Notas iniciais
Hey como estão? Aqui está um novo capítulo para vocês.

“Batizado com um nome perfeito

O duvidoso de coração

Sozinho sem ele mesmo

Guerra entre ele e o dia

Precisa de alguém pra culpar

No final, pouco ele pode fazer sozinho

Você acredita, mas o que você vê?

Você recebe, mas o que você dá?

Acaricie-o, o imortal

Chove em seu coração, as lágrimas de tristeza brancas como a neve

Acaricie-o, o amaranto escondido

Em uma terra do amanhecer”

O hobbit não sabia como reagir, seu corpo estava travado nem mesmo o anel era capaz de o dar a coragem de lhe dar a coragem que precisava diante o olhar frio que a rainha lhe lançava, suas mãos tremulas começam a ir involuntariamente em direção ao anelar em que o anel estava, sua mente gritava para que ele não o fizesse, mas seu corpo implorava para que Bilbo se livrasse daquele objeto dourado, em um impulso o retira e no mesmo instante Elbereth faz uma proteção em volta deles para que ninguém fosse capaz de vê-los ou ouvi-los naquele local.

Se aproximava mais do pequenino, parando próxima dele, Bilbo engole em seco embora a mulher fosse bela podia sentir uma aura que nunca tinha visto em nada antes pairando sobre ela, todos os pelos de seu corpo se arrepiam, tudo na beleza dela gritava que era uma predadora e o anel que segurava em sua mão parecia pesar cada vez mais, os olhos dela caem em seu punho cerrado apertando. – Não tenho interesse nesse anel sr. Bolseiro, acredite algo assim em minhas mãos seria muito pior do que nas mãos do seu verdadeiro dono, com você ele está muito mais seguro.

O chamado anel do poder não tentava Elbereth, muito pelo contrário lhe causava repulsa, aquele poder não era bem visto por nenhuma feiticeira, nem mesmo as negras o almejavam, elas tinham forjado seus próprios anéis e pedras do poder, entre eles estavam a Arken dona de um imensurável poder, junto com a grande Rogark a rainha de todas as pedras e maior concentração de magia, aquela imensa pedra vermelha contendo os mais diversos poderes negros estava cravejado no anel de Cordélia e cajado em tamanho original.

— Não quis invadir o seu palácio majestade. – Bilbo mantinha sua voz o mais firme possível.

— Claro que não, apenas está tentando libertar os prisioneiros de meu marido. – Fala com escárnio vendo o hobbit se encolher.

— Thorin deve chegar a montanha solitária antes da última luz do dia de Durin. – O hobbit recupera sua postura olhando nos olhos da mulher.

— Vai levar seus amigos para a morte sr. Bolseiro. – É incisiva. – Perderá muitas pessoas queridas naquela montanha e provocara a morte de muitos inocentes, existe um dragão naquele lugar, um dragão que se for morto provocará a ira de uma criatura muito pior do que aquilo que guarda o ouro. – Olhava no fundo dos olhos de Bilbo.

— Ao que se refere rainha? – Pergunta.

— Feiticeira negras. – Responde.

Bilbo naquele momento dá um passo para traz. – O dragão é protegido sr. Bolseiro, acredite vocês podem acorda-lo, podem fazer o que for para ele que ele será instruído a causar a maior destruição possível e matar o maior número de inocente, Smaug, o dourado, será morto, mas a devastação será profunda. – Mantinha o olhar nele.

— Você quer que Thorin desista depois de tudo o que ele passou? – Olha.

— Vocês já chegaram longe demais para desistirem, apenas quero que esteja ciente Bilbo, aquela montanha não será a salvação dos anãos e sim sua destruição... Thorin vai sofrer o mesmo que seu avô, as feiticeiras vão reivindicar a Arken.

— Você é uma delas não é? – Para Bilbo a rainha gritava por todos os seus poros perigo em sua forma pura.

— Sim, sou uma feiticeira, e estou disposta a libertar seus amigos anões para que saiam desse lugar ainda essa noite para que cumpram o destino deles. – Responde séria, sabia que estava quebrando a principal regra das feiticeiras, mas devia isso a Anya ela tinha perdido a vida dela por amor aquele anão e pelo filho deles, e também por Gandalf, podia não gostar de magos, mas não negava o apreço que tinha por ele.

