Perdidas entre Sonhos
10 Baladinha do Cémiterio
Notas iniciais
– Fran, tu achas mesmo que vamos conseguir achá-lo assim, apenas virando a esquina? – Perguntou Janaina para a amiga.
As duas estavam andando vagarosamente pelas ruas pensando em um jeito de descobrir como tudo aquilo estava acontecendo. Iam até o Grill para descobrir se o tal anjo caído iria poder ajudar.
– Eu acho que sim. – Falou Francine quando viraram a esquina e depararam com a Nora saindo de um jipe, acompanhada de um rapaz. – Se não me engano aquela é a Nora, certo? Aquele provavelmente é o nosso Patch.
–Nosso Patch, deixa a Nora escutar isso. – Brincou Janaina.
Chegaram perto do Grill e os dois já haviam entrado, as meninas pararam na entrada do bar, mas antes que Francine pudesse entrar Janaina a segurou.
– Tem certeza?- Perguntou.
– Toda! – Falou Francine confiante.
Foi então que as duas entraram indo direto para o bar onde podiam observar perfeitamente os dois na mesa de sinuca.
– Você vai falar como para ele? – Perguntou Janaina virando para o balcão e pedindo gestualmente uma bebida para Matt.
– Mas por que só eu? Não, você ou nós? – Perguntou Francine com receio do que poderia acontecer se ela ficasse cara a cara com ele. Quando Matt chegou com a bebida da Janaina, Francine a pegou antes da amiga e virou em um só gole.
– How, pede a sua, e você vai sozinha, pois você que teve a idéia de falar com o Patch, você sabe que por mim teríamos ido atrás do Castiel.
– E, mas essa idéia de divino foi sua, ta do mesmo jeito, como vou chegar nele? Eai Patch, tudo bem com você? Então queria...
– Eu estou bem e você? – Falou uma voz masculina atrás de Francine, que a cortou no meio de sua tagarelice. As duas levaram um susto daquele e ficaram mudas sem saber o que fazer. — Quem é você e o que quer comigo?
– é que... É que... – Gaguejou Francine sem saber o que falar.
– Desenrola. — Falou Patch olhando seriamente para elas.
– Eu, Janaina, e minha amiga gaga quero dizer, Francine, queríamos pedir uma ajuda sua.
– E vocês acham que eu sou o que? Para fica ajudando qualquer um que me peça ajuda.
– Sei lá... Um anjo caído? – Falou Francine em um sussurro, mas alto o suficiente para ele ouvir. A feição de Patch mudou completamente ao ouvir as palavras dela, a desconfiança da desconhecida subiu pelo seu corpo.
Ele a segurou pelo pescoço e a levantou da cadeira: — Quem é você? – Perguntou ele a sacudindo enquanto ela segurava sua mão na tentativa de faz com que ficasse mais frouxa para dar pra ela respirar.
– Patch solte-a. – Falou Janaina e mais uma voz feminina, que chamou a atenção deles. Patch assentiu e solto-a.
– O que você esta fazendo com minha amiga? Tadinha da Fran, ta quase sem ar. – Falou Nora ajudando a Francine se levanta.
– é que... Desculpe-me, tenho que ir. — Falou ele deixando elas ali sozinhas.
– Me desculpe meninas, o cão saiu da coleira. Mas Fran o que aconteceu pra ele fazer isso?
– é por que tudo tem que sobrar pra mim, no final, sou a única que se fode em tudo aqui, mais não liga não, conheço o jeito estourado dele, foi por uma bobeirinha, é só eu beber um pouco que eu já fico melhor. – Falou Francine sentando-se na cadeira e fazendo um sinal para o garçom.
– Falando em beber, vocês ficaram sabendo da festa que esta tendo hoje, eu queria ir só que o senhor Patch não quis me deixar ir. Vocês estão a fim?
– Festa do que? – Perguntou Janaina.
– Vai ter muita bebida? Preciso um pouco de Álcool em minha veia, tenho que esquecer algumas coisas por pouco momentos pelo menos. – Falou Francine dando um gole na bebida que o garçom tinha acabado de servi-la.
– é meio assustador, mais é bem emocionante, a festa vai ser perto do cemitério, todo mundo esta indo pra lá. Que o Patch não escute, mais até os gatinhos dos filhos de Ipswith estarão por lá.
