Past Dreams

16 Capítulo 14 - The Tension Begins


Notas iniciais
Gente, não acontece nada de tãããããããããão importante assim nesse capítulo, mas o título faz toda a diferença...

POV Autora

Quem visse de fora, acharia a cena perfeita: os três deitados na cama, Elena e Jace, com Mila entre eles. Parecia uma família perfeita. Exceto pelo fato de que Jace não era o pai, Elena amava um cara que estava em outro quarto e Mila não fazia ideia de que a vida que levava era uma mentira.

Mas tudo estava prestes a mudar. Seu pai biológico, aquele que magoou sua mãe quando ela ainda era muito pequena na barriga de Elena, estava sob o mesmo teto que ela. Era apenas uma questão de tempo até que alguém, por acidente, deixasse a verdade escapar.

POV Elena

Simplesmente não consegui dormir. Ontem à noite, depois do encontro com Damon na biblioteca, do beijo e do tempo que passei na beira da piscina refletindo, cheguei ao quarto e encontrei minha filha e meu noivo dormindo. Fui até o banheiro e me aprontei para dormir. Deitei ao lado de Mila e tentei dormir. Após duas horas, mais ou menos, desisti.

Estava agitada demais. E notei, com pesar, que a casa dos Salvatore não estava fazendo bem à minha filha. Durante a noite, ela se remexeu demais, coisa que não acontecia. E teve um pesadelo. Não acordou gritando, mas estava assustada e seus olhinhos, cheios de lágrimas. Ver aquilo apertou meu coração.

–Shhh meu amor. Mamãe está aqui com você. Está tudo bem.

Fiquei fazendo carinho em seus cabelos enquanto ela se aconchegava em meu peito. Senti as lágrimas escorrendo por meu rosto. Era simplesmente demais. Damon, o beijo, o pesadelo de Mila... Peguei-a no colo quando notei que ela não havia dormido novamente.

–Mamãe, aonde a gente vai? – perguntou sonolenta.

–Pra cozinha. Vou fazer leite quente com açúcar pra você. Assim você vai conseguir dormir.

Deixei-a sentada em um dos bancos em frente ao balcão da cozinha e comecei a fazer o leite para ela. Mais uma das manias de Damon. Minha mãe às vezes chegava à cozinha e encontrava provas de sua visita durante a noite anterior.

Ponho o leite no copo e dou na mão de Mila. Decido pegar um copo pra mim também.

–Pensei que só eu tivesse essa mania. – Damon chega sorrateiramente à cozinha e me surpreende. Acabo derramando um pouco do leite sobre a pia.

Viro e encontro ele parado na soleira da porta. Estreito os olhos.

–Problemas para dormir? – pergunto.

–Suponho que você também esteja. – responde com um sorrisinho convencido.

–Estou apenas sendo mãe. – faço um gesto com a cabeça na direção de Mila, que ainda está tomando o leite. Damon sorri ao ver a cena.

–Oi, Mila. – ele se aproxima dela e faz carinho em seu cabelo. Fico tensa.

–Filha, já está com sono de novo? – ela faz que sim com a cabeça. Deixo o copo sobre a pia e volto para perto dela. – Vem, vou contar uma historinha pra você. Não vai ser sobre os caçadores de sombras como as que seu pai – dou ênfase na palavra pai – mas vai ajudar você a dormir.

–Elena, quer que eu faça isso? – ele tenta se aproximar e pegar Mila no colo, mas sou mais rápida e viro as costas pra ele.

–Não, obrigada. Sei me virar com a minha filha.

Volto para a sala e sento no sofá com minha pequena no colo. Damon vem atrás de mim, mas peço-lhe que nos deixe a sós. Por sorte ele volta para o andar de cima, provavelmente com medo de que seus pais o peguem perto de mim ou da Mila.

Começo a contar uma história, mas logo ela está ressonando baixinho abraçada a mim. Beijo-lhe a testa e sussurro um eu te amo. Não sei o que seria de mim sem você, princesinha. Toda minha força vem de você. Eu a amo demais.

