Perfeita?

6 Corrupção PARTE 2.


Quando Jinx despertou eram quase 10 horas da manhã, esfregando os olhos fitou a mulher inconsciente ao seu lado, imaginando como prosseguiria com seus planos se a personalidade dela muda de forma tão irregular que prever suas ações tornou-se difícil. Sabia que daquela quarta-feira em diante ela teria que observar mais atentamente se quisesse compreender o que quer que esteja acontecendo com Lux. Naquele dia ela não havia ido trabalhar, pois não ainda estava um pouco abalada por conta do ocorrido da noite passada. Inventou uma febre, disse ser por cochilar na banheira na noite anterior. Caitlyn, por incrível que pareça, acreditou, dando-lhe o restante da semana de folga.

— Eu ainda não entendo, por que a loirinha parece tão irritada? O que será que aconteceu para ela ficar assim? Argh, pensar nisso está me dando dor de cabeça. Mas não vou me preocupar agora, vou me concentrar em fazer ela feliz. — Jinx pensava consigo mesma enquanto lavava a louça, sem dar conta da presença da mais velha, bem atrás dela. Isso até a loira chama seu nome de uma maneira que faria até os mais guerreiros corajosos tremerem de medo — Jinx? — A voz de Lux encheu os ouvidos da mais nova, porém, mesmo que fosse a voz dela, parecia ser outra pessoa. Quando finalmente se deu conta da presença da loira atrás de si, perguntou-se um pouco assustada e com medo — Quê? Como e quando ela chegou aqui? Ela não estava na cama dormindo? Tenho certeza de que ela estava dormindo da última vez que chequei. — Pensou. — Eu sabia que ela faria algo assim, só não achei que seria tão cedo. — Questionava-se em pânico a garota, que mantendo a compostura virou-se lentamente — O que foi, Lux? — Virou-se com expressão calma e serena, mas Lux não respondeu, dava para ver as chamas do ciúme crepitando por trás de seus olhos azuis, que brilhavam malignamente. Apoiou-se na bancada, com um rosto sério, usou um tom de voz altivo, disse — não, não é nada — a mais nova suspirou sentindo-se aliviada — mas Jinx, eu vou te perguntar uma coisa e quero que seja sincera — a autoridade em voz era esmagadora — S-sim, o que é? — Jinx empalideceu, mas se recompôs rapidamente, olhando em seus olhos radiantes — onde você foi ontem a noite? — Uma pequena gota de suor escorria pela testa de Jinx, então com uma expressão confusa, respondeu. — Eu? Fui comprar sorvete, por quê? — Lux sentiu em seu âmago que ela estava mentindo, porém após verificar a geladeira e ver dois potes grandes de sorvete, uma dúvida surgiu em mente. Tinha certeza de tê-la visto sair ontem a noite e sabia que ela não tinha ido fazer compras, já que sua carteira estava em casa, intocada. Então onde ela havia ido naquela hora? É porque ela estava mentindo? Se perguntava a loira de frente a geladeira aberta, olhando de canto de olho para a sorridente garota de cabelos azuis, que a encarava confusa.

Disse para Lux que ela deveria estar estressada devido ao ocorrido do dia anterior, por isso ela deveria ter imaginado coisas quando eu saí. Ela voltou para a sala e parecia não desconfiar de nada, acreditando no que eu lhe dissera. Parece haver coisas que precisarei rever meus planos para não terem falhas, para que eu tenha êxito em tê-la para mim. Pensou Jinx enquanto preparava o café da manhã sem perceber os olhos da mais velha sobre ela, que havia decidido investigar sobre a saída noturna dela mais tarde. Lux a olhava como um lobo olha para um coelho indefeso, mas não fez nada porque a voz retornou.

— Então, ainda confias nela Lux? — Disse uma sombra que se formou ao seu lado

— Sim, mas agora, olha. — Olhou para o lugar onde a sombra estava, apontou para frente, algo Jinx achou estranho.

Na televisão, o noticiário que começou a pouco se iniciou com uma notícia chocante.

Repórter: Esta madrugada, Nova Servian foi encontrada em armazém abandonado, com ferimentos severos que indicam que um período prolongado de tortura. A forma como os ferimentos foram aplicados parece ter sido uma vingança, uma vez que a vítima foi localizada por uma denúncia de um homem que disse ter ouvido gritos vindos deste armazém, que fica a 300 metros de sua residência. Além disso, foi dito que ela parecia estar severamente traumatizada, o que a fez murmurar pedidos de desculpas e de misericórdia…

Lux, arregalou os olhos em choque ao ver o estado que sua colega estava, havia vários cortes e hematomas escuros em seu corpo e em seu rosto um olhar aterrorizado e traumatizado. Ela nunca pensou que algo pudesse acontecer com ela, uma jovem tão meiga e amável, era “impossível” ter alguém que quisesse fazer mal. Na cozinha olhando contente para a TV, alguém sorria muito orgulhosa de seu “trabalho” impecável.

