Perdidas entre Sonhos
11 Tumba
Para chegar à pensão mais rápida, Janaina permaneceu no cemitério e seguiu pela estrada principal.
Caminhava tranquilamente pela estrada de terra chutando as pedrinhas que encontrava no meio do caminho. Em um reflexo rápido teve a sensação de ver escondido próxima a ponte Wickery um carro negro, curiosa seguiu em direção a ponte e nem precisou se aproximar muito para reconhecer o carro, um belo Chevy Impala 67, era estranho o carro estar ali, pois ela sabia que o dono dele havia sumido há alguns dias. O piu de uma ave chamou sua atenção, olhou para cima a tempo de ver o corvo cortar o céu e saindo do perímetro do cemitério.
–Damon – sussurrou, seu olhar voltou para o carro e uma sensação estranha tomou conta dela. – Ai meu São Jorge!
Pensou rápido em todos os lugares do cemitério que conhecia, ou melhor, que já havia lido em seus livros e visto na serie. Seu pensamento a levou diretamente para um lugar indesejado.
Seguiu pra a parte antiga do cemitério, procurou pelo os destroços antiga igreja e a encontro no meio do nada, com apenas duas de suas varias paredes em pé e a sua lateral, a entrada para a tumba.
–Ai meu São Jorge – resmungou ela, se tudo que ela estava vivendo era verdade então ele também existia, então ele poderia ajudar – Castiel! Castiel! Por favor, me ajuda, o Dean corre perigo.
Vendo que o anjo não respondia aos seus chamados resolveu entrar sozinha, mas antes sem avisar alguém de seu paradeiro. Pegou o celular e mandou uma mensagem para Francine avisando a onde estava e sua tese.
A entrada da tumba estava vazia e a porta de pedra que protegia a entrada estava entre aberta, ligou o celular e caminhou para os túneis escuros, mas sem antes chamar o anjo novamente.
–Cass! Por favor!
Continuava andando mais para o interior da tumba, escutou um resmungo, mas no instante que virou — se em direção a onde vinha o tal barulho um vulto passou pela sua frente.
Ouviu novamente o resmungo, seguiu mais ao fundo e quando direcionou a luz para onde acreditava vim o barulho viu o homem caído no chão todo ensanguentado.
Ajoelhou-se ao lado dele tentado ver os seus machucados, o homem mesmo frágil levou sua mão na altura do pescoço dela e o apertou. Janaina engoliu seco e com toda a sua força possível se afastou dele.
–Calma Dean, vim ajudar. Sou Janaina amiga da Francine a garota da carona. – disse ela.
–Desculpa – resmungou ele.
–Foi ele quem te fez isto? – Perguntou ela.
–Ele? Você o conhece?- Perguntou.
–Vamos dizer que e um acaso do destino Damon Salvatore pelo que eu saiba é meu primo.
Dean riu.
– E você vai me levar direto à ele?
–Não! – exclamou Janaina. – Vou te levar para teu irmão.
Dean mesmo todo machucado ajudava a garota a carregá-lo, e ainda se esforçando para falar com ela.
– Ele me jogou aqui, foi uma filha da puta que fez todo o resto do serviço. – Resmungou ele parando de falar em uma palavra e outra por causa de umas mordidas que tinha no pescoço.
–Mulher? – Perguntou Janaina surpresa.
Dean sem força alguma concordou com a cabeça.
–Katherine! – Sussurrou Janaina pra si mesmo. – Vamos Dean precisamos sair daqui o quanto antes.
...
Após sair correndo da festa Francine seguiu as ruas da cidade sem saber onde ir ao certo, mas algo vibrou em seu bolso a chamou atenção fazendo do a parar de correr. Janaina havia mandado uma mensagem:
De: Jana Ferreira
Para: Fran MaVeloso.
Miga! Acho que encontrei o Dean
Damon ta envolvido,
Traz ajuda, to na tumba
Sem saber onde procurar, o primeiro lugar que veio na sua mente foi o Grill, então seguiu direto pra lá. Correu o mais rápido que pode, mas antes de entrar no bar, deu de cara com o Patch saindo do bar.
– Ow cuidado garota. – reclamou ele a segurando pra não cair.
– Ah, você mesmo. Preciso de tua ajuda.
– Não tenho como ajudar em mais nada, já falei tudo que eu podia.
– Não é isso, é outra coisa, vem comigo que depois eu explico.
