Perfeita?

5 Amor e obsessão são iguais


Notas iniciais
Pronto, terminei. Qualquer dúvida deixe nos comentários Revisado

Posso lhe fazer uma pergunta? Você sabe qual é a diferença entre o amor e a obsessão? Bom, suponho que você possa pensar em diversas diferenças, não é? Mas para mim eles são iguais. Por quê? Bem, porque entre eles para uma das únicas diferenças é somente o seu nome, pois creio que em sua essência eles sejam iguais. Sendo assim, não importa que tipo de pessoa você seja, se ama alguém, então você possivelmente tem um grau de obsessão por este alguém. O mesmo pode ser baixo ou alto, mas ainda é uma obsessão. Que pode se manifestar como pais superprotetores, o mesmo se aplica aos filhos para com os pais, ou um ciúme extremo e excessivo por seu parceiro ou parceira. Essa é uma verdade que não pode ser mudada por nenhum argumento, bem, isso creio já que tanto o amor quanto a obsessão surgem da paixão. Assim é o relacionamento de Lux e Jinx. Elas se amam, mesmo uma delas pensando ser apenas um puro e singelo amor.

Lux caminhava até seu trabalho feliz e radiante, algo incomum para ela, alguém que odeia trabalhar. Esta foi uma mudança perceptível para seus colegas que chegaram lhe perguntaram se estava doente. Todos a olhavam com sua estranha alegria em trabalhar, pois visto que ela sempre reclamava, já que era encarregada de revisar os relatórios de todos os casos. Ao finalizar sua tarefa, surpreendentemente rápido, dirigiu-se ao escritório da Xerife, que ficou surpresa ao ver o enorme sorriso no rosto de Lux. Já que enquanto está na delegacia mantinha uma carranca de desânimo constante. Lux começa a falar sobre os casos encerrados e sobre os ainda em aberto, mas foi interrompida por uma curiosa Caitlyn.

— Espera, espera. Lux, minha querida amiga, será que eu poderia qual é motivo de toda essa alegria? — Perguntou curiosa

— Ah, não é nada, é só que estou apaixonada. — Abriu um sorriso bobo.

Caitlyn ficará tão surpresa que ficou boquiaberta e em silêncio, apenas olhando com cara de tacho para sua amiga.

— Ela é perfeita, é carinhosa, gentil e atenciosa e, além disso, ela é estupidamente linda… — Delirava enquanto deságua elogios sobre sua paixão.

— Espera aí, quando e como você conheceu essa pessoa? — Essa pergunta fez Lux votar a realidade, o que ela deveria dizer, então que surge uma ideia.

— Ah, isso nós conhecemos por acaso enquanto estava de compras. Conversamos por um tempo, mas ainda não temos nada oficial, ainda estamos conhecendo melhor uma a outra. Então não se preocupe, eu não vou pedir alguém em namoro sem conhecê-la direito. — Esperançosa de que ela não perguntasse mais nada, abraçou os papéis que segurava nervosa.

— Entendo, então você se apaixonou por uma pessoa qualquer que mal conhece. Deus, Lux, você não acha que está sendo precipitada demais em dizer estar apaixonada por uma qual… — Calou–se ao perceber o olhar perfurante.

Vendo o olhar de Lux, viu uma expressão sombria na face de sua companheira, também notou um brilho púrpura em seus olhos, crepitando como carvão em brasa. Não entendia o que Luxanna tinha de errado, mas por alguma razão ela parecia muito irritada. Lentamente caminhando até sua mesa, inclinou-se sobre sua superior e com um olhar que parecia perfurar sua alma e sussurrou. — É melhor a senhora tomar cuidado com suas palavras Xerife, pois mais uma palavra indevida e algo ruim poderá acontecer. — Seus olhos brilharam mais intensamente quando a última palavra foi dita. De volta à sua posição inicial, prosseguiu com o relatório sobre os casos que haviam chegado na semana anterior. Ao finalizar, saiu da sala se despedindo de forma amistosa e amigavelmente, como se nada tivesse acontecido.