Na sala, outro alguém olhava para a televisão horrorizada, enquanto uma risada zombeteira e maligna ecoava em mente. Lux não entendia o que levaria alguém a fazer aquilo com jovem Nova. Lux foi até o hospital na quinta-feira, mas Nova estava na UTI e poderia receber naquele dia, então na sexta-feira de manhã, ela voltou para ver como sua parceira estava. Porém, não foi permitida sua entrada no quarto, a pedido de Nova, que disse não querer ver Lux. Então seguiu caminho para a delegacia mesmo de folga, pois queria saber o porquê sua amiga não querer vê-la então foi diretamente para o escritório de Caitlyn. Mas Caitlyn também não tinha ideia do porquê, Nova apenas disse que não apenas queria vê-la, o que era estranho. Questionou sobre o agressor de Nova, se já havia alguma pista de quem poderia ser, Caitlyn disse que não havia nada além de algumas marcas de botas no local. Disse pensar de um crime premeditado, que isso parecia ter sido muito bem planejado, pois para não deixar rastro desse jeito tendo que ser um sujeito muito experiente nesse tipo de coisa.

Lux tentará seguir o dia normalmente, mas toda essa situação não a permitia manter o foco, tanto que passou o dia todo se distraindo pensando nesse assunto. Até a noite quando chegou em casa. Após o jantar com Jinx, a mais nova se despede e diz para a loira preparar para o dia seguinte o seu melhor e mais bonito vestido, já que seu encontro no sábado seria inesquecível. Sumindo na escuridão da noite como se nunca estivesse estado ali.

Naquele momento, por algum motivo, nada mais importava, todos os seus problemas e preocupações haviam sumido de sua mente como se fossem fumaça e só restou o pensamento sobre seu encontro com Jinx e o que ela teria planejado. Ela estava tão nervosa que mal conseguiu dormir aquela noite, ficará acorda olhando as estrelas até o amanhecer passando e repassando o que faria e o que falaria. Porém, ninguém consegue se manter consciente, tendo cansaço acumulando, então, quando se sentou para descansar as pernas um pouco acabou adormecendo. “Turu, turu” despertou lentamente com o toque do interfone, ainda meio grogue de sono ela se levantou para o atender. — Alô? Quem é? — Perguntou com voz manhosa, — Oi, Lux sou eu, sua bombinha! — Então se lembrou do que tinha que fazer, o encontro, por do cansaço havia se esquecido dele. Pediu para que Jinx esperasse um pouco e que desceria em alguns minutos, tomou um banho rápido, pegou um vestido que havia ganhado de sua tia o qual nunca usara e saltos agulha de 15 cm, colocou uma maquiagem básica mais ainda elegante e prendeu seu cabelo em uma traça. Se arrumar para um encontro em menos de uma hora seria difícil para muitas mulheres, mas para ela não, já que contar com auxílio da magia tudo fica mais fácil. Já no elevador, pensava em como se desculpar com ela por se atrasar. Porém, não foi necessário já que Jinx disse haver chegado a pouco tempo — o que era mentira, mas Lux não precisava saber, não e? — então ela não precisava se preocupar.

Ao sair da recepção do prédio, os meus olhos se encheram com a maravilhosa visão de uma McLaren P1 nas cores preto e dourado. Jinx me disse que o havia alugado apenas para o nosso encontro — o que eu não acredito, conhecendo ela deve ter roubado o carro, e como sendo quem ela é, ninguém falou nada, vou perguntar sobre isso depois. — Quando eu achava que nada mais poderia me surpreender, ela me levou a um dos restaurantes mais caros e luxuosos de toda Piltover. Mas quando entramos no restaurante foi que finalmente notei como ela estava. Ela estava trajando um terno azul-marinho bem escuro, quase preto, sapatos sociais pretos e seu lindo e maravilhoso cabelo safira fora trançado em um fabuloso dread com linhas douradas. Deixando não só a mim, mas também a todos no local hipnotizados que admirando sua beleza que não tiravam os olhos dela. Admito que isso foi algo que me incomodou um pouco, porém quando nos sentamos a mesa nada disso parecia ser tão importante, pois diante do mais lindo e profundo azul que mais sonhava em ver estava diante dos meus olhos. Mas um repentino lapso de racionalidade tirou-me do transe, e assim finalmente percebendo a situação em que estava.

