Perigoso
35 Culpa!
Notas iniciais
Bom espero que gostem e que eu receba uma nova recomendação.
Sera que mereço uma?!
POV. Justin
A dose de whisky que eu tinha acabado de coloca em meu copo, descia agora rasgando minha garganta, me queimando por dentro. Eu não sei o que estava acontecendo comigo, era muitos sentimentos para somente um ser. Um ser sem amor, carinho um ser sem afeto. Eu não sabia o porquê exatamente de ter feito aquilo com a pessoa que mais me fez feliz, que mais me ajudou a me manter em pé, firme.
O efeito da droga e o álcool que eu tinha usado antes de tê-la espancado faziam efeito sobre mim. Eu ainda poderia sentia adrenalina que eu havia sentindo enquanto solta aquele cinto sobre o corpo dela. Eu me senti tão bem, tão realizado que não pensei no que eu estava fazendo, eu não pensei nas consequências.
O infeliz do Ryan havia levando-a ao hospital, mas antes de fazer isso levei um belo de um soco que me fez cai sobre o chão desnorteado. O rastro do sangue, agora seco ainda estava sobre meu nariz. Eu merecia aquele soco e eu sabia disso. Agora eu só queria apenas sabe como ela estava? Com quem esta? E onde estava? Eu sei eram muitas perguntas e para piora minha situação eu não tinha respostas.
Minha mãe provavelmente estaria furiosa comigo. Eu só esperava que Cattleya voltasse logo e que estivesse bem...
Joguei o copo que antes tinha whisky dentro, sobre a mesa do escritório e fui cambaleando em direção ao quarto onde havia acontecido tudo. Ainda era noite e eu precisava me deita, toma um banho para varear, eu só não sabia se iria consegui dormi, sendo que meus pensamentos estão sobre ela. Isso tudo me fez repensa no que estava passando nessa casa, que ironia né eu só penso nas coisas somente quando faço algo errado.
A água gelada foi uma grande opção para mim naquele momento, por mais gelada que fosse e que me fez desistir assim que ela tocou meu corpo eu me senti aliviado, senti meu corpo leve por alguns estantes enquanto aquela água escorria sobre meu corpo. Sabia que aquela água não tiraria todo o remoço e culpa que estava sentindo naquele momento, eu estava me conjurando enquanto enxaguava meu corpo. Eu só queria pode saber se um dia Cattleya iria me perdoa por ter feito o que eu fiz com ela?
Sai do banheiro sem nada no meu corpo, sem toalha, sem nada, molhando todo o chão do quarto, deixando meu rastro até que chagasse no closet. Procurava algo para viste, algo que me deixasse o mais leve possível. Abri as gavetas onde havia minhas Box, procurei uma das mais favoritas – preta com a barra escrita “Sexy” – baguncei tudo ali, até que achei algo meio... Suspeito, eu não sabia que palavra explicaria o que meus olhos viam naquele momento, eu não entendia, eu não sabia o que pensa.
Peguei qualquer Box que eu vi na minha frente e fui para minha cama segurando os pequenos sapatinhos azuis que eu havia encontrado dentro da minha gaveta.
Eu só queria saber o que por que desses sapatinhos? Quem havia os colocados lá? E por qual motivo deixa-los ali? Não tinha nenhuma criança recém-nascida naquela casa, e não tinha ninguém que eu conhecesse que possuísse algum bebe para que deixasse esses sapatinhos na gaveta das minhas cuecas.
Comecei a pensa e pensa, pensa em algo que pudesse me levar à resposta daqueles sapatinhos. Pensei em minha mãe.
“Será que ela esta gravida?” – Perguntava me atordoado me jogando sobre aquela enorme cama, sentindo o cheiro de Cattleya. — “Cattleya” – Arregalei os olhos só em pensa na possibilidade.
- Não, não pode ser. – Sussurrei para mim mesmo sentando-me rapidamente naquela cama.
Ela andava doente, e no dia que havia acontecidos os primeiro problemas ela havia acabado de chega do hospital, eu não estava com cabeça de pergunta-la o que estava acontecendo com ela. Na verdade naquele momento eu só queria-a morta, eu sentia nojo dela, sentia repugnação e eu a queria longe o possível de mim. Mas eu não poderia imagina que ela poderia esta esperando um filho meu, uma criança, um bebe, algo que venho de mim. Era de mais para mim, já me bastava saber que... Que eu havia a espancado, que havia a humilhado. Pior saber que ela havia entrando nesse maldito quarto para pode me dizer que estava esperando um bebe, que merda eu sou, eu sou um infeliz.