Amor pode ser belo em certos momentos, mas em outros ele pode ser assustador. E faz com que as pessoas mudem suas mentes e personalidades para o bem ou para o mal. Mas isso não importa, pois sempre haverá uma queda e é essa queda que leva essas pessoas a um caminho de escuridão que não há como voltar.

Uma jovem enérgica salta sobre as costas de Lux quase a derrubando, esta era sua parceira de patrulha de hoje que foi recebida com olhar de desprezo e nojo que rapidamente se tornou gentil e amável. Repreendendo a jovem por chegar atrasada para a patrulha que fez cara de idiota. Já durante a patrulha Lux no banco do passageiro pôs-se a pensar em mil maneiras de fazer Jinx enlouquecer, olhando para fora com seus olhos púrpura, totalmente distraída e fora da realidade.

— Rita lux… orita Lux… Senhorita Lux. — Chamava a jovem repetidamente.

— Hã, ah, o que foi? — Respondeu voltando a realidade.

— Você parece muito distante hoje, aconteceu alguma coisa? — Pergunta olhando o retrovisor para trocar de faixa.

— Sim, aconteceu algo e algo ótimo. — O seu sorriso aumentou.

— E mesmo? E o que foi que aconteceu para você estar tão feliz assim? — Perguntou sem esperar que a resposta fosse tão chocante.

— Acho que hoje consegui uma namorada. — Respondeu cheia de felicidade e animação.

— QUÊ? — Indagou incrédula.

— Inacreditável né? Eu não imaginaria que conseguiria uma, mas eu consegui, Nova. — Começou falar sobre a sua “namorada” alegremente sem perceber a expressão da colega de incredulidade de Nova.

Descrente, Nova não acreditava no que havia acabado de ouvir. Luxanna Crownguard, seu primeiro amor, tinha uma namorada. Não entendia como e por que isso aconteceu, mas não deixaria que alguém tirasse seu amor dela. Enquanto Lux aplicava uma multa, ela esperava no carro olhando fixamente, até perceber um pequeno brilho vindo do aparelho celular de sua colega. Porém, não deu muita importância para isso, esse foi um grande erro e que traria uma enorme dor no futuro.

— Não sei quem essa garota que Lux mencionou, mas sei que ela não irá te-la. — Indagou com raiva de alguém que não conhecia e não deveria desafiar — farei com que ela se apaixone por mim e esqueça essa garota rapidinho. — Afirmou, assim selando seu triste fim.

— Acho que terei de usar aquele lugar mais cedo do que eu esperava…

— Uma mensagem, será que é ela? — Nova olhou para o telefone que acabava de soar anunciando a chegada de uma mensagem.

— Esses jovens de hoje. — Se assustou com a chegada repentina de Lux. — O que foi? Parece até que viu um fantasma.

— Não, é que eu estava um pouco distraída e não percebi você chegar — será que ela me ouviu, espero que não.

Jinx encarava seu celular com um resplendor rubro e vazio em seu olhar com um semblante calmo, porém em seus olhos queimava o mais puro dos ódios. Mas que rapidamente mudou, dando lugar a um sorriso macabro e uma expressão perturbadora, pensava em mil e uma maneiras diferentes de fazer essa tal Nova sofrer por almejar que é seu. Uma notificação a tirou de seus pensamentos, era Lux que responderá sua mensagem, lhe enviando uma foto na pose mais sexy existente, esta foto a manteve ocupada o dia todo. Quando foram checar as horas notou que já passava das 08:00 da noite e Lux chegaria a qualquer instante, limpou rapidamente a bagunça que fez e correu para a cozinha para preparar o jantar.

