Perigoso
34 Hospital!
Notas iniciais
Bom espero que tenha uma boa leitura!
POV. Cattleya.
É duro saber que você é loucamente apaixonada por uma pessoa e ela só te faz mal, que só te quer como objeto sexual, um chiclete que quando acaba o açúcar ou se cansa de mastiga-lo é jogado no chão. Enquanto você se rasteja aos pés dele, lambe até o chão mais sujo por onde ele passa só para vê-lo sorrindo e bem.
Acordei sentindo meu corpo totalmente pesado e dolorido. Flashes passavam-se pela minha cabeça, meu nariz começou a arder, sinais que estaria prestes a chorar, então abri os meus olhos, mas a luz forte ofuscou fazendo-me assim fecha-los rapidamente. Ouvi barulho de algo sendo arrastado e um som de soluços.
Facilmente deixei-me enganar por aquilo que amo e mais fácil ainda quebrou literalmente minha cara. Deixando vir em meus pensamentos às frases que mamãe me falava “É possível amar e não ser feliz é possível ser feliz e não amar, mas amar é simultaneamente ser feliz, isso seria milagre”. E agora devo adicionar mais frases ao meu diário interno. “Amor por dois nem sempre é legal” ou então “Nunca mergulhe de cabeça em uma ralação já perturbada”
Senti alguém segurar minha mão e fazer carinho. Algumas palavras foram sibiladas por uma voz feminina, mas chegou aos meus ouvidos de forma torta, fazendo assim eu não conseguir identificar o que a mulher havia falado.
Forcei novamente meus olhos só que dessa vez abrindo-os lentamente para mim acostumar com a iluminação forte do local onde me encontrava.
As paredes claras com detalhes verdes. Olhei para quem segurava minha mão e vi Pattie me olhando surpresa. Voltando a olhar para o quarto percebi que ao lado de Pattie uma poltrona e um sofá de lugares verdes musgo exatamente em frente a cama branca onde eu estava, tinha uma televisão de LCD que eu não sabia ao certo de quantas polegadas era, mas era grande e estava passando Bob Esponja. Voltei a olhar para Pattie e ela abriu a boca para fala alguma coisa, mas tratou de não dizer nada. Forcei um pouco a minha voz e perguntei onde estava? Ela respondeu que eu estava em um hospital por conta do ogro do Justin!
- Como se senti? – Perguntou acariciando meu rosto.
Essa era uma pergunta na qual eu mesmo me fazia naquele momento. Como ele pode fazer isso comigo, com a mãe do seu filho.
- Como esta meu Bebê? – Perguntei com a Voz mais firme e com preocupação. – Me diz, ele esta bem? Por favor, diz? – Lagrimas começaram a cair incessantemente. Pattie só me olhava sem dizer nenhuma palavra e era o que estava me deixando mais preocupada.
Eu havia o perdido? Era isso que sua feição estava querendo me dizer?
O “medidor de pulso cardiovascular” começou a fazer barulho alto de “pi, pi” indicando que meu coração havia acelerado. De repente um carinha vestido de branco passou correndo pela porta perguntando o que aconteceu? Enquanto Pattie pedia para mim ficar calma! E eu perguntava para o medico, ou seilá que porra ele era, sobre meu filho? Ele pareceu percebe que eu estava acordada e foi se acalmando e respirou fundo e olhou para mim e para Pattie que parecíamos duas loucas falando ao mesmo tempo.
- Calma mocinha! Eu estava fazendo os exames para saber como estava o feto, e bom está tudo ótimo. – Respondeu olhando a prancheta e anotando umas coisas – Você é uma mocinha de sorte, ficou só com alguns cortes e uns hematomas, mas de resto está tudo ótimo.
- Bela sorte a minha, apanha do meu “marido”, pai do meu filho e amor de infância – Debochei.
O medico ficou sem graça e pediu licença para busca uns negócios para tirar algumas das minhas duvidas. Não entendi que duvidas eu poderia ter já que eu sou formada em medicina...
