Perigo eminente...

33 Por de traz da nossa amizade...


Notas iniciais
VAMOS LÁ, ISSO NÃO VAI VIRAR UM ACEDE JURO JURADINHO USHAUSHAUSHUASHU Galera eu tenho uma noticia super mara *--* Comecei meu Blog, fiz a primeira postagem e espero continua, por isso

Galera meu Blog > http://literariabr.blogspot.com.br/<

POV LEO

Meu corpo doía além do normal. Meu estomago, meus braços e minha cabeça eram o que mais me incomodava. Não lembrava muita coisa da noite passada, só de ter passado muito mal e do rosto de pânico de Percy... Ah não, droga! Eu não sei bem como aconteceu, não deveria ter dormido na casa dele. Todas as noites eu me sinto assim, sabia que era provável, mas eu me arrisquei e esse foi o resultado.

Foi pouco tempo depois que eu peguei no sono, me senti desconfortável, uma queimação no esôfago fez com que eu despertasse imediatamente. Pensei em correr para o banheiro e poupar Percy desta cena, afinal não queria que ele descobrisse tudo tão cedo. Mas alguma coisa aconteceu, meu corpo não respondia ao meu celebro, tentei me mover, mas meus braços e pernas pareciam chumbos, a única coisa que eu consegui fazer foi virar pra não me afogar no próprio vomito.

Agora estava deitado, abri os olhos e me deparei com um quarto de hospital semi iluminado, em uma poltrona no canto, Percy cochilava com uma roupa completamente amarrotada, me senti um lixo fazendo-o levantar e me socorrer. Encarei o teto, e só então percebi que estava com uma mascara de oxigênio, sério eu estava perdido. Sentei e arranquei a mascara, ficando assim mais confortável, procurei no meu campo de visão alguma coisa e encontrei uma bolsa, arrastei o bagulho onde estava o soro que mandava para a minha veia tentando não acordar Percy, peguei a roupa que estava na bolsa e me vesti.

Sentei-me na cama quando senti dores agudas na barriga, tontura e muito enjôo. Respirei fundo com uma enorme dificuldade, não queria estar naquele hospital, precisava ir pra minha casa.

Quando levantei os olhos, Percy já não estava mais cochilando e sim me olhando com uma cara que era um misto de preocupação e raiva. Tentei sorrir para suavizar a sua expressão, mas acho que não adiantou em nada.

– Qual é? – disse entre o sorriso – Não me olha assim!

– Leo isso não é hora de piada – ele murmurou levantando e checando a quantidade de soro que ainda faltava. – Aonde pensa que ia? – disse assim que ele percebeu que eu estava vestido com as roupas que estavam na mala.

– Pra minha casa – falei ficando de pé e evitando seu olhar mortal.

– Deita ai, o medico disse que um especialista estava vindo conferir o seu estado – ele falou arrumando a cama para que eu pudesse deitar novamente.

– Não preciso de um “especialista” – falei como se a palavra especialista fosse acido em minha boca, não queria discutir com Percy.

– Não? Você estava vomitando sangue Leo, sangue! – disse bravo provavelmente por eu estar te escondendo algo, não queria que ele se preocupasse alem do normal comigo, sei que ele que cuida de mim quando eu estou completamente bêbado. Não quero ser um incomodo, já sei que estava passando dos limites de sua bondade.

– Estou cuidando disso – expliquei

– O que você tem? – ele perguntou com a voz séria, tentei sustentar um olhar, mas desviei assim que o medo tomou conta de mim – E não ouse mentir!

– Câncer – respondi de uma vez, como se eu falasse em voz alta pudesse me acostumar com a idéia. Bem não deu certo.

Deitei na cama e olhei para o teto, tentando unir todas as partes da minha vida trágica e a concertar de uma vez só. Não queria ser dependente de ninguém, só queria me cuidar e tentar me safar dessa. Percy me olhava com uma cara incrédula, tentando encontrar alguma coisa pra falar, suspirei odiando a sensação de pena que ele estava tendo de mim naquele momento.

– Mas você é um semideus...

– Não mais – disse cortando-o – Lembra? Agora somos mortais!

– E o tratamento? – perguntou com a voz falha

– Vamos fazer mais alguns exames, depois começar a quimioterapia – murmurei encarando seus olhos verdes que começavam a dar indícios de choro.

– Eu estou aqui, pode se mudar lá pra casa, vamos cuidar de você – ele disse acariciando meu rosto. Suas mãos eram quentes, me lembrava o calor que sentia quando Jason me tocava, será mesmo que vou morrer sem vê-lo outra vez? Não gosto de pensar nisso, tinha que concentrar em algo bem mais produtivo.

