Notas iniciais
Novo capitulo!
Tó cheia de ideia e a FIC esta quase chegando no final, ainda não chegou o final, mas está quase nele. Eu espero que nos próximos capítulos vocês gostem do que vai apare.
Espero por uma recomendação?! SE GOSTA TANTO DA FIC ME FAZ UMA AGRADINHO. Beijos e boa leitura....
Nos vemos lá em baixo!

POV. Justin

Ainda sentando naquele chão gelado da cozinha e agora com as lagrimas secas, vi Chris e Cait – Caitlin – entrando pela cozinha. Eu havia esquecido se deles completamente havia esquecido que eles estavam morando sobre meu tento, na verdade eu havia esquecido se de tudo ao meu arredor depois de ter visto Cattleya chegando daquela forma junto com Chaz.

– O que faz aqui Justin? – Perguntou Caitlin me olhando preocupada. – Aconteceu algo? – Perguntou novamente.

Eles dois pareciam não saber o que estava acontecendo naquela casa, parecia que eles não haviam visto nada do que eu havia feito com a mulher da minha vida. Mas talvez eles realmente não tivessem visto, não tinha presenciado a merda que eu fiz.

– Você saíram esses dias? – Perguntei enquanto me levantava daquele chão gelado.

– Eu estava ajudando o Ryan no galpão, mas no meio da revista dos carregamentos deve um imprevisto aqui na sua casa. Parece que sua mãe precisava dele e eu tive que fica sozinho cuidando do galpão. Eu estou chegando hoje de lá. – Explicou Chris fazendo algo para comer.

– E você Caitlin? – Perguntei vendo-a sentando na cama.

– Estava em casa. – Ela me olhou e eu sabia que ela havia visto, que ela sabia o que estava acontecendo.

– Okay, vou subi. – Virei-me para sai da cozinha.

– Não vai comer? – Perguntou Chris.

– Estou sem fome. – Voltei a sai da cozinha, indo novamente para meu quarto e novamente afoga minhas magoas, sem ninguém me ver ou me critica por está errado e que merecia todo esse sofrimento e mais um pouco.

Aquela casa parecia vazia sem ela, parecia que ninguém gosta de me e que ninguém me queria por perto. Eu me sentia sozinho por mais que a casa esteja cheia como anda nesses dias. Eu a queria junto a mim. Queria saber como esta? E se me perdoa por tudo? Eu não queria morre sentindo essa culpa que estava me consumido em meu peito. Era algo ruim e desconfortante em saber que ela pode esta sofrendo por conta de uma estupideis minha, por minha infantilidade. Eu sabia que não fui homem o suficiente no momento certo, eu não mostrei todo o meu poder no momento certo. Eu simplesmente não fui o Justin que começou nessa merda toda de trafico, eu apenas fui o Kidrauhl que sofreu quando viu sua mulher daquela forma tão insignificante, eu fui apenas o garoto frustrado que não sabia ao menos como era fazer sexo com uma garota, eu fui por burrice minha o garoto que amou mais do que tudo aquela mulher e que não poderia toca-la e senti-la ao meu lado como antes.

Era tão simples e insignificante em saber que ela poderia esta aqui agora, que ela poderia esta aqui junto com meu filho. Sempre fazendo burradas, sempre errando e pisando na bola com as pessoas que mais amo, sempre prejudicando algo que poderia fazer-me feliz por pelo menos algum tempo, sempre interrompendo algo que poderia tira-me desse inferno.

Aquela cama macia e por incrível que parecia, ainda tinha seu cheiro me fazia lembra todos os momentos excitantes que passamos naquela cama, todas as loucuras de sexo que fizemos nessa cama. Os beijos as carinhas eu sentia como se ela estivesse os fazendo naquele momento e eram esses imaginários toques que acho que me matinha vivo naquele momento.

Meu celular tocou e eu me assustei com aquele barulho irritante que sai dele, me assustei pelo fato de esta ficando excitado só de imagina das coisas que fizemos naquela merda de cama onde eu a espanquei. Atendi a merda do telefone sem olhar para o identificador de chamadas, eu estava nervoso de mais para ver quem estava me ligando no dia mais infeliz da minha vida.

