Perfect!

34 A Christmas Gift part II


Notas iniciais
Olá pessoas lindas, voltei! Conforme prometido antes do Natal... Mas ainda não terminei...E mesmo assim ficou longo..de novo! Sorry!! Amanhã finalizo esse presente de Natal. Sem mais demora, vamos ao que interessa. Boa leitura...Obrigada por todas as lendas rewiews passadas(pensadas e escritas,rsrsrsrsrs)...More rewiews please...Bjinhos flores. P,S: a música fica para amanhã ok!?

Mansão Merlyn (sábado a noite, 26/11)

Narrador


Encostada a bancada da pia no banheiro, Cait observa Tommy barbear-se, interrompendo-o uma vez ou outra com selinhos rápidos.
Estava mais magro, abatido, um gesso envolvendo o pulso esquerdo, o direito enfaixado a fim de proteger os ferimentos, um corte no supercílio, algumas marcas nas mãos, ombros, pernas e queixo e hematomas parcialmente visíveis no rosto e torso, sendo o maior e mais feio, por assim dizer, no flanco esquerdo, sob as costelas.
No geral, estava bem. Precisava de um corte de cabelo, estava fazendo (de forma decente, como ele próprio dissera) a barba, mas tanto física quanto emocionalmente estava bem.
—Você está mesmo aqui não está? Não é só mais um sonho é? – Cait pergunta, fazendo-o rir, dando-lhe outro beijo rápido.
—Sou um sonho sim! Seu sonho realizado! – brinca.
—Hum, hum! Tenho que concordar! – responde, envolvendo seu pescoço com os braços, obrigando-o a parar – Já disse que te amo?
—Não nos últimos cinco minutos!- exclama, enlaçando-a pela cintura.
—Uma falha que pretendo corrigir agora mesmo; Eu te amo... Te amo!...Te amo! – repete, intercalando cada frase com um beijo, ambos rindo.
—Senti tanta saudade! – afirma, erguendo-a, fazendo-a enroscar as pernas em sua cintura – O que acha de trancarmos o quarto e jogar a chave fora?? – provoca, pondo-a sobre a cama, deitando-se sobre ela.
—Acho uma ótima ideia... Mas que não vai funcionar visto que seu pai mandaria chamar um chaveiro para arrombar a porta... – diz, um beijo a interrompendo – Isso caso conseguisse impedir Thea de fazê-lo com a ajuda de Maddie e Ethan – sentencia, gemendo ao senti-lo tocar sua intimidade sob a saia.
—Quero fazer amor Cait! Agora! – sussurra em seu ouvido, mordendo o lóbulo, abrindo os botões de sua blusa devagar, mantendo seus olhos presos aos dela enquanto tira a peça.
Tommy inclina a cabeça, beijando o vale entre os seios enquanto Cait leva as mãos a seus cabelos, acariciando. Subindo mais um pouco, faz a alça do sutiã deslizar por seu ombro, primeiro uma depois outra, cobrindo cada centímetro de pele a mostra com beijos até chegar aos seios.
Cait arqueia o corpo, soltando o fecho, retirando a lingerie por completo, entregando-se a suas caricias, suspirando.
Lentamente, ele abandona os seios, descendo, a boca deixando um rastro de fogo, detendo-se em sua barriga por alguns segundos, voltando a descer, parando na cintura. Erguendo o quadril, Cait lhe dá acesso ao zíper, que abre, fazendo o tecido sedoso deslizar por seu corpo até os pés.
Tommy ergue-se, parando para admirá-la por um segundo, as mãos acariciando as pernas torneadas, detendo-se nas laterais, segurando o elástico da calcinha, retirando a peça delicadamente, voltando a admirá-la.
—Está ainda mais linda!—elogia, retirando a toalha que envolvia sua cintura, encaixando-se entre suas pernas, inclinando-se sobre seu corpo, penetrando-a lentamente – Amo você Cait... Amo cada pedacinho seu! – diz, beijando-a, os braços sobre o colchão sustentando o peso do próprio corpo – Amo! – repete, cadenciando o ritmo de suas investidas.
—Também te amo... Muito... Senti tanto sua falta!—sussurra junto à boca de Thomas, deslizando as mãos por suas costa até alcançar a bunda, apertando-a –Tommy!– arfa, sentindo o corpo estremecer a medida que ele aumenta o ritmo, cravando as unhas na carne firme, um espasmo maior sacudindo seu corpo anunciando o êxtase, relaxando pouco depois enquanto ele investe mais uma vez antes de libertar-se dentro dela, também relaxando a seguir, deitando a cabeça em seu ombro, o corpo parcialmente sobre o dela.
