Perigoso
21 Confissão!
Notas iniciais
POV. Justin
Ela ficou parada esperando por uma reação minha, na verdade eu ainda estava inseguro em conta tudo que estava havendo, os problemas que estava acontecendo em minha vida.
Flash Black ON
– Tudo acontece no momento certo Justin. Se seu pai não veio te ver hoje, ele terá um motivo para isso. – Me tranquilizou Cattleya após eu ter contado a ela que meu pai não havia cumprido com seu compromisso.
– Eu fico pensando que seria tudo mais fácil se meu pai e minha mãe estivessem ainda juntos. – Confessei a ela.
– Para você talvez fosse ótimo ter os pais juntos, mas a questão que para eles estarem juntos é o complicado, sempre tem um motivo em um final de relacionamento. – Sorriu calmamente.
Flash Black OFF
Ela sempre foi atenta em relação a mim, sempre estava ali pra mim ajuda às vezes eu nem sei o porquê de não conta a ela minhas frustrações, eu acho que na verdade eu tenho medo de colocá-la no meio disso tudo, só que isso esta se tornando inevitável ela já tá nisso tudo há tempos e eu não sabia.
– Tem a haver com Fred. – Tomei coragem após ter aqueles Flash’s Black’s da nossa infância vir o quando era bom ouvi-la me tranquilizar.
– Ele te que ainda morto? – Perguntou sentando na cama.
– Sim, só que agora tem mais gente envolvida. – Ela olhou para mim assustada. – Quem ligou pra mim foi Caitlin e Christian, dois amigos meus que eu conheci no trafico de drogas, o pai dele foi morto por Fred junto com meu pai, meu pai e pai deles só viviam juntos, tinha negócios juntos. – Ela prestava atenção em tudo que eu dizia. – Depois da morte dos pais deles, os dois saíram do trafico junto com sua mãe e dias atrás Christian, ou melhor, Chris ligou dizendo para que infelizmente a mãe dele foi morta por Fred e que deixo um recado que os próximos seriam eles dois – Chris e Caitlin – Por conta disso eu resolvi trazê-los para cá, aqui eles estariam mais seguros. – Ela abaixou a cabeça e respirou fundo.
– Por que você não acaba com isso de uma vez? – Ela perguntou.
– Catty eu estou tentando fazer isso, só que não estou conseguido Fred se esconde bem. – Sentei ao seu lado. – Por isso que eu quero que você aprenda a se defende melhor, para qualquer tipo de imprevisto. – Ela olhou para mim.
– Tudo bem. – Ela não parceria bem. Ela se levantou e quando eu vi que ela ia sair.
– Catty, por favor, você pediu para eu te conta eu te contei e você fica assim. – Pedi.
Ela virou e olhou para mim desconfiada.
– Justin você deve me conhece nem que seja um pouco e sabe que eu tenho certeza que só não tem isso. – Ela olhou para mim desconfiada. – Se você prefere desse jeito não sou eu para te julga ou para pedi para mim conta uma coisa que você não quer. – Droga de garota. – Justin? – Ela me chamou e eu olhei para ela. Ela se aproximou de me e puxou meu queixo para cima. – Eu só quero que você tome cuidado com sua vida, por que ela pode até não ser valiosa para você, mas é valiosa para mim. – Depositou um selinho rápido, mas eu a puxei novamente iniciando um beijo mais quente, mais voraz e muito mais excitante.
– Eu te amo. – Falei em meios aos beijos. – Tenho certeza disso. – Beijei seu pescoço puxando para senta em meu colo.
– Eu te amo muito mais seu mané. – Disse risonha.
– Ei. – Dei um tapa em sua bunda e ela me beijo enquanto ria
Ficamos apenas nos beijos não estávamos querendo algo eu queria apenas curti nosso momento ali juntos. Tudo que vivi decepções, mortes, drogas, perseguição tudo mesmo me fazia sentir um pouco de medo, mas ela sempre me apoiava mesmo sabendo que era errado, igual minha mãe elas são as duas mulheres em que eu devo respeito.
Catty resolveu tomar banho, mas a filha da puta não deixou eu ir junto passou-se uns 40 minutos e Cattleya saiu do banheiro e segurou na parede.
– Está tudo bem? – Perguntei preocupado
– Está sim só foi uma vertigem, acho que levantei minha cabeça rápido de mais – Falou coçando os olhos.
– Vem deita aqui – Disse a levando para cama
–Credo Justin já passou – Falou me olhando
– Deita, descansa e não discute comigo porra – Falei irritado.
– Tá estressado? Se estressando por nada – Falou rindo.
– Besta – Disse e lhe dei um selinho. – Agora deita e fica quieta. – Pedi.
– Se tu não percebeu Justin, eu tó de toalha e o ar condicionando está me dando frio. – Falou risonha.
– Melhor assim. – Falei olhando para suas pernas. – Quanto menos roupa melhor. – Sorri malicioso.