Quando entrou a primeira coisa que conseguiu ver, foi Damon sentado em um canto a encarando entrar. Desviando o olhar conseguiu ver Sam Winchester em outro conversando Jo. Puxando Patch para junto dela, o levou pra perto de Sam.
– Não sei Sam, já o procuramos por todo lado. – Falou Jo, quando eles já estavam perto o suficiente pra escutar a conversa. – Só que... – Se interrompeu quando viu os dois parados ali perto.
– Sammy, preciso conversar com você em particular. – Falou Francine torcendo o nariz pra garota logo atrás dele. – Se tira oxigenada de perto, por que meus loiros naturais acham ruim.
– Sai fora, sua pirralha, o que você tem pra falar pra ele, pode falar comigo por perto. – Falou Jo, toda estressada. Francine levantou uma sobrancelha e voltou teu olhar pra Sam.
– Jo, por favor! — Disse Sam serio Jo toda puta da vida, saiu de perto pisando firme, e Francine mostro a língua pra ela quando ela virou as costas.
– Odeio loiras falsas.
Damon depois de tudo que aconteceu aqueles dias resolveu passar um tempo no bar tentando sem êxito se embebedar. Foi quando sentiu o cheiro que dominou seus dias, ele a procurou por todo o bar, a menina havia acabado de adentrar o bar, junto com um moleque, não sabia qual era sua vontade maior, pular pra cima do menino e o matar, ou ir até ela e poder experimentar mais um pouco daquele sangue maravilho. Tinha algo de errado ali, ele sabia o que ela sentia e o que ela queria, mas ao vê-lo ela não se quer olhou pra ele direito.
Damon havia visto sua prima humana caminhando pelo cemitério, mas não achou mal algum nisso, mas ao escutar a conversa de Francine, achou muito mal aquilo
–Sam, desculpe-me pela noite anterior. — Disse Francine.
– Eu que peço desculpa. Não deveria ter falado com você daquele jeito.
–Sei que te devo algumas explicações. – Disse Francine. – Mas recebi uma mensagem de minha amiga Jana, e ela disse que encontrou seu irmão na tumba na antiga igreja no cemitério. – Terminou de dizer.
–Obrigada. – disse ele levantando-se e indo em direção a porta.
–Espera, eu vou junto! – Gritou ela, mas o garoto que a acompanhava o impediu de seguiu o Winchester.
– O que foi Patch?
–Você vem comigo. – Falou ele, os dois sumiram entre a multidão.
Damon saiu do Grill as presas precisava chegar à tumba antes deles.
Ao se aproximar da tumba avistou Katherine saindo tranquilamente.
–Obrigada pelo lanche. – Disse ela e depois sumiu.
Damon nem se preocupou em ir atrás dela, mas sim seguiu para dentro da tumba.
...
Logo que chegaram a saída da tumba, Janaina sentiu seu corpo sendo jogado de encontro com a parede, ao cair e levantar a cabeça para ver o que a acertou viu Damon mordendo Dean o machucando ainda mais.
– Damon!Damon pare! – exclamou ela levantando-se e seguindo em direção aos dois, tentou afastar o vampiro do humano, mas sem chance foi jogada novamente contra a parede.
Uma energia estranha se apossou do ambiente, um homem vestido num sobretudo surrado bege apareceu completamente do nada no local.
Ele seguiu para cima dos dois homens e Damon jogou Dean na parede oposta e encarou o recém chegado, surpreso.
–Dean!- exclamou Janaina vendo o homem cair desacordado.
Dean estava todo ensangüentado com o braço destroncado, Janaina tentou levantá-lo, mas ele era grande de mais para ela carregá-lo sozinha. Em uma de suas tentativas de levantá-lo escutou uma baita baque na parede, virou-se para ver quem tinha sido jogado contra a parede e deparou com o Damon caído perto de uma das paredes da tumba, com arranhões em algumas partes de seu corpo, sangue em alguns dos arranhões.
Com o tempo todos aqueles cortes haviam sumido e Damon se levantou e foi para cima de Castiel.
– Pare! – Gritou uma voz feminina que chamou a atenção de todos ali e fazendo Damon para bruscamente.
Francine parada na porta do lugar quando começou a ir em direção de Castiel para tentar convencê-lo a parar com tudo aquilo, Cass estiou uma mão em direção dela que a fez ser jogada para longe. Damon ia pega-la, mas algo fez com que parece no ar e um homem se materializar atrás dela, ele a pegou no colo e a colocou em pé.