– Não quero ser um incomodo – falei sentindo as lagrimas caírem, e eu rapidamente as sequei.

– Não mesmo! Paul e mamãe vão se sentir mais aliviados em cuidar de você... Afinal você é um desastrado.

E assim começamos uma seqüência de soquinhos para ver quem era mais forte.

Percy não sabia, mas eu não ficaria na casa dele...

(...)

FLASH BACK ON

POV PERCY

Eu não estava com pique pra festa alguma. Mas o filho de Dionísio, Mason, conseguiu me convencer a sua “pequena” comemoração no chalé. Depois que Nico me deixou sozinho naquele quarto, queria me despedaçar chorar, implorar e até fazer birra pra ele voltar comigo. Mas os novatos entraram e eu me mantive forte de cabeça erguida como sempre fiz em situações difíceis. Ainda não conversei com ele depois disso, Nico disse que era para eu me afastar, e eu acho melhor assim! Se ele quer um tempo o melhor que posso fazer é dar este tempo a ele e eu ainda estarei aqui pra quando ele voltar.

Muitas pessoas estavam no chalé, ainda eram quatro horas da tarde, se Quiron nos pegasse estaríamos perdidos. Muito perdidos.

Encostei-me em um canto, observando a galera se pegar e encher a cara. Só queria saber com que cara iria jantar naquela noite depois de ter bebido tudo isso. Mas continuei na minha até a grande surpresa ser revelada. Sei como é as festas deste chalé, foi aqui que eu beijei Luke pela primeira vez, estar aqui me trazia lembranças difíceis de encarar, perdi meu primeiro amor pra uma guerra e estou perdendo o segundo novamente após uma guerra.

As coisas não estavam fáceis.

Me assustava o fato de ter aceitado estar ali, uma orgia não é uma coisa apropriada para um herói sabe? Pelo menos é isso que eu penso.

– Galera – Gritou Mason chamando atenção – Vamos começar, algumas regras... Ninguém é obrigado a fazer nada, se não está afim vá embora okay? E o que rola no chalé de Dionísio fica no Chalé de Dionísio sacas? – E assim com o grito animado da galera as luzes se apagaram e a musica aumentou, já não se via e nem ouvi mais nada.

Tentei relaxar, mas a cada segundo, fui ficando mais nervosos e estressado com situação. Andei tateando vários corpos no caminho de uma parede qualquer, até finalmente dar de cara em uma. Encostei as costas e fui me sentando no chão caindo ao lado de algum corpo quente ao meu lado.

Caraca isso me deixa muito perturbado. Eu gosto de homens desde que me entendo por gente, fiquei apenas uma vez com Annabeth que também não gostou muito do meu desempenho, nossos amaços sempre acabavam com no Maximo um oral. Será que eu ainda consigo, sei lá, transar com uma garota?

Coloquei minha mão sobre a sua coxa com o coração na garganta, será mesmo justo dormir com outra pessoa pra esquecer Nico?

Minha mão foi subindo com lentidão até toca no membro semi rígido, ufa, era um garoto e por isso resolvi continuar com as caricias embora não tirasse Nico da cabeça. O menino se aproximou e selou nossos lábios, sua língua tinha gosto de Contine e seus cabelos cheiro de Manga. Bem exótico apenas. Resolvi me soltar, afinal depois que a luz acendesse ninguém saberia com quem havia transado o que eu teria a perde?

Coloquei minha mão por dentro da sua calça, que estava meio apertada, retirando seu membro e começando a masturbá-lo com vontade e o tesão que aquele beijo me proporcionava. O Anônimo (é assim que vou chamá-lo) começou a se empolgar deixando seus lábios deslizarem para o meu pescoço, nada melhor que aquilo. Sua mão explorava meu membro por dentro da minha calça e eu sentia que precisava mais daquilo, muito mais daquele anônimo.

Até que a luz acendeu!

Fiquei cego por uns instantes xingando o filho da mãe que havia feito aquilo, até focalizar a imagem de Leo a minha frente, um grito se surpresa se prendeu em minha garganta assim que Connor gritou.

– Quiron está vindo!

Todos saíram em disparada, até mesmo eu e sem mesmo olhar pra trás ou entender o porquê de ter ficado tão abalado corri para meu chalé...

FLASH BACK OFF

Notas finais
VAMOS LÁ CADE VOCÊS MEUS AMORES QUE COMENTAM? 90 PESSOAS ACOMPANHANDO E POUCOS COMENTARIOS T----T ESTOU POSTANDO CERTINHO AGORA