Olha para ela chocado. – Você não pode... Galdalf nos disse...

— As leis precisam ser mudadas, agora guarde esse anel, usara meu escudo, anéis mágicos não devem ser usado dessa forma, aproveitaremos o banquete para a luz das estrelas, fique ao meu lado pequenino. – Fala séria.

Assente ficando quieto ao lado dela, enquanto Elbereth quebrava a proteção envolta do local que estavam mantendo apenas no hobbit, caminhavam pelos corredores, a feiticeira deixava seu ouvido aguçado escutando a voz de Tauriel com um dos anões, para por alguns instantes logo a vendo sair com Legolas, olha para o Hobbit dando sinal para que ele entrasse enquanto colocava os guardas ali dentro para dormir, Bilbo não perde tempo entrando descendo as escadas, Elebereth quebra a magia para que ficasse visível quando chega diante a cela de Thorin, o anão olha para o hobbit sem acreditar que estava o vendo realmente.

— Como conseguiu entrar aqui Bilbo? – Pergunta deixando um sorriso aparecer indo até a grade.

— Digamos que tive uma ajudinha. – Sorri.

Quando os outros escutam a voz do hobbit ficam eufóricos. – Pessoal silêncio ou vai ficar difícil tirar vocês daqui. – Bilbo fala.

— Você tem a chave? – Dwalin pergunta.

— Droga a chave! – Exclama.

— Bilbo não me diga que esqueceu a chave. – Kili coloca a cabeça na grade fechando os olhos.

— Não vão precisar de chaves. – Escutam a voz de Elbereth que terminava de descer ficando diante da cela de Thorin que assume uma expressão dura de raiva.

— O que faz aqui vadia. – Rosna furioso.

Olha no fundo dos olhos de Thorin só fazendo um movimento com as mãos abrindo as celas dos anões inclusive a dele. – Estou fazendo isso por Anya e Mithrandir. – Diz ríspida. – Agora venham comigo, o melhor lugar para que saiam é pela adega. – Da as costas para eles.

Fili e Balin se entreolham, Thorin ainda mantinha a expressão furiosa, mas a segue os demais fazem o mesmo, o percurso é silencioso ela conseguia esconder os anões tranquilamente, quando chegam na adega coloca Galion e o guardião da chave para dormir o que não era tão difícil de tão bêbado que estavam. – Entrem nos barris essa passagem dará direto para a água, vocês saíram em um dos portões...

— Por que está nos ajudando quando sua vida está sendo colocada em risco? – Balin, o anão mais velho pergunta.

— Como eu disse para Bilbo as leis vão mudar, agora entrem nos barris. – Responde.

Olham para Thorin que silenciosamente assente entrando e assim os outros fazem, quando vê que todos estavam em segurança dentro de seus barris puxa a alavanca naquele instante Thranduil chega na adega junto com os guarda que ela tinha retirado do sono, olha para ela com uma expressão de desprezo, havia o traído, imediatamente o rei ordena que a passagem seja fechada, mantendo o olhar sobre ela, que só sai de lá ao sentir o cheiro de orc e ver que Legolas não estava junto deles.

Os anãos viam o portão se fecharem. – Aquela feiticeira nos enganou... – Thorin grita, mas antes que pudesse dizer algo uma flecha orc atinge o barril, todos olham vendo várias daquelas criaturas espalhadas pelo local. – Emboscada. – Exclama.

Elfos começam a aparecer atirando flechas contra os orcs e Elbereth mantinha uma proteção sobre os guardas em especial em Tauriel e Legolas, ela estava ao lado de Lindir nos portões, a feiticeira faz com que a grade que mantinha os anões presos fosse aberta deixando que a correnteza levasse os barris. A loira então foca nos orcs que atacavam os elfos, fecha os olhos fazendo que as raízes das arvores atravessassem os corpos das criaturas, com movimentos silenciosos eram atingidos pelo desconhecido, a própria floresta defendia os elfos, Legolas olha para a mulher que fazia o comando natural vendo os anões indo riacho adiante.

