Notas iniciais
Jana_Ferreira: Oiie, povo!!!Faz tempo que eu não apareço...Espero que vocês curtam este capítulo que ele esta muuuito bom, na minha opinião. Espero que Gostem!!!XD

Caleb abriu a porta do carro de Tyler para que Janaina entrasse; sim ele ia dirigindo. Durante todo o trajeto Reid reclamou do ocorrido, por ter sido expulso do bar, mas entre uma reclamação e outra falava de Francine.

Caleb estacionou o carro na entrada do campus do colégio onde Reid e Tyler moravam.

Assim que foram deixados Pogue pegou sua moto, uma Yamaha amarela que estava no estacionamento do colégio.

- Aqui, toma – Disse esticando o capacete para Janaina que olhou o objeto e involuntariamente se afastou.

- O que foi meu bem? Tem medo de motocicletas? – Perguntou com um sorriso brincalhão no rosto.

- Sim, pavor. E..que dizer já caí de moto uma vez e fiquei no hospital dias e também – Pogue a interrompeu dando-lhe um beijo singelo.

- Lindinha, não vou deixar que nada de aconteça. – Falou beijando sua testa e subindo da moto esperando por ela. Janaina suspirou e colocou o capacete, murmurando um “okay” subindo na moto e o abraçando.

Em minutos ele já parava na frente da pensão.

- Inteira? – Perguntou tirando seu capacete e sorrindo de lado para ela.

- Inteira. – Respondeu Janaina rindo e entregando seu capacete a Pogue. – Obrigada pela noite, foi maravilhosa.

- Mas ela já acabou? – Perguntou descendo da moto e indo para perto dela, circulando seus braços e volta de sua cintura. Janaina mordeu os lábios antes de responder.

- Acho que sim, bebi demais e meus primos podem não gostar de estranhos. – Falou brincando com a camiseta dele, alisando seu peitoral.

— Também bebi e não precisamos ficar aqui. – Ele falou segurando-a pela nuca entrelaçando seus dedos no cabelo dela e aproximando seu rosto ao dela. Os dois se beijaram, um beijo diferente de todos os outros, urgente e cheio de desejo. Pogue apertou sua cintura alinhando seu corpo ao dela, as pequenas mãos da menina apertavam seus ombros largos. Ainda beijando a garota Pogue levou-a até a entrada principal, quando deu com as costas na porta Janaina começou a tatear e buscar pela maçaneta, mas um súbito aperto no peito fez com que ela parasse e afastasse o garoto dela.

- O que houve? – Perguntou ele.

- É melhor eu entrar em casa, sozinha. – Disse ela dando um selinho nele abrindo a porta, no mesmo instante um corvo passou voando pela cabeça dos dois.

- Ai! Desgraçado...

— Tem certeza? – Perguntou ele.

- Sim, tenho! Amanhã a gente se vê. – Disse dando outro selinho nele e entrando em casa.

Adentrou a sala no maior silêncio possível, caminhou no escuro, seus olhos já haviam se acostumado até o meio do cômodo, mas no momento em que passava para chegar a escada esbarrou na mesa e caiu chão, gemendo de dor, pois ao colocar as mãos para amortecer o impacto ao mesmo tempo elas encontraram com os cacos de vidro do vaso que derrubara.

Um pedaço majestoso entrou na palma de sua mão.

- Mas que merda! – Falou se afastando e sentando no chão, olhando para mão, pensando se tirava ou não o caco de vidro. Engoliu em seco.

- Mas que feio... uma garota tão bela, falar palavras desse calibre. – Uma voz aveludada atrás do sofá em que ela havia se encostado disse.

A luz do abajur iluminou todo o ambiente. Janaina assustada levantou o rosto à procura do dono de tal voz. Era um garoto de cabelos negros, olhos penetrantes cor de safira e um sorriso sexy em seu rosto.

- Deixe-me ajudá-la. – Falou em sua voz aveludada dando a volta no sofá e parando a sua frente e como se não pesasse mais que uma pena, colocou-a sem dificuldades no sofá e se sentou ao seu lado. Foi pegar sua mão machucada, mas ela se recolheu rapidamente quando sentiu um frio estranho percorrer sua espinha.

- Quem é você? – Indagou.

- Meu nome é Damon. – Respondeu – Ora vamos, deixe-me ver, você está sangrando pequena. Janaina movida por um poder inexplicável esticou a mão pontualmente para o rapaz que a pegou.