– Demoro vamos. – Falou Fran levantando com tudo da cadeira, e puxando as duas.
Chegando lá podiam ver as ruínas eram bem mais sombrias na luz da lua e as lapides mais belas são das famílias fundadoras e as demais simples, porem todas estão destruídas pelo tempo ou pela guerra civil e a caça aos vampiros.
Ali parecia mais um intervalo da escola, mas bem mais divertido, todos os jovens da cidade se encontrava ali. Olhando agora para todos, agora podiam reconhecê-los todos aqueles personagens que eram como ambas imaginava ser enquanto liam ou assistia suas series favoritas.
Elena, Bonnie, Caroline se encontravam em um canto conversando animadas. Jennifer e Needy caminhavam pelo local indo de encontro ao um grupo de rapazes — os filhos de Ipswich e mais um rapaz — conversavam e bebiam descontraídos, mas logo pararam ao ver as duas garotas se aproximando. Só quando chegaram mais próximo do centro do local onde tinha uma enorme fogueira que conseguiram ver que o rapaz que estava com eles era o Matt Donovan.
– Isso é incrível! – resmungara Francine e Janaina juntas.
–O que é incrível? – perguntou Nora ao lado das duas, tentando seguir com os olhos para ver o que as meninas estavam vendo.
As duas viraram para a amiga e sorriram para ela, não teria como explicar a ela o que seria tão incrível. Depois voltaram a andar e conseguiram avistar ao longe Patch sentado sozinho em cima de uma lápide.
– Nora você não tinha falado que ele não queria vir à festa? – Falou Janaina olhando para Nora que agora estava com a cara fechada.
– É ele falou mesmo. Meninas! Vou lá e já volto. – falou deixando do às sozinhas.
– Sem pressa. – Gritou Francine e logo voltou se para Janaina. – E agora?
– Você vai tenta falar com ele de novo? – Perguntou Janaina.
–Não sei! A gente vai junta! Isso interessa a nós duas. – respondeu
– Eu? – Disse Janaina assustada. – Vai que ele me agarra pelo pescoço como fez com você, ou ele... Não sei me machuque. – falou atropelando as palavras.
– Larga a não de ser medrosa! – falou Francine.
– Não da faz parte de mim...
Francine revirou os olhos e disse: — Vamos beber primeiro depois ‘nós’ vamos falar com ele.
Janaina concordou e as duas seguiram até a caixa onde as bebidas estavam, pegaram uma e começaram a beber.
– Olha lá. – Disse Jana cutucando Francine e apontando para onde estavam os filhos de Ipswich.
Jennifer tentava fazer com que Caleb dançasse com ela, Neddy conversava timidamente com Tyler, Vee – melhor amiga de Nora – estava dando em cima de Pogue, e Caroline e Reid estavam e um papo super bom.
– Vamos lá, a festa começa agora. – Disse Francine puxando Janaina e as duas foram em direção do grupo.
Francine se aproximou de Reid e o beijou, fazendo com que Caroline se afastasse. Já Pogue quando viu Janaina se aproximando, se afastou de Vee e foi ao encontro dele.
– Onde você estava a procurei para falar da festa. – Disse Reid para Francine depois que o beijou acabou.
– Eu e Jan estávamos na biblioteca, mas já que estávamos aqui aproveitar – respondeu e mais uma sessão de beijos começou.
Já fazia horas que estavam ali, e a festa só melhorava a maioria dos jovens ali já não se encontravam sóbrios. Vee e Nora foram embora e Patch ficou sozinho na festa e antes que ele pensasse em ir embora Francine arrastou Janaina de perto de Pogue.
– Vamos terminar isso logo. – Falou Francine puxando a amiga para perto de Patch.
– Se não der certo desta vez vamos procurar o Castiel. – Disse Janaina e Francine concordou.
– Patch! – Chamou Francine.
Ele olhou para elas e disse desanimado: — Vocês de novo! O que vocês querem comigo?
– O que já falamos uma vez, queremos uma ajuda sua. – Falou Francine seria.
– Tá, fala ai.
– Primeiro você não vai nos machucar néh? – Perguntou Janaina com receio.
