–Já arrumaram as coisas? -Perguntou Angélica aos filhos.
–Quase tudo, esse lugar é nojento! — Exclamou Eliza.–Filha tenha paciência. –Eu tento mãe, mas eu achei que você tivesse bom gosto para escolher homens, você escolheu um repugnante.–Filha quando o conhece bem ele é legal. –Parece até que você gosta dele novamente. -Disse Henri que se manteve apenas como ouvinte até aquele momento.–Não gosto, mas também não o odeio.–Bom, mãe nem adianta tentar vou ser legal com ele quando eu achar que ele merece e vou continuar sendo sinsera, pois sinseridade não é grosseria.–Só não abuse.–Não vou abusar, apenas falar o necessário.–Eliza!–Mãe não adianta, não consigo o perdoar por matar meu avô!–Se seu avô estivesse vivo eu estaria morta!–Mas pelo menos ele me daria atenção, você apenas ligava para o Jason e para Henri!–Não comece com essa história de novo!–Vou sempre me lembrar dela, meu vô cuidava de mim, enquanto você fica com Jason!–Pare!–O que está havendo? — Jack entrou em seu aposeito.–Nada, Jack. -Responde Angélica.–Não ela está mentindo e que, aliás, não é a primeira vez, acontece que você é o motivo dessa briga, você matou a pessoa que mais se importava comigo! — Eliza saiu correndo.–Do que ela está falando?–Nada! — Angélica saiu, mas foi para o lado contrário de Elizabethe.–Henri você pode me contar que história é essa?–Sim, bem, acontece que quando mamãe quando encontrou meu avô estava com um namorado Jason, eu e Liza tinhamos 8 anos, ela ficava 12 horas por dia com ele e o resto comigo, deixando minha irmã de lado, a Eliza foi a mais beneficiada com descuberta de um avô, pois teve a atenção de alguém, Edward admirava Liza, eles se deram super bem, mas ai nossa mãe e ele inventam de ir numa busca e então, você o mata. Elizabethe criou um rancor imenso de você.–Ah, é por isso que ela é grossa desse jeito?–Não, ela é assim por naturaza e nosso avô ensinou que sinseridade não é grosseria.–Ah, é claro! Mas e esse tal de Jason como ficou?–Quando eles foram para busca, mamãe sabia que iria encontrar você e deixou escapar isso pra ele que disse ou ela ficava ou ia e se esquecia dela, você já sabe a resposta que ela deu, mas ela sofreu muito, até que Liza deu uma dura nela, falando que só gente honesta e que fazia algo pelos outros podia sofrer e que ela não tinha nenhum dos dois, nem honestidade e nem bondade.–Ai! Franca ela, né?–Sim e muito.–Acabou com a minha irmã falando para ela calar a boca, pois ela só poderia dar moral a ela quando a tratasse como filha.–Ai de novo.–E foi isso.–Entendi, mas se Eliza tem tanta raiva de mim, por que Angélica quer nos aproximar?–Provavelmente ela gosta de você e quer juntar a família.–Que bobagem, Angélica me odeia.–Não foi isso que ela deu a entender antes da briga. — Jack sorriu.–Gostei de você garoto, aturar você não vai ser tão ruim assim.–Obrigada, eu acho, mas por favor não faça diferença entre eu e minha irmã.–Sim, é claro, acho que ela se parece comigo quando eu era mais novo. Bem, vou deixar você dormir. Tchau.–Tchau.Jack saiu sorrindo de seu aposento e viu sua filha sentada com os joelhos encostados na testa, com lágrimas caindo em sua calça. Ele se aproximou.–Oi, filha. — Ela levantou a cabeça.
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