Notei que estava num famoso restaurante com a criminosa mais procurada e perigosa do país, porém ninguém ali parecia ter ciência disso e por esse motivo todos a estavam admirando. PORRA isso e irritante pra CARALHO, tirem seus olhos dela, seus MERDAS.

Jinx havia acabado de pedir o que elas iriam comer, até que um calafrio de forma que única que nunca havia sentido antes. Discretamente procurou o que poderia ter causado essa sensação, mas não achou ninguém suspeito ao redor; entretanto, ouvia murmúrio baixo que vinha do outro lado da mesa. Virando-se, vira Lux mexendo em sua pequena bolsa procurando por algo, enquanto proferia palavras que pareciam de ódio, porém indecifráveis para a mais nova.

— Eh? Sunshine você está bem? — Perguntou preocupada a mais nova

— Ah, sim, estou. — Disse ela como se estivesse escondendo algo.

Jinx perceberá que elas estavam mentindo não só pelos gestos corporais e pela forma como ela falou, mas também pelos olhos delas que haviam se tornado roxos, um tom de violeta puro e vivo. Porém, ainda não compreende totalmente o que é essa mudança na cor dos olhos de Lux, mas sabia que ela estava diferente, agora precisava saber diferente como. Qual é a diferença na sua personalidade? O que havia mudado no comportamento dela? Era isso que precisava descobrir, então por aquele momento decidiu observá-la para poder identificar as mudanças.

— Então, o que você está achando? — Apoiou os cotovelos na mesa enquanto repousava o queixo sobre as mãos.

— Hã? Ah, sim, estou achando maravilhoso, eu não imaginara que um dia estaria em restaurante como este. — Sorriu estranha, mas com satisfação para a mais nova.

— Ora, não diga isso, você é uma princesa de uma família nobre, isso aqui não chega metade dos lugares que você já esteve. — Provocou com um sorriso felino.

— Não, estou falando sério, este lugar é muito diferente dos que já estive em Demacia. Ele é simplesmente lindo. — Desse com um sorriso sedutor.

— Ta, vou fingir que acredito — fala jinx com o seu ar brincalhão de sempre — oh, o vinho chegou. — Olhou para trás e olhou para o garçom que ficou surpreso.

Acho que estou começando a compreender o que está acontecendo com ela.

— O que acha desse vinho? É um dos mais caros. — Disse sorrindo galante — pedi uma garrafa de um Château d’Yquem um maravilhoso vinho doce e encorpado. — Gesticulou para a garrafa dourada.

— Sim, ele é maravilhoso mesmo. Bem melhor do que os vinhos que tomara em minha casa — falou com muita sinceridade em seus profundos olhos púrpuras — você sabe que eu não mentiria para você, não? — Fez um beicinho como se fosse uma criança pedindo um doce.

— E claro que sei, mas ainda assim é difícil de acreditar que isto seja melhor que um banquete da realeza. — Zombou Jinx.

— A propósito, quanto custou esse vinho? — Perguntou curiosa, já que essa era primeira vez que via esse vinho.

— Esse ele custou U$2.686,20, por que a pergunta?

— Nada, é só que eu não sabia que você tinha tanto dinheiro. Bem, vamos deixar isso de lado e aproveitar nosso jantar.

O jantar seguirá como Jinx havia planejado, após um jantar esplendoroso dirigiram-se até o teatro, pois uma das coisas que Jinx observou de Lux e o seu gosto por arte. Naquela noite a peça era Romeu e Julieta que seria estreada, que ironia não? Durante o show, os olhos de Lux permaneceram os mesmos, e seu ar agora se parece mais com uma nobre princesa do que uma policial. Se questionou o porquê dessa mudança tão drástica em sua personalidade e comportamento, mas uma sensação de estar sendo observada está presente desde que ela entrou no restaurante até mesmo agora que elas estão caminhando pelo centro de Piltover. Enquanto a loira morria de amores por uma pelúcia de ursinho, Jinx vira uma sombra se aproximar de Lux e cochichar algo em seu ouvido. Esfregou os olhos, e a sombra sumiu, o que fez ela pensar ter tido uma ilusão como sempre tivera, porém, algo lhe dizia que não era uma ilusão.

