Perdendo A Cabeça

5 O Tempo Te Torna Sábio, Suas Escolhas Te Perseguem


Notas iniciais
Bom atualizei bem rapidinho dessa vez...Desculpa qualquer erro de português, qualquer coisa avisa
Não consigo atualizar nessa velocidade de novo porque agora vou viajar e terei certa dificuldade de acesso a internet.
Beijos e boa leitura

15.dezembro.2035 14:30.
New York Times....

-Saguinha meu amor quando ia contar pra mim sobre o Ikki? – Dido quando queria podia ser um chato persistente.
-Dido vou falar pela milésima vez eu não pretendia falar, sobre o assunto...- o geminiano respirou fundo para não esganar o amigo que em menos de cinco minutos já havia perguntado a mesma coisa pela milésima vez. – Porque não tem o que falar, entendeu? Simplesmente acabou, nós brigamos eu sai do apartamento que dividíamos e fim de história.
-Espera ai zé, onde é que você ta morando? – disse Shura, que assim como Aioros, Aiolia e Shun que ignoravam a conversa até ali prestaram atenção naquele detalhe.
-Num hotel aqui perto da redação. – Saga respiro fundo ao lembrar da cama que dormi, era fria e dura. – Nada muito excepcional mas da pra viver. Fico lá até achar um lugar melhor.

-Ohhhh Saga porque você não vem morar comigo? –Aioros perguntou enquanto digitava algo em seu notebook. – Agora que meu irmãozinho junto os trapos com o Seiya você pode ir pra lá.
-Aioros eu agradeço, de verdade. – o castanho foi até o amigo fez carinho no cabelo dele e seguiu para pegar água. –Mas não vou ficar te perturbando.

-Para com isso Saguinha...- Aiolia fez sua melhor voz esganiçada. –Meu irmão precisa de ajuda com o aluguel agora que sou um homem juntado não posso sustentar meu irmão mais velho.
-Vai pro raio que o parta Olia. –o sagitariano ficou bravo. – Saga você precisa de um lugar e eu de alguém pra dividir o aluguel vamos unir o útil ao agradável.
-Está bem Oros, você venceu. Mas tem uma condição. –o grego voltou ao seu notebook.
-Qual condição? – Oros estava tranquilo, afinal já tinha seu texto pronto.
-Você não pode cozinhar pra gente por favor. – os amigos caíram na risada.
-Verdade da última vez a sua gororoba quase nos mata. –falou o espanhol ainda rindo.
-Aahh qual é gente eu não cozinho tão mal assim. – Aioros sorrio, vendo Shun se aproximar.
-Rapazes desculpa vir atrapalhar a conversa, mas o Shion ta chamando o Saga na sala dele. – o mais novo do grupo ficou vermelho devido a estar com todas as atenções sobre si.
-Vish o Saguita ta lascado...- o leonino brincava e atormenta o mais velho do grupo, enquanto o mesmo ia conversar com o chefe.
Shun percebeu algo que os outros ali não pareciam notar, o geminiano trajava uma manga longa, mas o calor era insuportável. Lembrou-se da ultima briga do ex-cunhado e do irmão, os dois saíram nos tapas devido a seus temperamentos fortes. Na cabeça do jovem virginiano só passava a ideia de que o irmão e Saga tivessem se ferido física e emocionalmente mais do que queria mostrar aos outros....

Delegacia de Homicídios de New York

O Dashwood e Skepis haviam voltado pra delegacia, enquanto Barone seguiu com Menezes e Fukushima para o IML. Assim que chegaram a dupla já ficou lotada de trabalho, graças ao seu querido amiguinho Assassino 23, o grego subia as paredes de nervoso.
— O pior não é trabalhar no caso. – o loiro respirou fundo. – É trabalhar no caso, aguentar seu irmão como chefe da promotoria e seu namorado como promotor. Cuspi no Parthenon enquanto os deuses passavam só pode ser.