O príncipe pega um dos orcs com vida enquanto os demais que não tinham fugido atrás dos anões estavam empalados, pega-o levando para dentro do palácio acompanhado de Tauriel, que olhava para o amigo, no caminho analisavam que nenhuma vida de seu povo havia sido perdida. Elbereth olha os que estavam ao seu lado percebendo que se afastavam conforme ela adentrava, muitos até mesmo lançado olhares de desconfiança, não os culpava havia traído seu marido ao desafia-lo e soltar aqueles anões, mas eles tinham que cumprir o seu destino agora enfrentaria o seu julgamento, mantinha a cabeça erguida, ao ajudar os anões havia quebrada uma das últimas leis criadas pelas negras e a mais espalhada nos últimos anos.

Olhava o orc falar sentia asco daquelas criaturas, se aproximava cada vez mais deles, Thraduil lhe lança um olhar frio, a criatura por sua vez começa a rir com sangue saindo de seus lábios, Tauriel e Lagolas se entreolham diante a reação do ser que os guardas seguravam. – Por que não vai abrir suas pernas por uma última vez para o seu dono feiticeira puta. – Cospe o sangue nos pés dela que estava diante dele, os guardas vão o afastar, mas ela faz um sinal com a mão para o soltasse, se entreolham fazendo o que ela manda.

— Azog o Profano espera Mithrandir não é? – Segura o rosto do orc com brusquidão ignorando o nojo ao encostar naquele sangue podre, Thranduil se aproxima da esposa.

— Para quem está sentenciada para a morte está se preocupando demais com o mago. – Ri cuspindo no rosto dela, que fica manchado com o seu sangue, ele sabia que ela tinha nojo do seu sangue. – Veja o que tanto te enoja. – Dava risada.

Thranduil vai até eles, mas a atitude de Elbereth o faz parar bruscamente, a feiticeira se aproxima do orc lambendo seu rosto e todo seu sangue, no mesmo instante ele para de rir assumindo uma expressão temerosa. – O seu gosto podre não tira o meu prazer pelo sangue Acroz, filho do medo, nunca ofereça sangue para alguém como eu, posso usar até o mais podre deles para saciar o meu desejo apenas para te ver gritar até a última gota cair sobre meu cálice. – Sussurra mantendo o olhar nos olhos negros da criatura.

Tauriel se afasta da rainha, assim como os guardas, Legolas vai para perto do pai que a olhava. – Você não vai viver muito tempo vadia dos elfos, Cordélia vai te matar, você ajudou anões, nenhuma feiticeira pode ajudar anões! – Acroz diz entredentes.

Elbereth solta o orc olhando fixamente para o rei e o príncipe, enquanto sua aura vermelha se manifestava intensamente. – Eu Elbereth, a Vermelha, rainha da Floresta das Trevas revogo a lei de Cordélia a Negra, anões não são inimigos de feiticeiras, o sangue dos anões a partir de hoje será respeitado em honra de Aulë, pai de nossas irmãs e criador dessas pequenas criaturas com quem dividimos essas terras. – Um forte impacto toma conta do palácio se estendendo para fora dele em ondas vermelhas, ela sentia a quebra da lei negra imposta.

O impacto das palavras de Elbereth é repetido por todos os lugares as mais diversas feiticeiras da Terra Média podiam ouvir suas palavras que eram sussurros em seus ouvidos, uma lei fora modificada, havia uma nova feiticeira, alguém que conseguia quebrar uma lei negra e impor outra no lugar, a lei vermelha tinha sido criada. Aurélia escutava os sussurros olhando a irmã que tinha uma expressão fria olhando seu cajado acariciando a Rogark, seus olhos estavam com um brilho cruel, Elessa sabia que aquela atitude de Cordélia não significava coisa boa, os sussurros ficavam mais fortes.

— Aquela criança petulante realmente acredita que pode comigo? – Cordélia sentia o poder que emitia sua Rogark.