Pattie começou a falar que ia arrebentar a cara do Justin e eu meio que desliguei do mundo só passando as minhas mãos em minha barriga e agradecendo a deus por salva a vida do meu bebe...
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O medico havia me explicado algumas coisas sobre a saúde do meu bebe. Ele estava bem eu só teria que toma alguns cuidados por que foi por muito pouco que eu não o perdi, as marcas do meu corpo vão demorar um pouco para serem, segundo o medico entre duas semanas ninguém vai conseguir vê-las.
- Agora que você entendeu que seu bebe esta bem e esta mais calma! – Ele sorriu gentilmente para mim. – Quer saber algo mais? – Perguntou prestativo.
Eu tinha algumas duvidas por mais que eu seja medica eu não conhecia muito bem as gestações, eu só sabia cuida de ferimentos. As duvidas corriam em minha cabeça desdou dia que eu descobri que estava gravida.
Balancei a cabeça positivamente para o Dr. José, que pediu para eu prosseguir com as perguntas assim que percebeu que eu tinha duvidas.
- Eu vou precisa comer alguns alimentos em especial? – Perguntei. Eu nunca fui de comer frutas, mas eu poderia imagina que a parte do momento que eu tinha um feto na minha barriga eu passaria a não só pensa em me, mas também na criança que estava se formando dentro do meu ventre.
- Sim. A boa alimentação garanti ao bebe todos os nutrientes essenciais e que vem ajudar no seu desenvolvimento e formação. – Explicou. – Além do que a alimentação corrente garante a uma gestação mais tranquila, sem nenhum tipo de problemas de saúde na gestante. – Argumentou.
Outras perguntas vieram a minha cabeça, mas uma em especial. Além de esta preocupada com a criança, eu estava preocupada com o meu peso, como ocorreria a minha mudança corporal.
- Qual peso ideal em uma gravida? – Perguntei curiosa.
- Depende senhora Cattleya isso é algo variado. As maiorias das vezes a gestantes ganham entre nove e doze quilos durante a gravides. Como havia dito dependem muito das gestantes. – Explicou novamente. – Então mocinha se alimente bem, nada de alimentos calóricos, refrigerantes e doces industrializados. – Senti como se tivesse levando uma bronca e agora eu não vou pode comer tudo que gosto. Não acredito nisso.
Eu não tinha nenhuma duvida mais, já estava satisfeita em saber que o meu bebe estava bem e com boa saúde. Eu agora só estava preocupada depois que eu tivesse alto desse hospital eu não poderia volta, isso era um fato, eu precisava da um jeito de ir embora antes que Justin vinheçe atrás de mim.
Depois que o medico se certificou que eu não teria mais nenhuma duvida ele se retirou do quarto onde eu estava, com a promessa que eu só iria fica dentro daquele hospital durante 3 dias. Com a saída do medico eu resolvi que deveria pedi a ajuda de Pattie para pode sai do hospital e não ir para casa do Bieber.
- Pattie. – A chamei. Ela estava sentada naquela mesma poltrona que eu havia visto assim que abri meus olhos. Assim que chamei sua atenção ela olhou em minha direção, atenta a espera do que eu tinha a te dizer. – Justin sabe que eu estou aqui? – Perguntei.
Pattie respirou fundo e me fitou intensamente, parecia tenta acha palavras me dizer o que estava acontecendo ao meu redor, sem me machuca de alguma forma.
- Ele não sabe que você esta em um hospital. – Ela respirou fundo parecendo decepcionada. – Só o Ryan que foi quem te trousse para cá comigo. – Ela sorriu tristonha. – Eu pedi para o Ryan não dizer ao Justin onde estava eu estava com medo dele te fazer algo enquanto estivesse nessa cama de hospital. – Disse rápida e preocupada.
