reta final... Oh, Gosh! Parece que foi ontem que postei o primeiro capítulo! E gostaria de agradecer à minha amiga Ana Kelly, que anda me dando muita força e ideias maravilhosas tanto para PQMPV, quanto em Respiro Me! Obrigada mesmo, amiga! Sem mais enrolação, curtam o capítulo ;) 87 usuários acompanham esta história e foram notificados por e-mail: Giorgia, tatatifer, ooooooooooooooo, jeje2786, Taty_Cunha, zikin, Mila Pink, MPR, KateCullen, debbiestewart, quel, aldmere, caroolmarques, Clara_Cullen, elle76, Drika_Cullen, bia07, Angel_in_love_, InoMax, Joannajuju, Sbertolin, feehcullen, yasmine_ml, maryssarv, bella marque, Niusy, giselebruxinha, lery07, Aline XU, vivianpasini, super_twilight, veri_darif, Dio_Cullen, Josy_Pattz, Tataii, Xana Lutz, Sus, shannayia, fer cullen, leilipattz, lorrana isabela, deianunes, SerenaLee, tata_m_g, LuaCipriano, claraz, jessica_julia, danii30, VanessaDark, simoneipua, 210889, BellaMC, Valeria_Cullen, tatyanee, BarbVolture, melzita, lcmorais1, lukaahbenevides, Rafaellasantos, AnaPaulasS2, Soniinhah, katilene, NANASS, lorena-gtnh, Mo3, likafeltrin, Bia_Felix, nequica, Xana Lutz, bellycullen, Geovanna, NaninhaPoynter, giselebruxinha, tatyanee, Bellsmarti, Sus, greyci-cullen, shannayia, MandyMcLauglin, Janine, Ana Paula Souza, MayGruber, Rosa_Cullen, BeatrizCullen, re_cullen_2010, Bia_Felix, lcmorais1

Mais Do Que Minha Própria Vida

Edward’s POV

_Muito bem, Bella; eu preciso que respire fundo – Carlisle dizia.

Olhei para minha esposa. Sua pele estava vermelha, sua respiração ofegante, e suor escorria por sua testa. Sua mão apertava a minha com uma força extrema, nossos dedos entrelaçados.

_Vamos, amor... Você consegue – sussurrei, aproximando meu rosto do seu, fazendo com que meu nariz tocasse em sua bochecha quente, num carinho singelo.

Seus grandes olhos cor de chocolate encontraram os meus, e ela assentiu em seguida.

Um grito agudo escapou de seus lábios, e eu me torturava pela dor que ela devia estar sentindo naquele momento. Mas, então, eu pensava em nossos filhos e que aquele instante seria apenas uma lembrança dali alguns minutos.

Ela, teimosa, como sempre, havia escolhido parto normal, por mais que fossem trigêmeos, e, sendo assim, não contestei, embora a minha maior vontade fosse pedir ao meu pai uma boa anestesia para uma cesárea.

_OMG! POR QUE TIVE QUE FAZER TANTO SEXO? – Sua voz nervosa e alta me assustou, porém o sorriso de Carlisle indicava que a chegada do primeiro bebê estava próxima.

_Agora, Bella, faça mais força... Estamos quase lá!

E o resultado não foi outro. Cinco segundos mais tarde, um choro agudo e adoravelmente acolhedor preencheu toda a sala de cirurgia. E meu sorriso foi inevitável! Ao ver meu filho sendo entregue em meus braços, pelo meu pai, foi algo indescritível!

O pequenino bebê branquinho, de pele avermelhada e coberta de sangue – nada tentador para mim –, era absolutamente lindo! Os pouquíssimos fios de cabelo eram castanhos – como os de Bella –, mas continha um reflexo acobreado.

Olhei a mãe do meu filho, e ela fitava-nos deslumbrada.

_Meu bebê... – sussurrou chorosa, erguendo a delicada mão e acariciando o rostinho dele. E, como se sentisse a presença da mulher que lhe deu à luz, os grandes olhos verdes foram abertos, assim como seu choro foi cessado.

Sorrimos ainda mais.

_Ele é a sua cara! – riu, gemendo em seguida. – Oh, meu Deus... Ainda faltam mais duas!

Sorri torto, dando um beijo suave na testa do meu menino, e entregando-o à enfermeira.

_Vamos, querida – Carlisle a incentivou e Bella arfou, gritando outra vez.

_CARALHO! COMO ISSO DÓI! – E com essas doces palavras, um chorinho ainda mais fino desta vez, mas igualmente adorável, se fez presente.