Enquanto isso, Lux se despedia de seus colegas já tendo uma ideia do que iria fazer ao chegar em casa. Antes de sair, Nova lhe chama oferecendo-lhe uma carona já que estava de carro, mas recusa a oferta da mais nova lhe lançando um olhar assustador antes de sorrir gentilmente e dizer até amanhã. No caminho de casa, alguns homens bêbados cercaram-na a convidando para sair com eles. Mas ela somente olhou para eles os afugentando, emanando uma aura assassina como se ela fosse a própria morte. Após esse incômodo, seguiu seu caminho tranquilamente como se nada tivesse acontecido. No elevador, ria com pensamentos doentios, diz a si mesma — você é tão sortuda de achar alguém honesta como ela, Lux. — Ao chegar em frente a porta sentiu um cheiro delicioso, entrou, seguindo o delicioso odor, chegando até a cozinha achando a causa daquele cheiro maravilhoso que pairava no ar preenchendo toda a casa. Jinx havia feito o jantar para ela como se já fossem um casal, aproximou-se lentamente sem que ela notasse, então a abraçou assustado-a.

— AH — Deu um pequeno sobressalto — não faça isso com alguém, está com uma faca na mão! — repreendeu.

— Desculpe, não farei isso de novo. — Se desculpou dando uma leve risada. — E que não resiste, o que você está cozinhando aí, hein? — Aconchegou-se no ombro da mais nova.

— Estou fazendo um ensopado de carne e vegetais, por que não quer? — Provocou, Jinx com um sorriso.

— Não, é claro que eu quero, mas tem outra que eu gostaria de comer — deslizou suas mãos pelo corpo de Jinx, provocando-a — e eu creio que você saiba o que é.

Olhando para cima vendo o rosto da loira — não, não, agora não tigresa. Você vai ter que esperar, agora e hora do jantar tá bom. — Falou Jinx removendo uma certa mão boba.

Sentadas à mesa, a mais nova sentia um olhar faminto e sedento sobre si. Algo que a deixava um pouco envergonhada e também a fazia entranhar o comportamento da mais velha que, diferente do que havia observado, Lux tinha se tornado outra pessoa, estava muito mais atrevida e mais corajosa, sempre tomando iniciativa em tudo. Observando os olhos dela, vendo que o brilho púrpura ainda prevalecia, o mesmo da noite anterior, sua mente maquinava sobre aquilo, porém não encontrou uma resposta para essa mudança comportamental em relação à mudança da cor de seus olhos. Mas de uma coisa tinha certeza, isso não é nada normal nem mesmo para a magia. Tinha certeza absoluta de que Lux havia mudado, temendo que isso fosse algo ruim.

Olhava ocasionalmente para admirá-la enquanto pensava consigo mesma que sua maior sorte que teve em toda sua vida foi ter ido para cidade do progresso. Pois nessa cidade encontrou o seu grande amor. Um pequeno sorriso se esboçou em seu rosto ao ter uma divertida ideia. Lux começou a acariciar a perna de Jinx com o pé, subindo devagar até chegar no centro do alvo, fazendo a mais nova se arrepiar e soltar um gemido devido ao toque frio e repentino. Em resposta, ela dá um chute na canela de Lux, que ria com dor. Enquanto lavavam a louça, brincavam com a água mais do que lavavam a louça. No final, se aproximou da mais baixa para beijá-la, mas não foi permitido. Sendo ordenada a tomar um banho antes porque não estava muito cheirosa naquele momento. Enquanto tomava banho, ouviu um sussurro próximo a seu ouvido.

— Garota estúpida, não vês que ela está a te enganar assim como ele fizera. — Ecoou pelo banheiro.

Virou-se rapidamente procurando a dona da voz, mas não tinha ninguém no banheiro além dela. E novamente a voz sussurrante retorna para lhe atormentar.

