Notas iniciais
N/A: Oi, amores! Desculpa pela demora e mais desculpa ainda pelo cap pequeno... Mas espero que gostem, apesar de tudo! 87 usuários acompanham esta história e foram notificados por e-mail: Giorgia, tatatifer, ooooooooooooooo, jeje2786, Taty_Cunha, zikin, Mila Pink, MPR, KateCullen, debbiestewart, quel, aldmere, caroolmarques, Clara_Cullen, elle76, Drika_Cullen, bia07, Angel_in_love_, InoMax, Joannajuju, Sbertolin, feehcullen, yasmine_ml, maryssarv, bella marque, Niusy, giselebruxinha, lery07, Aline XU, vivianpasini, super_twilight, veri_darif, Dio_Cullen, Josy_Pattz, Tataii, Sus, shannayia, fer cullen, leilipattz, lorrana isabela, deianunes, SerenaLee, tata_m_g, LuaCipriano, claraz, jessica_julia, danii30, VanessaDark, simoneipua, 210889, BellaMC, tatyanee, BarbVolture, melzita, lcmorais1, lukaahbenevides, Rafaellasantos, AnaPaulasS2, Soniinhah, katilene, NANASS, lorena-gtnh, Mo3, likafeltrin, Bia_Felix, nequica, Xana Lutz, bellycullen, Geovanna, NaninhaPoynter, giselebruxinha, tatyanee, Bellsmarti, Sus, greyci-cullen, shannayia, MandyMcLauglin, Janine, Ana Paula Souza, MayGruber, Rosa_Cullen, BeatrizCullen, re_cullen_2010, Teh_P, Bia_Felix, lcmorais1, Le_gabriela

Deslumbre

Bella’s POV

A luz entrava teimosamente no espaçoso quarto, atravessando as cortinas claras. Abri meus olhos, deparando-me com uma bela manhã de sol, e, ao meu lado, um homem magnífico, ressonando calmamente. Seus delicados e avermelhados lábios estavam entreabertos, fazendo com que o ar escapulisse e batesse sensualmente em meu pescoço.

Deslizei uma de minhas mãos para a nuca de Edward, aproximando de seu corpo e o abraçando. Afundei meu rosto em seu peito, já que ele estava de lado, assim como eu, enquanto ele se mexia confortável e preguiçosamente na enorme cama, apertando-me contra seu corpo.

O calor era tão afável quanto o maravilhoso cheiro que exalava de meu marido. Ele gemeu durante seu sono, escondendo o rosto em meus longos e castanhos cabelos. Apenas o proferir daquele som, me fez lembrar da noite simplesmente ma-ra-vi-lho-sa que tivemos. Mordi os lábios, ao passo em que sentia minhas bochechas queimarem. Ri suavemente.

_O que é tão engraçado? – Uma voz rouca e incrivelmente sexy soou em meus ouvidos, tão baixa como um sussurro.

Olhei para Edward e ele ainda estava de olhos fechados. Sempre tão preguiçoso durante as manhãs...

_Nada não – respondi casualmente, dando um delicado beijo em seu peito.

_Hmm... – murmurou. – Ainda é tão cedo e já está acordada?

_Acabei me acostumando com a rotina de acordar cedo por causa das crianças, mas agora elas estão dormindo bem mais...

_Sim... Foram dois meses cansativos, mas ótimos, devo admitir.

_Hm-hum – concordei, balançando a cabeça de leve e acariciando os fios de sua nuca. – Cansativos porque foram apenas os primeiros meses... Imagine quando as meninas tiverem idade o suficiente para namorar – Ri da careta que ele fez.

_Ah, por favor... Não quero nem imaginar! – sorriu torto, o que logo se transformou em um sorriso matreiro. – Quero ver o trabalho que você terá com o nosso pequeno... – riu.

_Edward! – briguei com ele, não evitando um sorriso, porém. – Ele é meu bebê, meu único garotinho, e não vai namorar tão cedo!

_Ah, minha Bella... – riu, abrindo finalmente os olhos e me deixando hipnotizada pela intensidade de seus olhos verdes. – Respire!

Revirei os olhos, soltando o ar que não sabia, até então, que prendia. Ele riu, sabendo que teria aquele efeito sobre mim eternamente. Ele sempre me deslumbrava.

_Eu tenho que levantar – sussurrei após alguns minutos de silêncio. Edward estava de olhos fechados outra vez, mas sua pulsação denunciava que estava acordado.

