Penas Ao Vento

5 A Ganância com Asas.


Notas iniciais
Oláááááá queridos cupcakes!! Estou feliz, alegre e contente hoje!! Então, como eu sou uma pessoa muito boa ( e que não posta no dia combinado ) eu decidi aparecer para postar mais um lindo capitulo para vocês, sei que até agora não teve muita treta, mas gente.. quando a treta chegar.. ela vai chegar arrasando!! ;) Enfim, boa leitura para vocês meus queridos!

– Vamos? — uma voz envolvente me faz acordar do meu sono leve, eu abro os olhos e me deparo com um sorriso cafajeste e dois lindos olhos verdes, me endireito no banco — Porque você colocou um adesivo anti possessão na traseira do seu carro?

– Só por precaução, não se sabe o dia de amanhã não é mesmo? E tem mais alguns sigilos escondidos dentro da lataria.

– Como se alguém quisesse possuir esse carrinho de brinquedo que você chama de automóvel, isso não pode ser considerado um carrão — ele fala olhando orgulhoso para o carro preto estacionado ao lado — ele nunca vai ser como a minha garota aqui.

– Graças a Deus — resmunguei baixinho.

Ele me olhou desconfiado e depois entrou dentro do Impala dando partida no mesmo, eu repeti a sua ação, diferentemente do motor do Impala quando ligado, o meu carro não parecia ter alguém embaixo do capô com um problema muito sério de garganta, ele era silencioso.

Depois de alguns segundos Sam entrou no Impala e então nós fomos para a rodovia, liguei o som e The Wall começou a tocar intensamente nos alto-falantes, e então de soslaio eu vejo duas pernas, meu coração deu um pulo e eu olho rapidamente e vejo o Castiel sentado ao meu lado.

– Céus! Castiel que susto!

– Perdoe-me.

– Não foi nada, eu não escutei você chegar, nem senti a sua presença.

Ficamos algum tempo em silencio e Wish You Were Her tocava suavemente.

– Quer que eu dirija para você poder dormir?

– Sabe dirigir? — pergunto desconfiada.

– Talvez — ele olha curioso para mim — um pouco, acho.

Analiso um pouco, que mal há em dar a direção a ele? Ele é um anjo, deve ser mole para ele dirigir um carro, não é?

– Tá, presta bem a atenção — falei olhando para ele — isso é o volante, você move ele para guiar o carro, esses são os pedais, aquele é a embreagem, você pisa fundo para trocar a marcha e tals.. esse é o freio, que obviamente.. freia — eu explicava e dirigia ao mesmo tempo — esse é o acelerador, que acelera o carro e esse negocio aqui é a marcha, você precisa pisar lá para que isso possa funcionar.

– Está bem.

– As marchas funcionam da seguinte maneira, a primeira é a mais forte e a ultima a mais fraca, mas é a mais veloz.

– Entendi, vamos trocar de lugar?

– Sim.

Ele veio na minha direção e eu tirei o pé do acelerador, jogando a perna para o outro lado, me espremi para que ele colocasse uma das pernas para o meu lado, e então eu ri da situação em que nós nos encontrávamos, eu estava encochando ele e o carro diminuía de velocidade, pois ninguém na verdade estava dirigindo. Soltei as duas mãos do volante e ele rapidamente tomou o controle do carro, segurei a porta do passageiro e me puxei para o outro lado, ele se sentou e endireitou o banco, e começou a dirigir, analisei ele por alguns segundos.

– Parece que você sabe mesmo oque faz.

– É, parece — ele vira a cabeça para mim e pende para o lado.

Foi nesse meio tempo que o carro saiu do controle saindo um pouco da estrada, me joguei para o volante e segurei ele firme, e coloquei o carro novamente na rodovia, olhei para ele apavorada.

– Só não perde o foco.

Me virei para o lado e demorei um pouco para dormir, mas foi um sono muito relaxante e revigorante.