-Para de show Milo coisa boba. Você não é uma criancinha de 6 anos de idade. – Ikki apenas ria do amigo. – Você tem o irmão que merece e escolheu o ruivinho sabendo que isso ia acontecer então não faz drama não.
-Ikki, você beira o insuportável sabia? Tenho vontade de bater na sua cara as vezes. – Milo olho no relógio e deu uma breve risada. – Será que o Fukushima vai sumir depois de um dia com o Barone irritado?
-Para de bobagem, todo mundo sabe que o carcamano late mas não morde. – o inglês revia alguns papeis das vitimas anteriores ainda tentando como todos daquele departamento, achar algo que revelasse o assassino. – Ta mais fácil desistir na hora que enfrentar o povo lá da promotoria.
-Nem fala o coitado do Zhou passou um dia só com eles e ficou pálido quando veio pra cá. – o escorpiano riu junto com o colega.
-O Skepis de valor ao pobre do Shiryu...- Ikki ainda ria ao lembrar da cara do amigo de seu irmão. – Ele ainda trabalha aqui, só que hoje foi enfrentar de novo as feras da promotoria.
-Bem lembrado ele merece credito. –o loiro organizava suas coisas. – Acho que dessa vez ele desiste.
-DASHWOOD! Na minha sala agora! – o leonino se levantou um pouco assustado, raramente seu chefe erguia a voz.
Seguiu o caminho para sala indicada, mas antes de fechar a porta pode ver Milo mover os lábios como se dissesse “Boa Sorte”. Sentou na frente do chefe, como foi mandado e esperou uma bronca homérica.
-Senhor Dashwood, poderia me responder apenas uma coisa bem simples. – Ikki afirmou com a cabeça. – Porque infernos acharam na mão da vitima uma foto sua com a filha do Secretario de Segurança?
-Não sei como a foto foi parar lá senhor. – o moreno ficou branco. – Nem mesmo sei quem é a vitima.
-Fico feliz em saber disso. – Zhang respirou muito fundo. – Eu achei que você namorasse o Saga.
-E namorava....- o rapaz não pode deixar de mostrar sua surpresa.
-As paredes tem ouvidos em toda essa cidade meu caro Dashwood. Lembre-se disse e terá uma vida mais tranquila. – o chinês se levantou colocou a mão sobre o ombro de seu subordinado e sorriu triste. –Espero que sua carreira não leve você a fazer as mesmas infelizes escolhas que eu.
Logo o detetive viu seu chefe sair, se acalmou um pouco e foi saindo do escritório. Dashwood não sai do escritório sem antes ver uma foto de Dohko com seus filhos e a esposa na foto, dos quatro ele era o mais infeliz. No escritório tinha dois porta-retratos, num deles estava com a família infeliz e no outro com uma versão loira e mais velha de Mu. Na segunda foto com certeza algo de muito bom aconteceu pois Dohko sorria do modo mais sincero que existia.

Voltando ao seu trabalho o moreno não pode deixar de pensar nas palavras de seu superior e lembrar no motivo da separação. Poderia parecer ridículo mas Ikki Dashwood era filho de um politico poderoso e influente, precisava manter as aparências. Já não era bem visto pela sociedade inglesa por ter ido morar longe da família que vinha de uma longa linhagem de políticos, imagina se soubessem de seu relacionamento com Saga, seria o fim da boa imagem que sua família tinha. Seu pai nunca o censurou sobre seus relacionamentos, mas nunca deixou o filho ser visto com outro homem circulando pela cidade e trocando caricias. Para Ewan Dashwood, já bastará o filho mais velho ter ido para Espanha se casar com um rapaz, não precisava ter novamente essa experiência.
-Que cara é essa inglesinho? – Barone havia voltado, jogado os laudos na mesa onde os quatro vinha discutindo o caso junto com o chefe e o jovem Zhou que no momento estava na sala da promotoria.
— Ah carcamano não enche. – Dashwood apenas balançou a cabeça e olhou feio para o italiano. – To com a mesma cara desde que começaram esses assassinatos.
-Eu to começando a ficar com pena de quem vive com contigo fora daqui. – Lorenzo não perdoava nada que Ikki fazia, pelo jeito perdoaria menos ainda agora que ele havia magoado o melhor amigo de infância do canceriano.
-Para os dois. – Deba novamente era a voz da razão entre ele. – Lé vai para um lado e Cré para o outro. Assim vocês não ficam brigando feito crianças atrás da mãe pedindo doce.
Mesmo a contra gosto eles obedeceram, não queriam ficar um em cada canto só porque o gigante mandou, mas preferiam isso a ficarem aguentando ele fazer drama porque não era respeitado. Menezes fazendo drama poderia ser algo muito convincente se bobeasse , o gigante dobrava até o Papa com aquele drama e nenhum dos dois queria ficar com dor na consciência...