Plus Que Ma Propre Vie

43 Don't Forget :: Fase 2


Notas iniciais
N/A: Ei gente! Quanto tempo... Desculpem pela demora, mas, poxa, recebi pouquíssimos reviews cap passado... E demorou pra reacender as ideias novamente! Mas tá aí um cap fresquinho, digno de lencinhos...

Não Esqueça

Edward’s POV

Eu estava começando a me preocupar. Bella estava demorando muito e isso não era de seu feitio. Eu tamborilava meus dedos na mesa do grande e lotado salão, onde ocorria o baile de formatura.

Notando minha inquietação, Alice – que estava ao meu lado – perguntou:

_Alguma coisa errada, Edward?

_É Bella – falei, fitando seus verdes e grandes olhos – Você poderia ir ao toilet e ver se aconteceu algo?

_Edward – minha irmã suspirou, sorrindo – Você sabe que não aconteceu nada, pois, do contrário, eu teria visto.

_Eu sei, mas não vou ficar calmo enquanto não vê-la – sorri amarelo.

_Ok, ok – levantou ambas as mãos no ar, em sinal de rendição, sorrindo – Vou lá, senhor preocupação. – beijou minha bochecha.

A pequena levantou da mesa, sendo seguida pelos castanhos olhos de Rosalie.

_Baixinha, você vai ao banheiro? – perguntou apreensiva.

_Vou, Rose – respondeu Alice – Quer vir?

_Sim – sorriu aliviada – Grávida você sabe como é, né? Quer ir ao banheiro toda hora.

Todos na mesa rimos.

_É normal, querida – Esme sorriu docemente – A bexiga costuma ficar mais cheia nessa época.

Lice ajudou Rose a se levantar, guiando-a até os fundos do grande e movimentado salão de festas, rumo ao toilet.

Achei estranho não conseguir ouvir, com minha audição vampírica, o que acontecia ao meu redor, nem mesmo dentro do banheiro. Levei isso em conta devido ao fato da alta música que vibrava o ambiente.

Poucos minutos depois, Alice veio correndo de volta a nossa mesa – a mão segurando fortemente o peito e seus olhos marejados. Eu me apavorei, levantando-me, assim como o resto de minha família, inclusive Jake e Taylor, que também perceberam o desespero de minha irmã mais nova. Jazz foi ao seu encontro, e pude sentir a dor de Alice através de seus pensamentos, mas nada de esclarecedor... nada do motivo de seu desespero. Até que apenas uma coisa se passou em sua mente – o mesmo sussurrado involuntariamente por meus lábios:

_Bella.

Corri em disparada ao banheiro feminino, não me importando com ética, nem nada. Mas ao chegar à porta, seu aroma desviava. Segui-o, indo em direção a um escuro e frio corredor, ouvindo Alice dizer o que meu coração não aceitava:

_Bella não está no banheiro... E não consigo ter visões de seu futuro, de nada.

Minha velocidade de vampiro, mesmo sendo híbrido, ajudou-me a alcançar rapidamente uma porta dos fundos, onde seu cheiro se fortificava. Abri-a, ouvindo os passos agitados dos outros atrás de mim, dando de cara com uma viela escura e deserta, iluminada apenas com um fraco poste de luz amarelada numa esquina pouco distante.

O entorpecente cheiro de Bella ainda estava presente, mas havia algo mais, outros aromas. Um era totalmente desconhecido, mas os outros dois...

_Mas que merda! – gritei, fechando minhas mãos em punhos e socando a parede ao meu lado, onde ficou o profundo buraco.

A dor no peito me queimava, tanto que me fez gritar audivelmente enquanto sentia minhas pernas cederem e meus joelhos tocarem o cortante asfalto. Merda! Lucas esteve aqui! E Hillary... Não pode ser... Ela o ajudou! Ela estava por trás disso o tempo todo?!

Senti os quentes e afáveis braços de Esme ao meu redor ao mesmo tempo em que lágrimas quentes molhavam meu terno, mas não eram as de minha mãe, eram minhas lágrimas.