— Parece que alguém acabas de notar minha presença. Haha, que interessante! — Sorriu a sombra demoníaca com curiosidade.

Olhando para os lados em estado de alerta, Jinx procurava a dona dessa voz, mas não achou ninguém, decidiu esquecer e se focar na linda mulher a sua frente. Seu passeio pelo centro lhe renderá momentos incríveis, até Jinx decidir que não esperaria mais dois ou três encontros. Então, enquanto estavam sentadas em um banco em um parque, ela se levantou, se pôs em frente da mais velha, respirou fundo e disse.

— Lux, sei que você me disse que antes precisamos nos conhecer melhor, mas eu não aguento esperar. Então quero tornar as coisas entre nós oficiais… Luxanna Crownguard você quer ser minha namorada? — Disse, não, ela gritou sua declaração para fora de seus pulmões, com seu rosto ficado cada vez mais vermelho.

Disse de uma vez antes que começasse a pensar demais e perdesse a coragem que custou a juntar, aguardando com os olhos cerrados espero uma resposta negativa como um eu não estava pronta ou um eu ainda preciso pensar. Porém, ao invés disso, ela disse — Sim, eu quero ser sua namorada. — Jinx ergueu a cabeça sem acreditar no que ouvira, pensara estar sonhando, elas mal se conhecem, então não tem como aceitar um pedido de namoro assim tão repentino, mas o que ela não sabia era que linda mulher de cabelos dourados a sua frente também não queria esperar mais. Mesmo que elas não saibam nada uma da outra, isso é algo que elas podem descobrir com o tempo. Estão sem expressão alguma, Jinx começou a chorar, deixando a mais velha preocupada, que levou a mão ao rosto da garota para enxugar as lágrimas, ela riu e disse.

— Nunca me senti tão feliz como agora. — falou dando um sorriso como o de uma criança que acabara de ganhar uma bicicleta.

Então os olhos de Lux brilharam mais intensamente naquele momento, e um desejo, um impulso que era maior do que sua pouca racionalidade que lhe restava a tomou completamente. Então sorriu com malícia e puxou a mais nova para um beijo intenso e selvagem, após se separarem por falta de ar ela olhou para jovem em seus braços e com o mesmo sorriso disse. — Que tal irmos para um mais reservado, ok? — E Jinx ainda catatônica não pode resistir quando foi conduzida até o carro, quando voltou os seus sentidos já estavam no estacionamento do apartamento de Lux.

Antes que pudesse dizer algo, fora calada por mais um intenso beijo, e agora entregue ao prazer ela já não pensava mais claramente, então apenas se deixava levar. Com a mente e a visão turvas poucas coisas pode perceber e distinguir ao seu redor, apenas soube estarem indo para o apartamento, mas não e como isso importasse não é mesmo?

Lux entrou com Jinx e lançou no sofá, o que fez com a mesma despertasse de seu transe, então perguntou algo que Jinx nunca esperou que alguém lhe questionasse.

— Jinx? — Chamou, com sua voz em tom imperial, fazendo com que a atenção de Jinx para ela. — Hum? — Respondeu Jinx ainda um pouco delirante de prazer. Não conseguia ver ou ouvir com clareza, então pôs seus dedos sobre a boca de e disse “me beija.” Jinx olhou para a loira um pouco confusa, então ela repetiu. — Qual é o seu verdadeiro nome? Se me disser te deixarei provar do meu doce mel. — Os olhos de Jinx se arregalaram com essa pergunta, mas a promessa feita por Lux era tentadora demais. Ponderava enquanto Lux se despia lentamente diante de seus olhos necessitados, então decidiu contar já que elas eram um casal, não Havia motivos para esconder isso dela, não e?

— Meu nome… — Exitou por um instante e prosseguiu. — Meu nome é Powder Kinnie, não é um nome muito bonito. — Sorriu desanimada

— Eu não acho, para mim, ele é lindo assim como sua dona. — Depositou um beijo delicado na de Powder. — Agora, sua recompensa por ser tão honesta. — Lux abriu as pernas revelando sua flor, com um dedo chamando jinx.



