Notas iniciais
Desculpa, desculpa realmente a minha demora. Eu tó meio perdida com algumas coisas, mas não queria demora muito.
Terminei esse capitulo agora, e tó postando ele rápido por causa de uma condenada chamada Fernanda que não para de me enche o saco dizendo que precisa ver essa FIC, então eu tive que posta-la de qualquer jeito. Então em perdoem qualquer tipo de erro de ortografia, e o próximo capitulo eu vou teta ao máximo adianta ainda hoje pra que eu possa posta o mais rápido que eu posso....

Pov. Justin

Já era tarde e nada da Cattleya. Eu estava preocupado e ao mesmo tempo super irritado, por que eu confiei no Chaz e se alguma coisa acontecesse eu o mataria, ou melhor, eu esquartejava ele.

- Ryan. – O chamei pela milésima vez. – Algum sinal deles? – Perguntei irritadiço e não era pra menos, tinha quase 15 horas que eles saíram e não chegaram mais.

- Não Bieber. – Pronunciou Ryan e logo em seguida ouvimos o meu celular toca.

Sair às pressas a procura do mesmo que estava sobre o sofá do meu escritório. Olhei para o visou vendo que era uma ligação não identificada.

- Alo. – Disse rude.

- “Olá Bieber como esta?” – Perguntou uma voz meio distorcida. Virei rapidamente olhando pra Ryan sabendo que ele iria me entende.

- Quem esta falando? – Perguntei irritadiço.

-”Alguém que esta com a vadia da sua mulher”. – A voz distorcida soltou um riso.

Naquele momento só minha vinha uma pessoa na cabeça, outra pessoa não faria isso. Aquele infeliz iria me paga caro.

- Fred? – Pronunciei seu nome. – Será que tu é tão marica que me liga com a voz dessa forma. – Disse rude e sarcástico.

-“Ah Bieber como você é ingênuo, lembre-se que você não só tem ele de inimigo.“ – Ele soltou uma leva risada. – “Escuta só, sua mulher é tão gostosa. E seu amigo tem um potencia incrível, ele entrava e sai dela com tanta firmeza e força que eu te juro ele com certeza estava gostando de possui à mulher do poderoso Bieber.” – Estremeci ao ouvi aquelas coisas.

- COMO É QUE É? – Estava irritado e não sabia se poderia confia nessa pessoa. – VOCE NÃO SABE DE NADA SEU DESGRAÇADO, NÃO PERGA SEU TEMPO TENTADO ME ATIGI. – Fui interrompido bruscamente.

- “CALA SUA BOCA BIEBER. VOU FAZER TUDO EM DOBRO, TUDO QUE VOCE ME FEZ PASSA. PRCIPALMENTE A SUA MULHERZINHA DE QUINTA QUE SE ACHA MELHOR QUE EU. “ – O cara suspirou. – “Não se preocupe Bieber loco, loco ela estará ai. E você vera se estarei ou não falando a verdade.” – A mesma pessoa ficou muda no telefone.

- ALÓ, ALÓ. – Gritei desesperado. – MERDA. – Joguei o celular que estava em minhas mãos em direção à parede vendo o mesmo se despedaça.

Vi que Ryan olhava pra mim confuso querendo saber o que estava havendo comigo, mas antes mesmo de responde algo a ele um dos meus caras apareceu no meu escritório dizendo que Cattleya e Chaz havia chegando.

Eu claro sai às pressas tropeçando em tudo em minha frente, ao chega à sala vejo uma cena deplorável.

- Que merda é essa? – Eu sussurrei meio que me perguntando o que estava havendo ali.

Cattleya estava completamente suja assim como Chaz, que a olhava com pena. Já Cattleya chorava e se contorcia acho que de dor. Chaz assim que me viu na sala me olhou com medo, não sei exatamente o que havia acontecido, mas aquilo me deu uma raiva muito grande que avancei no Chaz.

- O QUE VOCE FEZ COM ELA GARAIO. — Gritei desesperado.

- Eu fui obrigado Bieber, eu juro. Eu fui obrigado. – Eu já poderia imagina o que havia acontecido.

Com muita raiva comecei a soca a cara do Chaz, sem pensa muito no que estava fazendo. Assim que o vi no chão comecei a da uma seção de chutes nele.

Senti alguém me puxa me impedido de termina o que estava fazendo.

- Me solta merda. – Falei mais baixo. – QUER MERDA TU FEZ COM ELA?- Perguntei novamente para ter certeza do que havia acontecido, mas não recebi nenhuma resposta afinal Chaz já coloca borbulho de sangue pela boca impedido o mesmo a pronuncia se quer alguma palavra.

