Perigoso

33 Espancamento!


Notas iniciais
Tentei o máximo possível não demora para posta esse capitulo. Eu estava tendo alguns problemas pra fazer o capitulo, por que eu nem consegui para em casa essa semana, mas pelo menos eu pude fazer um capitulo grande para vocês, e espero realmente que gostem!

POV. Cattleya.

Depois de Pattie me obriga a levanta da cama, isso acabou se tornando uma obrigação e eu tive que ir toma banho. As roupas que estavam na mala eu nem vou tira-la eu não tinha muita paciência naquela manha e acho que por causa disso eu peguei qualquer roupa e fui para o banheiro tomando o banho mais rápido da minha vida.

Enquanto descia as escadas percebi que a casa estava em um silencio tremendo, mas ao longo que eu ia me aproximando da cozinha poderia se ouvi algumas conversas ou até mesmo cochichos. Assustei-me um pouco quando vi que o Justin ainda estava em casa, e pior, ele estava na cozinha conversando/discutindo com sua mãe.

- Bom dia. – Essas palavras quase não saíram da minha boca, foi subitamente e acho que eu falei por pura educação.

Justin me olhou da mesma forma que me olhou na sala, com nojo. Ele nem imaginava o que eu estava guardando dentro de mim, algo que ele sempre quis ter, sempre viveu dizendo que queria ter um filho, que queria ter alguém que pudesse se orgulha dele. Se depender de mim, o meu filho nunca vai saber quem é seu pai, nunca vai saber o que ele faz. Depois do que eu ouvi saindo da sua boca me fez repensa o que realmente eu estava fazendo da minha vida.

- O que esta fazendo aqui? — Perguntou alto e rude, eu não esperava que ele fosse fala daquela forma. – Não quero você aqui, volte para o quarto! – Ele se pôs em pé e venho em minha direção.

Eu não havia entendido direito aquelas ultimas palavras dele, parecia até que ele não me queria por perto ou até mesmo me prender dentro da própria casa dele. Assim que vi vindo em minha direção eu dei alguns passos para traz, eu fiquei com medo, na verdade eu tinha medo de tudo que pudesse prejudica a vida do meu bebe.

- Justin. – Pattie o chamou, mas ele não a deu atenção. Ele parecia com raiva, parecia querer me mata somente com seu olhar. – JUSTIN CHEGA MAIS PERTO DELA E EU ACABO COM VOCE. – Pattie gritou e eu me assustei, senti uma pontada na minha barriga e eu gemi. – Droga. – Eu escutei a voz de Pattie, pude ainda a ver dando um empurram tão grande em Justin que ele se afastou dando alguns passos para traz. – Cattleya você tá sentindo o que, fala? – Pediu.

- Não é nada de mais, eu só tó com um pouco de dores, não tem problema. – Suspirei sentindo a dor indo embora.

- Me desculpa não queria te assusta, eu só queria que o Justin ficasse longe de você. – Eu a interrompi.

- Não tem nada não, já esta passando. – Suspire.

- Mãe. – Ouvi Justin chama, por um momento achei que ele tivesse preocupado comigo. Até parecia pela forma que ele me olhava, mas esse mesmo olhar não durou por muito tempo, ele desviou assim que percebeu que eu estava o olhado. – Vai agora defende essa vadia. – Se pronunciou rude.

Se você me perguntasse agora se isso me afetou eu te diria que não, eu simplesmente não estava ligando para o que ele achava de mim. Acima de tudo que esta acontecendo e da forma que ele esta me tratando, eu me amo, amo mais a me do que a ele, e esse amor ninguém vai destrui-lo.

- Cala a boca garoto, deixa a garota em paz. Chega disso tudo, já estou cansada de ver você a tratando desse jeito. – Pattie se pronunciou mais rude de que o próprio filho.

- Cala a boca você mãe, eu não sou pequeno mais, e eu quero essa vadia bem longe de mim – Percebi que eu poderia seilá, fala de ir embora era uma chance grande, já que ele não me quer por perto.

Ele foi muito petulante com sua própria mãe, e isso pareceu afeta o ego da Pattie, pareceu que doeu muito ouvi aquela palavra do seu filho.

- Eu não acredito que eu tó ouvindo isso. – Ela sussurrou passando as mãos no cabelo enquanto abaixava a cabeça desnorteada.

- Justin. – O chamei mais ele se fez de como se eu não estive ali, falando com ele. – JUSTIN. — Gritei, era a única saída.

