Piratas do Caribe 7-A maldição de Eldingo
5 Capítulo 5-Dentro da fortaleza
Notas iniciais
Oi gente!!! Demorei mais dessa vez, né? Fui a decadência! Minha imaginação começou a ser insensata! Misturei tudo, fiz um capítulo horrível, parei de escrever, comecei outra fic, fiz barbaridades! Depois de uma longa noite de sono, descobri as respostas para minhas perguntas! Tive preguiça, mas, apaguei o capítulo e comecei de novo, todo o capítulo de novo! Acho que assim está quatrocentas vezes melhor! Nossa! Espero que gostem! Obrigada quem comentou! Boa leitura.
Jack correu até a fortaleza depressa, quando chegou, haviam muros grandes e verdes, sem portão.
Ele tentou escalar os muros mas, não tinha força, por sorte, lembrou-se dos entulhos que existiam no vilarejo, voltou e arrastou uns caixotes, uma pedras, tudo que via, até formar uma espécie de "banquinho", subiu em cima e foi para o outro lado. Sua queda foi brusca e bastante dolorida, olhou ao seu redor e avistou bem próximo uma abertura, não era uma porta e sim uma passagem. Entrou confiante, como se nada tivesse ocorrido, ouviu um barulho, olhou para trás e pode acompanhar um portão surgindo no lugar onde ele passara há minutos. Fez um gesto de indiferença com a cabeça, olhou para frente e viu, três caminhos, "esquerda" ele pensou "é por onde Wil iria, direita...foi por onde encontrei Angélica da última vez...mas, vou para frente". O capitão, chegou no final do corredor, havia uma porta semi-aberta, não prestou atenção no caminho, mas quando olhou para trás, existiam dois guardas, literalmente flutuando atrás dele. Abriu mais que depressa e no mesmo ritmo fechou a porta, sorriu alegre, e virou-se de novo. Uma nova surpresa, dois guardas em sua frente, também levitando:–Olá, senhores.-Tentou enrolá-los Ninguém respondeu, tiraram suas espadas e uma luta começou, golpe para lá, pé para cá, Sparrow estava em desvantagem, mas, na liderança. Em uma distração, levou um corte no rosto, continuou a luta, mas, machucado. Aproveitou então, todas as oportunidades para golpear um dos oponentes, mesmo que o outro o ferisse. Após muito sangue no chão(sangue do pirata), Sparrow venceu a luta, em um golpe certeiro e giratório. Ambos corpos caíram no chão e começaram a se debater. O valente capitão, ignorou isso, e pode ver o que tinha naquele lugar. Muitas gavetas, uns armários, a porta e uma escada, ele apenas passou o olho, não prestou a devida atenção, para perceber por exemplo, a garrafa no chão. Todavia, Jack começou a abrir tudo em busca de chaves, pensou consigo: "Isso aqui uma fortaleza onde prendem as almas e blá, blá, blá, com certeza devem haver celas, celas se abrem com chaves!". Quando Sparrow terminou de vasculhar aquelas milhares de prateleiras e gavetas, olhou para trás, e viu na parede um prego com um molho de chaves em cima. Pegou-as e aguardou em suas roupas, depois se virou de novo, um dos guardas que antes estavam "mortos" agora estava bem menos debilitado e segurava consigo um frasco de vidro, Jack declarou na tentativa de enrolá-los:–Nossa, não lembrava disso aqui...você trouxe agora, caro amigo? De nada adiantou, o guarda nem respondeu, apenas bateu com o objeto na cabeça dele fazendo-o desmaiar. Sparrow acordou ouvindo uma voz um tanto doce e familiar:–Acorda Jack! Não acredito que ele tenha te matado! Acorda, por favor! Também sentia mãos suaves o balançarem, então, resolveu abrir os olhos, convencido de estar na presença de Angélica Teach:–Amor?!–Cala-se!-Deu um tapa nele–Por que? Ela não respondeu só se sentou do outro lado abraçando os joelhos, e o observou. O capitão levantou-se tirou a poeira de sua roupa, olhou ao redor e...onde estavam? Era uma cela, sem janela, sem ladrilho, sem azulejo, sem móveis e sem conforto pouco espaço também. Depois, olhou para ela, chegou perto e se pronunciou:–Ei, sentiu minha falta?–Não!-Mentiu Angélica–Não?! Eu também...nem sei porquê vim aqui!–Hum...–A gente dá duro!-Sparrow começou a reclamar- fica horas sem comer, nem beber, sobe árvores, descansa na sombra delas, passa por quatro guardas flutuantes imortais, se arrebenta em muros enormes, carrega entulhos, fica trancado aqui, abre milhares de gavetas e armários, luta!-mostrou os cortes- Leva uma na cabeça, desmaia e quando acorda?! Quando acorda-começou a imitar uma voz fininha- a bela dama que precisa de resgate-voltou ao normal- simplesmente...nos recebe dando um tapa na nossa cara! Angélica se levantou e deu um abraço nele sussurrando em seu ouvido:–Para de reclamar, você veio porque quis.–Claro!-Se soltou- Não poderia ser diferente!–Se não queria passar por isso que não tivesse vindo! Aliás, o plano era seu! Eu fui boba e obedeci!–Claro,-começou a ser irônico- coloca a culpa no capitão, aqui, o idiota. Então o silêncio prosperou...a noite chegou e a única prova disso era o lobo que uivava lá fora, Angélica se deitava para dormir e Sparrow disse:–Vamos fugir.–Como? Quê?–Vamos fugir, eu o inútil capitão, tenho chaves.–Então abra!–Pede desculpas que eu abro. Angélica deu um beijo quente, meio curto, mas um tanto "saboroso". Jack se sentiu nas nuvens, seus problemas(que não eram poucos) desapareceram durante o beijo, segurou a cintura dela para "beijar melhor", pela primeira vez sentiu insegurança ao beijá-la, seu coração disparou como uma bala, sua barriga estava gélida, seus pelos arrepiados, seus pensamentos focados nela, sentia o sangue correr depressa e uma felicidade diferente, não, não era felicidade era algo mais forte...talvez fosse...amor. Teach se sentiu livre, sentiu-se como uma deusa, aliás, conquistou o coração do grande capitão Jack Sparrow, e sabia disso, embora ele não assumisse nunca esses beijos cada vez mais frequentes eram provas disso, estava nos braços de seu amado por tantos anos, sentiu algo correndo em suas veias, sentia sua respiração mais precisa, tinha certeza que o amava e que o queria, seus medos e inseguranças, seus defeitos e virtudes, seus sentimentos se tornaram um só, chamava-se provavelmente, amor.