Fiquei um tempo fitando ele agonizando no chão enquanto dava para ouvi o choro insensível de Cattleya sobre a sala, aquela também estava me irritado.

- Você tocou nela? – Perguntei mais calma. – RESPONDE. – Gritei assim que o vi me fitando.

- Eu não queria. – Ele pronunciou enquanto começava a solta algumas lagrimas. – Eu juro que não queria. – Ele foi interrompido por Cattleya.

- Você queria sim. – Ela falou em um fio de voz chamando a atenção de todos daquela sala. – VOCE TINHA OUTRA OPIÇÃO, VOCE PODERIA TER ESCOLHIDO A OUTRA. – Ela gritava enquanto chorava desesperadamente.

- Leve ele daqui Ryan. Coloquei-o dentro do porão. – Disse rude, enquanto via o mesmo implorando para não fazer isso.

Ryan o arrastava, pela sala sem dizer se quer uma palavra. Chaz olhou pra Cattleya uns grandes segundos e logo em seguida saindo literalmente da sala.

Fiquei parado pro alguns segundo sem saber o que realmente fazer para onde ir, estava confuso e muito irritado eu poderia mata uma a um nessa casa. O desgraçado que me fez isso vai me paga muito caro.

- O que aconteceu? – Perguntei sem olha pra ela, confesso que estava... Com nojo dela.

- Fomos. – Ela gaguejou um pouco. – Fomos levados para um lugar estranho. – Ela parou por longos segundos.

- Continua. – Pedi andando de um lado para o outro.

- Ficamos em uma casa, toda suja por umas 4 horas, não sei direito. – Ela choramingou. – Entrou um cara que eu não sei exatamente quem era, por que estava com o rosto coberto. – Ela abaixou a cabeça parecendo lembra-se de algo. – O mesmo. – Vi que ela começou a chora mais do que já estava. – Ele pediu que Chaz me abusasse. Que ele tinha duas opções. – Revelou.

- E quais eram? – Perguntei.

- Ele poderia me usa o quanto queria ou poderia ficarmos preso lá até que o Chaz resolvesse se iria ou não... – Ela não terminou a frase logo em seguida começou a chora desesperadamente.

Passei minhas mãos sobre meus cabelos bagunçando os mesmo. Eu não sabia o que fazer. Eu estava com nojo dela por mais que gostasse dela eu não consiga nem a olha direito.

POV. Cattleya.

As lembras daquele lugar sempre vinha em minha cabeça, cada vez me machucado mais do que já estava. Eu não estava só ferida por fora, estava ferida por dentro também.

Eu via nos olhos de Chaz, vendo o quanto ele estava gostando daquela situação. Ele fazia o ato sem pudor, como se não pensasse no amanha. Ele chegou ao ponto de goza dentro de mim. Eu estava com nojo de me mesma.

Parei um pouco de chora, ou melhor, me controlei mais. E comecei a fita Justin que estava logo atrás de mim. Levantei-me indo a sua direção. Minhas pernas doíam, assim como a minha intimidade. Na verdade tudo em me doía, logo depois do estrupo eu levei uma surra de uma mulher que me parecia conhecida.

Cheguei perto dele, encostando minhas mãos em suas costas. Assim que ele sentiu meu toque virou ficando de frente pra mim. Naquele momento esperei que ele me abrasasse ou que me dissesse que tudo ia fica bem, assim como ele fazia quando éramos pequenos. Mas tudo aconteceu ao contraio, ele me olhou com nojo com repunição e para completa me empurrou levemente para longe do seu corpo. Aquilo me doeu por inteiro, foi decepcionante ver o quanto ele não me queria por perto, pior o quanto ele sentia nojo do meu corpo.

- Justin. – Sussurrei enquanto chorava em silencio. – Por favor, não faz isso. – Pedi, ou melhor, implorei para que ele não fizesse aquilo, eu precisava dele mais do que tudo, para me conforta e pra mim dizer que tudo vai fica bem.

- Eu não posso. – Eu jurava que não queria ouvi aquilo da sua boca. – Eu não consigo, não da pra mim. – Vi que ele engolia cada palavra a seco, parecia doer tanto quanto esta doendo em mim. – Eu estou com nojo de você. – Ele foi curto e grosso, pior ele não parecia acredita em mim. Eu tinha quase certeza disso, o jeito que ele me olhava o jeito que estava falando comigo.

- Você. – Gaguejei. – Acredita em mim? – Perguntei o que eu tinha quase certeza disso

Ele se contorceu diante de mim. Olhava-me e logo em seguida desviava seu olha do meu e isso começava a mim irritada.

