Phaeleh I

29 Capítulo 29 - O pesadelo de Meine


Notas iniciais
Miky: Olá meus queridos *-* Peço mil perdões pela minha demora em postar... Semana passada eu estive tão ocupada que mal tive tempo de escrever e revisar os meus trabalhos. Espero muito que gostem do capítulo! Acho que esse foi o menor escrito até agora, porém tem um grande significado. Apreciem a leitura ♥

O gracejo dos pássaros parecia ser em zombaria à sua situação.

Jogado em um cabouco em meio da floresta. Ele estava em uma parte onde a selva era tão densa e fechada, que duvidava que até os deuses o encontrariam.

Estava tão esgotado, tanto pelas feridas, pela dor excruciante de ossos quebrados, além da dor horrível no fundo de seu peito. Não era físico, mas se sentia como se fosse. Estava acabado, e este era o seu fim. Pelo menos os abusos cessaram, a revolta estava controlada, embora por um lado, Skylar não podia evitar sentir-se ao menos com uma ínfima esperança enterrada em seu mais profundo.

A única coisa que lhe dizia que ainda estava vivo era a dor e o fato de que ainda conseguia pensar. Suas reflexões eram um tanto perturbadoras, e com toda aquela tristeza e lamúrias de seu coração quebrado, e sobre a terrível situação em que se encontrava, tendo um tapete verde de relva como seu leito de morte, decidiu que ao menos ele precisava recordar das lembranças mais significativas.

E com certeza, a primeira pessoa que lhe vinha em mente era Wray. Apenas de pensar o seu nome, seu coração se aquecia com o sentimento doce do que era o amor, sendo que ao mesmo tempo doía-lhe porque Wray não era seu, não foi e nunca seria seu. Ele amava outro homem, e nunca teve quaisquer sentimentos além de pura amizade por Sky.

Seu rosto enrugou com o forte desejo de chorar. As lágrimas salgadas caíram livremente por sua face ferida, o que fez Skylar grunhir no fim de sua garganta, incapaz ao menos de gritar ou gemer.

Pela primeira vez em muito tempo ele realmente quis chorar de verdade. Ele nunca o fez quando perdeu tantos amigos, com a falta de sua família, com o amor não correspondido de Wray, e tudo isso veio à tona agora em seu fim.

Ele nunca tinha sido verdadeiramente feliz, e esta foi a trágica história de sua vida, onde ele nunca realizou nada que desejasse.

Sentia saudades de Svan, seu fiel amigo e bravo líder. Svan tinha sido o melhor amigo que podia esperar de alguém tão sério e decidido como ele era. Sentia falta até mesmo de Niels, que embora tivesse aquela personalidade insuportável, ainda sim tinha o feito sorrir tantas vezes e não poupava tempo para dar-lhe atenção quando desejava conversar. Até mesmo gostaria de ver o rosto de Alasd novamente, sabia que o cara vivia com uma máscara escondendo o que de verdade ele era, uma personalidade que ninguém conhecia.

De alguma forma ele não conseguiu nenhuma vez culpar Meine por ser amado por Wray. O rostinho daquele elfo pequeno veio-lhe em mente em boas cores, reluzente como se fosse uma espécie de divindade. O que era isso? Por que pensar em Meine dava-lhe certa paz? Talvez isso fosse bom. Ele sentiu falta do escravo albino também. De todos na vila certamente, não importa se fossem seus irmãos Berserkers ou simples escravos.

Não curaria. Sentia que estava corrompido, nem mesmo seus genes berserkers seriam suficientes para tentar curar como de costume. Estava profundamente ferido, aqueles homens realmente souberam dar-lhe um fim da forma que queriam.

Mas ele iria morrer com honra, não disse nem mesmo o pouco que sabia. Ele não disse, não é? Foram tantas lamúrias em meio aos gritos de horror conforme fora torturado, que ele não podia ter certeza sobre isso, mas ele fez... Tudo o que podia para não dizer nada.

