Perfect!

35 A Christmas Gift! ( Final)


Notas iniciais
Olha quem voltou!! Fechando aqui o especial de Natal! Capitulo mais curtinho. Amanhã as demais serão atts! Bjinhos sabor chocottone!!

“....All the lights are shining so brithly everywherw;

And the sound of children’s laughter fills the air;

And everyone is singing;

I hear those sleigh bells ringing....”

Consultório Médico

Narrador

—Respira Tommy, respira! –Jimmy recomenda, sorrindo divertido.

—Quer que peça um copo d’água? – sugere a obstetra.

—É uma boa ideia. Poderia pedir dois por favor? – pede Cait, a mão acariciando o rosto pálido do noivo.

—Certamente -afirma a médica, apertado o botão do interfone – Sandy, providencie dois copos de água por favor – pede a secretaria.

—A senhora tem certeza doutora Glorie? Não pode ser um engano ou um problema com o monitor? – Tommy questiona – Não que eu não esteja feliz – corrige-se rápido – Estou. Muito. Mas... três!?! – exclama, encarando Cait, que sorri com simplicidade.

—Não se preocupe senhor Merlyn, eu entendo – afirma.

—Tommy. Pode me chamar de Tommy por favor – pede.

—Certo Tommy- concorda – Vejam, aqui na tela – convida-os a olhar o monitor – Um, dois, três – indica, circulando os fetos com uma caneta – Os três estão se desenvolvendo bem…- é interrompida pela entrada da secretaria acompanhada de Rebeca, Ashley e Thea.

—Está tudo bem? Alguma errada com o bebê? – Rebeca pergunta, ansiosa.

—Vimos a secretaria entrar trazendo água.... Alguma coisa errada filha? – Ashley pergunta, observando Cait e Tommy pegarem os copos.

— Não tem nada errado não vovós –Ethan fala – Os bebês estão bem! – informa, completando antes que elas digam alguma coisa – Os três estão bem!

—What??? -Thea espanta-se – Como assim três? Três o quê?? Bebês? Ah, quem tá grávida de gêmeos? Cait ou você Silvie??- interroga, olhando de uma para outra.

—Nenhuma delas tia Tê! Cait que vai ter três bebês – Maddie revela, fazendo a garota abrir a boca, arregalando os olhos.

—Como é? Três bebês? Está esperando trigêmeos? – Rebeca questiona, sentando-se na cadeira oferecida por Jimmy diante de sua confirmação.

—Trigêmeos !!- Ashley exclama, levando uma mão a boca, surpresa, um sorriso formando-se em seu rosto.

—É o que parece mãe – Cait fala, segurando a mão de Tommy – Está melhor amor?

—Estou -afirma ele, inclinando a cabeça ao receber o tapa da irmã na nuca – Ai! Por que isso, posso saber?

—Trigêmeos?? Sério Tommy? -indaga, dando-lhe outro tapa – Não sabe fazer um filho por vez não? Tem que ser de dois pra cima?! Tá pensando que minha amiga é o que hein? Uma…-ele a interrompe.

—Em primeiro lugar, quero lembra-la da presença de seus sobrinhos aqui, que por acaso são crianças. Portanto, cuidado com a língua maninha – alerta-a – Em segundo lugar, até onde sei, não fiz sozinho! – frisa, levando um beliscão da mãe –Aii !!.

—Reclama de sua irmã e faz o mesmo que ela! – ralha.

—Isso mesmo – Ashley concorda – Mas em uma coisa tenho que concordar com sua irmã: não podiam ter caprichado menos!

—Mãe!! – Cait exclama, ficando rubra.

—Agora você fica sem graça, né! -Thea provoca, olhando para o monitor – São meus sobrinhos aí? -pergunta, a médica confirmando – E já dá pra saber o sexo?

—Ainda não –diz -Talvez no próximo exame, que pretendo marcar para daqui quinze dias, dependendo da posição dos bebês, dê para visualizar. Por hora, posso dizer que estão se desenvolvendo dentro do esperado. Querem ouvir o coração? – pergunta, todos concordando – Tanto podemos ouvir um som forte e único quanto perceber as batidas individuais—informa, iniciando o exame, todos ficando em silêncio, escutando.

—Tá dando para ouvir bem – Maddie comemora.

—Muito legal! -Ethan vibra.

—Nossos netinhos Rebeca!! – Ashley exclama, emocionada, segurando a mão da mãe de Tommy.

—Muito bem. Já que os papais estão sem palavras –começa a médica – Acho que posso passar para as orientações, certo?

