Notas iniciais
Mil desculpas para todas minha leitoras,
estávamos naquela situação de sem criatividade para fazer o cap 9, mais ai esta ele, espero que gostem.
Ahhh e já avisando, como era epoca de prova essas coisas, minha beta nao revisou o cap, entao deve ter uns errinhos, entao já peço desculpas desde já.
BOA LEITURA :D

Janaina levantou-se em um salto e foi correndo em direção da amiga, que estava deitada na cama em completo êxtase. Francine não pensava em nada naquele momento seu coração estava batendo aceleradamente, que mal dava pra ela respirar normalmente.

— Amiga! O que foi isso? – Perguntou Jana incrédula por ver como que sua amiga estava.

-Nossa! É o Damon. – Falou Francine toda sorridente olhando para o nada, sentou-se na cama e fez sinal para que a amiga fizesse o mesmo.

— Eu sei que é o Damon, ele é meu ‘primo’. – Falou Jana fazendo sinal de aspas com a palavra primo.

-Jana, você não esta entendendo, ele é o Damon. – Disse tentando fazer com que a amiga sacasse do que ela estava falando, mas como a Jana ainda estava com a cara de quem não entendia nada ela continuou. – Damon Salvatore, ou melhor, Ian Somerhalder.

— Como assim? – Perguntou Jana, tentado fazer com que aquelas informações encaixassem no que a amiga tentava transmitir.

— Eu que sou a loira aqui ta! – Falou meio que sacudindo a amiga.

— Então explica melhor que a morena aqui não ta entendendo nada.

— Primeiro você reparou que a cidade onde estamos não é mais a mesmo né, por que desde quando nossa cidade tem cemitério tão sinistro como aqui tem.

— é isso é verdade, mais pensei que por eu ter mudado de cidade já faz tempinho, pensei que eles construíram um oras.

— Ta morena falsa, me deixa terminar, depois você termina com seus pensamentos supérfluos. Ai vem aquele maldito Circo dos Horrores, e o gatissimo do Lucas.

— Pior viu, aquele Circo dos Horrores me deu mo medo. – Falou Jana cortando a amiga de novo.

— Quer calar a boca e deixar eu terminar de falar. – Gritou Fran tentando chamar atenção da amiga que estava super distraída.

— Ta, ta esquentadinha. – disse jogando o travesseiro na amiga, que fez com que as duas gargalhassem da situação.

— Toque-toque. – Falou a mãe da Francine colocando a cabeça pra dentro do quarto. – Ué não tinha o rapaz aqui?

— Ele já foi embora Dona Marlene. – Disse Janaina.

— Ata, entendi, vim avisar que você não vai mais viajar comigo amanha, como você passou mal esta noite, você vai ter que passar no medico antes e irmos visitar seu tio-avô.

— Mas nós íamos viajar? Pra onde que eu não lembro? A senhora vai sem mim então? Vou ficar na onde? — Perguntou Francine sem entender nada, tacando perguntas uma atrás da outra.

— Calma ai, uma pergunta de cada vez, íamos sim viajar, falei pra você semana passada que você tava no telefone com a Dona Janaina, e não me deu ouvidos, vou ter que ir sim sem você, por que tendo que ir pra ajudar na organização da festa que vai ter na cidade de seu tio, como você estava passando mal agora apouco, liguei para seu tio que é medico que esta passando um tempo na cidade, dar uma olhada em você, só que como ele não poderá vir hoje mesmo, ele vira amanha aqui, e no final de semana você vai me encontrar.

— Mais e a Jana? Não posso deixa ela aqui sozinha. – Falou Francine abraçando a amiga como se nunca mais fosse ver ela.

— Se ela quiser pode vir junto.

- Oba! Mais ainda não entendi esse negocio de tio médico, que irmão da senhora que é medico? – perguntou confusa.

- Meu nenhum, é o seu tio por parte de pai, Carlos, Charles, a sei lá o nome dele, ofereci a casa pra ele enquanto ele passa o tempo pra cá e nós ficamos fora, ele chegara depois que eu sair de manha então faz o favor de acorda cedo pra hospedá-lo ta. – Falou Marlene saindo do quarto as presas. – Vão dormir que amanha tem muita coisa pra fazer.

