Notas iniciais
Voltando para mais um capítulo. Aviso: As coisas na boate vão esquentar.Muito. Há risco de incêndio,portanto, o departamento de bombeiros já se encontra em alerta! Algumas terminarão por lá mesmo...Já outras...Bom, vocês verão, porque hoje é dia do caçador! Boa leitura.Imensamente grata a todas as rewiews lindas que recebi. Bjinhos flores. P.S: Adam Levine, seu lindo, a culpa é sua!rsrsrsrs

"Baby,I'm praying on you tonight; Hunt you down eat you alive;

Just like animals, animals,like animals- mals;

Maybe you think that you can hide; I can smell your scent from miles;

Just like animals,animals,like animals — mals..."

Animals

Marroon 5

Sexta a noite

Verdant

Caitlin

Ok.Sabia que existia a possibilidade de encontrá-lo, havia sido avisada. Mas vê-lo ali, sorrindo, conversando descontraído, acompanhando-nos na pista de dança, perigosamente perto, nossos corpos esbarrando uma vez ou outra, está sendo uma verdadeira prova de fogo pra minha sanidade e honestamente não sei resistirei a uma aproximação maior.."Agora entendo o que Sara quis dizer!", penso, tomando meu martini de um gole só, sentindo a bebida descer rasgando a garganta.

—Devagar ai,gata, ou não chega ao final da noite inteira — escuto Sara dizer, apoiando os braços na pequena mesa próxima ao bar, aproximando-se -Além de facilitar as coisas pra você sabe quem! Se sóbria já está difícil, alta não terá a miníma chance -alerta, retirando o copo de minhas mãos.

—Cait, quando ficar doente me indica como substituta,por favor!- Max exclama, parando ao lado de Sara, as mãos juntas, fazendo sua melhor cara de pidona — Eu faço esse imenso sacrifício por você- arremata, sentando no banco, secando-o descaradamente.

—Sacrifício,né? Sei — Sara comenta tentando parecer, sem sucesso, zangada — E quem não faria??

—Gente, o que é isso,hein? Quanto gato!! Por que não vim aqui antes? — Caroline se junta a nós trazendo Felicity,Thea e Anitta consigo — Tem todo tipo e modelo. É só escolher, é...-para um segundo a fim de dar ênfase a frase seguinte — O paraíso! — afirma, nos fazendo rir.

—Pode escolher a vontade, ou melhor, quase — Felicity corrige-se — Aquele loiro de olhos verdes e corpo atlético é propriedade particular — aponta Oliver- Ou quase!- diz, vendo-o conversar com uma garota ruiva, que se derrete para ele, fazendo Fel torcer o nariz ao vê-la se aproximar de tal maneira que,mesmo que ele não quisesse veria os seios dela através do decote generoso — Humm, acho que vou até ali, fixar a placa! — anuncia, caminhando em direção a ele, que se afasta institivamente ao perceber sua aproximação.

—Aquele tá laçado! — Anitta brinca, girando a mão no ar, nos fazendo rir.

—Falando em laço..-Thea começa,olhando ao redor até localizar quem procurava — Vou aproveitar que candidata a dona não se encontra. Quem sabe o peso do chifre não a espanta do páreo?- pisca para nós antes de sair em direção a Eddie Thawne.

—Ela ainda vai arranjar confusão com a noiva dele! -Caroline afirma — Tá certo que o risco vale a pena- inclina a cabeça, analisando-o — Muito a pena!

—Quem manda ela vacilar? — Max comenta — Tá certo que não é pra sufocar o cara, mas negligenciar um pedaço de mal caminho desses , é pedir pra tomar toco- completa.

—Opções reduzidas, sobram ..- Anitta olha ao redor — O gato Dj, o gostoso barman,

—Seu primo,Justin — Max contabiliza

—Pra você,não pra mim — diz, erguendo os indicadores, piscando.

—Pergunta: quem ativou o modo de caça do Merlyn?- Laurel questiona, aproximando-se,olhando-nos e as garotas viram-se na minha direção.

—Eu não!!- me defendo, arranjando uma desculpa para sair ao vê-lo vir em nossa direção- Vou ao banheiro- aviso, saindo rápido.

Lá dentro, apoio as mãos sobre a pia, respirando fundo, controlando os nervos que ameaçavam estourar a quaquer momento.

—Vai fugir dele a noite toda?- ouço Laurel questionar, parada na porta, os braços cruzados, me observando — Honestamente, não esperava isso do Tommy — continua, entrando, parando a meu lado — Tão clichê o patrão ter um caso com a secretária!

—Não estou tendo caso nenhum!- bufo,irritada.

Ao contrário de Sara, Laurel não gosta de mim e sempre deixou isso bem claro. Sabia que ela, assim como a própria Sara, haviam se envolvido com o Merlyn no passado, que ela também tentara a sorte com Oliver e que agora estava mirando Ray Palmer que, diziam, estava caididnho por ela.

