Percy Jackson - Uma Nova Profecia
7 VI - Uma tarde com muitas surpresas.
Notas iniciais

Tudo pegava fogo a minha volta, estava ficando cada vez mais difícil de respirar, olhei ao redor tentando entender o que havia acontecido, mas só o que via eram as chamas consumando tudo. Antes que eu saísse do lugar ouvi um grito vindo em minha direção, comecei a procurar o motivo, mas então uma gargalhada estrondosa ecoou bem atrás de mim, me virei dando de cara com elas que estavam amarradas e penduradas por uma corda que estava por um fio e se cedesse, ambas cairiam no tártaro.
Tentei me mover, mas percebi que também estava amarrado, só que por correntes com enormes pontas venenosas que penetravam em meu corpo toda vez que tentava me mexer. Minha mente começou a pensar em uma solução, porém, a voz responsável pela gargalhada me tirou de minhas ideias e fez com que eu entrasse em modo alerta, tentei encontrar de onde vinha a risada, mas a voz continuou:
-Como você é idiota mesmo. Depois de todo esse tempo ainda tenta sair? HAHAHAHA!
Uma pausa.
-Elas não tem salvação, mais um movimento seu e cairão na escuridão eterna, com vários monstros e perigos inimagináveis. Ao menos elas não sabem o que as aguarda. HAHAHAHAHA!
Olhei nos olhos assustados de ambas que agora escorriam lágrimas, eu tinha que fazer alguma coisa, infelizmente a voz tremula e esganiçada estava certa, elas estavam por um fio.
O problema é que esse veneno que penetrava em meu corpo (o mesmo veneno que eu entreguei a Ethan Nakamura, para que ele matasse Percy, mas que acabou por quase matar Annabeth) atrapalhava um pouco o meu raciocínio. Tntei puxar assunto para que a voz esquecesse delas e que conseguissem fugir.
-Por que você não mostra a sua verdadeira identidade ao invés de se esconder nas sombras? Tem medo de me enfrentar?
—HAHAHAHA. Eu conheço seus joguinhos Luke e não irei aparecer agora, pois não é a hora, mas não me julgue eu não sou diferente de você.
-Claro que é! Eu nunca faria o que você está fazendo apenas por prazer de ver os outros sofrendo, isso é covardia, os seus assuntos são comigo, deixe elas em paz!
-É ai que você se engana, eu sou exatamente como você, faço alguns sofrerem por um bem maior do que qualquer coisa, e por falar nisso não adianta tentar me distrair para ter tempo de suas amiguinhas escaparem, pois elas não vão a lugar algum.
Olhei para elas que não deixavam de transparecer a dor que sentiam e mais uma vez a corda estalou e abaixou alguns centímetros.
O medo estava me dominando. Eu não sabia o que fazer, todos os meus músculos doíam e minha mente estava sendo bloqueada pelo veneno que se aprofundava cada vez mais.
Mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, tudo se escureceu.
Atravessei a cama, literalmente!
Abri os olhos e estava embaixo do colchão que eu havia dormido na noite anterior (meu corpo bugou de novo, que beleza!), tentei me mexer, mas meus músculos estavam doloridos demais, parei, respirei fundo e sai de baixo da cama.
Passei a mão no rosto que pingava de suor, olhei em volta e vi que não havia mais ninguém no chalé.
Não me importei com isso, olhei para a cama onde eu deveria ter dormido e lá se encontrava uma muda de roupa limpa.
Fui tomar banho e fiquei mais tempo do que deveria no chuveiro. Quando sai, meu estomago roncou muito alto e minha cama já estava arrumada, olhei no relógio em meu pulso.
12:30
Ainda dava tempo de almoçar, sai do chalé e fui em direção ao refeitório.
Chegando lá fiquei perdido, havia tanta gente que eu não fazia ideia do que fazer.
-Tobias!
No começo não prestei muita atenção em quem me chamava, mas como a voz continuou a persistir achei estranho, então lembrei de meu nome e comecei a procurar pela voz.
-Aqui Tobias!
Encontrei Tainara e Júlio fazendo gestos para que eu me sentasse junto deles. Me aproximei e Júlio se levantou fazendo uma reverencia.
-Boa tarde, bela adormecida.
-Cala a boca! Por que não me acordaram?
-Não é óbvio? Estávamos esperando que o príncipe encantado viesse.
Ele não parava de rir e quando me virei, Tainara também tentava conter o riso.
-HAHAHA! Engraçadinho. E a propósito eu falei com ele e sabe o que eu descobri? -Antes que Júlio respondesse, continuei. -Que ele passou no seu chalé mais cedo e disse que curtia bem mais cabelos verdes e olhos roxos.
Na mesma hora ele parou de rir e ficou sério. -Sem graça, não sabe brincar não brinca.