– Alo. – Disse assim que coloquei aquela porcaria chamada celular em meu ouvido. – Alo. – Repeti assim que não ouvi ninguém fala. – Merda tem alguém na linha? – Perguntei-me deixando irritado. – Caralho o que tu quer meu amigo, não tem o que fazer? – Gritei impaciente até que eu ouvi alguém que há muito tempo estava fora da minha vida.

“Oi Bieber, esta nervoso?” – Perguntou sensualmente. – “Bom espero que não esteja. Eu só liguei para saber como estava?” – Perguntou e eu senti que ela estaria sorrindo.

– Mellody?! Eu estou bem. Por que a pergunta? – Perguntei sádico e desconfiando daquela vadia desgraçada.

“Bieber, Bieber para que tanto estresse eu só estava com saudades das coisas que costumávamos fazer por sua enorme casa.” – Ela gargalhou sedutoramente. – “Bom vejo pelo seu tom de voz que as coisas não andam bem por ai.” – Ela respirou fundo. – “Esta precisando de uma ajudinha para relaxa?” – Perguntou maliciosamente.

– Vadia desgraçada. – Gritei. – Você só presta pra isso vadia. Para satisfazer, e foi por conta disso que eu te coloquei para fora da minha casa. Você não serve mais, não me encaixo mais dentro de você, está tudo aberto. – Ri ironicamente. – Vai ver se tu acha outro para tapa seu buraco. – Ri novamente me deitando na cama um pouco relaxado.

”Oh Bieber continua o mesmo estupido de sempre.” – Sua voz sai irritadiça, pensei em retruca mais ela me cortou. – “Não se preocupe eu sei espera e você gatinho lembra que tem alguém louca para fode loucamente com você.” – A vadia simplesmente depois disso desligou em minha cara.

“Vadia desgraçada” – Pensei bufando.

Mellody meio que me diverti-o nesse meio tempo, mas não estava com cabeça para foder alguém que já vive fodida. E além do mais para Mellody entra na minha casa novamente vai demora e muito. Uma vez fora jamais entra novamente...


POV. Cattleya

Aquela comida de hospital me dava anciã de vomito. A sopa tinha uma cara horrível e não precisava muito para senti a anciã chega. Pattie gargalhava enquanto via a minha cara de desespero enquanto a enfermeira me fazia comer aquele troço.

– Pattie. – A chamei tentando detê-la e faze-la para de ri da minha cara.

– Okay. – Ela parou de ri um pouco e olhou para enfermeira um pouco mais seria. – Pode deixa querida eu a faço comer. – Ela sorriu e a enfermeira finalmente sai daquele quarto mais ainda continuava desconfiada.

– Tira isso da minha frente pelo amor de deus. – Pedi desesperada emburrando o prato para longe. – Se não eu coloco seu neto para fora daqui a pouco. – Eu nem terminei de fala e ela já estava tirando aquela coisa nojenta da minha frente e colocando em outro lugar.

– Você precisa comer. – Ela me olhou preocupada.

– Eu sei Pattie. – Confirmei. – É que eu tó louca para comer um Big Mac, duas porções de batatas fritas e dois copos grandes de coca cola. – Sorri feliz para ela.

Pattie arregalou os olhos e meu sorriso sumiu de repente, eu meio que me assustei com a cara que ela acabou de fazer para mim. Parecia que eu tinha falado a coisa mais absurda do momento.

– Seu primeiro desejo. – Desmanchou aquela cara e sorriu abertamente. – Mais como eu vou compra isso se aqui não tem MC Donalds por perto. – Se explicou agoniada.

– Tudo bem Tia não precisa se preocupa. – Eu estava triste, confesso. Eu realmente queria comer uma porção grande de batatas fritas com um copo grande de coca cola, mas eu sabia que ficaria muito longe para Pattie compra para mim e eu tinha que fica satisfeita com o que tinha.

Mas por sorte ou por milagre aquele telefone da Pattie tocou. E como se fosse uma coisa divina era Ryan que estava ligando.

– Ryan. – Pattie sorriu para mim e se afastou um pouco mais eu pude escuta um pouco da conversa.