— Só estás iludindo-se, ela é como ele, ela como Sylas. Ela irá enganar-te e usar-te e depois descartar-te como se fosses lixo, assim como Sylas o fizera. — Indagou a voz misteriosa

— Não, você está errada. — Disse quase chorando

— Quê? Estou errada? Ha ha! — Riu com gargalhada rouca e profunda que se parecia a um coro infernal de vozes demoníacas. — Como és tola Lux, eu não posso estar errada, sabe por quê? — Questionou uma voz estranhamente familiar.

— Por quê? — Perguntou confusa, mas ao voltar seu olhar para seu reflexo no espelho ficou aterrorizada.

— És Porque eu sou você. — Riu a figura no espelho com gargalhada infernal totalmente distorcida.

Lux assustou-se e gritou, assim escorregando caindo no chão do box. Não se feriu, porém, aquela coisa ainda estava ali e estava caminhando em sua direção. Jinx escutou gritos e correu para o banheiro. Ao chegar, viu a mais velha encolhida num canto, bem longe do espelho. Porém, o que mais chamou a sua atenção foi o olhar e a expressão cravada no rosto de Lux que parecia um misto de emoções como pavor, terror, horror, etc. Então aproximou-se devagar para não assustá-la ainda mais e ao chegar a um metro dela. Lux se lançou em seus braços enquanto chorava com tanta força quanto um recém-nascido.

Foi difícil acalmar Lux; ela falou vagamente sobre ter visto algo, mas sempre que eu a questionava sobre se recusava a contar-me. Então decidi não perguntar mais sobre isso, deixei para que ela me contasse quando estivesse pronta. Ah, e outra coisa sempre que me afastava dela, Lux entrava em desespero insistindo para que eu não a deixasse sozinha. Parecia ter medo que o aquilo virasse para a machucar quando não estivesse por perto. Mas é estranho, o que poderia ter deixado uma mulher que lutou em uma guerra sangrenta, tão apavorada desse jeito, não importa eu, só tenho que mantê-la segura. Bem, pensarei com calma sobre essa situação não prevista mais tarde. Mas agora que ela dormiu, tenho uns “assuntos” pendentes para resolver.

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Em Zaun, há um certo lugar escondido bem na vista de todos. Um lugar tão bem disfarçado e misturado com o ambiente ao seu redor que ninguém sequer cogita sua existência. E hoje ele servirá a seu propósito, também servindo para as suas ferramentas tenho sua magnífica estreia, em um jovem corpo feminino saudável. Mesmo que fosse escondido tão bem, não se preocupava que descobrissem aquele lugar, já que ninguém além dela e de sua vítima saberiam do que aconteceria naquele lugar naquela noite.

No interior um tanto quanto escuro do local ao fundo, Jinx saia de uma pequena sala, usando um macacão de proteção química e uma máscara de proteção. A passos lentos diminuía a distância entre ela e a jovem Nova, que se debatia sentindo no mais puro desespero e medo primitivo amarrada a uma cadeira de aço, pôs-se à altura de seu rosto, dando-lhe com um sorriso demoníaco. — Você não deveria ter almejado obter o amor de Lux, e por este ato perigoso e imprudente que você irá sofrer. — Então longa uma sessão de tortura começou. Primeiro com um alicate arrancou unha por unha de suas mãos e pés bem devagar, depois quebrou seus dedos um a um. Jinx ria divertindo-se a fazendo sofrer. Afastou-se um pouco, Nova sentiu-se aliviada achando que seu sofrimento havia acabado, mas viu a baixinha pegar um balde com algum líquido dentro.

— Ah, não se preocupe, isso não vou usar isso agora. — Aproximando de seu ouvido, perguntou — quer que te solte? — Balança freneticamente em concordância — então prometa nunca mais vai chegar perto da Lux? — Concorda balançando ainda mais a cabeça com os olhos cheios de esperança, pois ao sair dali iria relatar tudo a xerife. — E você acha que vou acreditar em você, senhorita Nova Servian — seu olhar de esperança converteu-se em medo, antes de chegar ao desespero. Porque seu inferno só havia começado e agora o próprio diabo se encarrega do seu tormento.