_Não... – resmungou, deslizando uma deliciosa mão em direção ao sul... – Só mais cinco minutinhos, amor.

_Você parece uma criança, Edward Cullen! – ri, apertando a pontinha do seu nariz e sentando-me de uma vez. – Eu, sua mãe e irmãs vamos caçar... E você sabe como Alice é quando quer algo... – bufei, vendo que ele me fitava com um olhar curioso. – O quê?

_Nada... – meneou a cabeça, piscando. – É só que... Você está tão linda essa manhã...

Por alguns instantes, eu simplesmente esqueci o que ia dizer, contentando-me apenas com um sorriso singelo, ao passo em que dava um rápido selinho no beicinho encantador que tomava conta de seus doces lábios.

_Se isso era uma tentativa de me fazer ficar mais alguns minutos na cama, não deu certo, querido.

Ele sorriu torto, observando-me levantar e caminhar até o banheiro, ainda completamente nua.

Após quinze minutos em um relaxante banho, retornei ao quarto, enrolada apenas em uma toalha e com os cabelos molhados. Parei ao ver Edward que continuava na cama, deitado preguiçosamente, com o lençol cobrindo exatamente uma das minhas partes preferidas em seu corpo, nu. Os olhos fechados e os músculos relaxados de seu peito, abdômen e braços o faziam parecer uma estátua de Adonis.

Mordi meu lábio inferior e, de repente, senti seus olhos se prenderem em meu corpo, olhando-me minuciosamente da cabeça aos pés. Então, foi a vez dele de morder os lábios e se sentar na cama.

_Ahhh! – Apenas dei um pequeno grito e corri para o closet ao perceber que ele viria em minha direção. Tranquei o cômodo enquanto ria e ouvia sua gostosa gargalhada.

_Eu vou matar Alice! – Edward disse do outro lado da porta, claramente se referindo ao fato de que não poderíamos nos divertir mais naquela manhã devido ao meu compromisso com ela.

_E eu ajudo! – ri, largando a toalha no sofá do grande closet e escolhendo um confortável vestido.

_Ah, pelo amor de Deus! Vocês já têm três filhos e estão querendo encomendar mais? – Alice reclamou, assustando-me.

Olhei para o lado e a vi com uma carranca e uma enorme barriga. Desvencilhei-me de Edward, sentindo meu rosto corar. Estávamos na varanda de casa, esperando a baixinha chegar e aproveitando o momento tranquilo, já que nossos pequenos ainda dormiam deliciosamente no segundo andar.

_Bom dia pra você também, querida irmãzinha – Edward murmurou, beijando a testa da mesma, ao passo em que acariciava sua barriga e dizia: – Loucos para saírem daí, não é sobrinhos? Pelo menos vocês não vão precisar aturar a mãe louca de vocês 24 horas por dia.

_Argh, Edward! – ela revirou os olhos, dando um tapa no braço do irmão, que ria divertido. – Agora libere logo, sua mulher, vai!

_Tchau, amor – sussurrei, tocando em seu ombro e dando um beijo em sua mandíbula, mas ele acabou enlaçando sua grande mão em minha cintura e me puxou para selar seus lábios.

_Volte logo pra mim – murmurou, inspirando o perfume de meu pescoço.

_Pode deixar! – assenti. – Qualquer coisa me ligue; as crianças já estão alimentadas, então não vão sentir fome até eu chegar – informei. – Dê um beijinho nelas por mim.

Logo, Alice me escoltou até seu novo carro – um Camaro rosa choque ainda mais chamativo que seu antigo Porsche, se é que aquilo era possível. Lá dentro estavam as outras mulheres Cullen, que rapidamente cumprimentei, e seguimos até a região sul do estado, ouvindo um agradável rock e conversando amenidades.

_Ah, Emmett é um pai super babão... – Rose comentou, rindo, enquanto adentrávamos a floresta. Havíamos acabado de deixar o carro em um lugar pouco movimentado, então, podíamos caçar tranquilamente. – Mas fica ensinando nossos filhos a fazerem caretas. – revirou os olhos.

Todas nós rimos, e logo começamos a correr.

_Com Edward não é diferente... – falei ao pularmos um rio. – Ele não vê a hora das crianças o chamarem de “papai”.