E assim, o perfeito pacotinho cor de rosa foi entregue em meus braços, e pude contemplar minha linda garota de cabelos cor de bronze. Sorri, vendo o quanto ela era linda!

_Renesmee! – Minha esposa sussurrou, sorrindo amplamente, dando um beijinho na cabeça da nossa criança.

_Só mais uma, Bella – Carlisle disse, e, enquanto ela gritava de dor, entreguei Nessie para a outra enfermeira, sem poder descobrir a cor de seus olhos, por estarem preguiçosamente fechados.

_Vamos, meu anjo... – sussurrei, beijando a mão de Bella e ouvindo um choro tímido e sutil de bebê ser soado.

Olhei o pacotinho, agora lilás, entre minhas mãos, e fitei minha pequena Elizabeth. Seus expressivos olhos cor de chocolate me observavam curiosamente, e baixos gemidos saíam de seus rosados lábios. Encantei-me, pois ela era tão bela quanto Renesmee, e possuía a mesma cor do cabelo da irmã mais velha.

Bella chorou, beijando a filha amorosamente, ao passo em que deitava de forma aliviada na maca.

_Você foi perfeita! – sussurrei, encostando nossas testas, após ver a enfermeira levar minha garota para onde os irmãos estavam. – Você conseguiu – sorri, olhando-a admirado. – Parabéns, mamãe!

_Parabéns, papai! – sussurrou, encarando meus olhos com afeto.

Selei nossos lábios em um beijo leve, porém que transmitia toda a nossa felicidade.

_Obrigado, Bella – agradeci, escondendo meu rosto em seu pescoço ao sentir uma lágrima cair dos meus olhos.

_Obrigada, Edward – murmurou, acariciando os cabelos da minha nuca.

Seu leve ressonar foi diminuindo, assim como as batidas de seu coração se tornaram mais aceleradas. E logo, Bella acordou. Ela estava linda como sempre, olhando-me de forma amorosa enquanto eu a observava, sentado na cama em que ela estava, no quarto da maternidade.

_Hey! – sorri, abaixando-me e beijando sua testa.

Ela fez uma careta, maneando a cabeça em descrença, prendendo suas pequenas mãos em meu pescoço e beijando meus lábios com ferocidade. Sua língua era exigente e deliciosamente doce, fazendo-me perder o ar em segundos, suspirando.

_Assim você me mata, Bella – sussurrei, com os olhos ainda fechados.

_Bom dia, querido! – riu suavemente, tocando minha mandíbula com carinho.

_Bom dia – retribuí o gesto, passando a mão inconscientemente por seu abdômen, agora liso.

_É estranho... – falou ao constatar o mesmo.

_Eu disse que ia ser esquisito não te ver mais com aquele barrigão – ri, percorrendo seus cabelos com meus dedos ágeis.

_E as crianças? Como estão? – perguntou preocupadamente, sobressaltando por um instante.

_Elas estão bem, amor – garanti, sorrindo ao me lembrar do quão lindos eram meus filhos através do enorme vidro do berçário. – Nasceram saudáveis e enormes... Principalmente o nosso garoto.

_Que bom – suspirou, sorrindo. – Eu quero vê-los logo!

_Eu vou chamar e enfermeira e já venho – beijei a pontinha de seu nariz, saindo do quarto e andando pelo corredor do imenso hospital.

Encontrei Lacey, a enfermeira idosa que cuidava de nossas crianças, dizendo que minha esposa já havia acordado. Ela, logo, pegou meus filhos, entregando-me Eddie e Lizzie, enquanto segurava a pequena Nessie.

Ao retornarmos ao quarto, vi Bella sentada na cama, mexendo as pernas impacientemente debaixo do claro lençol. Um sorriso gigantesco se fez presente em seus lábios cheios, e naturalmente avermelhados, ao ver os bebês.

_Olá, mamãe – A acolhedora voz de Lacey soou, sorrindo, ao passo em que entrega a bela garotinha nos braços da minha mulher.

_Oh... Ela é tão... linda! – murmurou deslumbrada, analisando a pequenina dormir calmamente. – Mesmo de olhos fechados eles se parecem com você.

_Eu sei – me gabei.

_Mas não fique se achando muito – revirou os olhos, ao sorrir.

Em seguida, a enfermeira nos deixou a sós, enquanto Bella aconchegava Elizabeth em seu colo, que também abrigava nossa outra filha. Ela beijou a testa de cada uma e, quando voltou a admirá-las, dois pares de olhos incrivelmente chocolate a fitavam. E então, pudemos vislumbrar que ambas as nossas meninas possuíam os olhos amáveis e absolutamente lindos da mãe.