Após algum tempo abraçados, acariciando-se mutuamente, Cait quebra o silencio.
—Tommy, tenho que te contar uma coisa – avisa.
—Acho que já sei o que é! – exclama, fazendo-a cessar a caricia em seu cabelo.
—O que Eddie te disse?- questiona, não escondendo o desapontamento.
—Eddie não disse nada – garante, apoiando-se em um dos braços a fim de poder ver seu rosto – Conheço seu corpo muito bem para não perceber que está diferente – diz, deslizando a mão livre, parando em sua barriga,realizando movimentos circulares – Além de outros sinais... É o que estou pensando ? -- pergunta, abrindo um imenso sorriso ao vê-la acenar afirmativamente.
—Estou grávida!—confirma, recendo um beijo demorado — Feliz?
—Muito! – assegura, beijando-a mais uma vez- As crianças já sabem? O que disseram? Meus...
—Meus pais, seus pais, as crianças, nossos amigos , todos sabem – diz, segurando o rosto de Tommy entre as mãos – Só faltava você, meu amor!- diz, beijando-o-- Ethan e Maddie adoraram. O unico problema é que os dois vivem discutindo sobre o sexo do bebê: ele quer que sejam dois meninos e ela duas meninas! — informa, fazendo-o gargalhar.
—Gêmeos de novo? Será que eu aguento? — comenta.
—Ainda não sei de nada. Tudo que sei é que devo ter completado dois meses, se não estiver enganada — diz,afagando os cabelos do noivo — Segunda tenho uma consulta agendada. Vou fazer minha primeira ultrason e ai sim poderei saber mais.
—E vou estar a seu lado!--comemora, beijando-a novamente.
—Hum, hum -- anui com a cabeça -- Ah, Silvie também está grávida!- informa.
—Olha só, Jimbo vai ser pai!-- brinca.
—Cait,Tommy,desculpa interromper -- Thea diz, batendo na porta-- mas o doutor Simon chegou com os documentos pro Tommy assinar -- informa,
—Documentos? Que documentos?- questiona, encarando Cait, mas antes que ela responda, Thea completa.
— E Adrielle, Sean e as crianças també estão aqui.
—Já vamos descer Obrigada Thea -- Cait agradece.
—Adrielle?? — Tommy senta-se, surpreso — O que houve? -pergunta, fazendo-a morder o lábio, insegura.
Durante o percursso do aeroporto até a mansão não haviam conversado. Tommy sentara entre os filhos,abraçando-os e nem Cait, nem Malcom e Rebeca, ousaram interropmper o reencontro entre eles, deixando que curtissem o momento sem ter que relembrar os aborrecimentos,medos e angustia pelos quais as crianças haviam passado nos últimos dias.
—Cait, o que houve? Por que Adrielle e Sean estão aqui? E que documentos são estes que o advogado de Ollie quer que eu assine? — questiona novamente, preocupado.
—Vinte dias depois que seu vôo sumiu, ela e o marido apareceram em nosso apartamento — começa a dizer, sentando-se -- Foram me alertar que os pais dela estavam vindo para Starling pedir a guarda das crianças.
—Como é?-- indaga, tenso.
—Eles chegaram alguns dias depois, já com um advogado e um documento que você havia assinado abrindo mão da guarda dos dois em favor deles...
—Isso foi anos atrás! --interrompe-a, passando as mãos no cabelo — Logo depois que Adalind morreu eles me procuraram..... Eu estava inseguro, confuso, com medo. Aproveitaram para me fazer assinar este maldito documento mas Sean e Adrielle me mostraram que, ao contrário do que diziam, tudo que eles queriam era uma fonte de renda! Queriam a guarda de meus filhos para poder exigir uma pensão, bem gorda, diga-se de passagem, além de pretenderem chantagear a mim e meus pais-- para, levando as maos ao rosto e cabelo, esfregando-os -- Estava confuso, fragilizado...Jamais quis me ver livre de meus filhos Cait. Jamais!
—Eu sei meu amor. E eles também — tranquiliza-o, respirando fundo antes de continuar -- Eles usaram esse documento, mesmo tendo sido revogado --frisa -- Para fazer o juiz pensar que você e seus pais não queriam as crianças... E não pararam por ai. Relembraram que a filha era menor, que estava sob os cuidados de seus pais, que haviam sido expulsos..Enfim, trouxeram muitos fatos do passado a tona, distorcendo cada um deles — revela -- Sean e o doutor Sawer, o advogado da Global, tentaram me fazer lutar pela garda deles também, mais para ganhar tempo do que por acreditarem que eu tinha lguma chance... Ainda mais depois que Ronnie depôs!