E com isso ela não aguentou e soltou uma gargalhada, eu também ri da cara que ele fazia. Passado alguns segundos paramos de rir e nós dois nos sentamos na mesa.
-Dormiram bem?
-Sinceramente, nunca dormi tão bem assim em toda a minha segunda vida.
-E você Tainara?
-Na verdade não muito.
-Por quê?
-Acho que minha mãe nunca quis ter filhos, já que no chalé só tem uma enorme estátua dela.
-Eu imaginei, pois desde quando eu morava aqui nunca ouve relatos de filhos de Perséfone.
-Eu percebi. Porque tem um chalé só pra ela então?
-Na verdade antes não tinha, mas aparentemente agora tem para todos os deuses.
Ela bateu palmas e deu um grande sorriso sarcástico. -EHHH! Uma mine casa só para mim!
Dei um leve sorriso, peguei o prato que estava encima da mesa e imaginei uma macarronada com um copo de Coca-Cola, me levantei e fui oferecer uma parte da minha comida para os deuses, porém Tainara pegou na minha mão para me segurar e disse que eles não fazem mais isso, já que os deuses se viraram contra nós, assenti e me sentei novamente saboreando o meu almoço.
-Vocês sabem por que deixaram a gente sentar na mesma mesa?
-Quiron disse que geralmente cada um senta na mesa destinado ao seu chalé, mas como eu ia sentar sozinha ele deixou vocês aqui, só que só por hoje.
-Entendi. E o que vocês fizeram enquanto eu dormia?
-Depois do café da manhã, conheci o coordenador Frank e ele me deu uma lista de afazeres e a roupa do acampamento, fiz todas as minhas obrigações e depois do almoço irei treinar.
Em sua camiseta estava escrito “Campista” (abaixo do nome do acampamento). Depois olhei para Júlio que comia aquela gororoba chamada feijoada mais uma vez.
-E você Júlio?
-Depois do café conheci todos os meus “irmãos” que me mostraram o acampamento inteiro, então Frank veio falar comigo e me deu uma lista também, aparentemente depois do almoço eu irei aprender o feitiço de proteção o que pra mim é desnecessário, já que se Quiron concordar iremos atrás da serpente indestrutível logo, logo.
-Ele não disse nada ainda?
-Não sei, mas acho que ele vai dar a resposta hoje à noite.
-Entendi.
Nos cinco minutos seguintes nenhum de nós disse uma sequer palavra, estávamos todos mergulhados em nossos próprios pensamentos, não que eu gostasse muito disso, já que por mais que eu tentasse a minha mente sempre viajava naquele passado distante e as dores estavam voltando; a minha sorte foi que Tainara resolveu quebrar o silêncio.
-Que teste será esse que Quiron falou?
-Não sei, quando eu morava aqui nunca teve isso, acho que são novos procedimentos de precaução.
-Mas e se eles perguntarem do nosso passado? Ou de como sobrevivemos por tanto tempo?
-Até que faz sentido do porquê que Quiron não nos perguntou nada.
Ambos me olharam preocupados.
-O que faremos?
-Vamos contar a verdade.
-O quê?
-Você acha mesmo que vão acreditar que nós morremos, fomos para os campos de punição, achamos uma brecha e voltamos dos mortos? Mesmo que acreditem, irão nos mandar de volta pra lá, você mais do que todos deveria querer manter segredo senhor Luke.
-Primeiro, é melhor você falar mais baixo antes que reparem, segundo, uma hora ou outra teríamos que contar e terceiro, posso terminar de falar senhor Júlio?
Ele estava prestes a dizer algo, mas Tainara tomou sua frente e disse:
-Fala Tobias.
-Continuando, nós não contaremos toda a verdade, apenas uma parte.
Tainara no mesmo instante entendeu meu plano e o completou. -Podemos falar que morremos e acabamos voltando na guerra contra Gaia e não fazemos ideia de como ou porque isso aconteceu.
-E vocês acham mesmo que irão acreditar que acidentalmente escapamos do mundo inferior?
-E é aí que você entra meu caro amigo Júlio. Como Tainara disse nós contaremos que morremos e voltamos, mas para que eles não nos mandem de volta, você fará um feitiço de persuasão.
Ele ficou quieto por alguns instantes.
-Mas nós contaremos exatamente como morremos? Ou podemos apenas inventar uma história de heroísmo e coisa e tal?
-Não, vocês contarão que morreram na guerra contra Cronos, pois estavam do lado errado e pagaram o preço por isso.
-Tudo bem, mas e se eles perguntarem sobre a guerra?
-Isso é fácil, pois como ele não disse nada sobre a guerra quando contarmos, não irá levantar suspeitas.
-Sim, mas nós também não sabemos de nada.
-É aí que você se engana, eu vivi durante a guerra e sei o suficiente para que não desconfiem. E logo, logo vocês também saberão. Só que não aqui.