Um som engraçado, como um gritinho de excitação, saiu dos lábios de Lizzie, seguida de Nessie. Rimos suavemente no instante em que meu pequeno Edward resmungava em meus braços.

_Acho que ele está com ciúmes... – Bella riu assim que falei, entregando-me Renesmee e pegando Eddie.

_Eu só doei o útero, porque ele é uma miniatura de Edward Cullen – riu baixinho, beijando a bochecha do nosso menino de maneira delicada.

_Eles ficaram meio inquietos quando os levaram para o berçário... Acho que era pela falta do cheirinho da mamãe – sorri torto, olhando Renesmee no meu colo. – Esme disse que os bebês tendem a se acalmar nos braços da mãe, pois são quentes e têm um perfume aconchegante.

Olhei para os bebês nos braços da minha esposa e vi a verdade contida em minhas palavras. Lizzie escorava o rostinho sedoso contra a blusa dela, e, então, entendi o que queria.

Subi minha mão livre para seios Bella, e abri os primeiros botões de sua blusa, para Elizabeth. Ela soltou um som doce, e guiei delicadamente a boquinha dela até o seio. Logo, ela começou a sugar avidamente o leite que ali continha, e eu pude ver a satisfação através de seus pensamentos, assim como os de Eddie, que também estava se alimentando.

Sim... Eu estava com minha esposa e filhos. E estava feliz. Inexplicavelmente feliz.

Eu ainda estava aprendendo a ser pai e Bella, mãe. Era muito engraçada cada situação que tínhamos que passar. Limpar, banhar, amamentar, brincar, conversar, enfim. E, além de tudo isso, estava sendo surreal. Algo maravilhosamente prazeroso.

Havíamos voltado para nossa casa há poucos dias, e cuidar dos bebês, por mais cansativo que fosse, era glorioso.

Era pouco mais de meia noite e eu havia acabado de me deitar – Bella dormia há algumas horas –, quando ouvi um chorinho vir do quarto das crianças. Levantei-me naquela noite quente de abril, entrando no cômodo acolhedor e infantil dos meus filhos, constatando que aquele tom de choro suave, embora agitado, era característico da Nessie.

Peguei-a em meus braços rapidamente, antes que ela pudesse acordar os irmãos, e comecei a acalmar minha pequena rebelde manhosa, de rosto vermelho por conta do choro. Troquei sua fralda, ninando-a em meus braços enquanto olhava o mar através da janela de vidro do quarto. Renesmee pouco havia se acalmado, então, involuntariamente, comecei a sussurrar a canção de ninar de Bella. E deu certo. Antes de alcançar as notas do refrão, ela já ressonava em meu pescoço.

Senti um olhar em minhas costas, e quando virei deparei com a minha esposa sorrindo – os braços cruzados enquanto estava escorada no batente da porta.

_Ela está bem? – sussurrou, aproximando-se e colocando a filha no colo, devolvendo-a ao berço.

_Sim – respondi, segurando a cintura de Bella ao observarmos nossos pequenos dormirem tranquilos. – Era apenas a fralda.

_Renesmee é a mais manhosa – riu, acariciando o nariz da mesma.

_Ela me lembra você quando dava seus ataques por querer ser vampira – ri, recordando-me daquela época. – Teimosa como a mãe.

_Hey! – fez uma careta brava, dando uma leve cotovelada em meu estômago, rindo em seguida. – Mas ela também é esperta e carinhosa. Já a Elizabeth se parece mais com você... Ela é sempre tão calma e serena...

_Mas tímida como a minha Bella.

_Sim... E o nosso pequeno Edward também é calmo...

_Mas muito teimoso também – rimos.

Ela deu um beijo em cada um dos bebês, deixando a porta entreaberta, caso eles chorassem outra vez, e voltamos ao nosso quarto.

Minha provocadora virou em minha direção com um sorriso malicioso brincando nos lábios, prensando-me na parede enquanto beijava meu pescoço com vontade.

Gemi, sentindo suas mãos macias arranhando minhas costas nuas, e prendi minhas meus dedos em seus cabelos da nuca, puxando-a para um beijo quente e fogoso. Agarrei suas coxas, puxando-a para o meu colo. Instantaneamente, suas pernas envolveram minha cintura.

_Eu preciso fazer amor com você, Bella – eu disse contra sua pele, movendo meu quadril contra o dela, fazendo-a sentir minha ereção.