– Okay! E como o Justin esta? – Perguntou Pattie preocupada. – Não é para dizer a ele de jeito alguma. Ele não merece saber, ele tem que sofre para aprende. – Dizia Pattie depois de da uma pausa na ligação parecendo ouvi atentamente ao que Ryan falava na outra linha. – Tudo bem Ryan! – Pattie suspirou. – Ryan você poderia fazer um favor? – Pattie perguntou e esperou um pouco até que voltou a fala novamente. – Passe em algum lugar para compra um Big Mac, duas porção de batatas fritas e dois copos de coca. – Ela riu e novamente parou a conversa e ouvi o que Ryan dizia com um grande sorriso nos lábios. – É para ela mesmo. É o primeiro desejo. – Ela olhou pra mim e sorriu, eu fiz o mesmo. – Okay Tchau. – Vi ela desliga o telefone e venho ao meu encontro. – Você é muito sortuda. Ryan vai trazer o que pediu. – Bati palpas feito criança.

Eu estava feliz até então, mas ao lembra o pouco da conversa que Pattie teve com Ryan me fez lembra-se dele. Não me julguem, eu o amo por de mais e eu não posso retira esse meu sentimento de dentro do meu peito, por mais que eu queria isso. Sim. Eu estava muito preocupado com ele, por que apesar de que Pattie esteja com um sorriso do tamanho do mundo poderia se ver que seu olhar não tinha aquele brilho de felicidade absoluta. Não estou duvidando da felicidade dela de ter um neto tão nova, mas dava pra ser ver que estava faltando algo na receita de família feliz dela.

– Que bom. – Sorri. – Pattie. – A chamei desmanchando um pouco meu sorriso. – Como esta o Justin? – Perguntei curiosa e preocupada.

Pattie abaixou a cabeça, parecia não quere fala sobre ele, na verdade ela parecia muito magoada e preocupada com essa situação toda. Eu sei que para ela que criou aquele garoto com tanto trabalho, era mais difícil do que para mim que apanhou pela segunda vez. Pior é saber que ele não era assim, que ele não fazia coisas por impulso e que era um cara sensato. Ele agora se tornou um cara sem paciência, um cara arrogante e estupido. Eu o amava e ainda o amo, mas eu amo o garoto que eu conheci no colégio, do garoto bonito e charmoso que chama atenção de todas as garotas do colégio, o garoto que por nenhum motivo começou a fala comigo por simplesmente me acha fofa, o garoto em que eu me entregue por inteiro sabendo que nele eu poderia confia. Hoje por mais que tivemos uma certe intimidade a ano atrás, eu não confio nele, eu tenho medo de está com ele, sozinhos, medo de que ele de uma louca e me faça de seu saco de bancadas, medo que aquele garoto que eu amava tanto perdesse o brilho e o encanto que eu sempre venerei quando tínhamos 12 anos.

– Ryan falou que ele esta péssimo, que até estava chorando. – Confesso que me assustei em saber que ele havia chorado, ele nunca foi de chora por coisas pequenas e insignificantes para ele, e pela forma que ele vinha me tratando eu não seria tão importante para ele ao ponto dele chora. – Implorou para que Ryan dissesse onde você estava. – Continuou e eu a interrompi por conta de esta muito confusa.

– Espera. Eu não entendi. Por que ele esta assim? Seilá, preocupado de mais, ele estava me tratando de uma forma tão medíocre e agora esta chorando e implorando? – Estreitei meus olhos confusos e Pattie bufou impaciente.

– Ele descobriu que você esta gravida. – Arregalei os olhos. – O meu maldito plano esta dando certo agora, depois que ele te deixou assim em um cama de hospital. – Eu não havia citado que Pattie estava se sentindo culpa por ter me incentivado a ir até o quarto. De certa forma se eu não estivesse naquele quarto eu não estaria aqui agora, mas isso não justifica que Pattie é a culpa. – Eu não sei por que, mas meu instinto de mãe me diz que ele não vai desistir de você. Você precisa se prepara por que se você não for para um lugar seguro ele vai a sua procura, e por mais que Justin tenha mudado ele ainda te ama da mesma forma que te amava a anos atrás e sabendo que você esta esperando um filho dele pioram as coisas mais ainda para seu lado. – Explicou e eu bufei concordando, afinal eu sabia que isso iria acontece assim que ele descobrisse que eu estava gravida.


Continua...


Notas finais
E agora, Mellody voltou e aparentemente ela esta querendo volta ao posto de vadia principal suahsushuashas. Enfim vocês só ão descobri lendo a FIC.
Beijos e até o próximo capitulo e deixem suas opiniões e não esquecem de me deixa um linda recomendação, faz bem para minha criatividade