– Mesmo que eu quisesse, eu não posso. – Falou Patch fitando o chão.
– Como assim? — Perguntou Jana confusa.
– Sei lá, vocês são diferentes, é como se vocês fossem algo superior ou até mesmo de outra dimensão ou algo do tipo.
– É mais ou menos disso que queremos sua ajuda. – Disse Francine cortando-o. – Viemos de outro lugar e não sabemos como viemos parar aqui.
– Como assim? – Perguntou ele sem entender.
– É o seguinte, tudo mudou no dia que a Janaina foi passar uns tempos em casa, e partir dai, tudo mudo. Acordamos aqui, uma cidade que jamais imaginaria existir de verdade, com criaturas inumanas.
– Como que criatura? – Perguntou curioso.
– Tipo, vampiros, seres deformados, mutante, bruxa, e até você.
– Coisas que aqui existe, e na onde vocês moravam não tinham. – Falou Patch, não soando como pergunta.
– É. – Falou Janaina.
– Já pensaram que vocês podem estar sonhando ou bateram a cabeça e não lembram quem são. – Falou soando brincalhão
– Fala serio Patch, eu senti você me machucando, senti dor, senti até o beijo do gatíssimo do Reid, acha que isso poderia ser um sonho, eu teria acordado há dias. – Falou Francine achando um absurdo ele estar levando a brincadeira.
– E outra Patch, eu lembro perfeitamente de toda minha infância, não tem como eu perder minha memória, ainda me lembro de tudo.
– Tá, mas se vocês estão querendo que eu tente descobrir como vocês vieram para cá com algo dos céus, sinto muito mais não posso ajudar. Vocês podem pedir qualquer outra coisa, que eu ajudaria, mas não sou mais bem vindo lá em cima dês do dia que eu cai.
– Entendo, obrigado por tudo. – Falou Francine desapontada.
– Eu falei que deveríamos ter procurando o Castiel. – Falou Janaina sozinha, as duas já estavam para se afastar dele, mas Patch chamou suas atenções.
– Espere, vocês falaram e falaram mais não explicaram como vocês sabe o que eu sou. Agora falem.
– É que... É que. – Pensou Francine para falar.
– Pode parar de gaguejar que sei que é tudo enrolação. – Disse ele impaciente.
– É que ela é uma profetiza. – Falou Francine apontando para a amiga, que olhou para ela com um ar de sem ter noção do que ela tava falando.
– É isso eu sei igual ao pai dela. – Falou ele dando uma risadinha.
– Como é que é? – Falou Janaina sem entender.
– Você não sabe néh. Não é nada de mais não, tchau meninas. – Foi ai que ele sumiu sem dar mais explicações.
– O que ele quis dizer, Jan? – Perguntou Francine encabulada com aquilo.
– Sei lá Fran. Só sei que ele deve ter algum problema. E agora o que vamos fazer? – Perguntou Janaina.
– Vamos curti o final da festa e amanha vamos atrás do Castiel.
Elas começaram a dançar e beber mais e mais, Janaina não se agüentava em pé, então deixou a amiga sozinha e foi se sentar em um canto afastado da multidão.
Tanta coisa estava passando pela mente das duas, mas cada uma reagia de uma forma diferente. Francine extravasava dançando e bebendo para tentar esquecer, já Janaina preferiu ficar sentada e pensar naquilo tudo. Até que Francine foi até ela junto com Pogue para chamá-la para festa.
– Qual é Jan, vamos beber alguma coisa. – Suplicou Francine já bêbada.
– Há não Fran, to com muita dor de cabeça se eu beber vai piorar.
– Mas nem mesmo uma dança? – Perguntou Pogue puxando-a no estilo tango.
– Nem uma dança, to querendo ficar na minha hoje.
– Então, vou roubar sua amiga de você está a procurando. – Falou Pogue abraçando a Francine, de um jeito que parecia que nunca mais iria soltar.
– Ela quem sabem, eu vou ficar aqui.
– Vamos logo gatinho, o meu leão me espera. – Disse Francine puxando ele em direção onde os meninos estavam.