Volto para o quarto e encontro Jace acordado. Ele está engraçado: os olhos quase fechados e o cabelo cacheado e completamente amassado. Ficamos nos encarando por alguns segundos, até que balanço a cabeça em negação, como se estivesse pedindo a ele que deixasse aquilo pra depois.

Deito Mila na cama e volto para a sala. Já é quase de manhã, Jace voltou a dormir, agora abraçando o pequeno corpinho de minha filha. Logo vou precisar sair daqui. O senhor e a senhora Salvatore estarão de pé para o café-da-manhã. E eu preciso levar meu noivo e minha pequena de volta para a casa dos Herondale.

Volto para o quarto por volta das cinco ou seis da manhã. Tomo um banho e decido visitar um cantinho da casa que faz seis anos que não vejo: o casebre onde meus pais moravam, e onde meu irmão e a namorada estão hospedados.

As lembranças vieram instantaneamente. Quando eu morei aqui, antes do Stefan pedir aos pais que deixassem eu morar na mansão, o ano em que Jeremy nasceu, meu primeiro dia na escola, eu corri para cá a fim de contar aos meus pais sobre o que aconteceu... Como eu estava empolgada naquele dia. Assim como Mila em seu primeiro dia. Lembro-me como se fosse ontem.

*Flashback ON*

Estou com um tremendo frio na barriga. É a primeira vez que minha pequena vai para a escola. É a primeira vez que ela vai ficar sem supervisão de alguém da família, já que antes, sempre estava comigo, com Jace ou com meus pais.

Meu coração está apertado por ter que deixá-la ir. Sei que é necessário, mas apesar de ter visitado a escolinha e recebido boas referências, ainda é minha filha e não estou pronta para isso. Estou sendo ridícula, mas Mila sempre foi um bibelô: tratada como uma princesa, e sempre ‘debaixo da minha asa’.

–Lena, já está na hora. Precisamos deixar a Mila na escolinha e ir para a faculdade. – Jace chama minha atenção, me tirando dos meus inquietos pensamentos.

–Tudo bem. – senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto.

–Mamãe, você está chorando? – Mila se aproxima e enxuga a lágrimas com seu indicador, que é pequenino.

–Não é nada, meu amor. Mamãe só acha que você está crescendo rápido demais.

O dia passou extremamente devagar depois que deixamos Mila na escolinha. Não consegui me concentrar em nada, e olhava o tempo todo meu celular, esperando por uma ligação que, graças a Deus, nunca veio, dizendo que alguma coisa tinha acontecido.

À noite, em casa, não consegui desgrudar da minha pequena. Disparava mil perguntas por segundo, confundindo sua cabecinha. Ela ria da minha preocupação, aquelas risadas gostosas de criança, que não têm nenhuma preocupação.

No segundo dia, fiquei mais tranquila. Nada aconteceu, afinal, não é? Então não havia perigo. Levamos ela para escola e meu dia foi muito melhor do que o anterior.

*Flashback OFF*

–Bom dia, Lena. – Jeremy cumprimenta, entrando na sala do casebre e me assustando. – O que faz acordada tão cedo?

–Não consegui dormir. Aconteceu uma coisa ontem à noite e uma hoje durante a madrugada que não me deixaram dormir. E você me assustou. – disse e tom acusatório.

Mencionar o pesadelo de Mila me fez ficar um pouco mais para baixo. Nunca havia acontecido, pelo menos não que eu soubesse. Mas acho que ela teria mencionado algo do tipo. Ou Jace, se ele soubesse de alguma coisa.

–Desculpe. Não foi minha intenção. E o que foi que aconteceu? – perguntou, curioso.

–Sobre ontem à noite, não quero falar. E durante a madrugada, Mila teve um pesadelo. Ela só dormiu de novo depois de tomar leite quente com açúcar e eu contar uma história. Não sei, mas algo me diz que é a energia dessa casa. Está fazendo mal a ela.