- Mas mãe... – Começou a dizer aos gritou só que desistiu, pois sabia que não conseguiria tirar mais nada de sua mãe. – Você entendeu alguma coisa?

- Xii nem entendi o que você falou antes pra mim, você acha que eu vou entender o que sua mãe acabou de falar? – Jana deu uma risadinha e terminou de falar. – é lógico, que eu entendi o que ela falou, tipo, ela vai viajar seu tio de nome não definido vem pra cá amanha, e por isso temos que aproveitar a casa só nossa, mas antes vamos dormir que to com sono.

- Ta sua doida, mas só quero que você entenda uma coisa, nossas series prediletas não estão mais na televisão, estão aqui conosco.

- O QUE? Você bebeu ou o que? Como você diz uma coisa dessas? – Gritou Jana achando uma doidera o que amiga estava dizendo.

- Olha aqui. – Falou mostrando a cicatriz que tinha no pescoço. – Você acha que quem fez isso foi uma pessoa normal? Ow o que é isso no seu pulso?

Olhar de Jana foi direto para um machucado que tinha em seu pulso, que com a lembrança tapou a boca e sou um gritinho abafado.

- Ai meu São Jorge. Ele é o Damon. – Janaina revirou os olhos e caiu na cama desmaiada.

- Só o que me faltava. — Falou Francine colocando a mão na testa.

Francine nem deu bola pra amiga jogada em cima da cama, e foi dormir. Sabia que o dia de amanha seria corrido e teria que tirar muita historia a limpo.

O sol do nascer do dia entrava forte pela janela do quarto de Francine.

Janaina havia dormido entre a cama e o chão do mesmo jeito que havia desmaiado.

Francine não havia conseguido dormir direito pensando no que estava acontecendo, será que tudo é de verdade ou é apenas uma ilusão. Mas não é possível a marca da mordida de Damon ainda estava no seu pescoço.

Cansada de ficar na cama se revirando, desceu pra comer algo. Chegando na cozinha viu pendurado na geladeira um bilhete de sua mãe.

Bom dia filha e Jana

Então, seu tio falou que teve contratempo no hospital e falou que só vai aparecer mais tarde,

Depois de você ir ao medico dentro da minha gaveta tem o endereço do seu tio e seu passaporte esta lá, Ah tem mais uma coisa, seu tio falou que troce os filhos deles, então não se esqueça de arrumar os quartos, sua irmã foi pra casa do seu pai, então deixa o quarto dela pra suas primas.

Qualquer coisa me liga ta

Beijos Mamãe

Logo depois que terminou de ler o papel colocou-o no lugar e foi direto pra secretária eletrônica para ver se sua mãe havia deixa outro recado pra ela, falando que chegou bem da viagem. Apertou o botão e uma voz eletrônica anunciou: ‘você tem um recado’, e em seguida alguém começou a falar.

“Emmett, você tem certeza que é esse numero?” Perguntou uma voz feminina distante do aparelho.

“Você que é a vidente da família” Falou uma voz masculina mais longe ainda.

“Já falei que não consigo ver nada sobre essa turma.”

“Ta bom, Alice, agora fala logo no telefone.” Falou outra voz feminina, mas com um ar de autoridades.

“Calma Ursina” Falou novamente aquela voz masculina.

- Oi Dona Marlene, sou Alice Cullen, filha de Carlisle, Estou ligando para avisar, que tivemos um contra tempo com um de meus irmãos e não vai dar pra nós chegarmos hoje, talvez cheguemos no sábado ate lá.

Essa mensagem fez com que a cabeça de Francine ficasse mais desnorteada ainda, talvez fosse coincidência, mas era impossível, estava provado tudo estava a favor dos fatos, eles não faziam mais partes dos livros e das series favoritas agora estavam aqui na vida delas.

Olhou ansiosa para o calendário para ver quanto tempo faltava para que o seu suposto tio viesse com sua família, para sua decepção ainda era terça feira e faltava muito tempo para sábado.