Algum Tempo Depois

Abri os olhos assustada, uma energia negativa estava pairando no ar, olhei para o lado e o Castiel estava tenso, os nós de seus dedos estavam esbranquiçados pela tamanha força que ele fazia sobre o volante, suas sobrancelhas estavam franzidas e os seus olhos fixos na grande nuvem negra que se aproximava. Ela era enorme, e se os meus olhos não estiverem me pregando uma peça, eu posso jurar que ela estava se mexendo como se tivesse vida própria, como se fosse um único e gigantesco monstro que esperava a nossa chegada para nos devorar rapidamente, raios azuis e roxos eram produzidos em volta da nuvem e a cidade logo abaixo estava escura, mas no horizonte dava para se avistar raios de luz que estavam sendo cercados pelo breu.

– Isso é? — eu pergunto boquiaberta.

– Sim, nunca vi um encontro tão grande de demônios.

– Isso vai ser difícil.

A nossa frente o Impala , frente a uma linda casa azul claro com um lindo jardim que estava bem no começo na nuvem negra, Castiel faz o mesmo e todos nós saímos dos carros.

– O que iremos ? — Dean pergunta para o Castiel como se ele tivesse todas as respostas do mundo.

– Eu não sei Dean, eu nunca vi algo dessa grandiosidade. Isso nunca aconteceu.

– Vamos ter que ir, já estamos aqui não tem mais volta — Sam fala — temos que detê-los, vamos ver oque o Crowley está aprontando.

– Ele não está aqui — falo observando a grande nuvem sob as nossas cabeças — é alguma coisa diferente.. vamos nos preparar.

Vou no porta mala e pego tudo o que é necessário para matar demônios e a minha espada celestial que eu roubei de um anjo.

– Vamos — Sam fala — tenho certeza de que iremos encontrar as respostas lá no centro.

– Não, tem alguma coisa errada — Castiel me olha confuso — tenho que ir no céu, é urgente.

E dizendo isso ele some no ar.

– Quando mais precisamos dele ele some — Dean fala revirando os olhos.

– Tipico — falei — vamos!

Foi uma longa caminhada, estávamos tensos e a nuvem negra e fedia a enxofre me fazia pensar, quem teria tanto poder para fazer tal coisa? Saber que tudo aquilo era diversos demônios nos observando e esperando o comando de ataque me dava calafrios, no centro da nuvem avia uma falha, um buraco para ser mais especifica, que fazia o contorno do terreno de uma bela casa branca de dois andares, trepadeiras se elevavam delicadamente e as janelas estavam abertas mas as cortinas brancas ocultavam o interior, nos aproximamos pela porta da frente.

– Está fácil de mais — Dean fala.

– É sempre assim, você se acostuma — falei rindo, ele me olha incrédulo.

– Eu estou a mais tempo nesse ramo, eu sei muito bem como é.

– Calem a boca! — Sam falou apontando para a porta com a arma.

Eu vou até a varanda e me encosto na parede ao lado da porta, Dean faz o mesmo do outro lado, nossas armas prontas para o primeiro tiro, postas com a ponta para baixo, mas com o dedo no gatilho, quando Sam ia chutar a porta ela se abre calmamente e um senhor aparece, ele vestia um lindo fraque preto, ele tremia de medo.

– Ol-la senhores, e-entre-em — ele gaguejou — e-estávamos e-esperando você-ês

Olhei para dentro, não tinha nada de diferente no interior, olhei para o Dean mandando uma mensagem silenciosa, ele entrou e bateu no ombro do velho homem como um sinal de afeto.

– Mas é claro que estavam! Não é mesmo Frederik? — ele entrou porta a dentro e nós o seguimos.

– Hanrry, se-enhor.

– Muito bem, Hanrry — ele olha para os lados — nos guie até o anfitrião.

E foi exatamente oque o pobre homem fez, ele nos guiou até uma sala ampla com uma mesa de centro e diversos sofás em volta, uma lareira acesa estava desposta no canto, quando eu vi a figura sentada no sofá o meu corpo gelou, um longo calafriou percorreu por todo o meu corpo, era uma mulher com longos cabelos castanhos lisos, ela era baixa e os seus olhos puxados a deixavam fofa, mas ela não era humana, com um movimento rápido a minha mão voou para a minha faca e eu a empunhei apontando para a asiática, as suas longas asas se encolheram quando ela se esticou e pegou uma forma com bolinhos dento.

– Que gatinha — Dean sussurra com um sorriso nos lábios.

