Notas iniciais
Oie Pessoas. Então vieram me perguntar por troquei o Nome da Santana, de Sarah para Marie e você vão entender gente e o nome dela ainda é Marie Sarah Santana Lopes. Tive que alterar por um pequeno motivo que entenderam mais pra frente.E ta ai :)

Capítulo 13

Marie,

As planilhas definitivamente vão me ajudar. Eu já me sinto com menos medo de reprovar nesta matéria. Eu fiz as duas primeiras, quando você tiver tempo, você pode dar uma olhada nelas? Obrigada novamente por desperdiçar seu tempo comigo. Vou tentar me recuperar rapidamente. Eu não estou acostumada a ser a aluna que é um pé no saco.

Eu tinha dois calouros de escolas rivais competindo um contra o outro nas regionais. Ambos me perguntaram, separadamente graças a Deus, quem era o meu favorito. (Eu disse a cada um deles: — Você é, é claro! — Isso foi errado?) Eles estavam muito convencidos um com o outro quando eles vieram pegar os seus baixos na minha caminhonete, e eu rezei para que nenhum deles mencionasse o status de favorito na frente do outro. MENINOS.

Engenharia?Uau. Não é de admirar que você parece ser tão inteligente.

BP

Brittany,

As planilhas estão excelentes. Marquei um par de pequenos erros que poderiam fazer você tropeçar em um exame, então dê uma olhada neles.

Ah, parece que os seus calouros têm uma queda por você? Não estou surpresa. Uma garota de faculdade que toca baixo teria me deixado sem fala aos 14.

É claro que eu sou inteligente! Sou a tutora onisciente. E caso você esteja se perguntando, sim, você é a minha favorita! ;)

MS

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Sábado à noite, Rachel estava mais uma vez ameaçando me arrastar para fora do nosso quarto, ignorando meus protestos e relutância. Desta vez, nós três estávamos indo para o centro comercial, acertar alguns clubes com nossas identidades falsas.

— Você não se lembra como a festa do último fim de semana foi para mim? — Eu perguntei quando ela empurrou um vestido preto pegajoso em meus braços estendidos. É claro que ela não se lembra, eu não tinha lhe contado. Tudo que ela sabia era que eu tinha saído cedo.

— Brittany, querida, eu sei que é difícil. Mas você não pode deixar Sam ganhar! Você não pode deixar que ele faça de você uma eremita, ou a mantenha com medo de gostar de alguém novo. Deus, eu amo essa parte, a caça de um cara novo ou uma garota, tudo desconhecido, não experimentado, a grande quantidade de perspectivas quentes na sua frente, esperando para serem descobertas. Se eu não desejasse tanto a Quinn, eu estaria com inveja de você!

A maneira como ela descreveu o processo parecia uma expedição a um continente exótico. Eu não compartilhava seus sentimentos, nem de longe. A ideia de encontrar um cara novo soou cansativa e deprimente.

— Rachel, eu não acho que estou pronta.

— Isso é o que você disse na semana passada, e você fez muito bem! — Ela franziu a testa, pensando, e pela centésima vez eu quase disse a ela sobre Finn. — Mesmo que tenha saído mais cedo. — Ela dependurou o vestido preto que eu não tinha a intenção de usar, e eu segurei minha língua, perdendo a chance novamente. Eu não tinha certeza do por que eu não poderia dizer a ela. Eu, na maior parte, tinha medo que ela se enfurecesse. Mais injustificadamente, eu tinha medo dela não acreditar.

Nenhuma das duas reações era algo que eu queria enfrentar, eu só queria esquecer.

Pensei em Santana, irritada que sua presença em Economia estivesse fazendo esse processo ser impossível, porque ela estava irremediavelmente ligada ao horror daquela noite. Ela não olhou para mim por toda a sexta-feira, até onde eu sabia. Toda vez que eu escapava para olhar para ela, ela parecia estar desenhando ao invés de tomar notas, o seu lápis preto apertado, baixo entre os dedos, uma expressão concentrada no rosto. Quando a aula acabou, ela enfiou o lápis atrás da orelha, virou-se e saiu da sala de aula sem olhar para trás, a primeira a sair pela porta.