– Patch! Tire-os daqui. – Disse Francine apontando para o Dean e para Janaina.
Nos primeiros passos que o Patch deu em direção dos dois, Castiel voltou-se para ele e o lançou contra a parede. Mas sem fazer muita força, Patch se desprendeu da parede e se lançou freneticamente em direção de Castiel. Antes de Castiel lançar-se em direção de Patch, ele jogou Damon novamente contra parede, mas ao contrario de antes dele não se curou e não acordou.
Castiel começou uma batalha feroz contra o anjo caído, e com uma explosão de luz que iluminou a tumba inteira, e os dois anjos haviam sumido.
Francine correu até amiga que ainda tentava levantar o Dean.
– Jana, calma o Sam já esta a caminho. – Falou tentando acalmar a amiga.
– Dean, Dean. – Chamou uma voz masculina vindo das escadas.
– Sam, aqui – falou Francine indo em direção dele. – Stefan?
A surpresa tomou conta de Francine quando viu Sam vindo com o Stefan para dentro da tumba.
– Cadê o Dean? – Perguntou Sam preocupado.
– Esta ali com a Jana. – Falou ela apontando para os dois.
– Para onde o Damon foi? – Perguntou Stefan presumindo que o irmão já teria sumido.
– Para lugar nenhum, ele está ali desmaiado, há quanto tempo que ele não se alimenta? – Perguntou preocupada.
– Ele não bebe nada dês do dia que ele esteve na sua casa.
– Ele é doido ou o que? Não sabe que ele precisa beber para recuperar as forças. – Falou e logo deixou Stefan ali sozinho, e foi em direção de Damon.
Não havia nenhum corte, nenhuma espécie de ferimento, mas ele permanecia desmaiado. Sem saber muito que fazer ela pegou uma pedra no chão e a cortou no braço. Colocou a cabeça de Damon em sua perna esquerda e colocou seu recente machucado na boca dele, que em poucas coladas, garganta abaixo ele prendeu o pulso em sua boca não a deixando sair.
–Calma Damon, o sangue é só seu, poderá-te-lo para sempre se você economizar. – Falou Francine dando uma risada sapeca.
Sam se aproximou de irmão inconsciente e da garota que segurava ele. Samuel abaixou-se ao lado do irmão e sem ao menos falar com a garota, levantou o Dean e começou a levá-lo em direção a porta. Janaina chocada com a atitude do rapaz levantou e foi atrás dele seguiu ele e parou na sua frente o impedindo de subir a escada.
– Eu vou junto! – Disse ela olhando nos olhos do rapaz.
– Você já ajudou o suficiente.
– Eu vou junto. – Repetiu ela, subindo em um degrau na tentativa de ficar mais na altura do rapaz. – Fui eu que o achei! Eu que o tirei da tumba! Graças a mim, tu o encontraste! Vou junto. – Disse ela colocando o dedo na cara dele.
Sam a encarou: — Esta bem!
...
No único lugar que se tem para se hospedar em Mystic Falls é um hotel três estrelas quase na saída da cidade. Os dois carregaram Dean para dentro do quarto Double, a onde já se encontrava duas mulheres, Janaina reconheceu Ellen e Jo.
– Dean! – Exclamou Jo indo em direção deles. – Quem é essa garota? – Desdenhou.
– Sou Janaina, ajudei a encontrá-lo.
– Agradeço sua ajuda, mas já pode ir embora. – Falou Jo tomando o lugar de Janaina no lado de Dean.
– Por que todo mundo quer que eu vá embora? Eu vou ficar! – Falou convicta.
Enquanto as duas discutiam Sam colocou Dean na cama ainda desacordado. Foi no instante de Sam ia falar alguma coisa Castiel materializou-se no quarto todo machucado e com suas roupas rasgadas.
– Cass, tudo bem com você? – Perguntou Janaina deixando Jo falando sozinha. — Me desculpa, não queria que tivesse acontecido isso.
– Eu estou bem, mas Dean como esta?
– Desacordado, mas... – começou Sam mais foi interrompido por Janaina.
– Cass, você pode ajudá-lo? Você tem que ajudá-lo.
– Calma garota louca, deixa os profissionais trabalharem. Cas você pode ajudá-lo? Você tem que ajudá-lo. — Falou Jo entrando na frente de Janaina.