Lagrimas impiedosa descia sobre minha face e o desespero me embalava cada vez mais, a insegurança era algo que me acompanha desdou momento em que eu vi Ryan levando-a em seu colo e minha mãe me olhando com desgosto, medo era algo que eu sentia naquele momento olhando para aqueles pequenos sapatinhos que por culpa minha poderá não usa-los como devia. Meu deus o que eu fiz da minha vida? O que eu fiz de errado para ter surtos? Eu sei que não poderia usa drogas e bebe ao mesmo tempo, mas eu queria me livra do vazio que eu estava sentindo com a distancia que eu mesmo quase de Cattleya. Por mais que ainda eu sinta nojo dela, eu a queria agora eu meus baraços enquanto eu angariava sua barriga embalando o meu pequeno que eu não sei se poderá vi ao mundo. Deus eu penso que o senhor os protejam, eu prometo eu juro que jamais irei toca-la dessa forma, que jamais irei machuca-la. Deus eu te pessoa que o senhor o embale no ventre do meu amor.
Ali deitado naquela cama eu dormi, dormi pedido a deus que os protegesse e que me perdoasse por tudo que eu um dia fez de errado...
Acordei atordoa e todo soado, sentei na cama rapidamente sentindo minha respiração falhar, puxei o ar com força sentindo o ar puro entrando em meus pulmões. Olhei ao redor procurando ela, mas não a encontrei, vi o sapatinho na minha mão esquerda e tive certeza quer o que aconteceu ontem não era mentira. No momento em que eu sair da cama às pressas eu só pensava em encontra Ryan naquela casa, eu precisava falar com ele rápido, o mais rápido possível.
- RYAN – Gritei pela casa enquanto via que o sol estava nascido e o brilho entrava entre as janelas da minha casa. – RYAN – Gritei novamente.
Sem eu espera bate de frente com ele que parecia que estava na cozinha ao um tempo e que também estava segurando um copo com algum suco, acho que de laranja.
- O que foi Dude? – Perguntou se afastando um pouco de me, já que com minha correria ficamos de frente e próximo de mais para meu gosto.
- Cara eu preciso de sua ajuda. – Disse aflito e comecei a segui-lo que andava agora em direção à cozinha.
- Em que Jay-B? – Perguntou tranquilo sentando em uma das cadeiras da mesa e começou a comer o que eu acho que ele estava fazendo antes de chama-lo.
- Eu preciso fala com Cattleya! Preciso saber se ela esta bem. – Pedi aflito e Ryan olhou para mim irônico.
- Jay você acha mesmo que ela quer te ver? Quer vai querer olhar para sua cara e aceita suas desculpas depois de deixa-la caído no chão? Depois de você quase a matar de tanto bate nela? Você acha mesmo que eu vou te dizer onde ela está? – Perguntou irônico.
Ryan parecia irritado com o que eu havia feito com ela, na verdade todos estavam irritados comigo, todos que naquela casa morava. Eu só queria pode vê-la, pode pedi desculpas, queria saber se estava bem nada mais que isso.
- Ryan. – Suspirei impaciente, já que essa situação estava me deixando irritado. – Ryan eu nunca te pedi nada, eu nunca fui de pedi nada a ninguém. Cara eu tó desesperado, já estou me matando por dentro com a culpa por ter feito o que fiz, eu só quero pode ir falar com ela, saber se está bem. – Implorei.
- Você pode fazer o que for Jay, pode até me espanca como fez com ela, ou até mesmo me mata, mas eu jamais vou dizer onde ela esta. Sabe por quê? – Perguntou e sorriu irônico. – Por que ela não merece alguém como você, não merece viver com alguém como você. – Ele se preparou para sair mais antes disso eu puxei seu braço em minha direção, o puxei com força.