—Como é? Aquele cretino foi depor? Pra quê? Por que? O que ele ganhou com isso? — questiona.
—Vingança — Cait diz, suspirando — Contra você mas pricipalmente contra mim. Ele fez o juiz acreditar que eu não tinha carater moral pra cuidar dos dois ...
—Eu vou matar esse miserável! -- rosna, socando o colchão.
—Tommy, não estou contando tudo isso para te fazer ser preso!-- reclama, segurando seu rosto mais uma vez -- Estou contando para que fique ciente do que aconteceu na sua ausência, do porquê precisar assinar um documento que vai lhe devolver a guarda de seus filhos...-para um segundo, um riso divertido surgindo em seu rosto -- Deu a guarda das crianças a Oliver? Sério? — indaga, fazendo-o relaxar um pouco.
—Ollie era a única pessoa na qual confiava na época, por incrível que pareça! -- revela, sorrindo discretamente -- Ele sempre soube onde estive, ou quase sempre. Depois que sai de Starling, fui primeiro para Central, depois Los Angeles até fixar residencia em Nova Iorque. Perdemos contato por um tempo até nos encontramos, já em Nova Iorque -- diz — Nos encontramos por acaso, em pleno central parque, uns quatro meses depois que cheguei a cidade. Dali em diante mantivemos contato,meio irregular mas mantivemos. Eu tinha, por coincidência, acabado de passar por um procedimento complicado, um poso forçado, que me fez refletir sobre a segurança de Ethan e Maddie caso algo de ruim me acontecesse. Não queria que os pais de Adalind ficassem com eles e também não tinha perdoado meu pai tanto pela expulsão quanto pelas mentiras, que sustenta até hoje, diga-se.
—Que mentiras? — quer saber Cait, franzindo o cenho.
—Sobre ter me deserdado -- diz, surpreendendo-a — Nunca fez isso de fato. Bloqueou minhas contas, todos os meu fundos financeiros por cerca de um ano e meio e só--para, pensativo.
—Há quanto tempo sabe disso Tommy? — interroga.
—Alguns anos -revela — Descobri por acidente quando passei, por engano, um cartão, um dos poucos que não havia perdido a validade ainda, em um supermercado. Só depois que tinha colocado a senha lembrei que não iria funcionar já que dava acesso a uma conta a qual não me pertencia mais. Não imagina o susto que tomei quando o caixa me devolveu o cartão junto com a nota de compra — sorri, balançando a cabeça negativamente -- A pobre moça teve que me expulsar do caixa para poder continuar atendendo visto que fiquei paralisado. Depois desse dia fui ao banco verificar e descobri que todas as contas em meu nome estavam ativas e liberadas para uso. Bastava solicitar novos cartões, o que não fiz, mais por orgulho ferido e raiva do que por qualquer outra coisa... Lembrei das dificuldades iniciais, de tudo que tive que passar me virando com o pouco que havia conseguido antes de sair da cidade --faz uma nova pausa, o olhar perdendo-se no nada -- Jurei que só faria uso de tais contas se meus filhos precisassem. Não queria que meu pai soubesse que havia descoberto sua mentira, visto que seria informado caso eu solicitasse novos cartões pois ainda constava como dependente dele.
—Agora entendo sua mágoa meu amor — diz , acariciando seu rosto — Deve ter sido difícil descobrir isso.
—Águas passadas — afirma, levantando-se, voltando a enrolar a toalha na cintura -- A verdade é que , querendo ou não, meu pai acabou por me fazer um enorme bem. Apesar de não ter visto ou pensado dessa maneira na época. Tive minhas dificuldades, passei por algumas barras bem complicadas, mas sobrevivi junto com meus filhos. Nunca deixei nada faltar eles Cait. Nunca. Podia faltar para mim mas nunca pra eles. Eu cresci. Forçadamente mas cresci.
—Humm, vou ter que discordar. Em parte!--exclama, envolvendo-o pelo pescoço, tocando a ruga que se formara em sua testa com o dedo- Ainda age como adolescente as vezez!... E confesso que adoro! — admite, beijando-o.