–Então não deixe que ela fique aqui. – ele conclui.

–É exatamente o que vou fazer. Quando quiser passar algum tempo com eles, vou até a casa dos Herondale. Lá somos todos bem-vindos. Tenho medo da senhora Salvatore encontrar com a Mila no corredor e fazer algo de ruim com ela. Ou dizer algo ruim. Aquela mulher é maluca.

–O que você quer dizer com isso, Lena? O que ela fez? – Jeremy me encara confuso com o que disse.Droga! Ele não sabe o que aconteceu e eu acabei de falar demais.

–Não é nada, deixa pra lá. Vou ver se Jace e Mila já acordaram e levá-los embora. Vai ser melhor assim. – ele assente e volto para a mansão.

Enquanto faço o caminho de volta até o quarto, rezo pra não encontrar nenhum Salvatore que não seja o Stefan. Mas, infelizmente, isso não acontece. O senhor Salvatore aparece assim que chego ao segundo andar. Fica me encarando até eu passar por ele. Desejo-lhe um bom dia, por educação, mas ele não responde.

Pouco me importa se ele responde ou não. Farei o que estiver ao eu alcance para que meu tempo nesta casa não seja ainda pior. O tempo vai passar rápido e logo estarei longe daqui. Entro no quarto e encontro Mila sentada na cama.

–Bom dia, mamãe. – diz. Sua voz soa sonolenta e seus olhinhos mal ficam abertos. Deve ter acabado de acordar.

–Bom dia, meu anjinho. Dormiu melhor depois do leite?

Ela balança a cabeça fazendo que sim. Sorrio.

–Vamos para o banheiro? A senhorita vai tomar um banho e daqui a pouco nós vamos para a casa da vovó Amatis e do vovô Stephen.

Ela levanta e vai saltitando até o banheiro.

–Alguém acordou animada hoje. – tomo um susto quando ouço a voz de Jace. – E por que vamos voltar tão cedo?

Faço sinal para ele esperar que depois eu explico. Alguém bate à porta.

–Bom dia, amiga. – digo ao encontrar Caroline parada do lado de fora. – Temos compromisso em uma hora e meia. Você vem tomar café conosco? – e mais baixo: – Eles já foram. – diz, se referindo aos Salvatore. – A megera foi fazer compras com a Rosa.

Aquilo era realmente assustador. A senhora Salvatore nunca havia ido ao mercado. Meus pais sempre iam juntos, desde que começaram a trabalhar aqui. O máximo que ela fazia era pedir que minha mãe acrescentasse isso ou aquilo à lista. E agora saber que ela se incomoda com a minha presença a ponto de ir fazer compras.

–Aonde vamos? – estava me sentindo cansada. O peso da noite em claro estava finalmente sendo cobrado. Estar nessa casa exigirá muito de mim. É melhor que eu descanse quando puder.

–Escolher o vestido das madrinhas. E o da Mila, que vai ser minha daminha. Stefan vai pôr uma coleira em Damon e levá-lo junto com os padrinhos para escolher a roupa de todos eles.

–Mas e o seu vestido?

–Supresa... – e vai embora, sem me dar a chance de perguntar mais nada.

Volto para dentro do quarto e acordo Jace.

–Você tem compromisso com o noivo daqui a pouco. E eu e Mila, com a noiva. Ludmila Gilbert! É melhor que você já tenha terminado esse banho ou eu vou até aí e começar um ataque de cócegas em você, mocinha!

Pude ouvir suas risadas e, assim que abri a porta, encontrei minha filha enrolada na toalha. Sorri ternamente e peguei-a no colo. Jace foi tomar um banho e vi ali a oportunidade de perguntar para minha filha sobre o pesadelo.

–Mila, o que você estava sonhando hoje durante a madrugada? Era um sonho ruim?

–Não, mamãe. – seus olhos ficam marejados.

–Pode contar, filha. Mamãe não vai brigar.

