Perigoso
12 Desculpas?
Notas iniciais
Como estão? Espero que bem!
Enfim desculpemos pela demora, é que ambas as escritoras tivemos problemas pessoais e digamos que com isso acabamos esquecendo totalmente da existência da FIC assim não tendo nenhuma criatividade pra continuá-la. Espero realmente que nos entendam
POV. Cattleya
Ele me soltou, estava com alguns cortes no canto das sobrancelhas e também no canto da boca, meu nariz só sangro na hora do impacto do murro que ele me deu, meu rosto esta um pouco roxo no canto direito do olho principalmente.
– Droga. – Sussurrei impaciente enquanto tentava limpar meus ferimentos no banheiro.
– Espera. – Levei um susto. – Me deixa te ajuda. – Pediu se aproximando de mim.
– Não precisa. Pode deixa eu me viro. – Eu realmente estava chateada com ele, ele iria me mata de tanto me bate.
– Para com isso. – Pediu puxando meu braço, fazendo-me fica de frente para ele. – Me deixa te ajuda. – Pediu olhando para mim.
– Eu já disse que não precisa. – Olhei para ele. – Está tudo bem eu me virou. – Me afastei dele bruscamente. – Por favor, me deixa sozinha um pouco. – Pedi me sentando na privada.
– Catty me deixa te ajuda. – Olhei para ele confusa, foi a primeira vez que ele me chamou de Catty. – Para de birra. – O interrompi.
– Eu nunca te pedi nada, eu só quero um tempinho nada mais que isso. – Olhei para ele novamente. Ele começou a sai mais parou na porta do banheiro olhando para mim, mas logo saiu fechado à porta logo em seguida.
Merda, Justin o pirralho, o meu pirralho, meu canadense, era tão frágil tão meu. Agora estava tudo diferente, ele estava diferente, agora ele não era mais meu e sim dessas merdas de drogas e armamentos.
Eu chorei tanto quando ele foi embora, e agora estou chorando por que o reencontrei novamente.
Tirei minha roupa com um pouco de cuidado para não encosta nos meus machucados do rosto.
A água ardia um pouco em contato da minha pele, minha barriga estava um pouco roxa e doía um pouco. Não demorei muito no banheiro não estava aguentando ficar em pé por muito tempo.
Vesti uma roupa para dormi que eu havia pegado antes mesmo de entra no banheiro, logo sai, o que eu mais precisava no momento era a cama.
Sentei-me com cuidado na mesma, por conta da barriga que doía um pouco, me cobrindo logo em seguida.
Adormece...
Senti mãos passando levemente na minha coxa e outra subia e descia calmamente sobre minha bochecha, devagar fui abrindo os olhos me deparando com Justin fitando meu rosto.
– está tudo bem? – Perguntamos ao mesmo tempo. – Eu tó bem. – Respondi.
Ele me puxou mais de encontro ao seu corpo.
– Justin. – Gemi sentido dor onde suas mãos havia tocado.
– Desculpa. – Pediu olhando para mim preocupado. – Desculpa por hoje mais sedo, eu estava possuído pela raiva, você não respondia minhas pergunta.
– Eu estava com medo, medo de acontece o que aconteceu comigo. – Virei o rosto para o outro lado. – E estou com medo de você agora. –Deitei-me na cama me encolhendo.
– Eu não vou te machuca mais, não mais. – Abraçou minha cintura beijando a parte nua das minhas costas.
Eu não sabia o que fazer, os beijos dele me trazia um bem esta, me trazia mais tranquilidade em saber que ele era aquele menininho do Canadá.
– Justin Por favor, para. – Eu nunca havia chamado pelo nome, me sentia estranha.
– Você quer tanto quanto eu. – Sussurrou em meu ouvido e logo em seguida me virando. Fiquei de barriga para cima e ele deitou um pouco sobre mim. – Me deixa cuida de você. – Ele beijou meus lábios delicadamente. Acabei me entregando aos seus beijos.