—Pode repetir? Acho que vou querer gravar essa declaração! — brinca, as maos na cintura dela.
—Mas de jeito nenhum! Falei para ouvir, não pra gravar e se me perguntarem nego!- provoca-o.
—Sério?? — indaga,dando-lhe beijos rápidos.
—Hum, hum...-confirma — Melhor descermos antes que Thea retorne- alerta, soltando-o, começando a vestir-se, parando ao ser abraçada por trás.
—Sabia que consegue ser sexy mesmo vestindo-se?- afirma, beijando-lhe o pescoço.
—Obrigada! -agradece, girando em seus braços, ficando de frente para ele — Saiba que penso o mesmo!- assegura, beijando-o de volta — Agora vista-se. Não quero sua irmã martelando na porta — brinca, escutando o som de batidas mais fortes mal terminara de falar.
—Eu ouvi isso viu cunhada!! — Thea ralha — E tratem de descer! Terão o resto da noite e o domingo inteirinho pra matarem a saudade um do outro. Por hora.... Devolve meu irmão Cait! Também quero matar a saudade dele um pouquinho!--resmunga, fazendo-os rir.
—Não disse! — Cait cochicha em seu ouvido — Já vamos Thea- avisa.
Assim que terminam de se vestir, saem do quarto, dando de cara com a garota recostada na parede em frente, os braços cruzados, uma expressão sapeca no rosto.
—Até que enfim! — bufa, indo até os dois, pondo-se entre eles, os braços em seus ombros — Já estava pensando que teria de chamar o corpo de bombeiros!! -provoca, rindo junto com os dois.
Os três descem, juntando-se ao grupo que os aguardava.
—Tommy, é um prazer revê-lo — Sean cumprimenta — Só gostaria que tivesse sido por outro motivo.
—Também gostaria Sean...Adrielle — anui, encarando a cunhada por um segundo.
—Pai, tenho primos!! -- Ethan comemora, agarrando-se a sua cintura, Maddie fazendo o mesmo — E em breve vou ter Dois Irmãos! -frisa, encarando a irmã, desafiador.
—Só porque você quer! -- a irmã rebate — Vão ser Duas meninas! -- devolve a provocação, encarando o pai, sem graça — Cait já lhe disse que está grávida não disse?
—Já sim meu anjo -- diz, fazendo-a relaxar — Mas não falou nada de serem dois!! — ergue a sobrancelha, olhando de um para outro — Quem deu essa ideia a vocês?
—Nós que queremos pai--Ethan informa, sério.
—Na verdade, sonhei com Duas meninas --Maddie fala, provocando o irmão.
—Sonhou nada! -- devolve.
—Humm, quando a mamãe estava grávida, sonhei que seriam gêmeos....E foram mesmo — o filho mais velho de Adrielle comenta.
—E você é..?? --Tommy indaga.
—Nick — responde, estendendo a mão para cumprimentá-lo.
—Nosso filho mais velho -- Sean aproxima-se, pondo as mãos nos ombros do garoto — Espirituoso, como pode perceber! — exclama — Estes são Kelly e Camile — apresenta — Meus bebês.
—Pai!! — reclamam os dois, fazendo careta — Eu hein, quem escuta pensa que somos crianças -Kelly resmunga, cruzando os braços.
—Misericódia! E vocês são o que criaturas?? — Thea questiona, encarando-os.
—Daqui de onde estou parecem adultos em miniatura! --Maxx brinca — Ou quem sabe anões! -- provoca-os.
—Quem sabe...Tia Maxx! -- Camile rebate, frisando o tia.
—Hum... Tia??...ADOOOOROOOOO! — exclama, fazendo cócegas na garota -- Não sei se vai ter gêmeos Cait, mas espero que seu bebê seja tão fofo quanto esses cinco aqui!--aperta as bochachas de um por um, fazendo-os reclamarem.
—Tá tudo muito bom, mas precisamos roubar seu pai um minuto--Oliver anuncia — Tommy, temos que conversar- avisa, sério.
—Eu sei. Vamos lá — chama — Já volto amor! --afasta-se juntamente com Oliver, Malcom, Antony Snow, Robert, Eddie, Barry, Sean, Diggle, Ray e o advogado de Oliver AJ, indo para o escritório onde, além de assinar os papeis referentes a guarda dos filhos, é informado, com detalhes, de todos os acontecimento das últimas semanas inclusive o envolvimento de Ronald Palmer.
—O cara é um verme mesmo! — Eddie comenta, revoltado — Tem certeza que não filho adotivo Ray? Ou quem sabe ele é!
—Absoluta. Infelizmente — afirma o moreno, sorrindo discretamente.