- Fala baixo vadia. – Disse nervoso.

- Cala a boca. – Eu disse subitamente e isso o irritou. – Eu quero ir embora, eu vou embora já que você não me quer perto. – Eu fiquei confusa quando vi aquele olhar, olhar de como se tivesse perdido, era muito estranho vendo isso dele nessa circunstancias. – Você não acredita nas minhas palavras, você sente nojo de mim, e não me quer perto de você. A sua única saída é me deixa ir embora, me deixa ir pra onde eu não deveria ter saído. – Olhei pra Pattie que sorriu confiante para mim, e depois voltei a olha para ele.

- Nunca. – Estremeci. – Nunca, você nunca vai sai daqui. E eu tenho outra opção, eu posso te vende, você é bonita, faz sexo gostoso. Todos ficariam logos para compra você e fazer de você um objeto sexual – Senti meus olhos encherem de lagrimas só de peça nessa possibilidade. Eu só queria saber o porquê de tanta frieza dele? E o porquê de não me deixa ir? – Acho que eu vou fazer isso, devo te coloca a venda já que você não me serve mais, já que eu não te quero te fazer de meu objeto. – Eu o olhei raivosa.

- Como é? – Perguntei raivosa. – Você nunca me amou de verdade? – Perguntei novamente.

Ele riu, e me olhou sarcasticamente. O que ele queria de mim? Por que ele estava fazendo isso comigo? E os tempos de criança? E nossa convivência, onde elas foram para? Ele não tem sentimento?

- Você é muito ingênua Cattleya. Você nunca passou de um objeto para mim. – Ele vinha se aproximando cada vez mais. – Você faz gostoso, e eu curto os gemidos que solta quando eu estou entrando e saindo de você. – Ele riu ironicamente.

As lagrimas descia lentamente do meu rosto. Justin realmente não tinha sentimentos, Justin não era mais o meu Justin, era o Justin das drogas, da obsessão por poder.

- E... E as palavras que você dizia? – Gaguejei – Você não... Não sente nada, não pensa no que já passamos. – O soluço não me deixava fala e isso me deixa mais irritando do que já estava.

Os olhos de Justin me dizia uma coisa da qual seu sorriso sarcástico não o acompanhava. Era confuso, mas eu meio que sabia que aquela conversa não me levaria nada, que a parti do momento que ele não acreditou em mim tudo havia acabado.

Eu não precisava sabe de mais nada, a conversa naquele ponto havia acabado para mim, na verdade tudo tinha acabado para mim. Justin não me pertencia mais, nada que ele é hoje me pertencia, eu não fazia parte do seu mudo e nem do seu futuro...

Eu sai da sua frente meio atordoada, sem ao menos saber o que fazer com minha vida. Eu queria poder ir embora, fugi disso tudo, correr para longe o mais possível dele. Mas eu não podia e eu não sabia disso. Meu único refulgiu no momento era o meu quarto, o único que no momento eu me sentia segura, e foi lá que eu me enfiei depois das declarações não ditas pelo Justin.

Deitei-me naquela cama e chorei, chorei como nunca havia chorado em toda minha vida, nem mesmo quando o Chaz abusava de mim. E eu sábia que o causado dessa dor que eu sentia dentro do meu peito era culpa do Justin, o único homem que eu posso dizer que amei por toda minha vida. Saber que de repente eu me tornei um nada para ele, não é algo que me deixa confortável ou feliz, é algo que me deixa com medo, angustiada e triste, principalmente triste.

Enquanto afogava as minhas magoas naquele travesseiro, Pattie que até agora estava na cozinha veio até meu quarto, oferecendo-a me um abandeja com algumas frutas, suco de laranja e algumas tortas, alegando que não queria ver seu querido neto que nem veio ao mudo desnutrido. E eu ri, ela é a única que conseguia me fazer ri.

- Tudo bem Pattie. – Sorrir. – Obrigada tá, acho que eu nunca conseguiria comer no mesmo espaço que ele. – Meu sorriso foi embora mostrando agora para Pattie uma feição triste e preocupada.

- Tudo bem querida. – Ela sorriu. – Estou aqui para ajuda-la no que for preciso. Eu quero que meu neto fique forte e bem, e tira logo essa carinha triste por que tudo que você sente, meu neto sente também. – Eu suspirei e sorri docemente para ela.