Janaina ficou ali sozinha apenas observando os dois se afastarem, acompanhando a multidão ao longe avistou alguém sentado em uma das lapides das famílias fundadoras, alguém conhecido, então ela decidiu ir dar uma olhada para ver quem era.
A multidão abriu passagem para ela chegar ao outro lado, cada vez mais próximo ela pode ver que era Jeremy Gilbert sentado na lapide de seus pais.
– Senhor e Senhora Gilbet, já ouvi falar demais neles. – Falou Janaina sentando-se ao lado dele. – Senti falta deles, néh?
– Todos que eu amo acabam morrendo. – Falou ele cabisbaixo.
– Quem morreu recentemente, Vick ou a Anne?
– Como você sabe delas? Quem é você? – Perguntou ele olhando para ela assustado.
– Sou Janaina, vamos dizer amiga da família. – Falou ela estendendo a mão para ele que a pegou e a cumprimento. – Sei delas, por que sei de muitas coisas.
–Como você sabe? – Perguntou receoso.
–Não, não sou uma vampi, queria ser, mais não sou. Apenas descobri da existência deles. Eu sei o que você sentia por elas era verdadeiro, mas nunca esqueça que elas estão aqui dentro, tá. – Falou ela colocando a mão onde estaria o coração dele.
– Queria mesmo que elas estivessem do meu lado. Eu a adorava demais, John não tinha o direito de fazer isto. – Disse ele.
– Ele e muito outros já fizeram o que não deveriam fazer. – Disse Janaina abraçando Jeremy o consolando.
Eles ficaram assim por um bom tempo, até que uma voz fez com que eles se separassem.
–É por causa disto que você não queria dançar comigo ara ficar com esse drogadinho. –Disse Pogue alterado por cauda da bebida.
– Pogue... – Disse Janaina se levantado. – Você está bêbado.
– Eu não estou só não acredito que você me largou para ficar com este ai. – Disse ele apontado para Jeremy.
–Cara não é nada disso. – Começou a falar Jeremy, mas Janaina o interrompeu.
– Cala boca você! Pogue por favor.
– O que foi Jana, nós estávamos nos dando tão bem. – Disse segurando-a pelo braço e a abraçando.
– Me solta, você esta me machucando. – Disse Janaina.
– Jana! – Disse ele a segurando mais fortemente pelo braço.
– Ai, me solta! – Gritou ela se livrando dele e começando a andar. – E não me segue! – Berrou.
Janaina caminhou firmemente ate a amiga que estava, dançando livremente junto com um grupo de meninas, que só olhavam ela fazendo um show ali, e todos batiam palma de acordo com a batida da música. Jana entrou no meio da rodinha e puxou a amiga.
– Ei, qual é, eles estavam gostando do meu requebrado. – Falou Francine gargalhando da piada interna dela.
–Fran, eu vou embora, você vem comigo?
–Ahh, Jan está tão bom, fica!
–Eu vou, não dá mais para mim, se quiser pode ficar. – Disse Janaina.
– Okay, eu vou chama o meu Leãozinho para dançar, isso se eu o achar néh. – Falou Francine se afastando da amiga e indo a procura de Reid.
Janaina olhou a amiga se afastar por uns instantes e foi para direção da pensão, cortando caminho pelo cemitério mesmo.
–Vai Reid, vem dançar comigo. – Insistiu Francine descontrolada, estava super bêbada e ainda estava com uma garrafa de Askov pela metade em sua mão.
– Não Fran, estou cansado, já está tarde, to querendo ir dormir.
– Quem é você e o que fez com Reid? – Brincou ela sacudindo-o. – Vai vamos, você sabe como é difícil eu quer dançar assim em público.
– Há não. – Falou Reid sentando-se em uma lapide.
– Já que é tão difícil assim, temos que aproveitar o máximo. – Falou Caleb totalmente bêbado puxando a Fran para uma dança.
–Então vamos dançar. – Falou Fran levando ele mais pro meio da multidão, e Reid ficou ali apenas os observando.
A musica estava alto, em uma batida eletrizante. Os dois ali dançavam livremente sem dar atenção a nada. Mas a cada musica que passava o clima ali aumentava, Francine estava com sua perna no meio da perna de Caleb, que desciam até o chão junto como a musica, e quando subiam seus corpos ficavam colados uns nos outros.