Ele a examinou e foi com um dedo sobre o caco, e sem pestanejar arrancou o vidro da palma da mão dela. Ela sufocou um grito que queria rasgar teu peito.

Ele levantou a mão dela até na altura de sua boca e ao percebendo o que ele iria fazer, Janaina puxou a mão novamente para si.

— O que? Não confia em mim? — Perguntou ele.

— Sinceramente? Não. — Respondeu ela. — Mas não significa que eu não queira.

Ele escancarou um sorriso.

Ela esticou a mão machucada para ele, que lambeu todo o percurso do ferimento limpando o sangue e depositando suaves beijos foi subindo pela mão dela e parando na altura do pulso.

Ele o beijou e cravou suas presas fortemente, ela gritou na breve explosão de dor que desapareceu substituída por um maravilhoso e excelente prazer que se espalhou por seu corpo. Era melhor do que todas as vezes que esteve bêbada ou doidona, melhor que sexo. Era um coberto do mais absoluto, puro prazer, que a envolvia e prometia que tudo ficaria bem no mundo. E assim foi continuamente. As químicas em sua saliva provocaram uma alta de endorfina, e a fez perder a noção do mundo, perder a noção de quem era.

...


- Pelo amor, que susto. Se você veio arrumar mais confusão, não precisa ficar aqui. – Disse Francine seca.

- Não quero mais confusão, quero só conversar com você. Ou melhor, quero te fazer umas perguntas.

- Faz e me deixa aqui. – Disse dando um hiper golada. – Matt mais uma, please! O amigo aqui insiste em pagar, pra alguém que tá doida pra beber.

- Hoje você falou pra Ellen, de um Dean, você o conhece? – Perguntou Sam como quem não queria nada.

- Se for de um roqueiro doido por AC/DC, com um carro muito maneiro, o conheci esta manhã. – Ela pensou em modos como descrevê-lo, mas tudo que vinha em sua mente era tecnicamente pornográfico, ela não tinha como descrever uma pessoa que acabara de conhecer, pelo menos não se tratasse de sua personalidade, porque ser fosse seu porte escultural...

- Hoje de manhã? E aonde você o viu?

- Cara, porque você não atazana a vida outro ser, hein? Eu nem te conheço, e você acha que eu vou sair por aí falando onde eu estive de manhã e o que eu fiz? – Disse enfiando garganta abaixo a bebida.

— Calma, só estou tentando ser amigável. Mas em todo caso meu nome é Samuel, prazer em conhecê-la. – Disse estendendo a mão para Francine.

— Me poupe, nem por um momento essa cara de bom samaritano cola comigo, não mesmo. – Disse dando a última colada na bebida e se virando para ele. — Você não é o primeiro Samuel que conheço que tem essa carinha de bom moço, esse jeito de demonstrar as coisas, fazer-se de surpreso que o irmão sumiu, mas sempre com aquele ar de desconfiado e de quem sempre está aprontando. Mas o que mais me surpreendeu nesse outro Samuel é que ele ter se engraçado com a Ruby, maldita demônio, se dependesse de mim quebrava a cara dela e da Lilith. – Começou a desabafar ali, como já tinha bebido um monte não percebeu qual foi à reação de Samuel.

- Como você sabe da Lilith? – Perguntou surpreso com o que ela estava falando, ninguém sabia daquelas histórias, apenas os caçadores que andavam com ele, como ela sabia de coisas que ele sentia e fazia que nem mesmo Dean sabia?

Ela foi começar a falar, mas imagens da sua série favorita começaram a tomar conta de sua mente, como se aquilo não estivesse apenas nos vídeos no seu PC. Foi quando ela olhou no fundo dos olhos daquele Samuel que ela notou a semelhança com o Winchester, levantou-se da cadeira quase caindo, mas ainda olhando abismada para ele que não estava entendendo aquela reação dela.

— Não pode ser. – Começou a dizer indo cada vez mais para trás, tropeçando em várias banquetas, mas não dando bola para nenhuma delas.

— Está tudo bem com você? – Perguntou indo em direção a ela, que se afastava a cada passo dele.

Suas atenções foram voltadas para o bolso de Francine quando o celular começou a tocar, ela o tirou imediatamente para ver a mensagem que ela tinha acabado de receber, na hora que ela terminou de ler a mensagem ela disparou para porta a fora do bar, sem acreditar no que estava acontecendo. Com a correria Francine deixou cair seu celular.

