Notas iniciais
desculpem a demora T.T espero que gostem do capítulo ^^
bjs, boa leitura ^^

PdV do Flake

Passou uma semana desde que a gente tinha chegado na casa do Duff. Os pais dele sabiam apenas que eu, o Axl e o Izzy vínhamos, mas deixaram o Till e o Aljoscha ficarem, com a condição de que eles não trariam drogas ou álcool para a casa. Mesmo assim, eu continuei fumando e bebendo vodka escondido. Os pais do Duff eram bem jovens e entendiam porque eu sempre cheirava a Marlboro vermelho (e café). Eu soube que eles foram namorados desde o primeiro colegial e se casaram quando terminaram o colégio. O Duff tinha vindo “acidentalmente”, logo depois que eles se casaram. Eles gostavam de chamá-lo de “surpresa agradável”.

Eu fui para o parque (um parque que tinha perto da casa do Duff) com Till, Duff, Izzy e Axl. Till normalmente ajudava o Aljoscha a vender brincos, mas ele tinha dado a ele uma folga.

–Fumar faz mal. Eu não quero um namorado com câncer de pulmão. – eu ouvi Till dizer atrás de mim, rindo.

–Eu nem sou seu namorado. – eu sorri sarcasticamente, olhando para ele com desprezo. Traguei uma grande quantidade de tabaco e assoprei a fumaça na cara dele, só para provocar.

Till ficou realmente puto e tirou o cigarro quase no final da minha boca. Ele agarrou meu braço e apagou o cigarro nele. Eu engoli um grito enquanto tentava desesperadamente sair do alcance dele.

–Ei! Flake! – Izzy correu até nós e bateu em Till para que ele me soltasse – Mas que porra você tá fazendo com ele?!!

Eu gemi de dor e olhei para o meu braço. Tinha uma bolinha queimada, com sangue.

–Isso vai deixar marca. – eu esfreguei suavemente o pequeno círculo.

–Marcas de amor. – Till riu suavemente. Izzy ainda estava bravo porque ele tinha apagado o cigarro em mim.

–Não precisava ter feito isso. – eu disse e Till me agarrou pela gola da camisa e me puxou para si. Izzy se afastou quando ele me beijou violentamente.

–Quer me foder naquele banheirinho nojento do parque? – eu sussurrei no ouvido dele. Ele pareceu tenso ao ouvir isso, mas a tensão foi substituída por um sorriso malicioso.

–Eu adoraria. – a voz grave dele explodiu no meu ouvido.

Sem dizermos nada, saímos da companhia dos outros e galopamos até o banheiro. Era um lugar cinza-esverdeado, mal-cheiroso. Till me empurrou para uma cabine do banheiro e trancou a porta. Me beijou vorazmente enquanto uma de suas mãos abria os botões da minha camisa social branca. A outra segurava gentilmente na minha cintura. Eu correspondi ao beijo e minhas mãos deslizaram para baixo de sua calça e apertaram sua bunda. Till grunhiu e eu quebrei o beijo para mover meus lábios até seu pescoço, chupando a carne que encontrei com força. Ele abriu minha camisa e lambeu meu peito, dando uma atenção especial para os mamilos. Eu senti meu pau endurecer e Till o agarrou por baixo da minha calça. Eu gemi alto quando ele começou a me acariciar. Eu podia jurar que senti uma batida forte na porta, mas não dei atenção. Deslizei minha mão por baixo da calça dele e peguei seu membro ereto. Ele era grande. Mas Till era um cara grande, então já era de se esperar uma coisa dessas.

–Flake – Till grunhiu lindamente – Eu quero gozar com você.

Eu balancei a cabeça positivamente, mordendo meu lábio inferior com força. Eu conseguia sentir as lágrimas se formando nos meus olhos, tamanho era o prazer que eu estava sentindo. Till gritou, gozando e eu gozei logo depois dele. Olhamos um para o outro e sorrimos.

–Vocês podem transar em outro lugar? – alguém gritou do lado de fora – Isso é um banheiro!

–Acho que não. – eu respondi, ofegando. Till me virou gentilmente e eu virei o rosto. Vi que ele esfregava um punhado de lubrificante em seu próprio pau. – Você guarda isso para ocasiões especiais? – eu ri.

–Sim, tenho que estar prevenido. – ele levantou os ombros – Nunca sei quando o Christian Lorenz vai querer transar comigo.

Eu ri alto.

–Você sabe que eu... – a penetrada dolorosa que ele me deu, me fez parar de falar e eu ofeguei. Não importa a quantidade de lubrificante que você passa, ou o quão suave você entra: nada faz essa primeira penetração não ser dolorosa – Podia ter me deixado terminar. – eu resmunguei.

–Me desculpe. – ele disse, começando a estocar – O que você tava dizendo?

–Nada importante. – eu disse. “Eu te amo” era o que eu ia dizer, mas preferi deixar para outra ocasião.

Ele riu suavemente e aumentou a força das estocadas. Eu gemia alto e me acariciava no mesmo tempo das estocadas.

Sag meinen Namen. – ele grunhiu no meu ouvido, puxando meu cabelo curto.

Ach! – gemi de dor e prazer. Engoli a seco. Eu estava prestes a gozar novamente – Till...

Noch einmal. – ele me deu uma penetrada poderosa, entrando bem dentro de mim. Ele mordeu meu pescoço e eu gemi mais alto.

Du hast... – ele grunhiu.

Mich... – grunhi de volta. Eu não fazia a menor ideia do que a gente estava falando.

Du hast mich! – ele enterrou as unhas nas minhas costas.

Oh, Scheiße! – eu gritei de prazer, ofegando.

Till tirou seu pau de mim e gozou nas minhas costas marcadas pelas suas unhas. Nós dois estávamos ofegando e eu caí para trás, em cima dele, sem querer.

Alles ok? – ele me perguntou, me segurando.

Ja. – eu engoli a seco, sentindo minha cabeça doer – Só estou meio tonto. Isso foi ótimo. – eu ri uma risada fraca.

Você foi ótimo. – Till riu e passou um papel higiênico nas minhas costas para limpar o esperma que tinha ficado lá. Me ajudou a colocar minha calça de volta e a abotoar minha camisa. Depois, ele levantou suas calças e saímos da cabine. Lavamos nossas mãos rapidamente e saímos do banheiro.

As pessoas à nossa volta nos davam olhares de reprovação. Mas eu e ele rimos e voltamos para nosso lugar com o resto das pessoas.

–Pelo vermelho das bochechas do Flake, eu posso supor que vocês transaram mesmo. – Izzy riu, acendendo um cigarro novo – Foda rápida, limpa. Gostei disso.

–Não que eu ligue, mas... – Duff começou – Mas eles fazem isso mesmo?

–Sim, eles são namorados. – Izzy disse calmamente – Como eu e o Axl.

–Não somos namorados! – Axl resmungou.

Izzy o ameaçou com o cigarro e Axl se esquivou. Izzy começou a rir e levou o cigarro à boca novamente.

–É assim que se começa uma foda. Não é, Till?

Till apenas riu, colocando seu braço sobre os meus ombros. Ficamos lá no parque por mais algumas horas, tomando sorvete, e depois fomos para a casa do Duff.


Notas finais
GLOSSARIO:
Sag meinen Namen - diga o meu nome
Ach! - Ah!
Noch einmal - De novo.
Du hast - Você tem
Mich - me (eu)
Du hast mich - Você me tem
Oh, Scheiße - Oh, merda
Alles ok? - Tudo certo?
Ja - Sim