—Pode sim – Cait confirma, enxugando uma lágrima.

—Certo. Algumas coisas servirão para as duas. Mas antes, Ethan e Maddie, não querem ir pegar uns docinhos com sua tia? – sugere.

—Ih, Maddie, senha para conversa de adultos! – Ethan fala, levantando-se.

—Como se não soubéssemos do que vão falar – Maddie comenta, seguindo o irmão.

—Pois é. Até parece! –Thea anui, acompanhando os dois

—Continuando – a médica fala, entregando uma folha de papel toalia a Tommy, que limpa a barriga de Cait – Vou passar uma dieta para vocês duas. Sei que não andaram se alimentando bem nas últimas semanas, mas não podem tentar recuperar tudo de uma vez só. Especialmente você Cait. Gravidez múltipla como a sua, dificilmente fecham os nove meses. Geralmente nascem de oito a oito meses e meio. Temos que controlar seu peso para diminuir o desconforto que irá sentir....

—Esse desconforto começa a partir de quando? E os enjoos? – Cait pergunta.

—Os enjoos devem diminuir a partir da metade do terceiro mês. Mas isso depende de cada organismo, assim como o cansaço, a sonolência e a libido- continua – Por volta do sexto mês vamos pensar podemos começar a planejar o parto, se natural ou cesariana, dependendo do tamanho e peso das crianças. Mas mesmo que opte por parto natural, deixaremos a opção da cesariana em stand by.

—Quais as vantagens e desvantagens de cada um doutora Glorie? – Silvie pergunta.

—Vantagens do natural: pode ir para casa no dia seguinte, se tudo correr bem. Desvantagem: as dores. No caso da cessaria, a principal vantagem é a ausência de dor já que estará anestesiada. A desvantagem: o risco de um choque anafilático ou outra complicação qualquer. É sempre bom estudarmos as duas opções muito embora o que vá determinar é a dilatação quando entrar em trabalho de parto.

—Mas se escolher ou não puder ter meu parto natural, caso engravide de novo posso ter natural mesmo tendo feito cessaria neste? – Cait pergunta.

—Como é? Ainda tá pensando em ter mais filhos? Perdeu o juízo Cait? Do jeito que esse Tommy é competente a próxima vez poderão ser quatro!! –Thea exagera, entrando na sala com as crianças.

—Thea, será que você me faria o grande favor de largar do meu pé? – Tommy pede, recebendo um estirão de língua em resposta.

Após mais algumas explicações, a consulta termina, sendo marcado uma nova consulta para a segunda semana de dezembro.

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Caitlin

Os dias passaram voando e quando menos esperava o dia da nova consulta chegara.

Os preparativos para o Natal, em casa e na Global (Malcom confirmara a confraternização dos funcionários, que havia sido suspensa por conta do acidente) ocupavam grande parte de nosso tempo.

Minha relação com os pais de Tommy estava cada dia melhor, bem como a dele com eles, principalmente depois que tiveram uma conversa séria e definitiva.

Tommy revelara seus planos de sair da Global, deixando Malcom ao mesmo tempo triste e feliz. Os dois também se acertaram no que dizia respeito ao passado, aparando as arestas existentes, inclusive no que se referia a questão da herança.

Por conta disto, Silvie e Jimmy haviam mudado para Starling em definitivo visto que ele e Tommy iniciaram, juntamente com Eddie, os procedimentos e a documentação necessária para abrirem uma companhia aérea de pequeno porte, um sonho antigo, pelo que disseram, dos dois.

Confesso que a ideia dele pilotando novamente me apavorava. Mas a alegria evidente em seus olhos me desarmava. Nele e em Jimmy. Silvie estava certa. Os dois amavam voar.

Outra coisa que estava ocupando meu tempo eram os ensaios para o coral.

Meus amigos se comprometeram a voltar no Natal para conhecer Tommy e, a pedido de meu pai, iriamos matar a saudade cantando a missa como fazíamos na época do grupo de jovens.

Como só viriam na antevéspera, ensaiávamos via scape. Thea, Sara e as crianças se juntaram a nós.

Para minha felicidade (e alivio) Ronnie havia viajado a negócios (segundo dissera a Ray) e só voltaria perto do ano novo (infelizmente).

—Prontos para saber o sexo dos bebês? – Doutora Glorie pergunta ao final da consulta, depois de nos tranquilizar avaliando que tudo estava correndo dentro esperado.

—Ebaa! Tomara que dê para saber—Maddie comemora, sentando-se ao lado de minha médica, Ethan acompanhando-a.

