Perigoso
20 Cansei!
Notas iniciais
POV. Justin
Um bom banho de chuveiro é um ótimo momento de reflexão… Enquanto as gotas incessantes de água caem sob meu rosto, meus pensamentos vão longe e começam a visualizar cenas passadas e excitantes. Vê-la nua em minha cama e às vezes sobre me eu ficava louco. Ouvido seus gemidos e pedido cada vez mais para mete nela, acabei por ficar excitado novamente.
Escutei a porta do banheiro sendo aberta: era ela, completamente nua em minha frente.
Sua nudez começou a me contagiar de forma excitante, enquanto vinha em minha direção. Chegou perto, peguei-a em meus braços e beijei forte, com desejo.
– Eu não consigo resiste a você. – Sussurrou ela assim que paramos o beijo.
– Então não resista. – Falei e comecei a beija todo seu rosto. Posso até imaginar sua respiração, enquanto levantava a cabeça para cima deixando seu pescoço totalmente disponível para eu lamber, beijar, morder. Enquanto eu me deliciava, ela apoiava as mãos em meu tórax, descendo até chegar ao ponto certo: que já estava muito quente e duro. Abaixou a cabeça e começou a descer, a ficar de joelhos no piso do banheiro, enquanto a água do chuveiro batia em minhas costas. Começou lambendo meu pau, da base à cabeça. Colocou-o na boca e começou a chupar bem gostoso.
A sensação da língua dela percorrendo meu pau enquanto dentro da boca dela era maravilhosa. A água quente dava uma sensação ainda mais excitante. Enquanto ela me chupava, meu pau latejava em sua boca… Segurei sua cabeça com as mãos e comecei a forçar fodendo a boca dela enquanto ela me chupava e segurava forte em minhas coxas. Fodi a boca dela até que ela me afastou um pouco e voltou a lamber meu pau e meus testículos. Não pude deixar de perceber que ela estava se masturbando com uma das mãos, enquanto a outra me acariciava…
Puxei-a para cima e ela se levantou. Dei-lhe um beijo de língua profundo e longo, depois foi a minha vez de se sentar no chão do chuveiro. Sentei e encostei-me à parede de um dos lados e estava então olhando para ela de baixo para cima. Uma visão fantástica, de fato… Ela olhava para mim. Foi se aproximando mais de mim, passando por cima e abrindo as pernas, até eu só conseguir ver sua vagina em minha frente. Ela apoiou os braços se segurando na parede e se abaixou um pouco, ela estava inclinada para mim e então encaixando a boca na sua intimidade quente, molhada e cheia de tesão.
Ela continuou esfregando a sua intimidade de encontro a minha boca, enquanto eu deixava minha língua ereta, lambendo aqueles lábios quentes e aquele clitóris safado. De vez em quando ela parava um pouco e eu agarrava seu clitóris com meus lábios e dava chupadas gostosas nele, fazendo a respiração dela ficar muito mais ofegante… Em alguns momentos durante essas longas chupadas, eu conseguia sentir as pernas dela tremerem um pouco de prazer, isso me deixava ainda mais louco. Enquanto a chupava, continuava com a mão em meu pau, que continuava duro, querendo algo mais.
Com ela já encostada à parede, passei por debaixo de suas pernas. Ela percebeu o que eu ia fazer e logo começou a empinar a bunda… Cheguei por trás dela e coloquei meu pau bem na entrada de sua intimidade. Esfreguei um pouco e dei uns batidinhas, deixando-a com mais tesão.
– Mete gostoso, vai. – Ela falou.
Coloquei as duas mãos em sua bunda e abri suas nádegas, enxergando assim tanto seu ânus quanto sua vagina louca por prazer. Adoro essa visão, então peguei meu pau com uma das mãos e fui metendo na sua vagina, entrando devagar com a cabeça, mas depois metendo tudo de uma vez. Senti meu pau todo engolido, depois o tirei… Fiz a mesma coisa algumas vezes, e toda vez a ouvia dar um gemidinho gostoso e baixinho.
Foi então que numa dessas metidas fortes, segurei em sua cintura com força e comecei a foder bem rápido. Ela começou a dar uns gemidos... Fico imaginando como as mulheres adoram ser penetradas: a ponto de sentir tanto prazer e tesão que gemer é praticamente uma reação que não dá para evitarem, e eu adoro isso.
Aquilo estava realmente demais. Coloquei novamente as mãos em sua cintura e segurei forte, com cada metida eu puxava-a para mim, fazendo meu pau penetrar ainda mais fundo nela. Eu continuei a fazer isso até começar aquela sensação gostosa de que eu ia gozar. Quando estava quase gozando, parei um pouco de penetrá-la.
– Deixa eu te dar mais umas chapadinhas… – Falei.