Pensei direito naquela situação, onde eu poderia me aproveita. Já que ele não sabe em que lugar eu estou eu poderia sai daqui sem ao menos ele saber que eu fui embora. Isso com certeza iria me ajuda em algo. Pattie não estava errado quando não deixo ele fica sabendo onde eu estava isso meio que me ajudou. Era só reza que Ryan não o contasse nada a meu respeito, e espera o momento certo para que eu pudesse sai daqui.
- Pattie, eu estava pensando aqui. – Suspirei e fitei o rosto de Pattie que me olhava apreensiva. – Eu poderia ir embora daqui mesmo, entende? Não volta para casa do Bieber. – Explique.
- Mas... Cattleya... E meu neto como fica? – Perguntou apreensiva. – Eu vou fica sem vê-lo. – Ela parecia nervosa.
- Calma Pattie. – Tentei acalma-la. – Tenta me entender, eu preciso ir embora, não posso fica mais aqui seria arriscado de mais para mim. E se seu filho repeti novamente, e se ele me espanca como a ultima vez e eu meu bebe não tive a mesma sorte que teve dessa, me diz o que eu vou fazer da minha vida sem essa criança. – Comecei a chorar.
Dói, doía muito sabe que eu o amor acima disso tudo, que apesar dos tapas e da cinturadas que ele me fez senti eu o amava, e eu o queria bem. A pele não doía tanto como meu coração, não doía tanto ao ouvi a pessoa que você ama dizendo que você não passou de um objeto sexual, nem uma surra que ele vem-me da vai doer tanta quanto doeu ouvi essas pequenas palavras que saíram de sua boca.
- Eu sei Cattleya, eu te entendo. – Ela respirou fundo abaixando sua cabeça. – Eu só não quero fica longe do nosso pequeno. – Eu sorrir quando ouvi o “Nosso pequeno”. Ela o amava assim como eu já o amava antes mesmo de vi ao mundo.
- Pattie me escuta, eu jamais vou deixa você longe desse pequeno que mal se formou ainda. – Ela sorriu e vi algumas lagrimas teimosas descerem sobre a bochecha dela. – Eu sei que esse feto é tão importante para você quanto para mim, eu jamais deixaria você longe dele. – Explique. – Eu só preciso de sua ajuda, pra pode cria-lo longe disso tudo, longe de quem pode me fazer mal. Por favor, eu te peço, me ajuda. Só você pode fazer isso. – Implorei.
Pattie que estava segurando uma das minhas mãos soltou e começou a caminha sobre aquele quarto, enquanto eu a olhava apreensiva por uma resposta dela...
- Tudo bem. – Ela respirou fundo ficando de frente para mim. – Vou dá um jeito, mas antes eu preciso conversa com o Ryan, ele pode me ajuda a despista o Justin por um tempo. – Explicou.
- Obrigada, obrigada mesmo. – Agradeci e ela sorriu.
- A gente precisa encontra algum lugar seguro para você fica até que eu posso resolver algo com seu passa porte para que você possa ir para sua cidade. – Explicava. – Ryan pode fazer isso para mim, ele sabe onde fica os documentos das garotas que são roubas e vendidas para cafetãs, e provavelmente seus documentos estejam no meio. – Ela sorriu.
- Pattie provavelmente meu passa porte esteja vencido. – Explique. – Eu tenho que da um jeito nisso também. – Suspirei perdida.
- Okay, precisamos ir com calma planeja tudo com calma. – Ela sorriu e suspirou logo em seguida.
Era isso, era o que eu queria. Eu o queria o mais longe possível de me do meu filho, não consigo perdoá-la, assim como não consigo deixa-lo de amar. Eram dois sentimentos que me ocupava me deixando triste e desnorteada. Agora eu sabia que eu não poderia somente pensa em me, pensa só no meu estado sentimental, agora eu teria que pensa nessa criança, no bem dela, e no momento o único bem que eu acho para ela, é fica longe do pai...
Continua...
Notas finais
Deixem seus reviews e obrigadíssimo a Wendy Bass por deixa aquela recomendação linda. Esse capitulo que acabei de posta foi especialmente para você tá. Beijoca a todas e até o próximo capitulo ;D
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