Eu comi tudo que ele trousse naquela bandeja, eu realmente estava com fome e futuro Bieber estava mais ainda. Eu e Pattie ficamos conversando, e ela tentava me convencer de conta tudo ao Justin, mas eu não queria, não queria dá esse gostinho a ele.

- Pattie, por favor. – Pedi-a impaciente. – Ele não merece isso, não merece esse bebe. – Protestei. – Ele acabou de me dizer que me usou, que me fez de um lixo e que agora esta sendo descartado sendo jogado fora. Então tecnicamente esse Bebe que ele nem sabe que existe também esta sendo jogado fora por conta do egoísmo dele. – Argumentei.

- Para com isso Catty, você esta parecendo criança. – Pattie parecia nervosa. – Ele só parece... Seilá confuso pelo que aconteceu, ele precisa sabe que tem um filho e principalmente seu filho ou filha precisa sabe que tenho um pai, mesmo que esse pai seja a pior pessoa do mundo ele precisa sabe disso. – Explicou

Eu sabia que Pattie estava certa. Eu não poderia fazer isso com meu filho, não poderia prejudica-lo por futilidade minha. Sabia que meu filho ou filha sentiria falta da presença do pai, de uma presença masculina, mas eu estava com medo, não queria que esse filho me prendesse aqui, eu queria fica livre e que eu pudesse ir embora e cria meu filho longe dele, longe de quem me machuca. Acho que se fossem tempos atrás eu estaria feliz, eu estraria contente em ter um filho do homem que eu amo e que por acaso eu nunca vou deixa de ama.

- Tudo bem Pattie, você venceu. – Ela sorriu e eu suspirei impaciente, confesso que não estava feliz com isso, não estava feliz de fazer algo que pode me manter mais pressa do que eu já estou. – Vou da um jeito de mostra a ele que vai ser pai. Por que se eu for conversa com ele não vai da certa, do jeito que ele anda ele nem vai me ouvi. – Expliquei. Pattie estava pior que lagartixa, balançava a cabeça toda hora e esposava um sorriso nos lábios que até dava gosto de ver, que aproposito aquele sorriso foi esboçado por causa de mim.

Então era isso, eu teria que da a noticia ao Justin de uma forma que eu nem precisasse chega à conversa com ele. Confesso que eu nem sabia como iria chega nesse ponto, mas Pattie me ajudou um pouco. Ela me deu uma ideia que eu gostei muito, mas eu faria somente à noite, por que ele já havia saído e isso não iria ajuda. Era só espera a noite e antes dele sai eu iria ao quarto dele e deixaria um par de sapatinhos dentro da gaveta de cuecas do Justin, e depois sairia sem ser vista.

Depois de ter resolvido tudo com Pattie, dela ter indo compra os sapatinhos azuis para mim, eu fui toma banho por que já era tardezinha eu teria que ir para o quarto dele antes dele chega. O banho foi rápido, só demorei mais do que eu esperava por que eu tive que lava as madeixas, troquei de roupa no banheiro mesmo e deixei meus cabelos soltos que estava enxugando mais rápido do que eu esperava e que também deixava um efeito de cachos na ponta. Sai do banheiro e fui calça uma rasteirinha e assim que sentei na minha cama Pattie entrou no meu quarto.

- Catty – Ela chamou minha atenção e sentou ao meu lado. – O Justin chegou e está no escritório, acho melhor você ir logo antes dele ir para o quarto. – Explicou e eu me pus em pé rápido.

- Tudo bem, vou logo antes que acontece dele ir para o quarto antes da hora – Dizia enquanto sai do meu quarto.

- Te espero aqui. – Escutei Pattie grita de dentro do meu quarto.

A casa estava com bastante silencio, parecia que ninguém estava em casa, pelo menos nessa parte de cima. O quarto do Justin não era tão longe do meu e por isso eu cheguei rápido, antes de entra no mesmo olhei para cada lado e também me certifiquei que ninguém iria subi aquelas escadas que também era bem perto do quarto dele.

O quarto estava bastante bagunçado, parecia que furação tinha passado por lar. Tudo quebrando, algumas coisas e roupas jogadas no chão. Os lenções que havíamos dormindo juntos antes disso tudo acontecer estavam rasgados e também jogados no chão. Eu não entendia por que daquela bagunça, mas tudo indicava que era por causa de tudo que vem acontecendo com nos dois, parecia que ele não estava bem assim como eu.