—Nem sempre o sangue é garantia de que dois irmãos sejam, ambos, boas pessoas. Nem mesmo sendo gêmeos. Minha falecida cunhada é uma prova disso-- Sean relembra.
—De fato — Malcom concorda — Mas isso é passado . Não vale a pena ficar revivendo isso. Vamos por uma pedra de vez neste assunto. Meus netos já sofreram demais.
—Ainda não -Tommy diz, surpreendendo-os -- Eu preciso falar com eles sobre isso — afirma, sério -- Depois sim porei uma pedra em toda essa história. Na parte ruim pelo menos.
—Licença — ouvem Jimmy pedir dando uma leve batida na porta.
—Papai!! --Tommy cumprimenta-- Parabéns Jimbo!-- exclama, apertando sua mão.
—Você também? -- Eddie pergunta, fazendo o mesmo que Tommy.
—Pois é. A gente passa um tempo fora e quando chega só novidades!-- brinca --Falando em novidades, recebi um telefonema da companhia aérea. Recuperaram algumas coisas dos destroços.
—Acharam os destroços? — Antony Snow pergunta.
—O Ras nos deu a localização do local onde o avião caiu -- Tommy revela — Estava escuro e depois da queda, na pressa de tirarmos todos de dentro o mais rápido possível, não demos importância em marcar o local --para, pensativo -- Não sei se quero algo de lá.
—Eu não quero -Jimmy afirma -- Não por mim. Por Silvie. Ela já está sentindo-se culpada sem ver nenhum dos objetos que comprei imagina vendo-os!
—Vou conversar com Cait, mas a principio também não vou querer nada... Excerto meu notebook --reflete, voltando-se para Oliver — Será que Felicity conseguiria recupera-lo Ollie?
—Dependendo do estrago, pode sim — assegura, sorrindo -- Sem falsa modéstia, minha noiva é capaz de quase tudo quando se trata de informática!
—Falando nela, acho que já podemos voltar para a sala não é mesmo? — Diggle sugere — Não sei como sua irmã já não veio até aqui recalamando que estamos ...
—Manipulando meu namorado e meus irmãos! --escutam a voz da garota, interrompendo-os — Além de meu pai!--frisa, envolvendo o namorado pelo pescoço -- E não pode negligenciar sua noiva dessa forma Tommy.
—O que foi que eu disse!!? — Diggle provoca-a, recebendo um estirão de língua da garota.
Reunidos na sala mais uma vez, Tommy e Jimmy contam os momentos que antecederam a queda do avião, relatando que ambos, piloto e co-piloto, haviam morrido minutos antes, ainda no ar, por conta de uma grave reação alérgica; De como haviam juntos, Tommy frisava todo o tempo, conseguido fazer a aeronave deslizar sobre um lago congelado, permitindo retirar quase todos os passageiros atráves das saídas de emergência, pouco antes que o gelo começasse a ceder, contando com a ajuda dos passageiros em melhores condições para salvar alguns de dentro das águas congelantes e como os homens do Ras os haviam encontrado e levados até as cidadela cercada por muralhas.
—Deve ter sido incrivel! — Ethan e Kelly dizem juntos.
—Incrivel, extraordinário, mas está tarde — Rebeca intervém -- E vocês não tem dormido bem nas últimas semanas, principalmente você Cait. Precisa descansar- frisa, Ashley concordando.
—Rebeca está certa. Tem que se recurar. Nosso netinho, ou netinha tem que se recuperar... E tem alguém que já se esntregou — indica Maddie, que adormecera com a cabeça no colo de Cait e as pernas no do pai.
—Na verdade todos nós estamos precisando descansar, ter uma boa e repousante noite de sono — Antony sugere, todos, excerto as crianças, concordando.
—Desde quando nossos pais estão de dando tão bem?-- Tommy pergunta, arrumando Maddie melhor na cama enquanto cait ajudava Ethan a vestir-se.
—IH pai, os vôs estão se dando super bem- afirma, bocejando, engatinhando sobre o colchão, deitando-se ao lado da irmã — Cadê Nhonho? — pergunta por seu pet favorito.
—Kiko, Nhonho e Chavinho já estão no quinto sono! — Cait fala, cobrind-o — Até Maddie já está por lá! Só falta você rapazinho.
—E vocês também! --rebate, sentando-se de repente -- Pai, tomei conta da Maddie e da Cait enquanto esteve fora, não foi Cait?
—Foi meu anjo. Tomou conta, defendeu, ajudou--diz, beijando sua cabeça, carinhosamente.