Ele ergueu o braço em forma de protesto. -Aonde então? Ficaremos ocupados a tarde inteira e a noite já será o “teste”, quando pretende nos contar?
-Um pouco antes do pôr do sol me encontrem atrás do chalé de Perséfone, já que é um dos únicos lugares onde tem apenas uma semideusa morando.
Antes que disséssemos qualquer coisa, a concha soou e todos os semideuses se levantaram para fazer o que deveriam.
-Está combinado?
Ambos concordaram e nos levantamos indo cada um em uma direção. Como eu não tinha nada para fazer resolvi voltar ao chalé de Hermes, mas antes que chegasse lá uma voz me chamou.
-Tobias?
Me virei e dei de cara com um garoto alguns centímetros mais baixo que eu, com cabelos pretos, olhos castanhos, robusto, usando calças (apesar do calor) e a camiseta do acampamento e embaixo do nome estava escrito em letras destacadas
“Coordenador/Campista”.
Sem esperar pela minha resposta ele prosseguiu com a mão estendida em forma de cumprimento e eu retribui.
-Eu sou Frank, filho de Marte e coordenador do acampamento, vim te entregar essa lista de afazeres, já era para ter feito isso, mas você estava dormindo e seus amigos disseram que fazia três dias que não descansava, fora que quando fui até o chalé 11 sua cama estava toda desarrumada e eu te encontrei embaixo dela... até pensei em te acordar, mas eu não sabia se você preferia ficar lá, então apenas deixei suas roupas e resolvi te entregar depois do almoço a lista.
Ele estendeu a lista com meu nome e um monte de coisas que eu deveria fazer com os horários ao lado.
-Obrigado.
-Por nada, e não se esqueça que às 20:00 se iniciara o teste. Bom é melhor eu ir para cumprir os meus deveres, foi um prazer te conhecer Tobias.
-Igualmente.
Ele se virou em direção a casa branca e eu dei uma olhada na minha lista.
Treino de esgrima (13:00 às 15:00);
Treino com arco e flecha (15:10 às 16;00);
Escalada (16:05 às 16:35);
Aulas sobre tipos de armas (16:40 às 17:20);
Aula de sobrevivência para iniciantes (17:30 às 18:00);
Teste (20:00 às 21:30).
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O campo não havia mudado quase nada a não ser pelo fato de ter um cachorro enorme (tipo bem grande mesmo, enorme!) mastigando todos os bonecos de treino, não ousei me aproximar muito, mas fiquei observando por um tempo com medo de que caso eu virasse as costas ele me atacasse.
-Hey. Ela não morde, é só não tentar mexer nos brinquedos dela.
Ao virar me deparei com uma pessoa com a roupa completa de esgrima, assim como eu.
-Você deve ser o Tobias, não é mesmo?
-Sim, prazer e você é?
-Seu treinador de esgrima por um dia, já que se você se virou tanto tempo assim lá fora não deve ser nem um pouco ruim.
-Acho que não...
-Bom, como já está vestido vá pegar a sua espada e volte aqui para começarmos.
Olhei na direção em que ele apontava e vi uma mesa com várias espadas de esgrima; peguei uma e quando voltava ao encontro da pessoa fui surpreendido por um golpe que fez com que eu tivesse que me jogar no chão para não ser acertado.
Olhei para a cara dele com a raiva, e quando fui pegar a espada de volta o meu corpo bugou de novo e na terceira tentativa consegui pega-la e contra-atacar o semideus que deu um mortal por cima de mim e me acertou nas costas.
Fiquei irritado e resolvi mostrar as minhas verdadeiras habilidades.
Nas duas horas seguintes o treino se baseou em eu atacar (e as vezes acertando) e ele (ou ela) tentar defender. Em outros momentos a pessoa atacava e eu (na maioria das vezes) defendia.
O treino acabou com a gente no chão, nos levantamos e ele (ou ela) disse:
-Você é muito bom Tobias.
-Obrigado, você também não é nada mal é...
Ouvi uma risada abafada e ele começou a tirar o capacete, então pude vê-lo, depois de tantos anos...
Aqueles cabelos pretos e olhos verde mar... Meu estomago embrulhou e comecei a me sentir tonto por alguns instantes, e quando ele falou foi como levar um tapa na cara.
-Meu nome é Perceu Jackson, mas todos me chamam de Percy, sou professor/monitor de jogos e treinos do acampamento e filho de Poseidon. -Ele sorriu. -Como eu disse antes, não acho que você irá precisar de mais treinos, o que é ótimo, já que tem vaga de sobra para treinador de esgrima. Jason até me ajuda ás vezes, mas como ele geralmente está no acampamento Júpiter é apenas eu com milhares de semideuses para treinar antes que algum monstro ataque.
