Perigoso
11 Para Kidrauhl!
Notas iniciais
Como vocês estão? Espero que bem!
Enfim, esse capítulo já tem um tempo de feito, espero que realmente vocês gostem desse capitulo!
POV. Justin
Abri a porta do banheiro e me deparo com ela resmungando algo e balançando o corpo, suponho que seja uma musica. Despi-me e aproveitei que ela estava de costas e a enconchei, ela se virou e me empurrou.
– Sai! Eu quero tomar banho — Disse se afastando de mim
Ignorei o que ela disse e comecei a beijá-la. Ela tentava resistia as meus beijos. Segurei firme em seus cabelos e fiz ela fica de joelhos.
–Mama o papai vai – Falei enquanto roçava meu pau em sua boca
Ela tentava se levantar mais eu não deixei. Tirei as mãos do meu membro e apertei suas bochechas de forma que a boca dela se abrisse, rapidamente coloquei meu pau em sua boca, ela resistia, comecei a fazer movimento com os quadris eu estava gostando daquilo, parei com os movimentos e comecei a empurrar a cabeça dela contra meu pênis ela não fazia nada. Passou um tempinho e eu ainda fazia movimentos com sua cabeça ate que senti a língua dela tocar meu membro foi ai que percebi que ela estava entrando no jogo. Ela segurou meu pau pela base e começou a lamber toda extremidade e chupava com força, estava quase lá mais não queria acabar com a festa. Levantei-a e nos beijamos, um beijo extremamente gostoso, ela se afastou de me e virou de costas fazendo com que a água do chuveiro tomasse seu corpo com gotículas deslizavam deixando uma vista sexy dela. Segurei seu quadril e ela apoiou as mãos no piso do banheiro empinando aquela bandinha gostosa, não me contive dei uns tapas estralado na mesma e penetrei com tudo, fazendo-a soltar um gemido alto o que me deixou louco.
Entocava forte, ela gemia sem medo algum. Ela me empurrou fazendo me desencaixar dela, ficando de frente para mim, me beijo, entre o beijo apertei sua coxa e a trousse ao encontro do meu corpo, ela sorriu e parou de me beijar, penetrei mais uma vez com menos força que antes, ela fechou os olhos e mordeu os lábios, ficamos assim durante um tempo senti sua vagina mastigar meu pau deixando ela mais apertada do que já é, senti seu gozo descer quente sobre meu pau me deixando virado, dei mais algumas entocadas com mais força e logo a preenchi com meu gozo, soltei um gemido de alivio dei umas entocadas leves e sai de dentro dela.
Terminei o banho me troquei deitei e dormi a vadia tinha me deixado cansado e não fez nada para mim ajudar fiz basicamente tudo sozinho ok era mentira mais eu estava acabado.
Acordei era um pouco tarde, a princípio eu achava que encontrai-a Cattleya ao meu lado, mais me encanei completamente.
“Onde será que está aquela vadia” – Pensei em meio aos meus bochechos. Fui ao banheiro lava meu rosto, logo sai do quarto somente com um short e sem camisa. Na verdade eu fui procura pela minha mãe.
– Mais Pattie, se. – Gaguejava Cattleya. – Se ele descobri me mata. – Poderia se ouvi os cochichos dela e de minha mãe dentro daquele quarto
– Não, ele não vai te fazer nada. – Presumiu minha mãe calmamente.
– Você não sabe o que ele já fez comigo, se ele descobri ele vai-me mata tenho certeza. – Aquela insegurança e falta de informação estava me matado, eu precisava saber se ela tinha alguma coisa haver com o Fred, eu precisava a acaba com essa desgraçada.
Eu estava com os nervos a flor da pela e eu não pensava muito quando estava assim. Em um momento eu estou atrás da porta e em outro eu entra naquele quarto soltando fogo pelas narinas.
– Por que eu a mataria? — Sai de trás da porta. Vi o quanto eu havia assustado elas duas, vi o quanto Cattleya ficou amedrontada, e o fato de eu fazer uma pergunta e nem uma das duas me responde, me deixou irritado. – Por que eu te mataria? O QUE VOCE ESCONDE DE MIM? – Perguntei irritado. Ela se levantou e ficou olhando para mim – RESPONDE VADIA. – Pedi gritando novamente.