— Agora, isso vai exibir a mercadoria. — Rachel disse, interrompendo meus devaneios. O próximo era um top decotado roxo de elástico. Arrancando-o do cabide, ela o jogou para mim. — Coloque seus jeans skinny e suas botas duronas, aquelas que fazem você parecer a namorada de um cara de gangue. Isso combina melhor com o seu rígido humor eu-sou-um-desafio, seja como for. Você tem que se vestir para atrair as pessoas certas, e se eu te deixar muito bonita, você espanta com seus olhares irritados e revirando os seus grandes olhos azuis.

Eu suspirei e ela riu, puxando o vestido preto sobre a própria cabeça. Rachel me conhecia muito bem.

Eu perdi a conta do número de bebidas que Rachel tinha pressionado na minha mão, me dizendo que já que ela era a motorista, eu era obrigada a beber por duas.

— Eu não posso tocar em nenhuma dessas gostosas, também, então eu tenho que viver isso indiretamente por você. Agora termine essa margarita, pare de fazer essa cara amarrada, e encare um desses caras ou garotas, até que eles saibam que não vão perder um membro se te chamarem para dançar.

— Eu não estou de cara amarrada! — Eu fiz uma carranca, obedecendo e jogando a bebida para dentro. Eu fiz uma careta. Tequila barata se recusava a ser escondida por uma abundância de mix de margarita ainda mais barata, mas isso é o que você ganha sem taxa de couvert e bebidas de cinco dólares.

Ainda era relativamente cedo, o pequeno clube onde decidimos passar a noite ainda não estava superlotado com as centenas de estudantes universitários e moradores da cidade que iriam chegar em breve. Rachel, Sugar eu reivindicamos um canto da pista quase vazia. Tendo engolido as bebidas e vestido o papel, eu me movia pela música, me soltando aos poucos enquanto ria das poses animadas de Rachel e dos movimentos de balé de Sugar. O primeiro cara a nos interromper aproximou-se de Rachel, mas ela balançou a cabeça enquanto os lábios murmuravam a palavra namorada. Ela virou-o para mim e eu pensei: ―Sou eu, sem namorado. Não tem mais relacionamento. Não tem mais Sam. Não tem mais Você é minha Brittany.

— Quer dançar? — O cara gritou sobre a música, incomodado como se estivesse pronto para escapulir se eu recusasse. Eu balancei a cabeça, sufocando a dor inútil, quase física. Eu era a namorada de ninguém, pela primeira vez em três anos.

Nós nos movemos para um espaço aberto a poucos metros de Rachel e Sugar, que tinha namorado. Não demorou muito para que eu descobrisse que as duas planejaram apontar cada rapaz e pedir a cada um deles para dançar comigo. Eu era o seu projeto de estimação para a noite.

Duas horas depois, eu tinha dançado com caras demais para lembrar, desviando-me de mãos bobas e recusando quaisquer bebidas não entregues a mim por Rachel. Amontoadas em torno de uma mesa alta perto da pista, com os quadris inclinados nas banquetas que a cercavam, observamos a atividade dos casais a nossa volta. Quando Sugar voltou dançando e dando piruetas em seu caminho de volta do banheiro, perguntei se já poderíamos ir, e Rachel me encarou com um olhar que ela geralmente reservava para os clientes mal-educados do restaurante. Eu sorri para ela e tomei um gole da minha bebida.

Eu soube quando o próximo cara se aproximou por trás de mim, que Rachel e Sugar tinham aprovado, porque os seus olhos se arregalaram simultaneamente, com foco sobre o meu ombro. Dedos delicados demais para ser de um cara roçaram a parte de trás do meu braço, e eu respirei fundo e expirei lentamente antes de me virar. Boa coisa, também, porque era Santana quem estava lá, seus olhos sobre meu decote por uma fração de segundo. Ela curvou uma sobrancelha e olhou em meus olhos com um leve sorriso, sem remorsos por ter olhado. Os saltos de minhas botas estavam matando os meus pés, ela usava saltos também, mas ainda assim não a deixavam da minha altura impedindo que eu fizesse contato olhono-olho.

Ao invés de levantar a voz como todo mundo, ela se inclinou para perto do meu ouvido e perguntou:

— Dança comigo?

Continua...

Notas finais
Então? Espero que tenham gostado. Gente to muito ocupada com a faculdade agora, mas vou tentar postar todos os dias, tirando os fds kkkkkk' Beijão