Notas iniciais
Como eu sou uma menina muito educada não vou mentir o motivo do meu atraso, estava botando meu lado leitora em dia. Desculpa meninas, queria agradece demais vocês pelo tanto de Reviews no capitulo interior, eu realmente me surpreendi. Obrigada!
Capitulo totalmente dedicado a linda da Cenoura do Louis (adorei o nome, por que será não?!) que me deixou uma linda recomendação que eu li umas trezentas vezes... Enfim, obrigada minha linda!
Espero que gostem, desculpem os erros e BOA LEITURA!

Narrador POV

Uma semana passara rápida e tediosa na grande mansão onde Red agora residia, uma semana de puro repouso estipulado pelos doutores Tomlinson, Malik, Payne, Horan e principalmente pelo doutor Styles, que mesmo irritado com o ocorrido daquela fatídica noite em que ela e o amigo lhes pregaram uma peça, simplesmente surtava quando a pobre menina tentava ajuda-los em algo, mesmo que fosse em simples café da manhã. O fato de os cinco garotos mais lindos e desejados do mundo passarem praticamente o dia todo em casa não ajudava em nada, tendo em conta que eles a paparicavam e a tratavam como uma inválida. O que não agradava muito Red era ver Niall e Camille se agarrando pelos cantos da grande e espaçosa casa, não era somente a ela que esse romance pra lá de meloso dava náuseas, somente Liam parecia realmente feliz ao ver o casal fofura mais badalado do momento aos agarros, o que de certo modo instigou a menina, algo Liam escondia e com certeza não era somente o video de Harry correndo as escadas pelado. O video, o tão falado video, todos sabiam de sua existência, porém os únicos que já haviam visto eram os responsáveis por ele, Red e Liam, que chantageavam o pobre dono dos cabelos cacheados vinte e cinco horas por dia.

– Harry... – Red murmura ao vê-lo descer as escadas bocejando, ele a encara com ira e depois finge não ter ouvido, seguindo seu caminho até a cozinha. – Quero Tacos! – ela grita.

– Vai ficar querendo. – retruca colocando apenas seu incrível sorriso sarcástico pela parede sem porta que separa a sala da cozinha.

– Tudo bem, tudo bem. – resmunga cansada. – Acho que vou ter uma pequena conversa com Liam...

– Não vai! – responde ousado e seus lábios se contraem em uma linha fina, que Red reconhece ser seu mais lindo sorriso de deboche. – Ele saiu, você não viu por que estava quase morta ai nesse sofá.

– Sem problemas. – ela da de ombros e se levanta com presa do sofá andando a paços largos até a cozinha. – Faço eu mesma. – sorriu ingênua, observou Harry revirar os olhos e a pegar no colo com cuidado caminhando lentamente até o sofá, que já fazia um buraco onde a pequena bunda de Red passava a metade do dia e parte da tarde.

– Eu já disse que você precisa ficar de repouso. – explica com calma como se falasse com uma criança de dois anos. – Espera aqui que eu faço Tacos pra você, afinal, é minha comida favorita! – completa a frase com uma voz quase robótica imitando aqueles comerciais idiotas e sem sentido que passam na TV com o único intuito de deixar os telespectadores com fome.

– Agradeço a gentileza. – finge eduacação e Harry rola os olhos lhe entregando seus Tacos, já prontos, e sentando-se ao lado dela com os seus próprios. – Não canso de falar que eu não sou uma inválida! – bufa impaciente, Harry apenas ignora comendo seus Tacos em silêncio, ato que Red repete a contra gosto.

Já se passava das sete horas da noite, estavam todos espalhados pela sala em uma incansável maratona de filmes, Red não sabia em qual número estavam pois dormira mais de uma hora e quando finalmente acordou estava passando um filme sobre vampiros o qual Red tentava entender a todo custo, não por que se interessou no enredo, mas sim por que achou o ator principal um pedaço de mal caminho.