Jinx observou como sua amada lentamente abriu suas lindas pernas, conseguia ouvir seus batimentos acelerando, o desejo aumentar e racionalidade sumir e o instinto assumir o controle de suas ações. Aquela linda mulher lhe chamando com o dedo indicador olhando com luxúria, se levantou do sofá, andou até ela que está em uma poltrona no canto direito da sala, ajoelhou-se e quando ia colocar seus lábios naquela maravilhosa flor. Uma mão a parou e, ao olhar nos seus olhos, Lux a provocou, deixando-a um pouco vermelha. Em seguida, puxou-a para o meio de sua perna e disse: “Enquanto eu não ordenar, você não irá parar, entendeu?” Jinx concordou, agora ela está se deliciando com o sabor divino do néctar de Lux. Também apreciando os gemidos delas, que eram como uma melodia harmônica em seus ouvidos. Permaneceram nesta por meia hora até que a loira estremeceu com um forte orgasmo, mas Jinx continuou, e cada vez a mais velha enlouquecia gemendo cada vez mais forte e alto. Com sua boca e língua doíam pelos movimentos repetitivos, mas como uma boa menina a jovem de cabelos azuis não parou. Mas Lux a puxou para cima e a beijou, separando-a 5 minutos depois. A loira rudemente ordenou que se sentasse em seu colo. Arfando Lux disse “Se masturbe” a mais jovem disse que não, pois seria muito vergonhoso. Mas com um puxão de cabelo e tom mais firme, ela disse “Se masturbe ", então a mais nova corada obedeceu, levou sua pequena mão até o seu suave lírio e o acariciou por alguns instantes antes de deslizar seus para dentro. Enquanto soltava gemidos tímidos, a loira a olhava com desejo mordendo os lábios e então deu um forte tapa na banda pobre menina em seu colo a fazendo esguichar enquanto tremia de prazer. Então com um rápido movimento a levantou enquanto a beijava levando-a para a cama onde a jogou, pegou um cinto e uma fita de cabelo no guarda-roupa, vendo seus olhos, colocou o cinto em seu pescoço, virou a de costas e sussurrou em seu ouvido.

— Como uma boa menina, creio que você merece uma recompensa.

Então, repentinamente Lux, penetrou-a, sem dar para que Jinx recuperasse do orgasmo que tivera há dois minutos, fazendo-a gemer alto e tremer. A loira sentia um prazer quase indescritível, era como se elas fossem feitas uma para a outra, a compatibilidade de seus corpos parecia ser perfeita, assim como a mulher a qual beijava gentilmente a nuca. A mais nova pediu para virar, pois queria olhar nos dá loira. Lux a virou, deitou-se sobre ela marcando seu pescoço com chupões, descendo para os seios os chupando e mordendo, tudo sem deixar de tocar a pequena flor de Jinx que já não conseguia mais pensar claramente e só conseguia gemer e repetir o seu nome. Mas de repente ela parou, se ergueu olho para garota, deitou a sua frente respirando pesadamente, parecia refletir sobre algo.

— Lux? Tudo bem? — perguntou entre suspiros

— Ah, sim, sim, eu… eu tô bem. — disse olhando para o espelho na porta do guarda-roupa

Voltando seu olhar para sua parceira, se deu conta de que havia mudado, mas quando? Por que havia mudado? O que mudou? Bem, isso não importava tudo que sabia era que seu coração, alma e corpo deveria ser entregues e devotados a Jinx. Mas isso tinha um problema, ponderou enquanto depositava um beijo na barriga da garota de cabelos safira, em canto do quarto uma sobra as observa sorrindo. Esse problema era seu demônio interno que parecia querer vê-la infeliz sempre que aparecia, precisava de um novo meio de se livre dessa sua cópia distorcida que tanto tormento lhe causou, já que não a teme mais. Afastando esses pensamentos, voltou-se para sua linda namorada precisava fazê-la se sentir bem.

E assim que a noite de seu primeiro encontro terminou, com esse casal entregando-se aos prazer mais carnais e selvagens que podem habitar no coração humano. Nessa mesma noite alguém embarcava em um avião, uma mulher de cabelos negros como a noite, olhos prateados e brilhantes como a lua chia e um corpo voluptuoso e curvilíneo que faria a ninfa terem inveja, ela era uma inigualável beleza assim como a jovem mulher ao seu lado. Tendo cabelo castanhos, olhos cor de jade, um corpo treinado com músculos definidos volumosos e curvas muito bem acentuadas, após se acomodarem a garota de olhos verdes lançando um questionamento.

— Para onde estamos indo, querida? — Recostando-se no ombro da mulher morena.

— Vamos visitar uma parente minha. E pela última vez que nos falamos ela deve ter encontrado alguém interessante. — sorriu maliciosamente

O que será que a próxima manhã nos guarda, será um simples reencontro familiar ou mais um caso para os defensores? Estou ansioso para apresentar esses fatos a vocês, caros leitores.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.