-Jack! Jack, acorda! -Angélica dava tapas em sua face.
-Que? Ai, para de me bater!
-Desculpe!
-Eu tive um sonho horrível, você falava que dois pestinhos eram meus filhos.
-Não era sonho, apesar de eu também querer que fosse! -Eliza falou.
-Ah, que horror! Como você fez isso comigo, Angélica? Podia ter deixado esses pestes na ilha, não iriam fazer falta.
-Nossa, papai também gostamos de você! -Ironizou Eliza.
-Senhor Gibbs? Preciso do senhor Gibbs! -Disse Jack se levantando.
-Sim, capitão!
-Senhor Gibbs, venha até aqui. Vamos fazer o seguinte, amarramos essas crianças uma na outra e jogamos elas no mar como oferenda! Que tal? -Sussurou Jack, mais não tão baixo assim.
-Senti o amor pai! Mas se me jogar no mar vai ter uma grande decepção quando chegar no tesouro de meu avó.
-Sr. Gibbs, ela escutou, novo plano, como matamos uma bruxa?
-Uma bruxa, senhor?
-Sim, ela só pode ser uma bruxa para ter escutado.
-Ou talvez papai você não saiba sussurar. -Provocou Elizabethe.
-Ok, depois conversamos. — Jack disse ao Gibbs, ao Eliza revirar os olhos. — O que você quiz dizer com decepção?
-Que vai precisar de mim e de meu irmão juntos, para conseguir o tesouro.
-Que droga! Mas, como posso ter certeza?
-Me mate agora, vá em busca de seu, quero dizer, meu tesouro e vê se consegui pega-lo. Ou você pode deixar de ser tolo e acreditar em minha palavra...O que escolhe?
-Criança chata! Ta bom, eu espero que seja verdade.
-Obrigada, boa escolha! Agora, onde eu posso descansar?
-Aqui mesmo no chão!
-Eu acho que prefiro ficar no aposento do Capitão. -Disse Eliza indo junto ao irmão em direção ao aposento de Jack.
-Garota folgada!
-Essa garota tem nome, Jack e é sua filha! -Falou Angélica irritada.
-E cada vez mais eu odeio isso!
-Você vai ver, vai se surpriender...com os dois.
-Duvido.
-Ambos sabem muito de batalha, Eliza sabe mais, mas Henri é muito inteligente.
-Espero que tragam algo de bom para a minha missão.
-Vão trazer.
-Jack! -Alguém gritou.
-Sim? -Jack se virou. -Ah, Barbossa.
-Vamos para a nosso aventura?
-Vamos, mas vai haver dois tripulantes a mais.
-Isso não atrapalha em nada, só melhora!
-Não quando tem 13 anos e são umas pestes!
-Como assim? Está tripulando crianças?
-Sim, meus filhos!
-Seus o quê?! Nossa, por essa eu não esperava! Bem, é só manter eles na linha e tudo bem. E cá entre nós, se precisarmos de pestisco, eles vão ser muito utéis.
-Verdade, verdade!
Angélica fingiu que não ouviu e foi ajudar seus filhos arrumar as coisas. Barbossa se juntou a sua tripulação e seguiram para o norte.
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