Com a bunda ainda bem empinadinha, abaixei-me na altura da sua vagina e assim ficando novamente entre suas pernas, tendo a visão completa da sua intimidade. Enfiei minha língua em sua vagina que estava abertinha, lambi seus lábios vaginais e seu clitóris.
– Agora eu quero ver você gozar… – Falei.
– Ta bom Justin… Eu também quero… – Respondeu.
Voltei a me levantar, segurei-a novamente pela cintura e comecei a meter rápido. Ela já estava a ponto de bala e não demorou muito para começar a gozar. Enquanto a comia, senti sua intimidade pulsar e suas pernas ficaram um pouco bambas: sabia que ela estava gozando bem gostoso. Seu gemido de orgasmo, também denunciou seu prazer do clímax.
Enquanto ela gozava e continuava em êxtase, eu não parei. Continuei a foder sua intimidade sem dó.
– Eu quero goza: — Falei manhoso. – Goza na sua boca. – Ela nem deixou eu termina e se ajoelhou no chão
Seus lábios novamente se uniram em meu pau, eu estava sensível não precisava muito para eu goza. Com alguns rápidos vai e vem dela acabei gozando em sua boca.
Terminamos o banho juntos e saímos do banheiro, ela vestiu uma roupa enquanto eu fazia o mesmo até meu telefone começa a toca. De primeira Catty olhou para mim desconfiada e eu bufei impaciente.
– Olá. – Falei assim que coloquei o telefone no ouvido.
– “Oi Justin é a Cait.” – Falou Caitlin no outro lado da linha. – “A gente vai pega o avião agora, chegamos a menos de 6 horas ai. Tudo bem?” – Perguntou.
– Sim, já estar tudo pronto para suas chegadas. – Falei me referido a ela e Chris.
– “Okay, tchau.” – E assim ela desligou.
Joguei o telefone na cama e voltei ao closet vendo Catty vestido a sua blusa, fiquei fitando ela esperando alguma reação dela, alguma pergunta, mas nada vinha nada foi ouvido dela.
– Não vai pergunta quem era? – Perguntei confuso.
– Justin, eu já cansei sabe. – Falou vestido uma bermuda. – Cansei de fica pelos cantos ou tentando te converse a me conta o que esta acontecendo com você. – Disse rude, o que me fez assustar.
– O que houve? – Perguntei assustado. – Você estava bem hora atrás. – Ela me interrompeu.
– Sim estava bem e a propósito ainda continuou bem. – Falou agora ficando de frente para mim.
– Catty para com isso é bem melhor fica de bem com você. – Tentei tranquilizá-la.
– Justin o que eu sou pra você? – Lá vem ela novamente com essa pergunta. – Se eu for mais uma vadia para. – A interrompi.
– Você não. – Ela me interrompeu.
– Se eu for como suas outras vadias, me diz que eu não te pergunto nada, não vou saber mais da sua vida. Eu só preciso sabe se você tem algum tipo de consideração por mim, se você tem algo tipo de carinho ou afeto o que seja? – Perguntou. – Eu tó cansada disso, tó cansada de ver você recebendo ligações e não saber com quem você esta falando na outra linha, eu posso morre e nem sabe por qual motivo, EU TÓ CANSADA DE VOCE. – Gritou ela a ultima parte.
– CATTY PARA. – Gritei irritado. – VOCE JÁ TÁ ME IRRITANDO COM ESSA SUA LENGALIA, JÁ TÓ FARTO DE VOCE ME PERGUNTA O QUE VOCE É PARA MIM. PORRA EU JÁ NÃO DISSE QUE TE AMO, JÁ NÃO DISSE QUE NÃO QUERO VOCE LONGE DE MIM. O QUE VOCE QUER DE ME CATTLEYA? VOCE QUER QUE EU ME AJOELHE EM SUA FRENTE E DIGA QUE QUERO MORRER COM VOCE? – Gritei perguntando irritado
– Só queria ser para você como antes. – Falou mais calma. – Queria ser importante para você como éramos mais novos, queria me senti mais próximo a você e te conta tudo que eu estou sentido. Queria saber também como você esta, queria te ajuda a te dar colo. – Droga, minha Cattleya que merda eu nunca me controlo. – Mais eu não sou isso mais para você não é? – Perguntou. – Você não confia em me como antes? – Perguntou novamente e eu não respondi nada, parecia que eu havia travado. – Tudo bem. – Falou saindo do quarto.
Fique paralisado, parecendo uma estátua não sabia o que fazer o que dizer a ela. Depois que me toquei sai correndo do closet e por sorte ela estava saindo do quarto, puxei-a pelo braço fazendo-a se assusta.
– Tudo bem. – Respire fundo e ela olhou para mim confusa como se não tivesse entendendo. – Eu vou conta o que tá acontecendo. – Falei e ela respirou fundo umas duas vezes.
Continua...
Fale com o autor