Parei de observa tudo aquilo e tirei o embrulho que estava em minhas mãos. Fui até o closet e procurei pela gaveta de cuecas que ficava em baixo da minha ântica gaveta de minhas calcinhas e sutiã. Coloquei os minis sapatinhos azuis dentro daquela gaveta e me preparei para sai, mas quando estava de frente para a porta Justin apareceu em minha frente, quando ele me percebeu olhou pra mim confuso. Ele estava estranho, estava com os olhos vermelhos, esfregava o nariz toda hora e parecia irritado comigo sem eu ao menos ter feito nada.

- O que faz aqui? – Perguntou. Eu naquele momento certifiquei que ele realmente estava com raiva de mim, e eu só queria sabe o porquê disso, eu não fiz nada só entrei em um quarto que já foram meu.

- Vi... – Gaguejei. – Eu vi... – Gaguejei novamente e eu sabia que isso estava deixando ele com raiva, por que ele se aproximava cada vez mais de me e eu ia pra trás com medo do que ele poderia fazer comigo.

- RESPONDE GAROTA. – Ele gritou e eu cair sentada na cama, já que eu estava andando de mais para trás e acabei esbarrando na cama. – O QUE VOCE VEIO FAZER AQUI? ESSE QUARTO NÃO É MAIS SEU, EU TE COLOQUEI PARA FORA DAQUI. – Ele puxou meu braço e o apertou fortemente.

- Justin para, me solta eu vou embora. Você esta me machucando. – Essas palavras saíram da minha boca com muita dor. Ele estava me machucando e eu queria ir embora, e nem imagina o quanto eu estou arrependida de ter aceitado vi aqui, eu estou muito arrependida. – ME SOLTA JUSTIN. – ele parecia um mostro, eu pedi, pedia pra que me soltasse mais ele não soltava, só apertava mais e mais forte.

- Cala a boca vadia. – Ele aproximou seu rosto do meu e eu senti sua espiração quente bate em contato com meu rosto. – Eu vou te ensina a nunca mais entra nesse quarto vadia. Vou te ensina a nunca mais menti e deita com um cara que se dizia meu amigo. – Ele dizia entre dentes e eu sentia todo aquele cheiro de álcool bate contra o meu rosto.

- Eu não menti para você, para com isso. Eu não me deitei com Chaz ele me estrupo, ESTRUPOU CARAMBA. – Gritei as ultimas palavras bastante nervosas, eu estava nervosa e sentia que poderia chora a qualquer momento, por que além do nervoso eu estava com medo, muito medo.

- Cala a boca. – Ele disse novamente entre dentes, e ele me olhando daquela forma me dava muito medo. – Eu vou te mostra o que eu faço com as vadias que se acha melhor do que eu. – Ele me jogou na cama e nessa altura eu já chorava rios de lagrimas.

- O que? – Gaguejei. – O que vai fazer? – perguntei enquanto via ele tira aquele cinto grosso que segurava suas calças, além do cinto ser grosso era de couro e eu estava com medo do que ele poderia fazer com aquele cinto.

- Isso. – Ele mal terminou de fala e me bateu fortemente com aquele cinto em minhas pernas.

Eu chorava e pedia para que ele parasse com aquilo, o cinto se batia em minha pele com muita força e poderia ser ver aquelas manchas vermelhas que ficavam em minhas pernas e braços. Eu pedia tanto para que ele parasse com aquilo, e tentava sai. Em um momento que ele soltava aquele cinto em meu corpo, ele parou, parou de me bate, mas esse tempo não durou muito. Ele me olhou raivoso e soltou aquele mesmo cinto ao chão e veio para cima de me com toda fúria. Eu senti o primeiro empaqueto e eu sabia que iria fica roxo, depois do primeiro murro eu já não me sentia no corpo só sabia que ele continuava a me bater por que consegue ver de relance seu rosto, até que eu apaguei de vez, sem senti mais dor, sem chora e sem ver o rosto daquele que eu mais amo na vida.

Continua...

Notas finais
O que acham dessa forma que esta seguindo a FIC?
Bom ela promete muitas coisas de agora em diante, pode se dizer que as coisas vão fica meio loucas para o lado do Justin e agora ele poderá saber o significado do amor verdadeiro, só espero que ele perceba isso logo, antes que tudo acabe.
Enfim, deixem seus reviews, digas são bem vindas. Quanto mais ideias eu tive, mais tempo a FIC durara.