– Justin. – Me repreendeu, mais era tarde de mais, minhas mãos deslizou sobre suas cochas e logo notei que ela se arrepiou.
– Você gosta quando eu te toco? – Perguntei e ela bufou impaciente me fazendo gargalhar.
– Justin para. – Falou ficando em pé.
Puxei-a novamente para cima da cama, subi rapidamente ficando entre suas pernas.
– Eu sei que você gosta. – Olhei maliciosamente para onde suas mãos segurava a toalha. Puxei delicadamente as mesmas, fazendo ela libera a parte de cima da tolha.
Soltei somente a parte de cima, deixando seus seios fartos ainda molhados a mostra para mim.
– Justin. – Soltou logo em seguida um gemido, assim que encostei meus lábios em um dos seios dela, suguei com um pouco mais de força um dos bicos dos seios dela, fazendo gemer novamente.
Minhas mãos deslizaram entre suas pernas, tentando acha sua intimidade.
– Justin para. – Não deixei terminei e calei-a com meus lábios.
Eu queria continua, eu ia continua, queria vê-la excitada e geme pelo meu nome, como ela fez minutos atrás. Ela não iria me impedir, eu ira deixa-la excitada.
– Eu não vou para. – Sussurrei ainda de encontro dos seus lábios.
Minhas mãos encontrou o que tanto procurava, devagar sem muita demora pressionei entre meus dedos o clitóris.
Catty subiu um pouco seus quadris e soltou um leve gemido, meus dedos pressionaram sua entrada, eles entraram livremente um tanto fácil por ela esta tão molhada.
– Você gosta? – Movimentei meus dedos dentro dela. Ela balançou a cabeça positivamente. – Eu quero ouvi? – Pedi empurrando meus dedos com mais força dentro dela e ela gemeu.
– Continua. – Pediu assim que eu parei. – Eu gosto. – Gemeu. – Continua Justin. – Sorrir quando ela gemeu meu nome.
– Você gosta assim? – Perguntei e pressionei meu dedão em seu clitóris enquanto meus outros dois dedos entravam e saem de dentro dela. – Ou assim? – Perguntei agora com três dedos dentro dela, indo com mais força e mais rápido.
Ela gemeu e puxou um pouco o ar.
– O ultimo. – Gemeu novamente. – Continua desse jeito. – Gemeu e olhou para mim sorrindo.
Tirei sua toalha jogando ao lado da cama, deixando ela completamente nua para mim, queria usa coisas novas com ela.
Puxei suas pernas a colocando para cima, deixando sua intimidade completamente molha para mim. Beijei a parte de cima entre sua barriga e vagina, e abaixei um pouco mais, antes olhei para ela que sorriu para mim maliciosamente.
Voltei à fita sua intimidade, que estava completamente úmida pelo líquido de tesão, encostei meus lábios em seu clitóris mais logo em seguida sugando toda sua intimida, colocando ela toda dentro da minha boca e suguei com certa força. Agora Catty gemeu mais alto do que eu esperava, sabia que daquele jeito eu faria goza mais rápido do que eu esperado. Então eu passei delicadamente com a ponta da minha língua desdá sua entrada até seu clitóris, fiz isso algumas vezes, sentindo o gosto do liquido que Catty soltava toda vez que ficava com mais tesão.
O gosto e o cheiro dela era tão bom, que por mim eu ficaria ali até não querer mais, mas resolvi que estava na hora de para então comecei a suga-la mais forte, como eu havia feito logo no começou. Tomando toda sua vagina em minha boca, sugando ela por completo e com mais força.
– PORRA Justin. – Deu ênfase na primeira palavra me fazendo ri.
Continuei usando a mesma tática, até ela me avisa.
– Justin. – Gemeu. – Eu vou goza... Continua. – Gemeu mais alto quando a suguei novamente.
– Vai goza para mim. – Pedi dando tapas no lado da sua bunda.
Voltei a suga-la, fiz círculos com a ponta da minha língua em teu clitóris fazendo-o gemer mais ainda, dei uma ultima sugada com mais força fazendo as pernas dela estremece, sem demora voltei a suga-la sentindo o gosto do seu gozo, fiquei sugando até sentir que não tinha nenhum rastro de seu liquido.
Subi para cima, selando nossos lábios enquanto ela ria.
– Melhor assim. – Falei beijando seu pescoço. – Agora troca de roupa, você vai ter que treina com o Ryan novamente. – Falei saindo um pouco de cima do corpo dela.
– Eu pensei que você iria proíbe dele me ensina a usa uma arma. – Ela fez cara de confusa.
– Proibir, eu não vou, por que Ryan é um dos meus melhores atiradores e não existe outra pessoa melhor para te ensina. – Respirei fundo vendo ela se enrolando na toalha. – Mais se eu soube qualquer coisa entre vocês dois eu não respondo pelos meus atos. – Falei vendo ela se pondo em pé. – Escuta olha para mim, se eu souber tanto assim. – Mostrei entre meus dedos. – Que ah algo entre vocês dois, eu não respondo pelos meus atos e você sabe que eu posso fazer merda. – Ameacei.