— Sua neta quebrou uma lei negra e impôs uma vermelha. – Aurélia olhava fixamente a pedra vermelha que tanto era objeto de sua ganância, mas que nunca permitiu que suas mãos chegassem até ela.

A risada de Cordélia ecoa pelas salas do castelo. – Eu sou comandante da Arken e da Rogark, acha mesmo que fui escolhida pelas duas maiores pedras de poder para que Elbereth destrua todo meu império assim? – Se levanta friamente olhando para a mulher de cabelos brancos, Elessa vê o olhar de Aurélia.

Aurélia deixa sua postura rígida, havia lapidado a Arken junto com Esther a verde, quando sentiu o seu poder, ansiara por ser a escolhida, mas novamente foi traída quando a majestosa pedra reconheceu Cordélia, um golpe duro para a negra, Esther por sua vez não reclamou havia sentido a escuridão daquela pedra que por fora emanava luz, mas por dentro era tão obscura quanto as feiticeiras negras. Diferente do que foi imaginado Cordélia não a proclamou de imediato deixou nas fortalezas da montanha solitária em segurança em um acordo com os anões que acabaram por não cumprir.

— O que pretende fazer Cordélia? – Elessa pergunta.

— É hora de visitar minha irmã. – Se levanta olhando seu anel o acariciando.

— Irá para Imladris? – Olha desacreditada, assim como Aurélia que se levanta como a irmã.

— Valfenda me receberá e vocês ficaram a encargo da montanha solitária caso Smaug caia. – Diz ríspida. – Esperem o momento certo e destruam o que estiver diante de vocês minhas irmãs, massacrem até a última criatura, Sauron irá se reerguer e muito antes do que imaginam trarei Melkor de volta. – Olha para as duas que sorriem.

— O sangue élfico e dos homens banhará essas terras, nossos escravos. – Elessa sorri.

— Sem piedade ou benevolência, eles não o tiveram conosco na primeira era e não teremos com eles agora. – Aurélia tinha fome por carne élfica, assim era desde que nasceu e conheceu a impiedade deles e os viu usar suas irmãs como armas e depois mata-las quando desnecessárias para seus planos.

Cordélia se aproxima de Aurélia tocando seu rosto, Elessa sorri com aquilo. – Você me do tanto orgulho, quisera eu que Tissaia fosse como você, sua fome pela carne daqueles vermes me deixa no mais puro estado de excitação... Um dia Aurélia você poderá matar a senhora de Lothlórien como tanto deseja e toda sua linhagem eu permitirei que se delicie com tudo que pode retirar deles. – Beija o topo da cabeça dela, saindo de lá deixando as duas sozinhas.

Em Valfenda o tempo não era diferente o que sempre parecia agradável aquele dia estava pesado, Arwen olhava para sua companhia a bela mulher de cabelos longos negros como a noite e olhos escuros os mantinha fechados parecia estar ouvindo algo tortuoso, seu semblante era doloroso, a elfa ao seu lado se aproximava, mas sabia que as três feiticeira que viviam com eles preferiam que mantivessem certa distância, quando Arwen nasceu elas já estavam ali sempre que questionava seu pai sobre a presença delas em Imladris apenas escutava que eram amigas dos elfos e nada mais era lhe dito.

— Onde está seu pai jovem Arwen? – Bree finalmente abre os olhos fixando seus olhos nas irises azuis da elfa à sua frente.

— No escritório Lady Bree, o que lhe incomoda? – Questiona ao vê-la ficar em pé.

— As tormentas não tardaram a chegar... – Suspira vendo suas outras irmãs aparecendo atrás de Arwen. – Sarah, Cora.

— Precisamos falar com Lorde Elrond. – Cora é ríspida, Bree assente.

Bree pede licença para Arwen saindo de lá com as outras duas feiticeiras, deixando a elfa olhando apenas, das três que ali viviam apenas Bree tinha um bom relacionamento com os elfos, as outras duas quase não falavam ou quando o faziam eram desdenhosas, apenas apresentavam respeito para com Elrond, Elladan, Elhorir, ela e para com Galadriel e Celeborn quando estavam em Valfenda. Aquilo de certa forma incomodava a elfa, mas não questionava quem tinha concedido o título de amigas dos elfos para elas havia sido sua avó e seu pai apenas cedeu a casa para que vivessem e tivessem um lar seguro.