_Sim... O Emm vive insistindo os quadrigêmeos a falarem também... – sorriu amorosamente. – Mas eles ainda estão muito pequenos, só que ele não entende...

_E para quando serão os seus, Alice? – perguntei.

_Carlisle disse que a qualquer momento, a partir da semana que vem – estremeceu, fazendo-nos rir. – Realmente dói muito?

_Eu não vou mentir, pequena... Mas a dor é recompensada assim que olhamos para os rostinhos dos nossos bebês... – Rosalie disse.

_E o Jazz, Lice? Muito ansioso pra ser pai? – inquiri ao vê-la subir numa árvore.

_E quanto! – acariciou seu abdômen involuntariamente, retornando ao solo. – Se deixar, ele passa horas conversando com a minha barriga... E ele anda ainda mais cuidadoso e superprotetor comigo... Tão amável – suspirou feliz.

_E vocês não sabem o quanto eu fico animada em vê-las assim – Esme sorriu, passando os braços pelos meus ombros, assim como de Rose; Alice já estava há alguns metros de distância, sentindo um cheiro de puma.

Nossa atenção foi desviada para a caça durante um tempo, e quase duas horas depois já estávamos a caminho de casa.

_Foi ótima a caçada! – Rose sussurrou no banco de trás, ao lado da mãe.

_Concordo! – sorri assim que Alice estacionou em frente à minha casa. Pudemos ouvir o riso de Edward e as risadas gostosas dos meus bebês. Meu sorriso apenas aumentou.

_Nossa... Parece que está havendo um nocaute! – Rosalie riu, pensando nos apuros de Edward.

_Você não pode ficar falando demais, porque com Emmett deve estar sendo ainda pior – Alice implicou, sorrindo.

Logo, nos despedimos, e, então, entrei em casa. Percebi que o barulho vinha do jardim, perto da piscina. Portanto, ri, ouvindo as gargalhadas dos nossos pequenos, seguida pela de Edward.

_A mamãe tá chegando! – Meu marido sussurrou, provavelmente para as crianças.

Deste modo, pude vê-los deitados em um enorme colchão posto na grama do jardim, debaixo de uma árvore florida. O chão ao redor, estava coberto flores cor de rosa que caiam dos galhos, enquanto o sol das dez brilhava harmoniosamente com a leve brisa.

Sorri, aproximando. Edward me olhou docemente, deitado com Renesmee deitada ao seu lado, puxando seu cabelo, e Elizabeth em seu peito, falando naquela língua que só bebês entendiam. Eddie, que estava deitado ao lado, no braço do pai, levantou o tronco, como se fosse sentar, e movimentou a cabeça, como se procurasse algo. Mas logo me focalizou – agora sentada ao seu lado –, e me chamou com suas mãozinhas.

_Bom dia, meu gostoso – disse contente, pegando meu bebê cheiroso nos braços e dando um beijinho em seu pescoço. Ele riu, sendo seguido pelas irmãs e por mim e Edward. – Que delícia está aqui.

Nessie começou a choramingar, olhando-me. Assim, amparei Eddie em um braço enquanto pegava-a no outro.

_Tão nova e já com ciúmes, amor? – perguntei à ela, beijando sua bochecha rosada. Ela sorriu e, então deitei ao lado de meu marido, aconchegando meus filhos no colchão outra vez, ao passo em que beijava a pontinha do nariz de Lizzie – sempre tão serena –, vendo-a sorrir e passar uma de suas delicadas mãozinhas em meu rosto.

_Oi, meu amor – Edward sussurrou, acariciando meu pescoço e me puxando para um beijo rápido.

_Hm... Você está cheirando a bebês – ri, acompanhada por ele.

Então, sapeca como era, Renesmee puxou os cabelos do pai, sorrindo e olhando encantada para a cor que os fios possuía.

_Seus cabelos são dessa cor também – murmurei para ela, sorrindo. Eu sabia que ela não me entendia, mas meus filhos adoravam quando conversávamos com eles.

Ela me olhou por um tempo, curiosa, apenas para soltar uma gostosa gargalhada, em seguida. Rimos com gosto, embora meu pequenino Edward começou a puxar o decote do vestido que eu trajava. Seus grandes olhos verdes fitavam-me insatisfeitos, e logo entendi do que se tratava.

Aconcheguei-o melhor em meus braços, dando-lhe de mamar. Escorei no tronco da árvore, observando Edward brincar com as filhas – uma puxando seu cabelo e a outra puxando seu nariz, mas os três sorrindo.