– Olhe, Mona! — Alguém gritou do alto. Skylar deduziu que aquelas vozes seriam uma coisa da sua mente, não era possível.

– O que foi Snauzer? Não podemos demorar... — A voz envelhecida e feminina sussurrou ao longe, foi quando a mesma gritou horrivelmente e Skylar teve certeza que a mesma caiu para trás com o choque.

Humanos. Mais humanos!

Skylar começou a entrar em pânico, ele precisava fugir... Mas como?! Ele não conseguia nem mesmo mover suas mãos. Era só o que lhe faltava... Ele não estava indo morrer hoje. Ainda.

– Eca, será que está morto? Parece que ainda está sangrando. — O homem humano perguntou à senhora.

Queria poder abrir os olhos e ver a qual distância eles estavam. Como eles se pareciam. Não era como se essas pessoas fossem torturá-lo também... Mas, e se eles estivessem em busca de Phaeleh também e resolvessem sequestrá-lo para conseguir informações? Era bem capaz.

Por um tempo ele apenas ouviu ruidos se aproximando, mas as vozes cessaram. Se sobressaltou quando algo tocou em sua pele e se afastou. As pessoas estam ali, em torno dele. Imaginava que houvesse somente duas, quando a voz de uma terceira pessoa se fez presente.

– Sinto cheiro de Berserker... Ele está vivo, mas tão ferido que não consegue se curar fora de sua comunidade. Vamos levá-lo? — A voz era gentil e macia, diria que era quase feminina, mas não, aquele era um homem falando.

No momento em que sentiu ser movido, as pessoas tentando carregá-lo, foi então que sua mente se apagou com as fingadas de dor em seus ossos quebrados.

A próxima coisa que ele soube, era que estava balançando muito. Seu corpo antes já era um fosso de dor, agora tudo lhe voltava três vezes pior, e seu estômago protestou nauseado, mas sabia que nada tinha para vomitar, o que já havia feito durante a tortura, permanecendo dias sem comer ou beber nada. Ele não podia falar, a única coisa que podia fazer era grunhir como um cão.

Sabia, pelos galopes, que ele estava sendo levado sobre um cavalo, para onde ele não fazia a mínima ideia. Há muito tempo já havia perdido a noção de tempo e de localização, fugir seria impossível.

Simplesmente deixou ser levado.

Sua mente apagou-se novamente em outro desmaio. Da próxima vez em que sua mente deu um sinal, ele conseguiu mover as pálpebras. Conseguiu abrí-las tão lentamente, o que nunca antes havia sido uma tarefa tão difícil, abrir os olhos. Seu corpo queria se apagar novamente, mas Skylar lutou para tentar exergar ao menos um pouco. Tudo estava borrado, embaçado e desfocado, e demorou interminavelmente até que finalmente ele conseguiu compreender que aquilo lá em cima era um teto.

Vigas de madeira cortavam de um lado para o outro e se prendiam umas nas outras com o colmo sobressaindo, dando-lhe a ideia de que já era hora de trocar há muito tempo antes do inverno. As casas daquela região costumamente tinham seus tetos trançados em colmo, e o normal era que fossem trocados de tempos em tempos. Este era antigo demais e precisa urgentemente de uma reforma.

Para estar pensando tudo isso, ele realmente deve ter tido uma pequena melhora.

Skylar esforçou sua cabeça e conseguiu olhar para o lado. Seus lábios inchados e feridos tentaram mover-se, secos. Sua boca ardia com sede, ele precisava tanto beber água, mas sabia que estava desidratado e não conseguiria ingerir nada porque seu estômago provavelmente não iria aceitar.

Conseguindo focar ao menos um pouco, ele estava em uma cabana. Uma senhora veio preocupada para próximo de onde estava.

Aquilo era uma cama debaixo dele? Por isso talvez ele sentia uma pequena melhora.