_Não pode ser, não pode ser... – eu sussurrava incansavelmente, sentindo a dilacerante dor perfurar meu peito. Era como se um buraco tivesse sido aberto e nada pudesse curá-lo. Meu ar ficava escasso e eu ofegava, soluçava, me perdia em meio à salgada água que corria por meu rosto.

Era a primeira vez que eu chorava assim... Jamais havia experimentado a estranha sensação de chorar com lágrimas. Era algo diferente, cortante, frio e desorientador... Não somente pelo meu choro, mas pelo sentimento de perder algo e não saber como recuperá-lo.

Levantei-me, encarando minha família num estado menos chocante que o meu. Carlisle e Taylor – ainda em sua forma humana – recendiam os cheiros das proximidades, tentando identificar pra onde Lucas, Hillary e o desconhecido haviam levado a minha Bella, mas tudo se perdia como num passe de mágica – os aromas acabavam ali, naquela pequena rua, e isso era... impossível?! Emmett, Jasper e Jacob – em forma de lobo – corriam pela vizinhança, procurando pistas, algo que pudesse fazer-nos encontrá-los. Esme agora acalmava Rose – era perigoso ela passar por emoções fortes estando grávida – e Alice tentava, inutilmente, ver o futuro de Bella.

Sem pensar em mais nada, eu corri. Corri o mais rápido que pude em direção ao apartamento da minha noiva – poderia haver alguma coisa lá que pudesse ajudar. Nem me importei em passar pela portaria – subi pela parede, apoiando-me às vezes numa grande nogueira ao lado, até chegar ao 15° andar. Entrei pela varanda de seu quarto e ao sentir seu doce perfume, minha vontade era de sentar ali e ficar imóvel até que a dor em meu peito cessasse.

Vasculhei toda a casa, mas nada encontrei que pudesse me indicar onde Bella estaria. Nada. Absolutamente nada. Era como procurar uma agulha no palheiro, começar do zero... E isso me dava uma angústia e desespero maior ainda. Em saber que ela pudesse estar sofrendo, sentindo dores ou estar mor...

Não consegui concluir aquele pensamento – todas as fibras de meu ser não queriam admitir aquilo –, era doloroso demais. As lágrimas teimavam em cair e eram inevitáveis – eu tentava segura-las, impedi-las de demonstrarem minha fraqueza, mas eu não conseguia.

Retornei ao seu quarto, lugar aquele da casa que nos forneceu momentos inesquecíveis...

Flashback ON

_Edward, você é louco? – ela gritou enquanto eu a pegava em meu colo e a levava até sua cama.

_Posso até ser louco, mas louco de saudades – murmurei, enquanto deitávamos e nos beijávamos.

_Você ficou fora apenas por uma tarde – Riu, ainda ofegante pelo beijo quente e avassalador que havia lhe dado.

_E não é o bastante pra sentir falta de você? – perguntei inocentemente – Cacei por 4 horas inteiras e o que mais quero é te sentir.

_E encontrou algum leão da montanha? – sorriu arteira, girando nossos corpos na cama e ficando sobre mim.

_Encontrei, sim. – Sorri, entrando em seu jogo, girando-nos outra vez e voltando à posição inicial. – Mas minha caça preferida está aqui: meu cordeiro.

_Cordeiro – repetiu a palavra, que antes a decifrava, bufando e revirando os olhos cor de chocolate – Cordeiro esse que ontem caçou um urso pardo delicioso.

_Meros detalhes – pisquei, beijando-a apaixonadamente em seguida.

Flashback OFF

Lembro-me perfeitamente daquele dia... Eu havia caçado com meus irmãos e estava morrendo de saudades da minha Bella. Ela, como sempre, detestava ser titulada como frágil... Minha Bella...

Suspirei, deixando outra lembrança, mais antiga dessa vez, invadir minha mente.

Flashback ON

Bella estava fazendo um limpa em seu closet naquela chuvosa tarde de domingo e eu a ajudava no que precisava, aliás, não tinha nada pra fazer mesmo.