- Ryan ela esta gravida. – Eu sussurrei e ele arregalou os olhos. – Ela esta ou estava esperando um filho meu. Um bebe Ryan. – Minha voz foi se contorcendo por conta das lagrimas que agora começavam a surgi. – Eu posso ter machucando-o, eu posso ter matado o nosso beber. Ryan por favor, me diz onde ela esta? – Pedi entre lagrimas desesperadas.
Era tudo muito complexo para mim, tudo difícil e mais difícil ainda em saber que eu estava errado e que eu não merecia saber onde ela estava, mas eu preciso eu precisava dela ao meu lado, precisava saber se estavam bem...
- Desculpa Dude. – Desculpou-se Ryan. – Você merece todo esse sofrimento que esta sentindo agora, merece sentir a culpa e por mim você vai senti-la por muito tempo. – Ryan puxou seu braço com força e sai da cozinha rapidamente.
- DROGA. — Gritei sentindo ainda essas malditas lagrimas escorrendo sobre meu rosto...
POV. Cattleya
- Falou com o Ryan tia Pattie. – Ela sorriu e eu estranhei. – O que foi? – Perguntei sorrindo junto com ela, era impossível não corresponde quando estava sorrindo.
- Você tem um tempo que não me chama de tia, acho fofo. – Ela sorriu me fazendo sorri novamente. – Mas enfim eu liguei para o Ryan ontem de madrugada quando você estava dormindo. – Fiquei apreensiva. – Ele disse que tudo bem e que concorda em nos ajuda e que não vai conta nada ao Justin. – Explicou sorrindo.
- Ele vem quando? – Perguntei.
- Bom quando ele acaba o que tem que fazer e depois de despista o Justin ele aparece aqui. – Explicou...
Eu estava melhor, com menos dores e menos preocupada, mas ainda poderia senti o frio na barriga e aquela ansiedade. Deve esta se perguntando por que de esta ansiosa? Eu não sei responde exatamente se estava ansiosa ou com medo ou estava querendo desistir disso tudo e volta para os braços do meu homem. Patético, não acha? O cara acabou de me deixa de cama de hospital e eu ainda quero volta para seus braços, é como diz o ditado: “Mulher safada só gosta de sofre e merece apanha”. Essa frase se encaixava perfeitamente em me naquele momento. Por mais que ele tem me ferido por fora e por dentro eu queria esta com ele nesse momento. Que merda, queria ser forte o bastante para pode arrancá-lo de dentro do meu peito de uma vez.
A única coisa que estava me mantendo em pé e firme com minha decisão de ir embora era esse bebe que mal se criou ainda no meu ventre. Por algum motivo eu queria esta longe do seu pai e eu não sabe o porquê. Eu até poderia volta depois para seus braços por conta de uma força maior, mas agora nesse momento nada e nenhum sentimento vai me fazer volta atrás nessa decisão de ir embora de uma vez, por mais que isso doa em mim.
Eu sei eu estou me tornando uma louca e obcecada por um homem, que nem ao menos não sabe se decidir se realmente que embora de vez. Algo me dizia que eu nunca conseguiria fica longe daquele ogro, e por mais que doa eu tenho que admite que eu me sinto segura quando estou de baixo da sua aza. Mas o porquê disso agora em? Se eu sempre soube me cuida sozinha, sempre caminhei sozinha sem ajuda de ninguém, nem ao menos dos meus pais. Por que essa preocupação toda sem que nada houvesse acontecido? Era muita loucura para minha cabeça e eu precisava relaxa para que pudesse continuar firme com o que eu estava decidida. Meu deus será que vou realmente deixa-lo, e ir embora?
Pattie não estava naquele quarto de hospital o que piorava cada vez mais essa minha cabecinha, já que não tinha ninguém para mim deixa entretida. O barulhinho daquele maldito aparelho por algum motivo deixa-me muito irritada. Eu não esperava a hora de sai daquele inferno, já me bastava os anos que eu ficava enfiada em uma enfermaria cuidado de bêbedos que levavam quedas por conta do álcool, já me bastava ouvi por anos aquele “pi,pi” que anunciava os batimentos cardíacos da paciente. Eu já estava cansada de tudo e de todos, eu queria um tempo só para mim, só para meu eu. Para pelo menos relaxar uma vez na vida...
Continua...
Notas finais
Espero que tem gostado desse capitulo novinho e que deixem seus reviews super fofo para mim. Beijos!
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