Senti-o entra entre minhas pernas, aproveite e entrelacei as mesmas em seus quadris. O beijo estava se intensificando cada vez mais, as mãos de Justin estavam agora fazendo o trabalho de retira meu vestido.
Tirei sua blusa com sua ajuda, sabia que estava fazendo tudo errado ele tinha acabado de me espanca e poderia fazer isso outras vezes, sem dó e nem piedade, mais o desejo a luxuria a vontade consumi-lo e de senti-lo dentro de me era maior que qualquer tipo de preocupação que eu venha ter quando estamos juntos, dessa forma acabei me entregando a ele desdá nossa primeira transa.
Seus toques e carícias sendo violentas e às vezes intensas era o bastante para mim, poderia ser pouco para olhos de outras pessoas, mas era o suficiente para mim. Eu acho que meu amor meu carinho de pequena veio átona ao sabe que ele era meu pequeno Kidrauhl.
Justin sugava meus seios com tanta intensidade que eu soltava pequenos gemidos abafados. Só duas partes de peças intimam nos pediam naquele momento, estava louca para ele me consumi o mais rápido que ele pudesse. Seus beijos foram descendo sobre minha barriga, senti suas mãos descendo minha calcinha.
Eu sabia que Justin não era fã de preliminares. Ele já sem a sua Box não demorou muito para mim penetra. Ele era tão quente, seus movimento de vai e vem eram rápido, ele naquele momento estava fazendo todo trabalho duro.
Viramo-nos na cama eu ficando sobre seu corpo, não demorei muito e comecei a remexe meus quadris para frente e para traz, eu sabia que aqueles movimentos que fazia proporcionavam mais prazer para ambas às partes, tentava ir mais rápido enquanto Justin segurava meu seios com uma das suas mãos, as vezes segurando firmes meus mamilos me fazendo estremecer de prazer.
Não demorou muito e eu gozei, continuei com meus movimentos agora descendo de cima pra baixo, Justin agora gemia mais alto sabia que seu orgasmo estava chegando então fui o mais rápido que eu pude, até senti seu gozo dentro de mim.
Ele mim puxou fazendo-me deita sobre seu corpo ainda com ele dentro de mim.
– Minha flor. – Sussurrou Justin, logo em seguida sorrir. Sai do seu colo indo pro outro lado da cama, nos cobrindo e em seguida adormecendo.
POV. Justin
Não sabia exatamente o que estava acontecendo comigo, mais ao saber que Cattleya foi à única garota que me fez se apaixona loucamente, fez surgir o Justin de antes. Eu sei que meu trabalho não me permite tal ação e que se eu continuar com isso poderá me trazer grandes problemas. Mais com ela ao meu lado, vendo seus machucados e que foram feitos por mim, me fez senti tanto remoço e preocupação com ela, e que talvez fosse inevitável demonstra o tanto que gosto dela naquele momento.
Sabia que depois de termos transado de termos nos satisfazer, não me traia remoço depois, eu poderia muito bem substituir Cattleya por outra mulher, mais nenhuma vadia daqui é como ela, ela é perfeita e apertadinha e continuava boa como nossa primeira vez.
Logo que a vi dormi sai rapidamente da cama, precisava arruma uma maneira de descobri quem queria me ver morto. Já por duas vezes eu fui atacado, uma delas meu carro foi totalmente metralhado, e a segunda foi uma confusão era para eu esta em lugar mais tive um imprevisto e não fui pro compromisso logo fiquei sabendo que o loca onde eu me encontraria havia sido explodido. Enfim eu tinha que descobri quem era exatamente essa pessoa, para que pudesse matá-la antes que ela pudesse me mata.
– Ryan. – Gritei pela casa procurando o imbecil que deve esta com alguma vadia.
– Oi Dude. – Rápido.
– Preciso que vá ao galpão pega as mercadorias e cuidado para que dessa vez ninguém a roube ou algum policial de merda pegue o carregamento. – Disse autoritários. Ryan balançou a cabeça positivamente logo em seguida saindo de minha frente. Fui para meu escritório.
Continua...
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