- Não. – Ele foi curto e grosso comigo, na verdade realista o suficiente pra eu me sentia mais ainda um lixo, uma impotente. – Não acredito em você, aposto que gosto assim como Chaz estava gostando. – Completou para minha infelicidade. – Eu poderia imagina qualquer coisa, mas não que você poderia ter me traído dessa forma. – Eu o olhei estranho, sem entende o que ele tinha acabado de fala.

- O que? – Perguntei confusa. – Cara eu fui estuprada. – Completei. – ABUSADA, EU FUI POSUIDA SEM MINHA PERMISSÃO, E VOCE ACHA QUE EU TE TRAI. – Gritei desesperada.

- CALA A BOCA. – Ele gritou da mesma forma que eu. Ele estava vermelho e parecia realmente irritado. — Cala boca que eu não quero nem ouvi sua voz, eu estou com nojo de você. – Confessou. – Vai para algum dos quarto de hospedes e vai toma um banho, por que você esta fedendo. – Assim que ele terminou de fala aquela pequenas palavras que me doeu mais do que tudo na minha vinda, ele sai da minha frente indo não sei para onde e eu me joguei no chão, chorando novamente em desespero, literalmente minha vinda estava desmoronando e ele nem imagina o que eu tinha dentro do meu ventre.

Eu não fiquei muito tempo na sala, não queria que ele voltasse e eu estivesse ali, não queria ser novamente humilhada por ele. Fui para o quarto onde estava eu e ele dormindo, sabia que não existia mais um nós, sabia também que meu bebe só teria a me no momento que não me queria mais no seu quarto. Eu o que me mata completamente é em saber que ele não confiou em mim, que não acredita nas minhas palavras. Agora eu só poderia tenta concerta a minha vida, eu não poderia continua ali, se não ele vai acaba com minha vida e eu não queria isso. Eu teria que da um jeito de sai daquele lugar o quanto antes.

No quarto, eu pequei uma roupa e fui toma banho naquele quarto mesmo, eu estava com medo de que ele pudesse entra pela aquela porta e dissesse que eu também não poderia toma banho naquele banheiro. Eu tentei a todo custo não demora muito no banho, mas era quase impossível, tinha manchas de machucados por todo lado e o pior as manchas da poeira que tinha naquele chão daquela casa onde eu estava, existia em não sai do meu corpo. Eu esfregava com tanta força e talvez com muita raiva, doía muito, mas quanto mais eu esfregava eu sentia que era como se tudo tivesse saindo pelo ralo junto com a sujeira do meu corpo.

Depois do banho, eu troquei de roupa e a que eu estava vestida fiz questão de joga no lixo, eu queria descarta qualquer lembrança que dessa noite. Sai do banheiro e ainda me sentia com medo, mas por sorte ele ainda não se encontrava no quarto. Arrumei toda minha roupa na bolsa grande que eu encontrei no fundo do closet. Eu jogava tudo com pressa, mas para o meu azar nada daquela pressa adiantou, ele entrou no quarto bem no momento em que eu estava quase terminando de coloca tudo na bolsa.

- O que esta fazendo aqui ainda? – Ele estava mais rude, mas grosso, não me tratava com mais carinho e aquilo me fez fica tonta. Eu não me deixei leva pelas reações que meu corpo estava tendo com as palavras que ele dirigia a mim, eu continue arrumando e não demorou muito pra coloca a ultima peça na bolsa.

- Justin. – O chamei.

Ele olhou para mim de uma forma sádica parecia querer me fazer sumir, mas se ele tivesse o pode com certeza ele já teria me feito evapora.

- O que quer vadia? – Aquela palavra doeu no meu subi consciente, doeu por meu corpo todo, doeu em minha alma e meu coração se machucava cada vez mais.

- Você vai se arrepende amargamente do que esta fazendo comigo. – Eu suspirei assim que vi esboça um sorriso irônico em seus lábios. – Talvez não se arrependa disso, mas vai se senti muito culpado. – Ele continuava a me olhar daquela forma, mas eu não me deixei abalar só dei-lhe as costas saindo do quarto que antes era nosso e que agora será somente dele.

No quarto de hóspedes que agora será meu, eu me deitei na cama refleti sobre tudo. Sobe Chaz, sobre Justin, sobre meu bebe, sobre tudo. Eu não sabia exatamente o que fazer da minha vida, mas eu sabia que de alguma forma eu teria que sai desse mundo, eu teria que da um basta nisso. Eu acho que só continue nisso tudo por causa dele, agora eu não tenho mais ele, agora só sou eu e minha filha ou até mesmo meu filho.

Eu cai no sono que eu nem senti, só vi acorda no outro dia com tia Pattie me sacolejando na cama. Eu a olhei a assustada e ela me parecia preocupada.

- O que foi? – Sentei na cama depressa e me senti tonta, mas logo passou.