Ela suspirou em meus lábios, arfante, parando e gargalhando em seguida.

_Eu preciso fazer xixi – ela disse rindo.

Deus sabe como eu ficava feliz de ouvir sua risada. Era a música mais doce que meus ouvidos poderiam ouvir.

_Vai – ri, batendo no seu bumbum.

Ela saiu do meu colo e correu até o banheiro.

_Aonde nós paramos? – ela disse com a voz sexy, deslizando as alças da camisola de seda que usava, fazendo com que deslizasse por todo o seu corpo, deixando-a coberta apenas por uma calcinha de renda.

_Hmm... Eu acho que me lembro... – sussurrei, andando até ela e apertando sua cintura, levando-nos até a cama.

Meus olhos percorreram toda a sua extensão de forma faminta, indo do seu rosto perfeito e passando por seu colo, seios fartos e redondos, barriga lisa, quadril tentadoramente largo e sinuoso, até suas pernas torneadas e esbeltas. Suspirei, perdendo-me em seus olhos depois.

_Por que você é tão perfeita? – perguntei encantado, jogando-a na cama e pressionando meu corpo sobre o seu.

Ela gemeu em resposta, sussurrando meu nome quando meus lábios alcançaram seus seios. Suguei a pele cremosa, deslizando minha mão direita em suas costas – prensadas na cama – e trouxe-a de encontro a mim, ainda mais. Meus lábios foram para o seu pescoço, inalando seu perfume. E assim que nossos peitos tocaram, gememos em uníssono.

_Eu te amo – sussurrou.

_Eu também me amo, amor – ri, enquanto ela deu um tapa no meu peito e sorriu.

Havíamos acabado de fazer amor e estávamos deitados, um de frente pro outro, com nossas pernas entrelaçadas e o lençol nos cobrindo até a cintura.

Suas mãos foram para um dos meus braços, acariciando-o e a minha estava firme em seu quadril. Beijei seus lábios, deslizando meus dedos para suas costas desnudas, causando-lhe arrepios. Ri, e ela revirou os olhos pela reação involuntária.

Bella beijou meu pescoço, indo para o meu peito e sussurrando em meu ouvido:

_Vamos tomar um banho.

_A essa hora? – ri – São duas da manhã.

_Quem se importa? – deu de ombros, sorrindo travessa.

Colei nossos lábios novamente, minha língua pedindo passagem. Ela prontamente concedeu, aprofundando o beijo. Levantamos, ainda nos beijando, e a prensei na porta do banheiro, entretanto, o choro do Eddie soou.

Minha esposa gemeu frustrada, e eu ri, beijando sua testa e vestindo minha boxer.

_Eu vou pegá-lo – disse, indo até ele e o pegando no colo amorosamente.

Apertei seu delicado corpo contra o meu peito, mas ele continuava chorando.

Voltei ao nosso quarto, com ele em meus braços, corado de tanto chorar.

_Seu manhoso, não precisa de tudo isso – Bella murmurou docemente, vestida outra vez, pegando nosso bebê.

_Acho que ele está com fome – falei. – A fralda está limpa.

Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ouvi minhas duas menininhas chorando também. Peguei-as no colo, secando suas lágrimas com leves beijinhos, enquanto as levava para o outro cômodo também.

Bella estava sentada confortavelmente na cama, dando de mamar para o nosso garoto, sorrindo quando me viu chegar com as nossas filhas. Deitei ao lado dela, colocando as nenéns deitadas confortavelmente ao meu lado, que logo pegaram no sono novamente, assim como o Eddie. Minha esposa o deitou ao lado das irmãs – no meio de nós dois – e olhei para ela, que observava nossas crianças com adoração.

Ela logo encontrou meu olhar, sorrindo para mim, que retribuí o gesto. Peguei sua mão, segurando-a com cuidado, e entrelacei nossos dedos. E assim voltamos a dormir. Com a nossa paz completa. E, agora, inquebrável.

Notas finais
N/A: E, então... O que acharam desses Edward papai e dessa Bella mamãe, mas, sobretudo, ainda marido e mulher?
Espero que tenham gostado do cap, pois foi meio intenso pra ser escrito!
Bom... PQMPV irá, creio eu, até o capítulo 60, ou seja, teremos apenas mais uns 4 pela frente...
Obrigada por estarem acompanhando... E deixem reviews!

PS: Participem da minha nova comunidade no orkut >> http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=109654270

Beijos... E feliz ano novo *---*