—Vamos torce! E essa menininha ai, como está? –pergunta a Silvie.

—Começando a chutar! –exclama ,me lembrando de algo que pretendia perguntar.

—Mal sinto os bebês mexerem. É normal? – questiono, preocupada.

—As vezes demoram sim. São três que precisam ocupar cada um seu espaço. Não se preocupe. Terá dias em que sentirá saudades desse período de calmaria! – avisa – Hum, olha só, temos um menino aqui! – mostra, fazendo Ethan vibrar.

—Onde? -Tommy pergunta, aproximando-se mais.

—Aqui. Vê o saquinho? – aponta – Vê a diferença aqui e aqui? -volta a apontar – Ou seja, temos uma menina e um menino -anuncia – Só o terceiro que não está dando para ver por enquanto—segue analisando as imagens – O tamanho está bom, os corações também estão bem..Opa, estamos nos mexendo aqui. Está sentindo Cait?

—Hum, concordo, segurando e pondo a mão de Tommy sobre o local onde sentia mexer, vendo-o emocionar-se.

—É isso que estava faltando: sentir o calor da mão do papai. Agora já posso dizer que espera duas meninas e um menino! -anuncia – O menino cem por cento, uma das meninas também, resta apenas confirma com total segurança a outra, a mais inquieta dos três-- diz, nos fazendo sorrir.

Em casa, ligo para meus pais a fim de dar a notícia, fazendo o mesmo depois com Malcom e Rebeca e depois avisando Thea que se encarrega de espalhar a novidade.

Ela, aliás, está tão entusiasmada quanto Ethan e Maddie. Quando soube que havíamos iniciado uma reforma no apartamento, preparando o quarto para os bebês, passava todos os dias (ou quase) a fim de dar algum palpite além de trazer presentes. A brincadeira que havia feito no consultório fora repetida por quase todos os nossos amigos. Novos e antigos (meus no caso). Algumas vezes irritando Tommy.

A semana de Natal estava sendo uma loucura completa.

A confraternização da Global acabou sendo adiantada em dois dias, nos fazendo correr com os preparativos. Já em casa as coisas estavam mais tranquilas, graças a Deus.

Conforme combinado, meus amigos chegaram dia 23. Ensaiamos uma única vez para a celebração durante a qual tive a grata surpresa de ter Tommy conosco na última música.

— Antes de terminarmos, quero pedir licença mais uma vez a todos vocês apara agradecer não apenas o regresso de meu genro em segurança como também a grande benção que recebemos—meu pai anuncia – Gostaram dos cânticos de hoje? -questiona, ouvindo um coro de “sim” da assembleia – Eu também, embora por motivos diferentes do de vocês visto que minha filha, meu genro, meus netos, a cunhada de minha filha e alguns jovens de minha antiga paroquia animaram nossa celebração – anuncia, uma salva de palmas nos saudando – Quero agradecer e pedir a toda assembleia que permaneça só mais um minuto da atenção de vocês para a última música, nossa mensagem para todas as famílias. Ouçamos -pede, voltando-se para nós, piscando, cumplice.

Tommy, que se juntara a nós, começa a tocar os primeiros acordes no violão, puxando junto comigo a canção, que os demais seguem após a primeira estrofe, toda a assembleia nos seguindo com palmas :

— Vai começar, um brilho no ar, festa tão linda, você vai gostar;

Vem que já chegou o Natal! Vem que já chegou o Natal!

Pois nasceu Jesus O salvador!!; yeh, yehh!

Estrelas no céu, a cintilar;

Cores no ar, vamos celebrar;

Vem que já chegou o Natal! Vem que já chegou o Natal!

Pois nasceu Jesus O salvador;

Natal é alegria, é Jesus no coração;

Por isso noite e dia, vou cantando essa canção! Ohoou!!

Vai começar, um brilho no ar!

Festa tão linda você vai gostar!

Vem que já chegou o Natal!

Vem que já chegou o Natal! Pois nasceu Jesus O salvador!

Meninos e meninas, de todas as nações;

Comemoram esse dia, o Natal é muito bom! Ohoou!!;

Estrelas no céu a cintilar;

Cores no ar, vamos celebrar;

Vem que já chegou o Natal;

Vem que já chegou o Natal;

Pois nasceu Jesus;

Pois nasceu Jesus;

Pois nasceu Jesus O salvador!

Notas finais
Jesus, o verdadeiro sentido do Natal! Bom Natal!! Bjinhos flores!