De: Dean — o gatinho da carona

Para: Fran MaVeloso

Preciso de sua ajuda

Não sei onde estou

Mas procure meu irmão

Sam Winchester, você vai ser de muita ajuda para me encontrar.

Samuel pegou o celular e leu a mensagem e teve a maior certeza que ele tinha que tirar mais respostas daquela menina, só que não entendia a reação por ela ter reagido daquele jeito.

...


O desejo a consumia por completo, seu sangue era drenado por Damon com fervor. Damon soltou o pulso dela e a olhou fundo nos olhos. Janaina lançou o seu rosto para frente indo de encontro com o dele, que a segurou pela nuca e aproximou os lábios dos seus, mas antes mesmo do beijo começar Damon mordiscou os lábios dela e escorregou os lábios para os pescoço dela depositou beijos, sua mão afastou a blusa revelando o ombro dela e o mordeu novamente, mesmo sentindo dor um sorriso nasceu nos lábios de Janaina quando a maravilhosa sensação retornara.

Mas logo se foi quando ela sentiu o corpo de Damon se afastar, ou melhor, ser retirado de perto dela.

- Você está bem? – perguntou Stefan levantando o rosto dela para que ela o olhasse nos olhos.

- Estou. – respondeu.

-Você esta louco, Damon! – gritou ele, logo Damon foi para cima dele em movimentos rápidos os dois já se encontravam do outro lado da sala.

Damon prensava Stefan na parede e a face dos dois era igual de dois demônios e em movimentos rápidos os dois já se encontravam próximo a porta.

- Parem! – gritou Janaina se levantando, mas logo ficou tonta e se sentou.

Stefan correu parar o lado dela.

— Saía Damon! – exclamou Stefan, pegando a prima no colo e a levando para o andar de cima.

Damon olhou para os dois e saiu da pensão.

...


Francine estava incrédula, não poderia ser verdade aquilo era apenas coincidência, não tinha como ele existir, ele era apenas um personagem de uma série fictícia que ela adora.

Já eram quase quatro horas da manhã e ela ainda estava vagando nas ruas apenas pensando nos fatos que eram familiares a ela. Distraída em seus devaneios escutou barulho vindo de um beco ao qual havia acabado de passar, alarmada com o som horrível virou-se para procurar da onde vinha só que no momento em que olhou para o final da rua, viu um vulto passar o que fez com que a menina voltasse a correr.

Corria em disparada para longe de qualquer coisa que pudesse estar lá, esbarrou com tudo em algo que a derrubou no chão.

- Ai! – reclamou quando levantou sua mão e viu algumas pedrinhas do asfalto enfiadas na palma da sua mão, fazendo com que gotas de sangue escorregassem pela ela. Olhou para frente para ver no que ela tinha batido e deparou-se com o corpo de um homem parado apenas a fitando.

- Precisa de ajuda? – Disse o homem com uma voz doce e sedutora, esticando a mão para que ela segurasse e pudesse ajudá-la a se levantar. Ela seguiu com os olhos desde a palma da mão do rapaz até o fundo dos olhos azuis daquele homem maravilhoso, que estava sem camisa e mostrava todos seus músculos definidos.

Mas a raiva dentro de Francine cresceu ainda mais quando a sensação de semelhança atingiu seus sentidos, já havia visto aquele homem, mas mesmo sabendo disso, e que sua vozinha lhe dissesse ‘afaste-se’ a beleza escultural do homem a sua frente prendia toda a sua atenção.

Apesar disso se levantou sozinha, ignorando o homem que a fitava e havia oferecido ajuda, ele continuou olhando fixamente dentro de seus olhos.

- O que uma garota linda como você faz andando pelas ruas a esta hora da noite? – Perguntou ainda olhando dentro de seus olhos.

- Foi mal, mas não vou ficar conversando da minha vida com uma pessoa desconhecida. – Falou olhando direto para os olhos dele de volta.

- Fale o que esta fazendo aqui. – Persistiu comandando-a.

Francine não agüentou, abaixou a cabeça e começou a gargalhar, fazendo com que o homem ficasse intrigado por não ter conseguido o que queria.

- Bebeu cara? Se só pode tá de sacanagem comigo? Tá esperando que eu me abra com você? Um completo estranho? Está completamente enganado. – Falou ainda dando risada.