– Até que enfim! Eu não sabia mais se vocês viriam, sentem-se! Eu sou Naya sou um anjo — ela levanta entusiasmada e estende a forma — fiz para vocês!

– Anjo? Você é um homem? — Dean pergunta incrédulo — não acredito..

– Não — falei com calma — anjo é uma palavra unica, digamos assim.. não existe ''anja''.

– Ainda bem.

– Oque está acontecendo? Quem você é de verdade? — perguntei receosa, era verdade que ela era um anjo, mas eu nunca tinha visto aquelas asas, eu nunca tinha visto ela.

– Nada que você precise se preocupar. Eu já falei sou Naya, um anjo.. Eu costumava ser a encarregada de proteger e cuidar do conhecimentos.. bibliotecas.. essas coisas — ela pisca para mim, sorri e pega um bolinho — Ha, vamos.. você humanos são tão mais sociáveis que isso, sentem-se.

– Não! — falei decidida.

– Porque os demônios estão todos aqui? Você se aliou ao Crowley? — perguntou Dean — Oque vocês querem?

– Calma, calma gente.. Eles estão aqui porque eu mandei.. Crowley? Aquele demônio insignificante? Poupe-me.. ele está no lugar de onde ele nunca deveria ter saído — ela sorri — bem, eu quero o céu, simples assim.

– Simples!? — falei — Vocês anjos tem a péssima mania de tentar dominar o cé! Mas será que nunca passou pela cabeça de vocês que o céu não precisa de um maldito anjo mandando? Mas que merda!

Ela se levantou e me encarou.

– Olha aqui pirralha, estou sendo simpática e levemente agradável. Você e os seus amiguinhos ai, não tem poder, moral ou capacidade de me deter, estão sugiro que saiam do meu caminho e eu não os machuco — seus olhos emitiam um brilho feroz — mas se continuarem me incomodando eu te mato, não vai fazer diferença para mim você estar morta ou viva, você é só mais uma mosquinha nesse estrume que é o seu planetinha.

Um brilho forte ilumina a sala e o barulho de asas preenche os meus ouvidos, o meu anjo aparece com um brilho voraz nos olhos.

– Naya! Você desapareceu, pensávamos que estava morta! Oque está fazendo? Está louca? Volte para o céu e para o seu trabalho, esse não é o caminho certo!

– Só volto para lá quando eu estiver mandando, não irei ser subjugada novamente, agora eu tenho o inferno e todas as almas de lá! Junte-se a mim!

– Não! Naya, volte para o céu, se você continuar com isso não poderá voltar atrás.

Ela dá uma longa gargalhada.

– Castiel, esperei décadas para esse momento, se você não quer se juntar a mim, irei mata-lo! — ela berra e avança na direção dele.

No momento em que ela investiu contra ele a casa rangeu e balançou, pelas janelas dava para ver a nuvem se dissipando e entrando nas casas a volta, e então uma onda de pessoas se aproximavam de nós, Henrry o mordomo que agora sustentava grandes olhos negros lutava com o Sam, Dean tentava recuperar a arma enquanto estava sendo estrangulado por uma criancinha, enquanto isso o Cass se defendia e atacava Naya, ela estava rindo e debochando dele, eu me virei para eles e fui para trás dela e peguei a forma que tinha os bolinhos.

– Hei! Ô vaca alada! Saca só os teus bolinhos! — eu levantei a forma o mais alto possível e acerto a cabeça dela, os bolinhos se espalham pela sala e ela se vira e olha furiosamente para mim e me acerta na barriga com a sua espada, eu caio no chão e a minha visão fica embaçada, consigo ver o Castiel encostando em alguma coisa vermelha na parede, então uma mão me agarra no tornozelo e um forte clarão cega os meus olhos.

Notas finais
Hei pleoples!! Tenho um comunicado, esse cap era para ter mais uma parte.. só que ele ficaria muito, muito maior.. então eu vou postar essa parte como um outro cap e tals.. so q ele vai ficar meio pequeno.. :) Enfim.. oq acharam da Naya? Puta? Legal? Chata? Me digam!! Comentem, favoritem e digam oque acharam de tudo.. e me digam oq vcs acham que vai acontecer agora.. Nos vemos no próximo capitulo, um beijo, um queijo e até mais fuiiiii!