Jinx, tirando-a da cadeira a pendurando pelos pulsos com correntes ao teto, pegou um bastão de baseball de alumínio com algumas protuberâncias semi-circulares em sua ponta. Voltou-se para a garota e a olhou sorrindo zombeteira como um demônio, então a golpeou algumas vezes no estômago. Depois foi para as costelas quebrando algumas. Depois para as pernas, costas e por fim o rosto, desfigurando este, deixando com marcas, hematomas e escoriações por todo o corpo. Soltou-a das correntes a deixando Nova cair no chão, levou-a de volta para à cadeira, a mesma tentou fugir, só que não adiantou, só fez piorar sua situação. Jogou-a com força na cadeira prendendo-a firmemente, tomou uma faca, olhou por cima do ombro e murmurou — se você tivesse ficado quieta, isso já teria acabado — enquanto fazia corte não muito profundo e não muito superficiais, deliciava-se com os gritos da pobre garota. Pegou o balde e despejou vagarosamente seu conteúdo sobre ela, Nova sentiu seu corpo inteiro queimar e arder como se estivesse em chamas. Uma dor excruciante correu por seus nervos até seu cérebro, contorcer-se em agonia antes de gritar em sofrimento.

Jinx diz a ela em tom de deboche que seu tormento estava chegando ao fim, e que queria que a garota lhe fizesse uma promessa. Disse que queria que Nova lhe prometesse que nunca mais sequer cogitaria a ideia de se aproximar de Lux novamente. Nova ergueu sua com olhar pálido e débil e lhe jurando por tudo que era mais sagrado que jamais ousaria sequer olhar para ela outra vez, enquanto falava Jinx lhe acerta um forte golpe em ambas as pernas dela quebrando-as deixando fraturas expostas. E antes de sair do local olhou para trás — se te perguntarem quem foi que fez isso com você, é melhor você pensar duas vezes antes de falar se não… bem, você já sabe o que vai acontecer, não é? — Sorriu como uma criança inocente e se foi, sumindo na escuridão da noite como uma sombra.

Ao retornar para o apartamento. Entrou silenciosamente, enquanto trancava a porta, ouviu um ruído, se virou, foi até a sala, mas não viu ninguém. No entanto, conseguia distinguir melhor de onde o ruído, ele provém do quarto. Agora sabendo de onde vinha, seu olhar pousa sobre a porta do quarto e ela suspira. No cômodo para na porta observava Lux que ainda dormia, porém, parecia atormentada, devia estar tendo um terrível pesadelo. Então deitou-se ao lado da mulher cuidadosamente para não despertá-la, a abraçando e confortando-a ao menos um pouco.

Diz um ditado antigo que “o amor muda as pessoas”. É verdade, mas essa transformação nem sempre é boa. Porque às vezes você pode se tornar alguém melhor ou pode se tornar um monstro sanguinário. O sentimento conhecido como paixão pode ser belo e encantador, o que faz até mesmo o mais frio coração se aquecer. No entanto, às vezes pode ser uma emoção perigosa que pode destruir a vida de pessoas inocentes. Ei, você se lembra da pergunta que eu lhe fiz? Se sim, então você deve concordar comigo sobre o amor e a obsessão serem iguais. Se não tudo bem, nem todos têm a mesma linha de pensamento, mas até o fim desta história você vai se questionar se estou certo ou não.

Na manhã seguinte, ao acordar, lux olha para a mais nova, que continua dormindo, com os olhos arregalados, questionando-se: para onde ela havia ido na noite anterior? Sentiu um aperto no peito ao imaginar que ela tenha se encontrado com outra, não acreditava que isso fosse possível, mas se este fosse o caso… tal mulher não veria a luz do dia novamente. Concluindo, seu raciocínio se aconchegou a Jinx novamente, fecha os olhos voltando a dormir.

Notas finais
Ah, sobre a voz na cabeça de Lux, ela será melhor trabalha mais tarde.