Francine colocou a mão em seu peito e desceu vagarosamente a mão por todo seu corpo, fazendo – o ter pensamentos impróprios. Ele a puxou para cima, que ficou olhando em seus olhos esperando por sua reação, quando os dois estavam com seus rostos presentes a ter contato um com seus rostos prestes a ter contato um com o outro em uns beijos enlouquecedor, Caleb sentiu uma mão em seu braço e quando olhou para ver que era recebeu um soco no meio do rosto.
Caleb caiu com o impacto do soco, mas logo ficou de pé. Caleb partiu para cima Reid pronto para retribuir o soco, mas antes que o soco pudesse acertar o rosto de Reid.
Reid colocou suas duas mãos na frente do seu peito, e com seus poderes fez uma barreira que ao Caleb acerta –lá com um soco, houve tremores no poder de sua barreira. Reid sorriu e jogo a barreiro contra o Caleb o jogando para o outro lado da clareira.
-Vai ser assim então para todos verem. – Falou Caleb se levantado novamente – Se você quer assim – disse levantando cinco caixas de cerveja que estava ao seu redor, com seus poderes. Arremesso a primeira caixa e Reid a desviou de seu corto – Acha mesmo que pode me acertar, sou mais forte que você, Reid. – E jogou outra caixa – Você cometeu um grande erro.
E arremessou as três caixas em direção do amigo, que consegui se esquivar de duas, mas a ultima não teve jeito, com o impacto da caixa em seu peito ele foi jogado para longe.
Francine estava incrédula vendo aquela demonstração dos poderes magníficos que os filhos de Ipswich têm. Ao ver Caleb vindo em direção de Reid, que já estava de pé novamente, ele ela colocou se na frente de Caleb tentando o impedir de continuar a briga. Caleb a olhou nos olhos por um instante e logo colocou – a de lado e partiu para cima de Reid, que fazia o mesmo. Então, mais uma seção de poderes começou a surgir ali no meio de todos.
-Parem! – gritou Francine ao desviar de um tronco de arvore que foi arremessado por Reid em direção ao Caleb que ao esquivasse o tronco foi em direção dele – Porra parem! Alguém separa esses dois.
Pogue e Tyler Lokewood que estavam ali parados apenas olhando para os dois, ao ouvir a menina gritando desprenderam a atenção da briga e foram tentar separar os dois. Pogue partiu para cima de Reid para tentar segura – lo, mas acabou levando um soco no estomago Tyler entrou na frente de Caleb, e começou a falar que ali não era um ótimo lugar para ficar usando os poderes daquele jeito, então, ele se acalmou e ficou ali parado olhando o Reid se aproximar com um ar de fúria.
Reid ia bufando em direção do Caleb, e antes de chegar mais próximo dele, Reid distraído recebeu um soco no rosto que caiu no chão. Matt estava para do lado de Reid, com uma mão estendi para ele.
-Vai Reid, já passou do limite casa. – Falou Matt. Reid sem pegar a mão de Matt levantou se e foi para cima dele.
-Já chega! – Gritou Francine e como se estivessem em conexão o fogo que rodeava a clareira apagou – se e aumentou do nada e partiu para cima dos dois. Antes que o fogo chegasse até os dois algo começou a controla – lo.
Francine não acreditava que aquilo aconteceu por culpa dela, olhou ao redor o viu Bonnie concentrada falando uns sussurros uma magia para cessar o fogo. Bonnie abriu os olhos e os voltou assustada para Francine, que recuou alguns passos.
-Caras se controlem! – Disse Tyler, que junto com Stefan apareceram para separa os caras também, e correu para segurar Reid.
Só depois que o Reid se acalmou foi que Bonnie e Caleb foram até a Francine ambos com um ar de desentendimento.
-Fran! – Chamou Bonnie, ganhando a atenção da menina que olhava fixamente para a fogueira.
-Como aconteceu aquilo? Foi você? – perguntou Caleb cortando Bonnie antes que ela começasse a falar.
-Eu não... Eu não... – Francine tentava arrumar palavras certas para explicar aquilo tudo, mas nem ela mesmo sabia a respostas, antes que eles pudessem enche lá de mais perguntas, ela virou – se e saiu correndo daquele lugar.
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