Janaina olhou para Jo, e arqueou uma das sobrancelhas a encarou e não pode deixa de rir, a garota havia repetido o que ela disse.
– Eu não sei estou meio fraco... – Castiel estava dizendo, mas foi interrompido por Janaina.
– Mas tu podes pelo menos melhorar seus ferimentos. – Disse Janaina indo para perto de Dean, mas foi impedida de se aproximar por Jo.
– E o que você esta fazendo aqui ainda? Eu já mandei ir embora!. – Disse Jo alterando o seu tom de voz.
–E que tu pensas que é para mandar em mim garota? – Perguntou Janaina alterando o seu tom de voz também. – Eu que o achei, não foi tu que o achou foi eu! Tu nem se quer sabia onde ele estava, ou se preocupava. – Disse Janaina e indo para o lado de Dean.
– E quem é você para falar que eu não estava preocupada com ele? – Perguntou Jo.
Castiel entrou no meio das duas garotas e esticou suas mãos em direção ao corpo de Dean e uma luz brilhante tomou conta do corpo e quando ela a pagou, apenas os ferimentos superficiais ficaram qualquer outro que pudessem matá-lo já estava curado, todos os ferimentos internos.
Janaina pegou em cima uma caixa de primeiros socorros que Ellen havia trazido umas gazes e molhou com soro. Quando ia limpar os machucados de Dean, Jo a impediu, pegando o pano da mão dela, limpando o ferimento de Dean, Janaina cansada da briga idiota com Jo, revirou os olhos, e afastou, mas neste instante sentiu uma mão em seu braço. Parou e voltou para onde estava e viu Dean acordado e ficou feliz de ver ele bem.
– Não! – Disse Dean. – Quero que fique aqui.
Janaina sorriu e pegou na mão dele, olhou para Jo que a fuzilava com os olhos; largou o pano sobre a cama e saiu de perto com passos firmes. Janaina sentou-se na beirada da cama e voltou a cuidar dos ferimentos de Dean que a todo instante a olhava nos olhos e ela desviava o olhar, constrangida.
Dean se encontrava sentado na cama, enquanto Janaina terminava de fazer os curativos nele. Enquanto limpava o pescoço dele das mordidas de Katherine e de Damon ela o ouviu resmungar e mexer o ombro.
– Teu ombro? Como ele esta? – Perguntou ela.
– Acho que Cas se esqueceu dele. – Comentou.
Janaina continuou limpando o ferimento do pescoço dele já sua outra mão subia pelo pescoço dele enquanto a outra escorregava do pescoço ate próximo ao ombro. Sua mão esquerda massageava o braço dele enquanto a direita descia ate o abdômen e subia ate o ombro. Dean passou sua mão pela nunca dela e a massageava os cabelos negros e trazia o rosto dela cada vez mais perto. Quando os dois estavam quase se beijando, Dean gemeu de dor e se afastou dela. Janaina se afastou rindo.
– Trapaceira. – Disse ele mexendo o ombro.
–Agora esta no lugar. — falou ela.
Dean se levantou e caminho em direção da garota que parou de ri e encarou o homem todo cheio de curativos se aproximando decidido ate ela.
A cada passo do homem, a garota recuava um passo na tentativa de se afastar dele, mas só seu ultimo passo encostou-se à parede e se viu encurralada. Dean escancarou um sorriso quando viu que não tinha mais pra onde ela ir.
– Dean. – Disse ela esticando o braço em direção dele, na tentativa de impedir ele de se aproximar. – Dean. – Resmungou ela quando ele se aproximou mais dela de se afastar.
Dean encostou uma das mãos na parede impedindo que ela fugisse, a outra ele entrelaçou o cabelo dela nos dedos e aproximou os dois rostos. Ele a beijou forçou sua língua dentro da boca dela; Janaina tentou com toda a força se afastar dele até que conseguiu, quando afastou seus lábios, deu um tapa na cara dele, que a olhou e sorriu.
Janaina abriu a porta do quarto para sair e viu Sam que estava entrando.
– Tudo bem? – Perguntou ele.
Ela nem respondeu e passou por ele com passos firmes.
Seguiu sozinha pelas ruas escuras indo para a pensão. Só depois de esta no meio da rua que percebeu que o motel fica muito longe da pensão, teria um longo cominho até sua casa. Parou de andar e sentou na guia da calçada, sorriu e soltou uma gargalhada não podia acreditar Dean Winchester havia a beijado e ela havia dado um tapa na cara dele.