As três feiticeiras caminhavam apressadas em direção ao escritório de Elrond não se importavam com os elfos que passavam, apenas tinham pressa de entrar e quando estavam diante da porta abrem sem cerimônia adentrando o ressinto. – Sabia sobre o casamento do rei Thranduil com uma feiticeira? – Bree questiona.

Elrond levanta o olhar. – Sim, sabia.

— Como pode não nos avisar Elrond! – Bree fecha a porta, enquanto Sarah e Cora andavam de um lado a outro. – Você tem ideia do que isso causou?

— Tissaia fez um acordo impossível de ser quebrado Lady Bree, não havia o que ser feito. – Olhava sério para ela.

— Cordélia está furiosa com essa mulher que se intitula a vermelha! Isso é um ultraje! Não existem feiticeiras vermelhas. – Cora ri irônica.

Por alguns minutos o elfo fica em silêncio e Sarah o olha se sentando na cadeira a frente dele. – Céus, ela realmente é uma vermelha. – Fala chocada.

— Sim Sarah, há uma nova feiticeira na hierarquia. – Respira fundo se levantando caminhando até a janela.

— Isso é impossível, qual dos ainur é seu pai? – Bree questiona.

— Um humano, é filha de Tissaia com um humano. – Responde a olhando.

As três ficam em choque. – Uma bastarda! – Cora rosna. – Uma bastarda foi capaz de quebrar uma lei negra, de revoga-la! – Aquilo pega Elrond de surpresa.

— Do que está falando Cora?

— A lei dos anões, nunca ajudar um anão, nunca se envolver com eles, nunca salvar um anão, sempre os matar... A lei foi revogada há poucas horas por Elbereth a Vermelha, rainha da Floresta das Trevas, o recado ecoou por todos os cantos da Terra Média. – Bree olhava fixamente para Elrond.

— Acredito que Elbereth deva ter um bom motivo para o ter feito.

— Você tem ideia do poder que foi entregue aos elfos? – Sarah questiona.

— Sim, eu vi quando ela mostrou sua aura para Thranduil. – Responde olhando para a mulher.

As três se olham os elfos não deveriam ter um poder como aquele em mãos, aquilo pertencia as feiticeiras, Bree mantinha a expressão calma, mas no seu interior algo queimava, a inveja borbulhava, o ódio se fazia presente, todo o seu ser gritava que aquilo não deveria pertencer a outra feiticeira e sim a ela, somente ela deveria ser tão poderosa quanto Cordélia. – Essa feiticeira deve ser morta. – Cora diz.

— Não, ela está com a alma interligada a um elfo. – Bree fala ríspida. – E não temos ideia de seu poder.

— Pensei que fossem protetoras das feiticeiras. – Elrond olhava nos olhos de Cora.

— Por elas mesmo que digo que alguém como ela deve ser morta, já temos um desastre caminhando por essas terras não queremos mais um. – Responde seca.

— Elbereth não é perigosa como imaginam. – Defende a feiticeira, ele a conhecia, sabia que ela não era como Cordélia.

— Não é por que ela abriu as pernas para você Elrond que deve a defender sempre, feiticeiras tem o dom da sedução não me admira que esteja até hoje encantado com ela. – Sarah é brusca.

Elrond olha com frieza para ela. – Devo lembra-la de que se continua viva e não foi caçada e morta pelas negras é porque lhes oferecemos um lar, mais uma vez que me falte com respeito Sarah você e suas irmãs estão convidadas a saírem de Valfenda. – Fala sério.

Bree repreende a irmã com o olhar. – Perdão Elrond, estamos todas agitadas com essa nova aparição procure nos entender uma feiticeira nova acaba com nosso equilíbrio... – Bree para de falar der repente e olha para o elfo a sua frente. – Ela está aqui. – Seus olhos estavam arregalados.

— Quem? – Arqueia a sobrancelha.

— Cordélia. – Responde. – Ela deseja sua permissão para entrar.

Notas finais
E ai o que estão achando?