_O que tem nessa caixa? – perguntei, apontando pra uma caixa branca e grande, porém rasa, que havia no fundo de um dos armários.

_Na-nada – gaguejou, indo até mim e colocando o objeto num lugar ainda menos visível do closet. – Apenas umas... coisinhas.

_Você sabe que pode me dizer qualquer coisa, não sabe? – falei, indo até ela e segurando seu pulso delicadamente – Não há nada o que esconder entre nós, amor.

_É que... Bem... – ela hesitou, olhando pra baixo.

Coloquei minha mão direita em seu queixo, levantando seu rosto e encontrando seus olhar preocupado.

_São coisas do nosso passado, não são? – adivinhei, sussurrando enquanto acariciava suas maçãs coradas.

_É – respondeu em um sussurro envergonhado.

_Não fique assim, Bella, amor... – Abracei-a, beijando seus, ainda loiros, cabelos – Eu entendo seus motivos e jamais ficaria chateado por isso.

_Obrigada – sorriu, beijando meu pescoço.

Flashback OFF

Eu não tinha ficado magoado ou chateado com ela, afinal de contas era perfeitamente normal ela guardar todas as nossas lembranças... Não havia motivos para fantasmas do passado atormentá-la. Aliás, foi naquela mesma caixa que Alice encontrou a aliança de minha mãe biológica, a meu pedido, para dar à Bella novamente...

Era isso! Essa era a pista que eu tanto procurava! Se Bella guardou todos os momentos que vivemos em uma caixa, era óbvio que ela também guardou memórias dela e Lucas.

Fui até seu closet e procurei – vasculhei por entre seus armários, gavetas e roupas, ignorando a dor latente que sentia ao mexer em seus pertences –, até que encontrei a caixa próxima a seus casacos de inverno.

Sentei-me em um sofá vermelho que havia ali no cômodo e tratei de abrir o objeto. De início havia apenas fotos nossas: do baile de formatura, a foto minha que ela tirou enquanto assistíamos Romeu e Julieta no sofá de sua antiga casa, em Forks, a que Alice tirou em sua desastrosa festa de 18 anos e muitas outras. Doía vê-la por simples fotografias e não poder senti-la aqui comigo – era torturante.

Continuei a procurar por algo, até que vislumbrei um envelope de tamanho médio e cor azulada, o qual possuía a desajeitada, porém delicada, letra de Bella escrita: Don’t Forget – Não Esqueça. Minha curiosidade foi maior e eu a abri, deparando-me com várias cartas, com o que pareciam poemas, escritos por ela.

Comecei a ler a primeira, titulada como Cartas Pra Você[1] escrita, segundo a data, três dias depois de eu tê-la deixado pela segunda vez... E me deixei mergulhar na intensidade de suas palavras...

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O que ela sentiu quando a deixei foi o mesmo que eu havia sentido, o mesmo que eu estava sentido agora.

Abri mais uma de suas cartas, essa agora chamada Sem Você[2]e datada em 13 de agosto de 2007 – quando nos casaríamos.

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Meu coração sangrava a ler cada estrofe, cada verso... Doía em mim saber o quanto doeu nela também. Quando notei, eu chorava outra vez enquanto me preparava pra mais uma carta. Amo Noite E Dia[3] era o nome da próxima, escrita um ano depois da última que li.

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Ela continuara me amando por tudo o que fiz... E eu, na época datada, estava em algum lugar ao norte da Europa, tentando esquecê-la e arrancar a dor que sentia – dor essa que voltou em dobro hoje à noite.

Continuando meu ato masoquista, peguei mais uma folha de papel em meia a tantas outras. Coração Só Vê Você[4] se chamava e havia sido escrita no dia 24 de novembro de 2008, que segundo a algumas informações adquiridas há um tempo, fora umas semanas antes de Bella aceitar o pedido de namoro do Lucas.

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Ainda havia muitas outras cartas dentro daquela caixa, mas não consegui lê-las... A dor havia vencido todo e qualquer tipo de curiosidade existente.