— Pelo jeito você deve ter se machucado com a queda. Você vai-me deixar dar uma olhada e não me negara mais nada. – disse Damon olhando fixamente nos olhos de Francine.

— A minha nossa senhora da compadecida! Você ainda não desistiu de achar que eu vou fazer o que você quer, né? — Disse tentando se soltar dele.

— Você está com medo de mim? – perguntou.

- Por que teria que ter medo de você? – respondeu com outra pergunta.

— Sei lá por causa disto – falou e sua feição mudou totalmente não era mais aquele belo rapaz que ela tinha visto em meio segundo atrás, agora ele parecia um animal, um monstro preste a devorar sua presa.

Cravou suas presas no pescoço de Francine que em uma prevê explosão de dor tomou conta de seu corpo logo sendo substituído por um puro êxtase do melhor prazer que já havia sentido. Damon a drenava com fervor, nunca tinha sentido um gosto de sangue tão maravilhoso quanto este, o sangue parecia ter sido feito pra ele com um gosto único.

Quando percebeu que o sangue que o sangue já não corria por suas veias e a garota estava desfalecida em seus braços, notou que com a morte dela jamais sentiria o gosto deste maravilhoso néctar dos deuses, Francine estava entre a vida e a morte quando sentiu um líquido ser introduzido em sua garganta, espesso, corpulento, amargo com gosto de ferro, que em poucos minutos se tornou a coisa mais deliciosa que já havia tomado.

Abriu os olhos aos poucos e deparou-se com o homem mais lindo que ela já havia visto, estava em seu quarto e com o braço dele em sua boca sugando seu sangue.

Levantou-se com tudo da cama e foi-se afastando dele com uma cara de espanto, medo e pavor da realidade.

- Como... Como você entrou aqui? – Perguntou ela gaguejando.

- Falei pra sua mãe que a tinha encontrado sendo atacada por um animal, e ela me deixou entrar com você. – Disse dando o sorriso mais sexy que ela já tinha visto. – Não fique com medo, sou um vampiro mais não vou mais te machucar.

- Não estou assim por que você é um vampiro.

- Está assim por causa do que então? Por ter bebido meu sangue? Pode ficar despreocupada que você não vai virar uma vampira até que você morra. E não vou permitir isso.

— Não é por causa disso também. – Disse dando uma pausa e vendo a expressão dele de quem não estava entendendo nada. – Nossa você é Damon Salvatore, tipo Ian Somerhalder.

- Como você sabe quem eu sou? Ian Somer o que? – Perguntou confuso.

- Ian Somerhalder, você é o ator mais lindo de todos os tempos e interpreta Damon Salvatore em Diários do Vampiro. – Falou toda eufórica.

- Você só deve ter batido a cabeça, sou Damon Salvatore, e sou um vampiro que tem mais de um século. – Disse ele convicto do que estava dizendo.

— Se você diz, posso ver suas presas? – Perguntou ela indo em direção dele.

- Você não tem medo que aconteça alguma coisa com você?

- Mas é lógico... que não. – Disse chegando mais perto dele ainda. – Se você fosse me matar já teria matado.

- Isso é verdade. Mas antes de eu te mostrar, já que você acha que me conhece e sabe tudo sobre mim, você usa verbena?

- Eu não acho que sei sobre você, eu tenho certeza que eu sei, e não, eu não uso que eu saiba. – Falou Francine vasculhando com os olhos seu corpo.

- No anel, no colar em alguma coisa do tipo? — Persistiu ele.

- Uso apenas minha pulseira da amizade que ganhei do meu tio John. Calma aí, se você é você, e meu tio é o John, meu Deus, Elena é minha prima. E o chato do Stefan é meu primo de consideração, nossa que lixo. – Falou mostrando a pulseira e dando um largo sorriso por causa das novidades mais logo substituindo por um biquinho torcido.

- Nossa até que enfim, alguém que não vai com a cara de Stefan, mas sem dúvida se você ganhou do John, com certeza tem verbena. – Falou Damon verificando a pulseira.

- Quer tirar a prova? — Perguntou já tentando abrir o fecho da pulseira, mas foi interrompida por Damon que colocou sua mão em cima da mão dela.

- Se você tirar, eu posso mandar você fazer qualquer coisa que eu quiser. – Alertou ele.

- Corro o risco. – Falou tirando a pulseira e dando um sorriso pra ele. – Pode mandar bala.