–Era uma moça feia dizendo que a vovó Amatis e o vovô Stephen não eram meus vovôs de verdade. E que meus vovôs de verdade não me queriam e iam me jogar fora. – senti meu corpo gelar. Por sorte, havia uma meia verdade que eu podia contar.

–Seu pai não é filho biológico da Amatis e do Stephen. É um assunto complicado para uma princesinha da sua idade, mas por ora, tudo o que você precisa saber é que a Amatis e o Stephen são seus avós sim e eles não vão jogar você em lugar nenhum. Primeiro porque eu não deixaria e segundo que eles amam você. Agora vem cá dar um abraço na mamãe.

Abracei seu corpinho pequeno como se tentasse escondê-lo com o meu. Precisava proteger minha filha de todo e qualquer mal. E não mediria esforços para isso.

POV Damon

Quando abri a porta do quarto, pude ouvir Caroline falando com alguém no corredor. Dizia algo sobre vestidos e que meu irmão colocaria uma coleira em mim. Espiei com cautela e notei que ela estava na porta do quarto da minha Elena.

Fechei a porta e troquei de roupa. Quando tornei a abri-la, espiei ambos os lados do corredor para checar se não havia ninguém lá, e então fui até a porta do quarto ao qual eu tinha permissão de entrar há seis anos. Pude ouvir a voz da mulher que eu amo ao aproximar meu ouvido da porta.

–... hoje durante a madrugada? Era um sonho ruim? – minha filha teve um pesadelo?

–Não, mamãe.

–Pode contar, filha. Mamãe não vai brigar.

–Era uma moça feia dizendo que a vovó Amatis e o vovô Stephen não eram meus vovôs de verdade. E que meus vovôs de verdade não me queriam e iam me jogar fora. – É como se ela soubesse da verdade. Apesar de eu me envergonhar muito de tudo o que aconteceu e da minha incapacidade de contornar a situação.

–Seu pai não é filho biológico da Amatis e do Stephen. É um assunto complicado para uma princesinha da sua idade, mas por ora, tudo o que você precisa saber é que a Amatis e o Stephen são seus avós sim e eles não vão jogar você em lugar nenhum. Primeiro porque eu não deixaria e segundo que eles amam você. Agora vem cá dar um abraço na mamãe. – nesse momento me dá uma enorme vontade de abrir a porta e simplesmente contar. Contar que os avós dela são os meus pais, que eu sou o pai dela, que eu errei com a Elena no passado. Tudo. Assumir todos os meus erros e pedir perdão. Ponho a mão na maçaneta.

Damon! – ouço alguém sussurrar às minhas costas. Olho para trás e encontro Carmélia. – O que você pensa que está fazendo? Enlouqueceu? Ou pretende arrumar confusão às oito da manhã? Por que é o que certamente vai encontrar se entrar nesse quarto.

Ela pega minha mão e me arrasta atrás dela até o quarto que estamos dividindo. Depois de fechar a porta, vira e me encara com uma expressão bem séria.

–Se eu não tivesse aparecido ali, o quê, exatamente, você teria feito?

–Entrado no quarto e feito o que eu devia há seis anos: acabar com as mentiras e reconquistar a mulher que eu amo. – digo de uma vez.

–Você ouviu alguma coisa lá dentro que te fez tomar essa decisão, não foi? – faço uma careta. Às vezes, penso que Carmélia me conhece bem demais.

–Mila teve um pesadelo. Alguém contou a ela que os avós dela não eram os pais adotivos do Heroína e que os avós dela iriam jogá-la no lixo. E foi mais ou menos o que aconteceu. Meus pais fizeram isso com a Elena quando ela estava grávida. Só queria acabar com essas mentiras. Ontem à noite eu decidi, depois de beijar a Elena na biblioteca, que vou reconquistá-la e conquistar minha filha. Eu tenho esse direito. E ela tem direito de conhecer o pai.