Estava distraída ali na cozinha com uma xícara de chocolate quente, apenas pensando em como tudo aquilo estaria acontecendo.

A campainha tocou, Francine distraída com o barulho derramou a caneca no chão, que quebrou e fez uma grande sujeira. Ao limpar a sujeira se cortou um o caco da caneca.

-Puta merda! – se auto xingou.

A campainha ainda tocava estridente.

-Porra espera vai tira a mãe da forca?! – exclamou Francine.

Jogou os cacos no lixo e com a mão sangrando foi atender a porta.

Ao abri – lá teve uma surpresa. Stefan a olhava com um sorriso sério no rosto.

-Oi Fran.

Francine ficou estática na frente da porta olhando para tua mão sangrando e o rapaz a sua frente, e fechou a porta com tudo na cara dele.

Voltou para a cozinha e começou a lavar sua mão machucada e a campainha voltou a ser tocada por Stefan.

Francine respirou fundo e se controlou, ele até pode ter uma carinha de santo e ser o irmão bonzinho, mas ela assistiu o ultimo episodio da segunda temporada e ele não é tão bonzinho assim.

Voltou à porta mais calma, ou melhor, não tão calma assim, porém tinha que o atender assim mesmo.

Abriu a porta respirando fundo.

- Tudo bem? – perguntou Stefan preocupado.

-Sim, desculpa é que me cortei e fiquei meio... AH! Sei lá.

Stefan riu.

-Posso entra?

“Não” pensou Francine. Respirou fundo e disse: — Pode sim. Entra.

- Obrigado!

Ambos caminharam até a cozinha a onde Francine se serviu de mais uma caneca de chocolate quente e ofereceu uma a Stefan que não aceitou.

-O que te trás aqui tão cedo? – perguntou Francine.

-Vim aqui pedir desculpa pelo meu irmão na noite anterior.

-Típico... – resmungou Francine.

-Como?

-Nada, é não se preocupa já passou.

-Tem certeza você parece abatida.

-Tenho certeza.

-Mas acho melhor você esquecer o que aconteceu a noite passada e não se lembrar do que Damon é e o que ele te fez. – disse Stefan olhando profundamente nos olhos de Francine.

Ela riu.

-Cara, não adianta, ele já tentou. E eu ainda estou lembrando tudo.

Stefan a olhava sem compreender o que estava acontecendo.

-Mas como isto?

-Defino em poucas palavras, parentescos com os Gilbert’s.

-Você e parente da Elena? – perguntou surpreso.

-Prima para ser mais exata. Tio John me deu esta pulseira com verbena – disse balançado o pulso direito e mostrando a pulseira da amizade que compartilhava com Janaina.

A campainha soou novamente. Porém esta vez Francine foi mais cuidadosa e colocou a caneca sobre a mesa. E foi atender o novo visitante.

-Oi! – disse o rapaz alto e muito belo na sua frente.

-Samuel Winchester. – disse Francine revirando os olhos – o que devo a honra desta visita?

-Vim pedir desculpas por ontem.

-Puta mais um?!

Sam a olhou sem compreender.

-Ah e trouxe o seu celular que você deixou lá ontem. – disse esticando o aparelho.

-Obrigada por trazer meu bebê de volta pra casa e aceito suas desculpas. Só isto agora tchau. – disse Francine indo fechar a porta mais Sam se colocou na frente e a empurrou e entrou.

-Nem vai me convidar pra tomar um café? – disse ele entrando.

-E precisa? – disse

Sam seguiu em direção da cozinha.

-Fran? Tudo bem ai? – perguntou Stefan.

-Tudo sim.

...

Janaina acordou com uma dor de cabeça infernal. Havia desmaiado na noite e acabou dormindo entre a cama da amiga e o chão.

Como sua amiga não estava no quarto decidiu procurá-la, e xingá-la por não ter lhe acordado. Desceu as escadas e foi direto pra cozinha conhecia muito bem a amiga e sabia que ela deveria estar lá beliscando alguma comida.