– Eu ainda não entendo como um homem desse pode se casar com uma menina dessa... – se refere a Bella, na grande TV acabara de passar a cena do lindo casamento e agora eles viajavam para a lua-de-mel. – Ela não tem peito, nem bunda e muito menos tem cara de ser boa de cama. – resmunga mau humorada. – Bem que podia ser eu... – reflete com ela mesma, alto o suficiente para fazer todos rirem.

– Claro que ela não é boa de cama, ela é virgem! – diz Zayn com desdém e ri debochado.

– Algo contra as virgens Malik? – Camille fala pela primeira vez desde que sentara ali. – E Red o motivo dele estar se cansando com ela é por que ele a ama. – Red rola os olhos e encara Camille por alguns segundos, quando ia finalmente falar é interrompida pelo idiota mais gostoso do universo, Zayn Malik.

– Não, eu não tenho nada contra as virgens, na verdade eu as amo. – Zayn ficou de pé e todos acompanharam sem expressão seus próximos movimentos desengonçados. – Like a virgin, touched for the very first time, like a viiiiiiirgin... – cantarolou e dançou da forma mais vergonhosa possivel.

– Zayn, para enquanto ainda é tempo de salvar um pingo de sua dignidade E masculinidade. – zomba Liam e todos caem na gargalhada. Red leva a mão a boca e pede silêncio enquanto fita num misto de terror e deslumbre a tela da TV, sua boca se abre em um perfeito “O” e seus olhos brilham encantados.

– AI MEU DEUS EU ­PRECISO DESSE HOMEM NA MINHA CAMA AGORA! – ela quase grita após assistir cada detalhe da primeira vez de Bella e Edward. – Imagina o que ele pode fazer comigo? Se com aquela sem graça da Bella ele quebra o quarto todo, comigo ele quebra é a cidade... – mais uma vez deixa sua reflexões soarem altas demais e novamente todos riem.

– Não seja tão tola Red, você não é mais uma criança ingênua de seis anos de idade, sabe que isso é apenas um filme. – Louis a repreende com voz doce, quase angelical, que a fez devanear alguns minutos sobre como era uma criança ingênua aos seis anos.

Flashback on

– Parabéns pra você, nessa data querida, muitas felicidades e muitos anos de vida! – as meninas, de mais de vinte anos, desejavam cantando em uníssono os parabéns para a pequena aniversariante de cabelos vermelhos. Alguns presentes em pequenos embrulhos jaziam no chão ao lado da mesa onde repousava um bolo caseiro mal confeccionado que tinha uma vela normal de cera em cima queimando de forma majestosa, a pequena menina era só sorrisos, tão inocente que mal podia conter seus dentes falhados dentro da boca.

A tão esperada hora chegou, aquela em que, finalmente, se abre os presentes e torna o dia do aniversariante feliz e completo. Red não se aguentava de ansiedade e então num único puxão destruiu o pacote o vermelho revelando uma linda boneca de cabelos ruivos iguais o seu, agarrou a boneca com toda sua força e percorreu os olhos pela sala minúscula procurando quem lhe dera tão belo mimo.

– Foi eu minha querida. – sorriu gentil enquanto levantava o braço em um curto aceno, Rebecca, a menina de no máximo vinte anos com seus cabelos loiros compridos.

– Obrigada, Becca, de verdade. Eu sempre quis uma boneca! – os olhos azuis da pequena brilhavam de pura inocência enquanto a pequena agarrava como podia a perna de Rebecca e sua boneca ao mesmo tempo, uma lágrima de pura felicidade rolou por seus olhos e outra surgiu nos de Becca.

– Não chora minha pequena. – Rebecca abaixou e pegou como podia a pequena Red no colo e estalou um beijo em sua bochecha e cabelos. – Hoje você só pode sorrir! – exclamou e cutucou as costelas da menina fazendo-a gargalhar.

Os outros poucos presentes foram abertos com a mesma ansiedade e todos muito bem aceitos e agradecidos pela pequena, mas o mimo que ganhara de Becca ainda estava ali em seus braços, mostrando para quem quisesse ver qual ela mais gostou. Seu “pai” entra afobado pela sala acompanhado de um outro homem de aproximadamente trinta anos, ele sorri amável para a pequena aniversariante que corre em sua direção abraçando-lhe a cintura.