– Está doendo muito? Nós vamos cuidar de você... Espero que depois que melhorar, não queira nos comer no jantar. Somos apenas humanos humildes, e pelos deuses, apenas ajudamos os que precisam. — Era uma senhora gentil, pensou Skylar. — Seja forte! Você vai melhorar, foi isso o que o senhor elfo mágico nos disse, que ele pode curar você.

Ela disse "elfo"? Os elfos não se misturavam com humanos.

Skylar notou um rapaz elegante se aproximar. Era ruivo, mas não no mesmo tom de Skylar, tinha orelhas pontudas e olhos dourados. Sua pele era pálida e ele tinha um semblante gentil, uma feição um tanto infantil para um homem.

– Pronto, senhora Mona. Eu trouxe a água quente, toalhas e o que precisará para as feridas. — Ele entregou uma bacia e um conjunto de coisas que Skylar não conseguira identificar. Em seguida, o homem aproximou de seu rosto, analisou os seus olhos e então deu-lhe um sorriso encantador.

Skylar observou o jovem elfo a retirar algumas coisas do armário, ele não soube porque tantas coisas ou para que elas serviam, mas não demorou muito para que entendesse. A senhora passou a cuidar de suas feridas, enfaixando os seus dedos sangrando, os cortes profundos em seus braços e tórax. Ele iria precisar ser cuidado também em suas costas, sabia que estava queimada por tantas chibatadas que levou.

Enquanto a senhora o limpava e enfaixava, o elfo colocava-lhe talas em seus ossos quebrados e as amarrava firmemente. A dor era tremenda, e Skylar sentiu-se desmaiar uma porção de vezes enquanto a dupla trabalhou nele por horas e horas. No fim do dia, Skylar não estava se sentindo melhor, suas costas ainda ardiam, mas devido as ataduras e as talas bem postas, ele não podia ser movido com facilidade. Pelo menos, achava-se mais limpo, e não tinha aquele sentimento de morte. No entanto ainda estava tão triste.

O que os deuses queriam provar para ele ou fazê-lo provar? Simplesmente colocá-lo à beira da morte da pior forma possível, para então dar a ele de novo uma vida? Se é que ele realmente teria a chance de ter uma.

Ele precisava viver! Ele tinha de viver... Por Wray e por ninguém mais. Esta era a sua única motivação.

–*-*-

Naquela noite, Meine teve um sonho estranho.

Foi um tanto surreal. Ele vestia roupas que não estava habituado a usar, uma túnica branca, onde da metade para cima era transparente, enquanto a mesma chegava a atingir o meio das coxas. Calçava botas bonitas, prateadas. E em seu cabelo, estava um enfeite que ele não soube especificar o nome daquilo. Usava acessórios tão brilhantes e refinados, que ele nunca imaginou ter ou alguma vez cobiçar joias assim.

E o local onde se encontrava não era nada mais do que em meio a floresta de Saranmir. Aquela conhecida floresta que adornava o clã dos Berserkers, de Ulfhednar, dos elfos das sombras e dos elfos de luz.

Meine sentiu medo por estar sozinho, mas era dia em seu sonho, a luz que provinha das brechas entre as copas das árvores, de alguma forma era reconfortante, assim como a brisa refrescante e o cantigo dos pássaros naturais daquela região.

Farejou o ar, agraciado com o cheiro de terra fresca e muita vegetação úmida. Ele gostava de natureza, ele amava os animais. Simplesmente passeou, ciente de que aquilo era um sonho, e em sonhos sempre haveria mais para acontecer, e era isso o que ele temia.

Meine recolheu uma joaninha em seu dedo e riu quando a mesma abriu suas asinhas e saiu voando. Alguns pássaros pequeninos pousaram em seus ombros, o que fez os olhos de Meine brilhar, assim como seus lábios formarem um "oh". Um beija flor ficou rente aos seus olhos, e cervos apareceram ao longe lhe observando.

Adorava os animais, queria tanto abraçá-los!

– Você está desfrutando?