—Então não preciso mais me preocupar com nada quando for viajar não é mesmo? — Tommy pergunta, sentando na borda da cama, assanhando o cabelo do filho.

—Mas não vai viajar de novo tão cedo vai pai??-- Maddie questiona, sonolenta.

—Não vou não amor — garante, beijando sua testa — Agora que tal todos nós dormirmos? Confesso que estou quase caindo aqui! — diz, deitando-se ao lado da filha, Cait na outra ponta, ao lado de Ethan — Boa noite meus amores!

—Boa noite pai, Cait — dizem juntos, sonolentos.

—Boa noite amor! -- sussurra, mandando um beijo para ela, que retribui.

Após alguns minutos, adormecem.

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Tommy

Acordo sentindo meu peito pesado e abro os olhos, assustado, acalmando-me ao reconhecer o ambiente.

Olho o relógio em meu pulso, voltando a deitar, olhando de lado, vendo Cait, Ethan e Maddie fingindo dormir.

—São péssimos atores sabiam?! — provoco-os, espreguiçando-me, escutando-os rirem.

—Não queríamos te acorda — Cait justifica, sorrindo, apoiando-se sobre um dos braços — Bom dia meu amor!

—Bom dia paizinho!!-- falam juntos--Nós vamos a missa como vovô pediu?-- Maddie questiona, me fazendo franzir o cenho.

—Meu pai nos pediu, a todos, para irmos a missa no primeiro domingo após seu retorno, e do Jimmy também , para agradecermos -- Cait revela, sem graça — Mas se não quiser...

—Quero. E devo-- afirmo, levantando-me — Além de ser um pedido de seu pai, eu também tenho muito o que agradecer — afirmo — Vamos cuidar então ?- convido.

Maddie e Cait vão até o quarto que ela ocupava antes de mudarmos da mansão enquanto eu e Ethan nos vestimos no meu, descendo juntos assim que terminamos de nos arrumar, encontrando meus pais e Diva já a nossa espera.