—Então é só uma transa ocasional? Algo pra passar o tempo?- interroga e sinto os últimos resquícios de paciência irem embora.

—Olha só, Laurel, se está afim de trepar com ele, fica a vontade. Nada te impede. Ops,impede sim.Ray. Se bem que isto não chega a ser um impecilho,não é?- alfineto, saindo, deixando-a paralisada, esbarrando em Helena Bertinelli na porta — Desculpe — murmuro, voltando a nossa mesa sem me importar por ele continuar lá — Cadê a Thea? — pergunto.

—Por ai- Caroline responde, sem me olhar, praticamente babando em cima de Thomas .

—Por que?- Sara pergunta.

—A noiva do Eddie tá aqui — alerto, me arrependendo ao ver a expressão no rosto dele..."Putz,esqueci que ele é irmão da Thea! Merda!", me censuro mentalmente.

—E o que ela tem haver com isso?- pergunta,desconfiado.

—Nada — Sara responde, me puxando pela mão- Licença Tommy- pede,fazendo sinal com a cabeça para Anitta nos seguir.

Nos dividimos em busca de Thea e Eddie, tentando não chamar atenção.

Estou quase desistindo quando, ao passar por uma área de acesso restrito, nos bastidores, ouço um gemido. Aguço o ouvido, buscando ouvir por sobre a música, percebendo que o som vinha do corredor que leva as coxias. Alguns metros a frente, encontro os dois. Eddie encostado na parede,as calças arríadas, ofegante, enquanto Thea , de joelhos a sua frente, segura o pênis dele, colocando-o e tirando de sua boca em um ritmo cada vez mais frenético, fazendo-o gemer rouco.

Paralisada, vejo-a tirar a calcinha, levantando-se, erguendo a saia, enquanto ele a supende, segurando em suas nádegas,invertendo as posições, penetrando-a com um movimento único, voltando a sair e entrar dela cada vez mais rápido, fazendo-a morde o lábio, contendo os gritos de prazer.

Antes que me vejam, viro, voltando às pressas para a pista da boate, esbarrando em um sujeito que estava parado.

—Desculpe -peço, tentando me afastar, mas o homem segura meu braço, me puxando para junto de seu corpo e ao falar sinto o cheiro forte de bebida.

—Não doeu nada, gata. Agora, que tal um beijinho hein?- fecha os braços em torno de meu corpo, tentando me beijar. Desvio o rosto, empurrando-o.

—Não! Me larga! — estico os braços, mantendo-o o mais longe possivel — Me larga! — peço outra vez, olhando ao redor, buscando ajuda. Quando começo a me apavorar, sinto-me ser arrancada dos braços dele.

—Por isso não queria que usasse esse vestido! — ouço a voz familiar de Thomas Merlyn — Na primeira oportunidade,rasgo essa porcaria e jogo fora, entendeu?- pergunta, apertando o braço em volta de minha cintura e concordo com um aceno- Tá esperando o quê ? Não tá vendo que ela tem dono? Cai fora.- ordena, a voz fria como gelo.

O sujeito ergue as mãos, mumura um "foi mal" e sai, cambaleando, pista a fora.

—Obrigada,mas já estava conseguindo me livrar -digo, tentando me libertar, agora, de seu abraço, sentindo meu corpo começar a reagir ao contato com o dele.

—Percebi . E não me agradeça — fala e o tom de sua voz me deixa em alerta — Encontrou Thea?- pergunta, mudando de posição,ficando ao meu lado, sem largar minha cintura, me fazendo caminhar com ele por entre as pessoas.

—Não -minto , percebendo que me conduzia para a saída — Onde estamos indo?- questiono.

—Saída — diz, simplesmente, continuando até chegarmos do lado de fora, seguindo pelo estacionamento rumo ao portão principal, onde paramos, encostando em uma das laterais.

Vejo-o pegar o celular enviando uma mensagem para um aplicativo do uber.

—Você vai embora?-pergunto, plenamente consciente de seu corpo grudado ao meu.

—Vamos — afirma pouco antes de se apossar de minha boca em um beijo voraz, mantendo-me presa, a língua invadindo-a,as mãos movendo-se por cima do vestido, apalpando, subindo descendo cada vez mais ousadas........"Pulei da frigideira direto no fogo!".......

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"...Baby I'm so what you trying to do to me? It's like we can't stop...We're enemies; But we get along whem I'm inside you..Yeah! You're like a drug that's killing me; I cut you out entirely, but I get so hig when I'm inside you...."

Tommy

Estava procurando Thea depois de me livrar das amigas de Cait, quando a vejo ser agarrada por um sujeito,provavelmente bêbado e sinto o sangue subir . Vou até ela, arrancando-a dos braços dele, usando o tom mais ameaçador possível, me preparando mas com a esperança de evitar uma briga, o que de fato acontece visto que o sujeito estava tão bêbado que, mais um pouco e ela talvez se libertasse sem ajuda.