- O que houve ontem? – Perguntou confusa. – Por que Justin está parecendo um robô e nem falou comigo direito? O que houve com vocês dois? – Ela perguntava tudo rápido de mais, e eu pedi calma cada vez que eu ouvi mais uma pergunta vindo dela.

- Calma tia, eu vou te explica. – Eu comecei a conta algumas coisas, na verdade eu lhe contei tudo, eu acho que precisava desabafa com alguém, nem que fosse um pouquinho e Pattie seria a pessoa ideia para isso.

- Mas você descobriu o que você tem? E o Chaz onde ele esta? Será que o Justin fez algo com ele, por que ele... Ele te? – Ela nem consegui termina, ela parecia triste, parecia que conhecia Chaz e que o tratava como filho, mas eu acho que para ele era tarde de mais.

- Pattie eu não vou menti para você, mas eu nem quero sabe onde o Chaz esta, o que ele fez comigo não se faz com ninguém, eu nunca vou o perdoa pelo o que fez. – Disse subitamente e eu não poderia menti, não para ela. – E além do mais eu acho que o Justin já deve ter feito algo que eu queria muito fazer. Agora eu só preciso sai daqui. – Vi que Pattie arregalou os olhos.

- Por quê? Você sabe que não vai consegui sai daqui, só se você estive morta! – Protestou.

- Pattie eu tenho que da um jeito, eu preciso dar. Agora mais do que nunca se eu não sai ele pode me mata, ou me vende para aqueles caras. – Eu literalmente estava perdida, eu não poderia continua ali e eu sabia disso.

- Mas... Mas como você vai fazer isso. – Ela franziu a testa.

- Pattie eu tó gravida. – Pattie colocou suas duas mãos sobre a boca e arregalou os olhos novamente. – O medico falou que eu tó gravida de um mês e que precisava ter bastante cuidado com minha gestação, preciso fazer exames ver como ele esta se tem saúde. – Explique a ela. – Por isso eu tenho que ir embora, eu preciso cuida do meu filho. – Ela me interrompeu.

- O Justin é o pai? – Afirmei com minha cabeça. – Então ele precisa sabe, ele é o pai ele sempre quis ter um filho. – Eu a interrompi.

- Pattie não da, o Justin não me quer mais ele me tratou como lixo. Eu não quero da esse gostinho a ele, n]ao quero da algo que ele sempre quis ter, e além do mais ele. – Passei a mão no meu ventre. – É a única coisa que eu tenho no momento. – Eu dei uma pausa e respirei fundo. – Pattie eu preciso da sua ajuda, preciso sai daqui pra que eu posso cuida do meu filho o mais rápido, preciso sabe como ele esta e se tem saúde. – Ela abaixou a cabeça e precisa confusa. – Por favor. – Sussurrei.

Ela parecia preocupada, parecia me entende mais ainda preocupada. Pattie era minha única saída, eu não poderia confia em mais ninguém além dela, eu não poderia pedi ajuda além da dela, somente ela pra me tira daqui.

- Eu posso te ajuda. – Vibrei. – Mas não agora, tem muita coisa acontecendo e o foco tá todo em você, temos que espera um pouco a poeira abaixa. Eu vou pensa em algo, por enquanto a gente da um jeito para ver como o meu neto esta. – Ela sorriu e eu não pude deixa de correspondê-la, ela parecia feliz com o neto quer iria ganha, era uma pena eu ter que separa ambos com certeza ela seria uma ótima avó. — A gente da um jeito de sai daqui e ir ao medico, ver como ele esta fazer ultrassom, essa coisa sabe. – Ela passou as mãos no rosto. – Depois que o foco sai de você, dessa situação toda abaixa eu ajudo você a sai daqui. – Eu sorri alegremente.

- Obrigada, obrigada, obrigada Pattie. Serio muito obrigada você nem imagina o quanto esta me fazendo feliz. – Suspirei feliz. – Eu agora posso cria meu filho longe disso tudo. – Ela suspirou e sorriu para mim. – Desculpa por tira seu primeiro neto de perto de você, é que realmente eu não posso fica aqui.

- Não tudo bem, eu te entendo, eu do um jeito de ir te vista. Ah depois pensamentos nisso, agora vem vamos come alguma coisa, não pode fica com fome tem que cuida do meu neto. – Sorrimos.

Continua....

Notas finais
Bom era pra posta um capitulo bem maior que esse, mas como disse lá em cima Fernanda não me deixou em paz e eu tinha que posta de qualquer jeito se não ela me bateria através pelo MSN ushauhs. Mas enfim espero que gostem e por favor não liguem pelos erros de ortografia, e me desculpa pela demora!