– Tá bom não precisa ameaça, Chega Okay, Ryan é um amigo, ele é gente boa deveria confia nele. – Falou indo até o closet.
– Eu já te falei que eu não confio nem na minha sombra imagine nele. – Dizia indo até o closet eu gostava de vê-la trocando de roupa. – Espero que o recado tenha sido dado, e que depois você não venha com papinho que eu não confiei em você. – Falei nervoso.
Eu sabia exatamente o porquê dessa proteção toda minha quando o assunto é Cattleya. Ela é minha, minha propriedade, minha mulher, minha vadia até que eu resolva dizer que não é mais.
E nenhum dos meus capangas vai usa-la assim como usava as outras vadias que eu tinha na minha casa.
E no fundo eu sabia que Ryan era melhor que eu, ele sempre foi melhor que eu quando o assunto se tratava mulher, eu via o quanto ele tratava bem sua ântica namorada que por acaso foi morta por Fred. Sabia que ele conseguiria encanta Cattleya fácil, fácil eu sabia que ela é feita por carinho e se um novo cara chegasse dando-lhe o carinho que merece ela me largaria e como já disse antes, ela só deixara de ser minha quanto eu quiser ou quando ela estive morta.
Pode ser egoísmo da minha parte, mas a vida me ensinou que o que é meu, é meu e ninguém tira de mim, e Cattleya é MINHA.
– JUSTIN PORRA TÁ NO MUNDO DA LUA. – Gritou Cattleya na minha frente, balançando sua mão de um lado pro outro em frente ao meu rosto.
– O que foi? – Perguntei. – E não grita porra eu tó aqui. – Falei nervoso.
– Não parecia, parecia esta no mundo da lua eu sairia do Closet e você não perceberia. – Falou risonha selando meus lábios.
Notei que ela já estava vestida. Abracei sua cintura enquanto ela beijava algumas partes do meu rosto.
– Está bom ne? — Perguntou colocando as mãos em meu tórax. – Vamos logo, quanto mais rápido melhor. – Desconfie.
– Para que essa pressa toda? – perguntei desconfiado. – Quer ver tanto o Ryan para que? – Perguntei e ela bufou.
– Justin, por favor, eu te peço, para com isso. – Pediu tentando tira meus braços de sua cintura. – Isso é muito chato e eu me sinto pressa dessa forma, para com isso eu tó com você e até agora não tem um por que de eu fica com outro cara. – Suspirei pesado. – Você não confia no seu taco? – Perguntou passando as mãos em meus cabelos.
– Quando o assunto é você. Sim eu me sinto inseguro. – Confessei. – Eu te conheço sei do que você gosta e sei que não ando dando o que você gosta. – Disse impaciente.
– Justin para. – Bateu com suas mãos em meu tórax me fazendo ri com sua atitude. – Sou eu que tenho que acho o que é bom e ruim para mim, como disse antes você não me deu nenhum motivo para eu achar que devo dormi com outro homem, ou esqueceu-se do que você me fez senti ali na cama? – Perguntou risonha me fazendo ri. – As pessoas mudam, as atitudes mudam. Eu mudei meus gostos assim como você mudou suas atitudes. Agora para com essa paranoia. – Pediu selando meus lábios novamente.
Puxei-a novamente a profundo o nosso beijo.
– Eu te amo. – Falei entre os beijos, e antes mesmo dela pensa em fala alguma coisa eu aprofundei mais ainda, puxando ela do chão.
Era 7 da noite, Catty ficaria treinando com Ryan por 3 horas, então isso significava que poderia resolve minhas coisas antes dela volta e que eu poderia fica com ela o resto da noite.
Depois que deixei Catty nas mãos de Ryan fui para o escritório, mas fui interrompido por batidas apresadas na porta.
– ENTRA PORRA TÁ ABERTA. — Gritei nervoso, odeio quem bate na porta daquele jeito. – O QUE FOI? – Perguntei para Chaz que parecia nervoso. – O gato comeu sua língua? – Perguntei risonho.
– Cara o Joshon se mandou. — Arregalei os olhos.
– O QUE? – Gritei novamente. – COMO VOCE DEIXOU ISSO ACONTEÇE? – Gritei me levantando.
– Não teve como evitar, Joshon conhece sua casa, então ele conseguiu sai do porão fácil. – Chaz pareceu nervoso.
– Droga, Joshon vai-me da muitos problemas, ele conhece minha casa. – Sussurrei para mim. – Chaz trate logo de muda todas as fechaduras da casa, seguranças mude de lugar, mude tudo que Joshon possa consegui entra aqui, faça o possível? – Pedi nervoso.
– Está bom Jay-B. – Sai do escritório com pressa.
– QUE MERDA. – Gritei jogando uma mesinha de centro fazendo-a se patifa no chão. – JOSHON SE EU TE PEGO EU TE MATO SEU DESGRAÇADO. – Gritei nervoso.
Continua...
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