– Justin. – Gaguejava amedrontada. – Você ouviu errado. – Ela olhou para minha mãe.
– NÃO OLHA PARA ELA, OLHA PARA MIM. – Pedi segurando seu braço. – EU OUVI MUITO BEM, EU OUVI O QUE VOCE FALAVA COM MINHA MÃE. AGORA ME RESPONDE COMO VOCE CONHEÇE MINHA MÃE? – Perguntei novamente, apertei seu braço.
– Justin você esta me machucando. – A vadia logo começou a chora.
– Justin, solta ela, não é nada do que você tá pensando. – Argumentou minha mãe.
– NÃO SE METE NISSO MÃE, SE NÃO SOBRA PRA VOCE TAMBEM. – Comecei a puxá-la pra fora. – JÁ QUE VOCE NÃO VAI ME RESPONDE DE UM JEITO ME RESPONDE DE OUTRO. – Segurei seus cabelos com minha outra mão começando a puxá-la para o porão. Cattleya implorava para solta-la e dizia que eu havia entendido tudo errado, mas eu estava irritado de mais pra para e pode ouvi-la, era quase algo impossível de se fazer naquele momento...
POV. Cattleya.
Ele estava possuído, me arrastava pela casa sem um pingo de remoço. Eu estava com medo de lhe conta a verdade, ele poderia me mata do mesmo jeito.
Ele me levou para um lugar escuro, onde só tinha uma luz, aquilo me apavorava eu morria de medo de escuros.
– Justin, por favor. – Pedia enquanto ele me amarrava em uma cadeira.
– Vai me responde onde você conhece minha mãe? – Pediu olhando para mim.
– Você não iria entende. – Recebi tapas na cara. – Por favor, você iria me mata. – Agora ele me dará um murro em meu nariz, fazendo o mesmo jorra sangue.
– Você falando ou não, eu vou te mata. – Disse entre dentes. Eu não consegui dizer nada, ele estava com tanta raiva. Os murros dele vinha com bastante força em contato com meu rosto e barriga eram onde ele mais batia.
– JUSTIN DREW BIEBER. – Gritei entrei os murros, fazendo ele para por um tempo e fica olhando para mim confuso. – Seu nome é Justin Drew Bieber, você tem dois irmãos por parte de pai, seu pai se chama Jeremy e alguma coisa, eu não lembro. Patrícia Lynn Mallette é sua mãe. – O olhei. Parecia que ele não sabia o que fazer, na verdade ele parecia esta com mais raiva que antes.
– Como você Sabe disso? – Perguntou novamente. Será que ele não entende? Será que ele não lembra. – PARA QUEM VOCE TRABALHA? – Novamente veio essa pergunta. O olhei incrédula sem sabe o que responde a ele. Novamente recebi outros socos. – ME RESPONDE VADIA. – Pediu agora segurando meu rosto com sua mão.
– Kidrauhl, por favor, para. – Pedi em um sussurrou. Fazendo ele arregala os olhos. – Você não lembra? – Perguntei abaixando a cabeça deixando o sangue da minha boca desce melando o chão. – Você me chamava de minha flor. Não lembra Cattleya é um nome de uma orquídea, sua flor favorita. – Algumas lagrimas descia sobre meu rosto. – Foi você quem me ensino a da o meu melhor chute, como você me dizia, “Em um só golpe o cara vai ao chão”. – Sorrir para ele. – Meu Kidrauhl, você era tão doce e gentil, o meu primeiro amor. – Ele se encostou à parede escorregando na mesma, enquanto me olhava nos olhos. – Foi com você meu primeiro beijo, e a primeira pessoa que eu senti a famosas borboletas no estomago. Sua ultima noite foi comigo, foi a nossa primeira noite antes de você vi para cá. – Eu já soluçava. – Eu queria o meu Kidrauhl de volta. – Soltei um soluço mais alto.
– Desculpa. – Sussurrou ele bem baixo. Ficamos nos olhando por um tempo até ele vim se aproximando de me, segurou meu rosto com suas duas mãos. – É você mesma? Você é? – Ele gaguejou um pouco. – Minha flor. – Ele sorriu sem mostra os dentes, logo em seguida recebi alguns selinhos demorados.
Continua...
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