- Ai, não sei, não viu. – Falou coçando a cabeça.

- Cara, seja um vampiro descente, por favor. — Disse olhando no fundo dos olhos dele.

Damon fitou-a por um bom tempo, apenas imaginando o que poderia pedir pra ela fazer, inúmeras coisas vieram em sua mente, mas não queria mandar fazer nenhuma delas, não queria que ela fizesse nada que ele fizesse.

- Faça o que você mais quer fazer nesse momento. – Ordenou ele olhando nos olhos dela.

- Sim, eu farei. – Falou hipnotizada por seu feitiço, desceu da cama, e parou na frente dele e com movimentos devagar começou a se despir e não tirando os olhos dele um segundo se quer, ficou apenas com a roupa de baixo e começou a ir a sua direção que não tirava os olhos dela nenhum momento se quer. Foi pra cima dele de modo sedutor e carinhoso que fez com que ele não tivesse nenhum tipo de reação a aquele momento.

Já estava em cima dele que se deitou com a proximidade. Damon olhava fixamente para os olhos dela procurando o que tinha de diferente nessa jovem.

- Por que você quer fazer isso? – Disse Damon aproximando seus sábios nos dela.

- Pois você é Damon Salvatore, o vampiro mais sexy de todos os tempos. – Disse Francine já indo beijá-lo.

Um beijo calmo e delicioso foi substituído por um beijo apresado e cheio de desejos, o gosto do sangue de Damon ainda estava na boca de Francine fazendo com que ele tivesse mais prazer ainda em beijá-la. Mas todo aquele prazer foi interrompido pele música Crazy Train do Ozzy Osbourne indicando que tinha alguém ligando no outro celular de Francine, que sempre ficava em seu quarto. Ela foi atender o celular, mas Damon a puxou e a hipnotizou de novo:

- Você não ira atender esse telefonema, eu atendo. – Falou pegando o celular da bolsa dela.

- Alo? – Falou Janaina do outro lado da linha.

- Olá priminha, no momento a dona da linha esta ocupada favor ligue mais tarde. – Disse desligando a chamada.

Depois de desligar o celular jogou-o no chão e voltou-se para Francine. Ambos voltaram a se beijar calosamente, as mãos de Francine percorriam o abdômen dele e voltou sua mão retirando a camisa negra dele. Damon não ficou parado suas mãos grosas e agéis percorreram todo o corpo da garota e puxando o corpo dela contra o seu.

Janaina olhava para o telefone sem entender o ocorrido, Damon havia atendido ao telefone de sua amiga, será que ele havia feito alguma coisa com ela?

Preocupada ligou para casa da amiga e a mãe dela atendeu.

- Alo – Disse a mãe de Francine.

- Dona Marlene, é a Janaina, a Fran esta aí? – Perguntou.

- Está sim querida. Ela chegou com um rapaz que a... – Marlene parou de falar no estante que percebeu que a menina havia desligado o telefone.

Janaina correu para a parte de baixo da pensão.

- Stefan, Stefan! – Chamou ela.

Rapidamente o rapaz apareceu na sua frente.

- O que houve? – Perguntou ele preocupado.

- Damon! Ele esta com a Francine. – Disse ela atropelando as palavras.

Os dois saíram da pensão e foram direto para casa da Francine. Damon e Francine ainda se beijavam calorosamente, nesse momento ele já se encontrava sobre ela depositando deliciosos beijos por seu corpo, enquanto ela tentava arrancar a única peça de roupa que estava no corpo de Damon – sua calça -, mas batidas na janela e na porta do quarto fizeram os dois pararem.

- Fran! Abra a porta. – Disse Janaina batendo na porta.

- Damon! – Chamava Stefan da janela.

Damon olhou dentro dos olhos de Francine, não para hipnotizá-la, mas para dizer o que tinha que ser feito.

- Não me esquecerei de você, voltarei para terminar o inacabado. – Disse ele dando o último beijo nela, recolocando a pulseira em seu punho, logo saiu pela porta do quarto fazendo com que Janaina fosse lançada para o lado.

Notas finais
Comentem!!!!Aceito qualquer coisa, sugestão, criticas construtivas tá, por que tem pessoas que lêem a fic e apenas hà critica...Qualquer coisa que possa fazer com que as autoras se sintam melhor e que transmitam que vocês estejam mesmo gostando e muuuuito bem vindas.... Até o próximo =D Beijos