– Olha que linda papai, olha só a boneca que a Rebecca me deu! – ela chacoalha de um lado para o outro a boneca tentando chamar sua atenção. – Foi o melhor presente que ganhei, gostei dos outros também, mas amei esse! – exclama apertando a boneca contra o corpo.

– Espera então até ver o meu. – lhe acaricia o cabelo sem cuidado e carinho. – Demorei por que estava procurando por ele.

– E o que é papai? – pergunta com curiosidade na voz.

– Ele. – o pai de Red empurra o homem que lhe acompanhava para perto da menina. – Lembra que você sempre quis fazer como as meninas? – Red assente animada, sempre muito curiosa queria repetir a todo custo o que as amigas mais velhas faziam.

– Eu vou poder sentar? – a inocência que transparece na voz deixa a tal pergunta com uma leveza que ela realmente não tem.

– Não mais você pode... Brincar. – as meninas gargalham como se estivessem ouvindo uma bela piada, Red sorri escancarada sem entender o motivo, Rebecca lança um olhar preocupado sobre a pequena e resolve sair, realmente não queria ver aquela cena.

– E se eu fizer direito... Vai sair leite igual com as meninas? – a pequena fala com tanta doçura que seus olhos sorriem.

– Vai, claro que vai...

Sem saber o que fazer Red encara o homem sentado, desnudo da cintura para baixo, sorri e se aproxima lentamente. Observa sem nada fazer o cara alisando seu membro em movimentos calmos de cima para baixo e vice-versa, seu pai sem paciência pra tanta enrolação pega a mão da pequena e coloca sob a do rapaz que após “ensinar” como se fazia deixou-a continuar sozinha. Poucos minutos nesses movimentos e Red já parecia uma profissional, se não fosse pela pouca idade e o fato de rir docemente a cada gemido de satisfação que o homem soltava.

– Agora com a boca Red. – seu pai a incentiva e ela o encara nervosa. – Você sabe como fazer.

Ela assente brevemente e abaixa com a boca entreaberta até encostar no membro pulsante do rapaz, ri com o grunhido que o homem solta e passa a lingua lentamente por ali fazendo o cara agarrar seus cabelos delicadamente e colocar o máximo que podia seu membro dentro da boca rosada e pequena de Red. Seus movimentos eram totalmente desritmados e sua pequena boca não cobria nem metade daquela coisa enorme, porém isso não parecia incomodar o rapaz, que gemia e grunhia cada vez mais satisfeito. Parava de vez em quando e sorria para o rapaz e voltava a fazer seu trabalho, pouco tempo depois o rapaz anunciava aos berros que estava chegando ao seu limite, e sob ordem do pai, Red trocara sua boca pelas pequenas mãos hábeis. O orgasmo inacabável do rapaz jorrou longe algumas vezes e Red ria alto enquanto tentava pegar os jatos no ar, as garotas bateram palmas para a pequena aniversariante que tinha o sorriso cada vez maior pensando que acabara de fazer algo realmente fascinante. Em meio aos aplausos e parabéns que recebia ainda pode ouvir o rapaz conversando com seu pai enquanto os dois saiam dali as escondidas.

– Ela é realmente uma delícia! Vale com certeza os dois mil dólares que paguei. – o rapaz elogia.

– Eu disse que podia confiar. – seu pai da um leve tapa nas costas do rapaz.

– Vai dar muito dinheiro pra você.

– Espero que sim! – exclama sério e lança um último olhar para sua pequena sorridente no meio das outras vadias.

Flashback of

– Você tem razão Boo, eu não sou mais aquela menininha ingênua de seis anos. – sorri amarga.

Definitivamente aquela ingenuidade ainda continuava ali.

Notas finais
Uhul ficou grande. haha
E ai o que acharam do capitulo e do flashback?
SE der tempo eu posto mais um hoje.
Espero meus reviews!
Beijokas!