Ao sentir seu corpo grudado ao meu, tomo uma decisão, conduzindo-a para fora da boate, parando apenas ao chegarmos ao portão principal, onde a encosto em uma das laterais, pegando o celular ,enviando uma mensagem para o mesmo motorista que me trouxe.

—Você vai embora?- escuto-a perguntar e ergo a cabeça, olhando-a.."Hora do teste. Se corresponder, a levo comigo. Se não,.."

—Vamos — respondo, me apossando de sua boca em um beijo ávido.

Aprofundo o beijo invadindo sua boca com a língua ao mesmo tempo que começo a explorar seu corpo com as mãos, apalpando, subindo e descendo sobre o vestido justo.

Sem parar de beijá-la, coloco uma perna entre as suas, abrindo-as, deslizando minha mão por sua coxa, entrando por sob o vestido, os dedos vencendo a barreira da calcinha, estimulando seu clitóris,fazendo-a gemer contra minha boca, sentido a umidade aumentar a medida que continuo a massagear o local.

Interrompo o beijo, permitindo a ambos respirarmos,voltando a beijá-la, desta vez no pescoço, descendo até o seio, mordendo o bico ereto pela excitação,por cima do tecido. A cada nova carícia, seu corpo corresponde, aumentando minha própria excitação, parando no instante seguinte ao ouvir a buzina do carro.

Seguro-a pela cintura,conduzindo-a para o veículo.

—Boa noite.No mesmo endereço senhor?-o motorista pergunta, olhando pelo retrovisor.

—Sim,mas vá pelo acesso do lado leste. Tem um portão privativo no mesmo número que me buscou. Sem pressa — aviso, fazendo um sinal com a mão para que fechasse a janela de comunicação, no que sou prontamente atendido.

Volto minha atenção para Cait, que começara a se recompor, mas não lhe dou chance, aprisionando seus lábios mais uma vez , fazendo-a deitar-se sobre o banco, recomeçando a explorar seu corpo, erguendo o vestido até expor seus seios, cobertos por um a delicada peça de renda transparente assim como a calcinha. Retiro-o por completo, erguendo-me para apreciar seu corpo na luz fraca do interior do veículo.

—Linda- elogio, acariciando-a- Você é linda! — retiro meu colete e camisa deitando sobre ela, a perna entre as suas, abrindo-as novamente.

Sem interromper o e beijo, tiro sua calcinha, sentindo-a pulsar em minha mão,enfiando meus dedos em sua intimidade enquanrto minha boca larga a sua em busca dos seios, afastando o sutiã, fazendo-a arquear-se em busca de mais, sussurrando meu nome , a pele arrepiando-se ao menor contato. Retiro e coloco os dedos dentro dela mais vezes, continuando a devorar seus seios, tentando me controlar até chegarmos em casa,mas descubro ser uma tarefa impossivel.

—Droga,Cait,não queria que fosse assim,mas não aguento esperar — digo, abrindo e baixando minha calça, pegando uma camisinha, rasgando o lacre, colocando-a sobre meu pênis ereto.

Me posiciono entre suas pernas, apoiando as mãos sobre o banco, começando a penetrá-la devagar, saboreando seus gemidos roucos, aumentando minhas estocadas gradativamente, entrando e saindo dela vigorosamente, mais e mais rápido até sentir seu corpo estremecer , amolecendo em seguida,ao atingir o orgasmo, me juntado a ela pouco depois, investindo mais alguma vezes antes de me aquietar, deitando sobre ela.

—Senhor, chegamos — o motorista anuncia — Paro aqui fora mesmo?-pergunta.

—Não. Abra o vidro e digite o código 1880. Depois que o portão abrir, siga reto por uns trezentos metros, vai avistar um bangalô. Pare lá- ensino, me recompondo e ajudando-a a fazer o mesmo.

Quando o carro estaciona, descemos, pago a corrida, agradecendo a discreção, caminhando com Cait até a porta, que abro com a chave reserva que ficava sobre o peitoral

—Por que me trouxe aqui? Já conseguiu o que queria — escuto-a dizer, massageando o pescoço, assim que entramos e fecho a porta.

—Ainda não — digo, abraçando-a por trás, beijando seu pescoço, minhas mãos buscando seus seios, virando seu rosto de lado a fim de beijá-la — Quero mais, Cait. Muito mais! — ergo seu vestido, retirando-o junto com o sutiã, fazendo-a deitar-se na cama ,apreciando seu corpo nu enquanto dispo minha roupa- Quero provar cada pequeno recanto seu- declaro, cobrindo-a com meu corpo.

"....Baby, I'm praying on you tonight!

Hunt you dow, eat you alive!

Just like animals, animals, like animals — mals..."

Notas finais
Bom dia flores do dia!