Aquela voz veio com uma fisgada de emoção ao peito de Meine. Se virou deparando-se com Wray, tão belo como nunca antes tinha visto. Seu amigo não mostrava o seu lado de um bravo arqueiro, ele se vestia como Meine, e embora tivesse muitas diferenças entre aparência e estatura um com o outro, Wray parecia sensível e tão bonito.

Estava vestido igualmente como Meine, com uma bata, mas também usava calças por debaixo, botas baixas e prateadas, além de uma série de jóias de ouro branco. Seus cabelos estavam soltos, lisos e balançavam ao vento. Meine se sentiu hipnotizado por sua beleza e ao mesmo tempo lhe doeu tão profundamente por ver seu amigo ali logo a sua frente, estando ciente de que aquilo não era verdadeiro, mas apenas ilusões da sua mente.

– Este lugar é muito bonito, Wray. — Meine lhe respondeu depois de algum tempo. Wray cantarolava enquanto se aproximava lentamente. Não conseguia deixar de admirar sua beleza, segurou suas lágrimas que já estavam à borda.

– Eu gosto desse lugar, Meine, por que... É aqui onde eu vivo agora.

Meine notou que a voz de Wray foi ficando baixa e cada vez mais suave, até que percebeu que seu amigo estava tornando-se transparente, como se magia o envolvesse e o levasse para longe. Tentou agarrá-lo, mas Wray apenas riu de uma forma inocente até que a brisa o levou como uma luz branca para o alto.

Seus olhos ficaram por onde ele tinha sido levado e então quando olhou para baixo novamente, lá estava o túmulo de Wray.

...

Aquela era a sepultura de Wray.

Uma grande placa de pedra grossa, com uma cruz talhada sobre ela e o símbolo dos Berserkers.

Meine caiu de joelhos, seus olhos se fecharam, recusando-se a ver aquilo, a aceitar aquela imagem, aceitar que aquele pesadelo se tornasse real. Não queria, não podia, não tinha como! Ele não deixaria, jamais deixaria que aquela maldição se tornasse real!

Suas mãos arrancaram loucamente a grama debaixo dele, com ódio, raiva de sua própria mente por dar-lhe sonhos como este. Até mesmo maldisse aos deuses por fazer-lhe ser submetido a tal dor.

As lágrimas foram impossíveis de se conter, tanto quanto os soluços ou seus próprios gemidos pelo sofrimento em seu coração. Nada parecia ser mais terrível do que a dor de uma morte.

Com um sopro de ar sufocante, Meine voltou para a realidade. Nem mesmo tinha notado o qual alto ele gritou, ou o fato de que tinha estado dormindo ao lado de Wray na cama. Seu amigo ainda estava da mesma forma, nada tinha mudado. Ele não estava morto, mas nem vivo. Apenas... Dormindo por um longo tempo.

A porta abriu-se em um estrondo e Svan entrou com um desespero alarmado, assim como Skoll estava logo atrás dele, ambos entraram no quarto olhando para cada canto a procura de um intruso.

Meine enfiou o travesseiro em seu rosto, abafando os seus soluços. Sentiu a cama descer quando Svan sentou-se à beira. Era uma cama de solteiro, mas como Meine era pequeno, não tinha qualquer dificuldade em dividi-la com Wray.

– Meine... — Ouviu a voz de barítono de Svan chamá-lo delicadamente.

Odiava ter que chorar assim, como se fosse um bebê. Já não bastava ser tão inútil e ainda tinha que se humilhar sempre dessa forma, demonstrando como fraco ele era.

– Van... — Chorou ainda mais e não ousou afastar o travesseiro de face. Não, ele resolveu se virar de bruços e enterrar-se totalmente no colchão.

– Não há nada, Svan. — Skoll murmurou. — Eu... Eu vou continuar cuidando de Aricin. Fique com ele.

– O curandeiro deve estar terminando o seu trabalho. — Svan comentou. — Mas fique de olho, talvez seja melhor colocá-lo sobre o tapete, deve ser mais confortável, com um osso fraturado.