Tomamos nosso desjejum e seguimos direto para a igreja onde, para minha surpresa, minha irmã e Eddie, Oliver e Felicity, Jimmy e Silvie, Ray e Sara, todos os nossos amigos além de alguns amigos de Cait que estavam na cidade, bem como vários diretores da Global já se encontravam.

Ao final da celebração meu futuro sogro pede licença a assembleia para agradecer nosso retorno, meu e de Jimbo, em segurança para casa, pedindo para que todos rezassem tanto por nós, em agradecimento, quanto pelos que morreram e seus familiares.

Depois que a missa termina, nos reunimos mais uma vez na mansão a fim de almoçarmos todos juntos, Thea insistindo para minha mãe, Moira e Ashley juntarem-se a ela para planejarem o Natal, fazendo a todos, principalmente a mim e Cait, chorarmos ao perguntar a meus filhos o que gostariam de ganhar de presente no Natal.

—Nada não tia Thea. Tudo que queríamos já está aqui — responderam, agarrando-se a minha cintura — Papai do céu já nos deu o presente que pedimos!

O domingo passou tão rápido que mal percebi.

Confesso que aproveitei cada momento disponível para fazer três coisas: curtir meus filhos, namorar Cait e.. Dormir!

Na segunda acordo cedo. Apesar de não precisar ir à Global, decido retomar parte de minha rotina, correndo um pouco antes de acompanhar Cait ao consultório medico.

Como Silvie não conhecia nada na cidade, Cait a levou para a sua obstetra.

As dez horas em ponto estávamos eu, Jimmy ( mais nervoso do que nos dias que seguiram-se após o acidente), Cait e Silvie, Maddie e Ethan além de Thea , minha mãe e minha futura sogra.

Deixamos Silvie fazer a ultrassom primeiro, acompanhando-os fim de acalmar Jimmy.

Descobrimos que ambas estavam com nove semanas de gravidez, o equivalente a dois meses e uma semana e mais alguns dias de gravidez. Resumindo: ambas havia entrado no terceiro mês, Silvie tendo três dias a mais do que Cait ( enquanto Cait estava com sessenta e oito dias, Silvie estava com setenta e um) e Jimmy seria pai de uma menina.

Mas a descoberta mais impressionante para mim e Cait ficou para o final da consulta.

A médica analisava as imagens na ultrassom com a tela voltada para ela, como fez com Silvie, analisando primeiro as imagens antes de nos mostrar, uma expressão de surpresa surgindo a medida que olhava o monitor.

—Está tudo bem doutora?-- questiono ao vê-la abrir a boca pela segunda vez.

—São dois meninos não é? -Ethan impacienta-se, indo para o lado dela, Maddie o seguindo.

—Não, são meninas! — implica, Jimmy e Silvie rindo, divertidos.

—Maddie, Ethan, comportem-se ou peço para suas avós tirarem vocês daqui--ameaço — E deixem a doutora fazer o trabalho dela em paz!

—Não se preocupe, não estão atrapalhando- garante — Respondendo a sua pergunta senhor Merlyn, está tudo bem sim — afirma, me fazendo respirar aliviado...Por pouco tempo -- Todos estão bem! — exclama, um sorriso no rosto.

—Todos? A senhora disse todos?- Cait pergunta, surpresa -- Estou gravida de gêmeos, é isso?

—É uma gravidez múltipla sim..- começa, indicando a tela com os dedos para meus filhos, que abrem os maiores sorrisos que já vi até hoje-- Mas não são..-fala, devagar, girando o monitor em nossa direção-- Apenas dois. São três!

—Desculpe, acho que não entendi bem... A senhora disse três?!? — pergunto, olhando o monitor junto com Cait.

—Isso mesmo -confirma — Parabéns, serão pais de trigêmeos!!

Continua

Notas finais
Eita queTommy Merlyn não sabe fazer um filho só! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Gostaram da surpresa??? granto que Thea e cia vão amar ...E isso vai render muitas brincadeiras da galera com o casal! Até amanhã...Bom Natal adiantado . Bjinhos sabor rabanada de panetone flores.