Mas, mesmo com todo esse calor, quem parou o beijo foi ninguém menos ninguém mais, que o valente capitão. Olhou para ela pensando:"O que foi isso que eu senti?". Ficou em silêncio, estava trêmulo, de boca aberta, nada disse, pois se não, gaguejaria, inseguro Sparrow, arregalou os olhos pensando:"Isso é melhor que matar Barbossa, melhor que navegar, melhor até que...rum...". Teach, não se surpreendeu com o que sentiu, aliás sentiu nos outros beijos também. Passaram então, uns quinze minutos e Teach ousou perguntar:–Não vai abrir a cela, Jack?–A cela?-estava um tanto abobado e olhava fixamente sem nem piscar para a boca de sua parceira-Ah sim, a cela, vou, vou abrir a cela... Caminhou lentamente até a grade da cela, depois, voltou a si, abriu a cela, e saiu correndo acompanhado por ela:–Para onde vamos?–Vamos correr para uma escada, subindo-a terá dois guardas flutuantes imortais, batemos neles até quase morrerem, trancamos os guardas na sala, corremos até o fim do corredor e terá um portão, aí só os deuses do mar e da pirataria sabem.–Existem "deuses da pirataria"?–Tem deus para tudo, não é amor?–Sim, deve ter. Essa última palavra, ficou ecoando na cabeça de Jack, "amor", ele usava-a com tanta frequência que ás vezes esquecia seu significado. Subiram as escadas e foram parar na salinha, começaram a lutar:–Ei, Angélica, tem uma coisa que eu preciso te contar!-Jack dizia enquanto lutava–Então acho que esse não é o melhor momento!-também lutava bravamente–É que esse pode ser o último momento!–Então, diga!–Se a gente sair daqui, você nunca mais vai se lembrar de nada sobre o amuleto!–Que bom, né? Assim esqueço do seu plano...-caçoou sem entender bem–Não, nada bom! Vai esquecer de tudo que aconteceu depois de que te contaram do amuleto.–Tudo bem, você me lembra!–Não.–Por que? Por que não?–Porque se não, nós morremos! Após Jack dizer isso, Teach se distraiu e recebeu um corte no braço:–Você está me distraindo! Depois que ambos ganharam, fecharam a porta e correram até o final do corredor. Chegando lá, Sparrow jogou o molho de chaves para Angélica e mandou:–Tenta abrir!–Tenta você!-retrucou–Ok,-indagou o homem enquanto apontava para guardas vindo-eu abro e você luta com esses guardas.–Não! Eu abro... Sparrow começou a lutar, eram cinco, muito até para o lendário capitão. Quando Angélica abriu, Sparrow estava com três espadas indo em sua direção, sendo segurado e chutado. Angélica simplesmente, cortou a cabeça dos guardas que queriam matar seu amado e valente herói, e depois, matou os outros:–De nada.–Obrigado. Os dois correram para fora, outra "manada de guardas" vinham em direção a eles, que estavam presos, como sairiam do muro? Enquanto isso, William e Gibbs estavam cansados de esperar, passaram dois, três, no máximo quatro dias, mas, pareceram anos. Resolveram ir até a fortaleza, esperar pelo "herói improvável". Wil e Gibbs não confiavam nos marujos para cuidar do barco, então, Gibbs ficou. William passou pelo vilarejo, sentiu um arrepio, teve muita destruição. Ele andou por cada canto daquele ex-vilarejo, sentiu-se um pouco deprimido, mas, logo correu para a fortaleza. Chegando nos muros, Wil gritou:–Jack? Angélica? Estão aí?
Notas finais
E então??? E agora??? O que acharam??? Comentem!!! E eu tinha algo a declarar, mas esqueci.........LEMBREI!!! Er...espera...esse provavelmente é o penúltimo capítulo, então, nossa aventura, fiéis leitores que acompanham desde o primeiro(Katherine por exemplo), essa vai ser uma das últimas vezes que nos "veremos", ;( Até breve.
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