Skoll deve ter assentido e em seguida deixou o quarto.

O silêncio se prolongou apenas seguido pelos soluços de Meine, até que se sentindo mais tranquilo depois daquele susto tremendo em um pesadelo, sentiu uma mão grande e grossa sobre sua cabeça, acariciando suavemente suas madeixas. Apenas deixou-se levar pelo carinho, até que a voz de Svan cortou seus devaneios.

– Foi outro de seus pesadelos?

– Hum.

– Diga-me sobre ele. — Svan pediu.

Meine se endireitou na cama e sentou-se, enxugando seus olhos. Svan ofereceu-lhe um lencinho, o que aceitou e soou o seu nariz longamente.

– Eu... Sonhei com Wray.

Os olhos de Svan estudavam-no e toda a sua atenção era voltada a Meine. Nunca antes alguém lhe tinha dado tanta atenção em sua vida, como se realmente fosse importante qualquer coisa que dissesse.

– O que você sonhou com ele?

Meine olhou em suas mãos, não suportando ter de olhar diretamente nos olhos de Svan e expor suas próprias lágrimas vergonhosas.

– Wray tinha se tornado um fantasma da floresta e... Eu estava vendo o seu túmulo. — Suas mãos se fecharam em punhos, revoltado. — Por que eu tenho que sonhar essas coisas?! — Olhou com tanta raiva para Svan, mas sob o olhar triste do Berserker, Meine desistiu e voltou a chorar, tentando contar, porém chorava tanto que sua voz saía em lamúrias e palavras desconexas.

Svan o abraçou fortemente contra o peito, em sua forma quente e amorosa que somente ele fazia, e da forma que somente Meine gostava. Seu grandalhão não chorava, mas ele também estava triste, podia sentir a dor e a revolta esvaindo-se de seu peito musculoso.

– Eu não quero perdê-lo Van... Não quero que Wray morra! Ele é meu melhor amigo!

As mãos de Svan subiam e desciam pelas costas de Meine.

– Eu também não quero perde-lo. Wray é muito importante para mim também. — Svan afastou-se apenas um pouco para poder olhar nos olhos de Meine. — Escute uma coisa, sabia que a pessoa mais forte de toda a aldeia é Wray?

Os olhos de Meine cresceram amplos.

– Mas não é você o mais forte?

Svan sorriu.

– Todos pensam, alguns tem certeza de que eu sou o mais forte, e Niels, meu irmão, o segundo mais forte. Porém todos estão errados, e eu sou o único que sabe disso. A força de Wray é muito maior do que a minha, do que a de Niels ou qualquer outro guerreiro neste vilarejo. E isso mesmo estando doente, imagine se ele estivesse bem.

Meine sentiu Svan usar o lencinho nele novamente, nem havia notado que seu nariz tinha voltado a escorrer.

– É sério o que está me contando Van?

Svan assentiu com olhos gentis e levou uma mão em concha contra a bochecha de Meine, deixando seus dedos acariciarem lentamente a pele macia do elfo. O olhar de ambos se encontraram com um sentimento quente e reconfortante. Meine voltou a abraçar seu Berserker tão apertado e sentiu Svan o corresponder.

Svan deixou Meine dormindo depois de o consolar por horas. Não era como se seu elfo albino realmente dormiria depois de um pesadelo daqueles, mas sabia que Meine estaria cuidando muito bem de Wray.

Eram tantas preocupações. Estava tentando entender como todos os problemas resolveram se rebelar todos ao mesmo tempo lhe deixando à beira dos nervos. Svan estava tentando o seu melhor em fazer tudo o que precisava ser feito e calcular soluções para o vilarejo.

Ele com certeza era um péssimo líder. Não importa o que fizesse, nunca seria o bastante.

Continua...

Notas finais
Miky: Espero que tenha gostado ♥ Em breve tem mais! Mil beijinhos ♥