- Fran você não tem noção do sonho estranho que eu tive. Sonhei que o Damon estava em seu quarto sugando seu sangue, o incrível era que algo dentro de mim fala que ele era meu primo, imagine eu, Janaina Salvatore. – Tagarelou entrando dentro da cozinha e quando ela viu os dois homens ali parados com uma cara de quem não entendia nada. – Ai meu são Jorge.

- Jana calma, respire fundo, não de piti. – falou Francine indo ate a amiga que começou a gritar.

- AHHHHHH, como posso ficar calma, com um caçador e um vampiro dentro de casa, só deve ser coisa da minha cabeça.

Francine tentou tampar a boca da amiga mais foi tarde de mais ela já tinha falado o que ela mais temia.

- O que ela falou? — Perguntou Sam chegando mais perto das duas.

- Não se aproxime de minha prima! – Disse Stefan também indo para junto das garotas.

- Sai os dois sugadores de perto dela! Você é um estripador. – Gritou ela apontando para Stefan. — E você não vem com essa carinha de bonzinho, tu bebes o sangue nojento daquela vadia da Ruby!

Neste tempo todo Francine tentava fazer com que a amiga ficasse quieta.

- CALA BOCA! – exclamou Francine.

Janaina olhou sem compreender a reação da amiga, neste instante o telefone tocou, mas todos se encaravam sem saber o que fazer ate que a ligação caiu na caixa de postal.

- Alo! Dona Marlene aqui é Edward Cullen só estou ligando para avisar que já estamos na cidade, e meu pai, Carlisle Cullen e nós iremos pra ai daqui dois dias. Ate lá.

- O QUE? – exclamou Janaina pasma. – Cullen? – foi a ultima palavra que ela disse antes de desmaiar.

Samuel e Stefan se encaravam como se o tempo estivesse parado antes mesmo de ambos começassem a tentar matar um ao outro.

- Sam saia, por favor. – disse Francine — Stefan me ajuda com ela!

- Espera por que ele fica e eu não? — Perguntou Sam

- Porque Stefan é primo dela! Sai logo, Caralho. – Gritou.

Sam mesmo não contente saiu da casa.

- Me ajuda com ela. – Pediu Francine a Stefan.

- Não é melhor leva — lá ao hospital? Ela bateu a cabaça no chão. – Falou ele.

- Talvez faça bem a ela. – Resmungou Francine. — Esta bem, vamos!

Stefan pegou a garota no colo e a levou para o carro enquanto Francine pegava sua bolsa e trancava a casa.

...

Janaina foi recuperando a consciência já no hospital.

- Oi. – disse Francine ao ver que a amiga havia acordado.

- O que aconteceu?

- Você falou de mais.

- Como? – perguntou sem entender.

Porem antes de Francine começar a falar a cortina da enfermaria foi aberta e o médico entrou.

- Ai meu São Jorge! – disse Janaina. – Você é um... – foi interrompida por um beliscão no braço. – O médico mais belo que já vi. – Disse.

O homem de cabelos loiros e olhos castanho-amarelado, com a pele super clara.

- Obrigado, sou o Dr. Cullen.

- Ah! Eu sou Francine, filha de Marlene. – Disse Fran se apresentando ao seu ‘tio’.

- Nossa como você cresceu. — comentou ele.

- Nem tanto assim. – resmungou Janaina.

- Vai se ferrar. – Falou Francine olhando brava pra amiga, então Carlisle riu da situação.

- Logo você já poderá embora — disse ele. – Fran, sua mãe disse que eu e meus filhos iremos nos hospedar em sua casa?

- Disse sim, já está tudo pronto, pra vocês ficarem por lá.

- Obrigado, já volto para assinar a sua alta mocinha. – disse o médico saindo.

- Por que você me beliscou? — Perguntou Janaina a Francine. – Ele é um vampiro! É o Dr. Delicia.

- Por que você fala de mais! Como agora, ele pode escutar. — Falou cochichando a ultima parte.

- Ai desculpa por existir. — Disse Jana.

Francine balançou a cabeça não acreditando no que ouviu.

- Presta a atenção! Os livros, os filmes e as seres que amamos estão aqui vivendo com nós, eles são realidade agora! Entendeu? – Disse Francine sacudindo a amiga

- Ta, eu entendi. Mas você não concorda comigo que é assustador?