Fiquei alguns segundos para digerir todas aquelas informações, mas como as palavras novamente não saiam da minha boca ele prosseguiu ainda sorrindo.
-Bom então é isso, amanhã iremos treinar sem o uniforme e se você se sair tão bem quanto hoje eu falarei para Quiron te escalar como treinador na parte da manhã. OK?
Concordei com a cabeça, já que as palavras não colaboravam comigo. Ele estendeu a mão para se despedir e eu com muito esforço fiz o mesmo, depois se virou e foi falar com uma turma de semideuses crianças.
Me esforcei para sair do transe e quando finalmente consegui, fui me trocar e ir para a próxima tarefa.
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Como se não bastasse a surpresa na esgrima, ao chegar na aula de arco e flecha encontro a pessoa que eu mais temia...
Eu não fazia ideia de que as caçadoras de Ártemis estariam aqui também!
Claro! Como fui burro.
Se Zeus convocou todos os deuses elas teriam que se esconder em algum lugar... Ela não tinha mudado quase nada, a única diferença é que seu cabelo agora estava comprido e amarrado em um rabo de cavalo, antes que eu pudesse fugir dali ela se virou e assobiou em minha direção, não tive escolha e me aproximei.
-Você deve ser o Tobias, meu nome é Thalia Grace, sou filha de Zeus e serei sua treinadora. Aqui estão seu arco e algumas flechas, se junte aos outros para começarmos.
Como não consegui dizer nada (de novo) fui para a ponta pra ficar o mais longe dela, porém não deu muito certo, já que ela ficava dando volta em torno da gente para nos avaliar. Quando falou, sua voz foi alta e clara.
-Semideuses. Esta é uma aula para iniciantes, mas estamos nas retas finais, já que todos vocês aprenderam muito rápido, o que é maravilhoso, pois nunca sabemos quando iremos precisar.
Alguns deram risada outros ficaram um pouco desconfortáveis em saber que a qualquer momento poderiam enfrentar monstros de todos os tipos.
-Preparar...
Todos retomaram suas posturas e fizeram o que ela mandava.
-Apontar...
Mirei em direção ao meu alvo e esperei o comando.
-Fogo!
No mesmo instante todas as pontas das flechas se incendiaram e quando disparamos o alvo pegou fogo por completo. Todos estavam espantados com que havia acontecido e um garoto só soltou a flecha quando ela já tinha apagado, mas ao dispara-la e acertar o alvo, ela explodiu.
-Não se assustem. -Minha atenção voltou para Thalia que parecia estar muito orgulhosa. -A partir de hoje nossos treinamentos serão apenas com flechas assim. Só tomem cuidado, pois depois que ela apaga ou queima o alvo, a flecha explode.
Uma menina que estava ao meu lado deu um passo a frente e disse:
-Mas quem fez isso?
Todos a olharam o que a fez corar, porém continuou a frente olhando para Thalia.
-Um dos filhos de Hécate.
-Mas eles não estavam esgotados? Por conta do feitiço para proteger o acampamento.
-Sim Katie, só que esse filho em especial é bem mais poderoso, ele consegue fazer vários feitiços de uma vez. E você se esqueceu de uma coisa.
-AH sim, desculpe, meu nome é Katie Gardner, sou filha de Deméter e tenho 17 anos.
-Muito bem. Esse semideus chegou aqui ontem junto com outros dois, inclusive um deles está aqui conosco hoje. -Ela olhou para mim e todos fizeram o mesmo.
Engoli em seco.
-Você pode se apresentar?
Limpei a garganta e dei um passo à frente. -Meu nome é Tobias, tenho vinte e um anos e sou filho de Hermes.
Ela fez cara de satisfeita e antes que a conversa voltasse Thalia recomeçou o treino.
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O meu instrutor de escalada era o Connor Stoll, meu antigo amigo e meio irmão.
Ele foi o que mais suspeitou de mim, já que fiz coisas que apenas o Luke faria e como Connor me conhecia muito bem, foi um pouco mais complicado de me manter calmo.
A montanha de escalada estava bem maior e com novos desafios e no final apenas eu e mais dois outros campistas conseguimos chegar no topo, o que aumentou as suspeitas dele e por pouco eu consegui escapar de suas perguntas, já que assim que o treino acabou eu sai de lá o mais rápido possível.
O resto da minha tarde foi normal (o mais normal que poderia ser para um semideus); na aula sobre tipos de armas a minha professora Samanta, filha de Hefesto me parabenizou por eu saber tanto dessa parte e não desconfiou de nada.
Já na aula de sobrevivência a minha professora era caçadora de Ártemis, se chamava Andressa e tinha apenas quinze anos, ela disse que as minhas técnicas eram boas, porém eu tinha que aprender a não chamar muita atenção...
Depois disso fui ao ponto de encontro com a esperança de que o dia deles tivesse tido bem menos surpresas do que o meu.
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