Carm ficou me olhando por algum tempo sem dizer nada. Comecei a ficar preocupado com o seu silêncio. Até que ela revirou os olhos e começou a dizer:

–Sei que vou acabar me arrependendo disso, mas vou ajudar você. E sei que a Caroline também vai. Notei que ela não concorda com essa sua separação da Lena.

A princípio, não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Carm realmente é uma mulher incrível. Não sei o que seria de mim sem a ajuda dela. Aproximo-me de Carmélia e passo os braços ao redor de suas pernas, levantando-a do chão e começo a girar pelo quarto.

–Você é a melhor! A irmã que eu nunca tive! – abaixei um pouco o tom de voz, com medo de que alguém me escutasse.

–Damon, para! Eu vou cair!

Ríamos como dois adolescentes. Depois que eu a deixei no chão novamente, ela avisou que ia descer para tomar café. Fui junto com ela. Ainda ríamos um pouco. Quando chegamos à escada, vi Lena falando com Caroline.

–Não se preocupe comigo. Vou comer alguma coisa na casa dos pais do Jace. Já estaremos de volta. E bem a tempo do programa das meninas. – ela beija a bochecha da amiga e sai.

–Você também vai ao tal programa das meninas? – perguntei à Carm que também ouvia as duas no andar de baixo.

–Talvez. Elas vão escolher os vestidos das madrinhas. Devem precisar de uma opinião de fora além da noiva. Sem contar o carro extra.

Sabendo que precisaríamos sair separados, concordamos em vir cada um no seu carro da casa onde estamos morando. E estávamos certos, já que Carmélia iria com as madrinhas e a noiva e eu iria com o noivo e os padrinhos.

POV Elena

Quando chegamos à casa dos Herondale, pedi à Mila que entrasse primeiro. Precisava conversar com Jace antes que não tivesse mais oportunidade. Tanto sobre o pesadelo de Mila quanto sobre o beijo de ontem.

–Aconteceram duas coisas. Primeiro, Mila teve um pesadelo essa madrugada. E eu já estava acordada, então não chamei você.

–E sobre o que foi? E por que você estava acordada no meio da madrugada?

–O motivo, é um outro assunto, mas o sonho da Mila realmente me assustou. Ela disse que sonhou que uma mulher feia contava a ela que a Amatis e o Stephen não eram avós dela e que os avós verdadeiros dela jogariam ela no lixo. – meus olhos ficaram marejados. – Jace, não quero que nada aconteça com a minha filha. Não a quero perto dos Salvatore. A não ser Stefan, que eu tenho certeza que não faria mal a ela.

–Vou ficar com ela aqui na casa dos meus pais. O que você disse a ela?

–Contei que você é adotado. Era melhor a meia verdade do que contar a ela tudo o que o Damon aprontou. Aliás, ele é o motivo da minha insônia. Ele me beijou ontem à noite na biblioteca.

–Ele o quê?! — pergunta, já visivelmente alterado.

–Jace, calma. Ele pediu pra conversar, nós brigamos, ele me beijou, eu dei um tapa no rosto dele, disse umas coisas que ele provavelmente não queria ter ouvido e fui pra área da piscina pensar um pouco. Não queria ter que explicar nada de cabeça cheia.

–Lena, já que você está dizendo que resolveu, por ora não vou fazer nada. Mas se ele aprontar mais alguma, vai ter que resolver comigo. — tirar Jace do sério era algo difícil, mas Damon conseguiu. — Você é a minha noiva e ele tem que aceitar isso. — continuou um pouco mais calmo.

–Tudo bem. Mas pensa na Mila antes de tomar qualquer decisão, ok?

Entramos na casa dos pais dele, tomamos café, eu ajudei minha filha a se arrumar, nos despedimos e voltamos, eu e Mila, para a mansão.

Não sei o que esperar da tarde de hoje. Mas sei que tranquila, ela está longe de ser.

Notas finais
Terça tem mais, com o que acontecerá nessa tarde entre meninos...!