_Ah, socorro, Bella! – ele implorou no instante em que Lizzie também passou a puxar os fios acobreados do pai.

Eu ri. Não sabia quem deles ali era mais criança. Com Eddie ainda mamando, peguei Elizabeth calmamente no colo. Ela logo escondeu o rostinho em meus seios, fazendo-me dar-lhe de mamar igualmente. Entretanto, para meu completo desespero, Renesmee passou a choramingar também, certamente com fome.

_Oh, meu Deus! Eu não tenho três peitos! – falei, fazendo Edward rir. – Só não te bato porque estou com as mãos ocupadas. – olhei para ele, que tentou segurar o riso, inutilmente.

Felizmente, meu pequeno menino terminou logo, passando a vez para a irmã que choramingava. De qualquer forma, meus dois Edward’s ficaram com seus joguinhos, brincando entre eles. Excluindo-me.

_Nossa, pensei que eu ia desidratar agora! – falei rindo, assim que as meninas pararam de mamar.

Meu marido apenas riu, segurando nosso pequeno e pegando Renesmee no colo, enquanto eu carregava Lizzie. Os três haviam acabado de dormir, então, como estava calor, colocamos eles na sala – no colchão que Edward havia deslocado até lá.

_Vem, eu tenho um presente pra você – sussurrou em meu ouvido depois de uns minutos apenas observando nossos filhotes ressonando.

_Presente? Edward! – reclamei; meus lábios em um beicinho.

Ele simplesmente revirou os olhos, sorrindo torto e me rebocando para a garagem. Antes mesmo que eu pudesse esboçar qualquer reação ou perguntá-lo algo, já estávamos no ambiente, onde havia um carro coberto por um enorme e claro pano. Instantaneamente, ele me olhou com um sorriso traquina em seu rosto perfeito, aproximando-se do objeto e retirando o tecido que impossibilitava a visão do veículo.

_Edward Anthony Masen Cullen... – sussurrei, olhando-o efusivamente. – Isso é uma Merc...

_Mercedes. Guardian. – murmurou, ainda com aquele sorriso. – E não adianta falar o meu nome inteiro. Isso só funciona com Esme. Talvez funcione com a Alice também...

_M-m-mas isso... – gaguejei incrédula. O carro era lindo, claro! Mas...

_Não é nada mais do que você merece e precisa – sussurrou lindamente, andando e pousando uma mão em minha cintura. – Logo, sua licença maternidade vai acabar e você vai retornar ao trabalho e, também, na segunda eu volto a trabalhar... Assim, você pode ir a qualquer lugar com as crianças sem precisar de mim.

E, então, seus olhos pesaram contra os meus... As íris verdes como, o absinto, me hipnotizaram, fazendo com que, de repente, o oxigênio se tornasse escasso. Ah, eu já estava esquecendo... Eu estava brava com ele... Certo? Entretanto, seus olhos começaram a me... Ah, não! De novo, não! Ele continuou olhando para mim...

_Pare com isso! – eu disse, ele, porém, somente arqueou a sobrancelha, brincalhão. – Edward, pare de fazer isso, ou eu...

Mas ele me interrompeu com seus lábios sedosos e doces nos meus, levantando-me do chão. Ele suspirou durante o beijo, enquanto eu gemia, em rendição.

Antes que pudéssemos aprofundar nossas carícias, ouvimos um suave chorinho vindo de dentro da casa. Olhei-o docemente, acariciando as maças de seu rosto. Logo, seus olhos se abriram, encarando-me com total devoção.

_Obrigada – sussurrei. – Por tudo!

_Eu que agradeço – sorriu, puxando-me para um beijo rápido, para, em seguida, darmos atenção aos nossos pequenos.

PS: Como muitos pediram no cap anterior, aí vão as fotos dos babies Beward, no futuro ^^

Renesmee Carlie Cullen – Jessica Alba:

Elizabeth Marie Cullen – Paola Oliveira

Edward Nathaniel Cullen – Chace Crawford

Notas finais
N/A: É isso aí, galerinha!
Espero que tenham gostado u.u
Me digam o que acharam dos babies, e como Beward estão se saindo como papys e mamys! *--*
HASUHASUHASUHASUAHUASHU
Vou tentar postar o prox semana que vem!
Beijo... E aguardo os reviews!