- Ate pode ser, mas quero saber como isto aconteceu. – Disse Fran e Jana apenas concordou.

- Aqui esta sua alta assinada, poderás ir embora à hora que desejar. – Falou Dr. Cullen entrando no quarto. — E Fran, mais tarde precisamos conversar ta? – Falou serio pra ela.

- Ta legal. — concordou assustada.

...

As duas saíram do hospital logo depois que Jana recebeu a alta, e seguiram para a biblioteca da cidade na tentativa de entender o que esta acontecendo.

Ambas começaram procurando pelos livros, ‘diários do vampiro’ não existia nenhum exemplar e nenhum episódios, ‘crepúsculo’ nenhum filme e nenhum livros, ‘Hush Hush’, ‘Sobrenatural’, ‘o Pacto’, ‘O Circo dos Horrores’ tudo havia sumido, nenhum livro, nenhum filme nada.

Como se tudo fosse real e nada apenas de uma historia criada.

- Isto é impossível. – disse Francine.

- Não! Isto é assustador. – Contra disse Jana

- Também, mas como? Eu não entendo, eles eram livros, filmes, séries e agora são... Sei lá primos, amigos, namorados, Nossa! Eu dei sangue ontem à noite para o Damon Salvatore! – disse Francine atropelando as palavras.

- Ta, ta, eu sei, mas se tudo é verdade a gente sabe como algumas histórias acontecem, então podemos mudá-las, certo? – Disse Jana.

- Errado, elas já estão mudadas, nós não fazemos parte.

Jana concordou com a Fran, e ambas se encararam por mais algum tempo em silencio.

- Quem mais esta aqui? – Perguntou Fran

- Como viemos parar aqui? – Janaina respondeu com outra pergunta. — Vamos investigar. — Disse pegando um caderno e caneta e entregando a Francine.

- Ok! Aqui com certeza não é Taubaté, que lugar é então? – Disse Francine anotando no caderno.

Janaina levantou e olhou o jornal que estava na mesa do lado.

- Mystic Falls. — Disse Jana, e ambas sabendo que é a cidade onde se passa a serie The Vampire Diaries. — Quem nós já vimos?

- Damon e Stefan. – Disse Francine anotando

- os filhos de Ipswich — Falou Jana e a outra anotou.

- Dean e Sam Winchester.

- Carlisle Cullen e Nora Grey

- Darren e Lucas.

- Não está certo. – Falou Francine sozinha do nada.

- O que foi Fran?

- Não estamos procurando no lugar certo, já que aqui existem coisas sobrenaturais, temos que procurar a solução, em algo nada provável, a solução não vai ser algo tão obvio, vai ter algo complexo aqui, temos que achar uma vidente.

- Uma vidente? Fran, elas vêem o futuro, temos que falar com algo divino então.

- Achas mesmo, que um anjo pode nos ajudar?

- Pra isso existe o Cass. – Falou Jana toda contente com a idéia.

- o Cass, é tudo de bom Jan, mais pensa o seguinte, se nós falarmos algo do tipo com ele, ele vai achar que somos loucas, temos que falar com alguém tipo mais doido, mais rebelde, mais humano, tipo Patch.

- Serve também, mais achas mesmo que vamos ver ele?

- se a Nora esta aqui, muito provável que esteja.

- Onde podemos o encontrar? – Perguntou Jana pensativa.

- Ele vivia no bar, não sei das quantas, lá certo? Como estamos em Mystic Falls, ele deve estar no Grill.

- Isso mesmo, ta o achamos, e depois?

- Nós veremos na hora.

E assim elas foram à tarde inteira pensando em como seus filmes e livros passaram a ser parte da sua vida pessoal, e como fariam para não se surpreender ao encontrar mais personagens, e como fariam para curti o máximo que elas podiam com as pessoas que elas amam.

Notas finais
Eai gostaram?
por favor, dizem que sim *-*
entao...
preciso de seus Reviews, para saber oq voces acharam :D
falem tbem se nao gostaram para saber oq podemos mudar Ok
Bjs, ate o proximo cap sz