Eu jamais me perdoaria por ter feito minha Bella sofrer tanto... Tanto quanto eu sofri. Mas meu objetivo agora não era me lamentar e, sim, procurar pistas de onde ela poderia estar. Sendo assim, revirei os objetos que haviam na caixa, até que encontrei, no fundo, fotos dela com ele: ambos no parque de diversões; ela, Lucas, Hillary e os amigos em uma festa; fotos deles em um shopping; uma em frente ao Coliseu de Roma, outra próxima ao Arco do Triunfo, em Paris, e muitas outras. Mas a que chamou minha atenção foi uma em frente a uma pequena casa – bonita, com um lindo lago nas proximidades e que parecia ter sido construída em meio a uma floresta. Atrás da mesma estava escrito: “Casa de campo do Sr. e Sra. Scott; Lake Louise, Alaska”.

Eu conhecia aquela paisagem... aquela floresta... Mas é claro! Lake Louise é uma cidade há poucos quilômetros de Denali e ambas compartilham da mesma vegetação – a mata rústica e gelada era inconfundível. Guardei todos os pertences de volta na caixa e deixei-a ali mesmo, sobre o sofá, enquanto saía do closet.

Assustei-me quando dei de cara com Alice entrando pela varanda do quarto da Bella.

_Edward, você ficou maluco? Ou melhor, quer deixar todos malucos? – Ela brigou, sua expressão furiosa, mas de sofrimento – Você saiu de lá sem dar explicações e ficamos preocupados com que besteira você pudesse fazer.

_Desculpe, Alice – abracei-a fortemente – Mas eu precisava vir até aqui procurar por alguma coisa que pudesse me levar até Bella.

_Eu sei... – sussurrou, colocando o rosto no vão do meu pescoço – E me desculpe por descontar toda a minha frustração em você. – Senti uma lágrima dela molhar minha pele – É que eu me sinto tão... inútil e culpada pelo desaparecimento da Bella. Eu não consigo ver nada!

_Não sinta assim, Lice – sussurrei de volta, enquanto acariciava seus espetados cabelos – Eu sei como dói não poder fazer nada.

Ela se desvencilhou de meu abraço carinhosamente e eu enxuguei suas lágrimas.

_Mas eu vi que você encontrou uma foto – falou com uma expressão mais amena – Mostre-a pra mim, talvez consigamos encontrar minha irmã através dela.

_Sim. – Entreguei-lhe a fotografia – Eu tenho a sensação de que já estive nesse lugar antes.

Ela analisou em silêncio, franzindo as sobrancelhas. E então, lendo sua mente, notei que ela estava tendo uma lembrança... Era uma visão que ela teve há uns anos atrás:

Lucas, vampiro, estava caçando animais numa floresta coberta de neve, e, logo depois teve um flash, mostrando-o conversando com duas mulheres, provavelmente vampiras também – uma loira e outra morena.

_Alice! – arfei – A floresta da foto é a mesma que Lucas estava caçando na sua visão! Essa sensação de que já estive lá é pelo fato de você já ter me mostrado isso.

_Exatamente! – sorriu – E Bella, com certeza, deve ter sido levada pra lá. – falou abraçando-me novamente.

_Precisamos chamar os outros e ir até essa cidade... E temos que descobrir quem são essas mulheres que estão o ajudando...

_E saber por que Hillary está por trás disso. – Completou minha frase. – Vamos logo pra casa contar aos outros.

Alice pegou minha mão, mas antes que pudéssemos sair do quarto, parou imediatamente – ela estava tendo uma visão.

Era um quarto levemente escuro, porém dava pra perceber sua arquitetura antiga e delicada, e nele havia duas mulheres em pé, conversando com outra que parecia agachada no chão.

_Sempre posando de boa moça, não é Bella? – A garota de longos cabelos negros falou.

_Claro, irmã... – A loura concordou com sua voz sarcástica e áspera, tanto quanto havia nas palavras da outra – Todos fazem de tudo para protegê-la.