Sua gargalhada continuava, até que um reluzente Maserati Spyder conversível vermelha parou a sua frente. A claridade que vinha junto com ela, parecia à fonte do nascer do sol que surgia agora detrás das montanhas. Toda a força do grande astro vinha do magnífico carro.
De dentro da Maserati saltou um jovem rapaz, tão jovem quanto ela, parecia ter uns dezoito ou dezenove anos. De cabelos loiros arenosos e beleza esportiva, com um sorriso brilhante e divertido. Vestia jeans, sapatos do tipo mocassim e camiseta se mangas. Usando um Ray-Ban e ostentando um Ipod.
–Belo carro – falou Janaina se levantando. Piscava varias vezes seguidas acostumando suas pupilas a claridade do veiculo.
–Está belezinha aqui pode ser o que eu precisar. – disse ele dando uns tapinhas no capo do carro. –Está tudo bem Janaina?
A garota se espantou de ver que o rapaz sabia quem ela é.
–Tá legal você sabe quem eu sou, mas você é? – perguntou Janaina.
–Um amigo, ao seu dispor.
– E por acaso o amigo não tem nome? – perguntou já recuando do cara, e indo novamente pela rua.
–Não agora, mas tarde tão vez, ou quando, me deixar dizer quem eu sou a você.
–Hã? – perguntou confusa.
–Eu não tive problemas com isto, sabe contar quem eu sou, mas são ordens superiores, o pai não ficara contente se eu contar a você quem sou o que você é, sabe ele acha que... Eu to falando de mais.
–E eu to confusa. – resmungou Janaina
–Quer uma carona? – perguntou ele.
Algo no olhar dele vez com que Janaina soubesse, mesmo que loucamente, que não tinha motivos pra sentir medo. – Aceito.
...
Damon recuperou a consciência ainda na tumba enquanto Francine o alimentava. Após se despertar e largar o pulso dela, Francine mesmo involuntariamente se afastou um pouco encostou sua cabeça na parede e fechou os olhos se recuperando calmamente a sua respiração e seus batimentos cardíacos que estão alterados pela sua “doação” de sangue.
– Damon... – Stefan ia começar o seu sermão, mas Damon o interrompeu antes.
– Não começa maninho. — Disse ele, levantando e se aproximando de Francine. – Você esta bem? – Perguntou ele arrumando os cabelos loiros dela atrás da orelha.
Francine apenas concordou com a cabeça, Damon a levantou e os dois seguiram em direção a escada, acompanhados por Stefan.
Os três chegaram à pensão.
Stefan entrou primeiro seguido por Damon ainda um pouco debilitado e por Francine que estava pálida.
– Stefan! – Falou uma voz feminina. – Estava tão preocupada. – Disse Elena abraçando e beijando seu namorando.
– Está tudo bem. – Respondeu ele.
– Fran! – exclamou ela assustava ao ver a prima parada ao lado de Damon. — O que você fez? – Perguntou ela ao vampiro enquanto levava a prima até o sofá.
– Ele não fez nada. — Disse Francine.
– O Damon é sempre o culpado. — Falou Stefan.
– Obrigado irmão, apenas estava tentando nos proteger.
– Nos proteger do que? — Perguntou Elena.
– Dos caçadores. – Respondeu ele como se fosse a coisas mais obvia.
Stefan e Elena encaram o rapaz sem entender.
– Os Winchesters! – Falou Francine e os três olharam para ela. – Eles não são um problema, era apenas conversar com eles, explicar como vocês vive vocês não precisava ter deixado o Dean daquele jeito. – Disse Francine.
– Eu não o deixei daquele jeito. Admito que dei um aviso ao cara, mas o deixei do lado de fora da tumba não sei como ele entrou lá. – Falou Damon, mas para Francine do que para os outros.
– E você quer que eu acredite que ele entrou sozinho na tumba? – Perguntou Francine.
– Quero!
– Espera! . – interrompeu Stefan. – Ele estava dentro da tumba?
– Segundo a Jana estava. — Respondeu Francine.
– Damon você é louco? Deixou o cara lá e ainda por cima colocou sua prima em perigo. – Disse Elena incrédula. — Seu irresponsável!
– Ai meu Deus. – Sussurrou Francine. — Katherine. — exclamou ela.
Os três olharam para era assustados.
– Como? – perguntou Stefan.
Fale com o autor