Assim, morena abaixou-se lentamente e pudemos visualizar o rosto assustado de Bella correndo suor, com pequenos machucados por sua extensão.

_Será que sua família virá atrás de você? – A morena voltou a falar, e a doçura em sua voz era amedrontadora – Eu acho que não! – rosnou, dando um forte tapa no rosto de Bella, fazendo-a ofegar e gemer enquanto fechava fortemente os olhos.

_Pare, por favor... – ela sussurrou com sua respiração tão forte que fazia seu peito levantar e subir rapidamente.

De repente a porta do quarto se abre, mostrando Tanya Denali entrando no cômodo, sorrindo diabolicamente.

_Não temos pressa, querida – falou enquanto aproximava-se de Bella, acariciando seu rosto – Isso é apenas o começo... Você ainda vai me pagar por ter me batido aquela vez em Londres, na boate, você se lembra? – sussurrou delicadamente – E ainda vai sofrer muito por ter roubado Edward de mim, SUA VADIA! – e gritando as duas últimas palavras, esbofeteou o rosto de Bella, fazendo-a gritar de dor.

Eu estava chocado, minhas pernas cederam mais uma vez naquela noite, fazendo-me cair de joelhos no chão.

_Por que, Alice? – sussurrei, sentindo-a acordar de seu transe e passar as mãos em meu cabelo enquanto se ajoelhava ao meu lado – Por que tanta revolta? Tanta dor, tanto mal, tanto sofrimento...? Eu não estou entendendo nada! É Lucas, Hillary, as irmãs Denali... E ainda um desconhecido... Qual a ligação disso tudo?

_Eu não sei, meu irmão... – sussurrou desesperada, enquanto eu descansava meu rosto em seu ombro esquerdo – Mas vamos encontrar Bella, vamos acabar com todos eles e vamos voltar pra casa porque vocês têm que se casar na semana que vem! – Seu murmúrio era altivo e determinado.

_Certo – assenti, levantando meu rosto e encarando seus olhos nada hesitantes. – Vamos encontrar a minha Bella.

_Nossa Bella – corrigiu-me ao mesmo tempo em que levantávamos, seguindo pra casa em velocidade vampírica, de mãos dadas.

Ao chegarmos, nos deparamos com todos inquietos e nervosos – Esme chorava e Rose lacrimejava enquanto acariciava sua barriga, Emmett pensava em todas as formas de desmembrar quem estivesse por trás disso, Jasper e Carlisle tentavam decifrar o porque de Hillary ainda ser humana sendo que Lucas era vampiro e Jacob e Taylor tentavam entender o por que de justamente Bella ter sido sequestrada.

Deste modo, Alice e eu contamos aos outros sobre o que descobrimos e que estávamos dispostos a resgatar Bella a todo custo, sendo apoiados por todos eles.

_Taylor, eu quero que fique – Jake pediu à esposa – É perigoso demais e mesmo você sendo tão, ou mais, forte que eu, eu não suportaria vê-la nessa briga.

Após muito insistir, Taylor concordou em ficar em Stanford cuidando de Rosalie, que também teimava em querer ir ao Alaska. Ambas ficaram e eu, minha família e Jacob corremos em direção ao gelado estado norte-americano, sabendo que seríamos muito mais rápidos que qualquer avião.

[1]Cartas Pra Você, NX Zero.

[2] – Sem Você, Victor e Leo.

[3] – Amo Noite e Dia, Jorge e Matheus.

[4] – Coração Só Vê Você, João Bosco e Vinícius.

Notas finais
N/A: É, pessoal... próximo cap promete...E espero que tenham gostado desse cap... Das cartas, flashbacks, da visão que Alice teve e talz...Mais segredos foram revelados hoje, mas o maior ainda está por vir *risada dumal*Então... talvez eu consiga postar mais no prox final de semana, mas só se eu receber MUITOS, MAS MUITOS REVIEWS, tá bom? Espero ansiosamente a opinião de vocês E até mais...Bjs ;*