Past Dreams
13 Capítulo 11 - Arriving In Atlanta
Notas iniciais
POV Elena
Estávamos nos divertindo muito com a visita da Caroline. Foram quatro dias maravilhosos. Pedi uns dias de folga no estágio para poder passar as tardes com ela e a Mila, que estava amando ser mimada o tempo todo pela ˝Melhor Madrinha do Mundo˝.
Apesar de Jace não ter ficado conosco, o que deixou tudo um pouco menos divertido, fizemos muitas coisas legais juntas. No dia que a Car foi embora, ela me fez prometer, pouco antes de ir até a área de embarque, que estaria em Atlanta tão rápido quanto possível. E eu prometi, apesar de sentir meu coração apertar por isso.
Então aqui estou, dois dias depois da partida da minha melhor amiga, pedindo alguns meses de férias da ONG pra poder cumprir minha promessa. Não quero deixar de trabalhar aqui. Vai ser difícil ficar longe de todas essas meninas que eu sei que precisam muito de mim. Que precisam do apoio de alguém quando passam por essa situação, assim como eu tive o apoio dos meus pais.
Chego a casa, já com tudo resolvido. Jace está na cozinha com Mila, pelo visto. Ouço a risada gostosa da minha filha e o barulho de panelas. Meu noivo deve estar fazendo o jantar. Bom, acho que vou tomar um banho antes de me juntar a eles, então. Entro no quarto já arrancando a roupa. Estou tão cansada.
Após um banho relaxante, desço as escadas para encontrar não só meu noivo e minha filha, como também uma belíssima mesa de jantar. Sorrio e me aproximo dos dois para dar beijos neles.
–Que surpresa agradável. Qual o motivo desse jantar?
–Estamos indo para Atlanta amanhã. Sei que você está nervosa. Liguei para os meus pais hoje. Vamos ficar na casa deles. A Mila vai amar passar um tempo na casa em que cresci.
–Tenho certeza que sim. Caroline tem me ligado e mandado milhões de mensagens dizendo que eu preciso estar lá logo, que eu prometi, que ela está indo à loucura sem a madrinha dela. Não vejo a hora de descobrir quem é esse noivo misterioso. E o porquê da Car manter essa informação em segredo.
–Ela sempre gostou de fazer essas surpresas. É algo divertido na Car, esse lado misterioso dela. – Jace comentou, distraído.
–Só espero que dê tudo certo. Essa viagem tem feito com que eu perca o sono nas últimas duas noites. Não tenho um bom pressentimento.
–Calma, meu amor. Vamos ficar na casa dos meus pais, bem longe de qualquer coisa que possa aborrecer você. — ele se aproxima e dá um beijo na minha cabeça, tentando me tranquilizar. — Prometo que vou fazer o possível e o impossível para manter os Salvatore longe de vocês duas. – sussurrou essa última parte em meu ouvido.
Tentei sorrir em resposta ao que ele disse, mas foi em vão. Estava tensa demais com essa viagem. Olho para minha filha procurando alguma forma de me distrair.
–Mila? Por que essa careta pensativa?
–O que é pressentimento, mamãe? – perguntou, ainda fazendo a mesma careta.
–É quando a pessoa sente alguma coisa a respeito de outra pessoa ou de uma situação. – Mila é muito inteligente e pergunta de tudo. Por sorte ainda não chegou à fase de perguntar de onde vêm os bebês.
–E por que você está se sentindo assim sobre a viagem pro casamento da madrinha? – senti meu corpo retesar com sua pergunta. Decidi então contar apenas uma parte da verdade.
–Tem pessoas, na cidade em que sua madrinha vai casar, que fizeram muito mal à mamãe antes de você nascer. Por causa delas, a mamãe prometeu que nunca mais iria para lá. Esse é o motivo de você nunca ter ido à casa dos seus avós. – fui tão sincera quanto possível.
–E você não quer encontrar essas pessoas? Por isso que você não queria ir até lá?
–Exatamente por isso, princesinha. Que tal agora jantarmos? Mamãe está morrendo de fome.
Jace entendeu que eu queria parar de falar sobre Atlanta e puxou um assunto sobre os caçadores de sombras que distraiu completamente minha filha durante o jantar. Depois de comer, fui me deitar enquanto Jace punha Mila na cama. Não me sentia bem. Essa viagem pela manhã me desmotivava completamente.
Quando meu noivo veio deitar ao meu lado, não disse nada. Apenas se aproximou e me abraçou, me aconchegando em seu peito. Agradeci mentalmente a ele por respeitar meu desconforto. Talvez ele também esteja com medo dessa viagem.
Na manhã seguinte, Jace foi quem cuidou da Mila. Fiquei na cama até o máximo de tempo que podia e quando levantei, fui me arrastando para o banheiro. Ao olhar no espelho, quase caí para trás: meu rosto estava pálido e sob meus olhos, duas enormes olheiras bem escuras. Não devia ter passado parte da madrugada acordada. Vou precisar de muita maquiagem.
Depois de conseguir melhorar meu estado pelo menos até que estivesse consideravelmente aceitável para sair de dentro de casa, desci para tomar café-da-manhã com minha família. Ouço a campainha tocar. Jace sai correndo para atender.
–Bom dia, maninha! Mila, minha princesa. – Jeremy falou, entrando na cozinha. – Essa é Annabelle Santiago, minha namorada. Anna, essa é minha irmã, Elena. E aquela é minha sobrinha, a Ludmila.
–Oi Elena, oi Ludmila.
–Pode me chamar de Lena, Anna.
–E me chamar de Mila! – disse minha filha de maneira simpática.
–Viemos nos despedir, filha. – diz minha mãe entrando na cozinha junto a meu pai. –De vocês três e do Jeremy e da Anna.
–Como assim?
–Seu irmão e sua cunhada vão viajar conosco, amor. Car pediu que eu fizesse surpresa. – explicou meu noivo. Mas essa minha melhor amiga é mesmo impossível!
A curta viagem de carro da nossa casa até o aeroporto foi hilária e me ajudou a relaxar. Jeremy e Anna estavam contando algumas histórias a respeito do que já aprontaram com alguns amigos da faculdade e de como começaram a namorar sem que os pais soubessem.
Mila dormiu mais um pouco e Jace a pegou no colo quando chegamos ao aeroporto. Jeremy e Anna me ajudaram com as malas enquanto meu noivo ia fazer o check-in com minha filha adormecida pendurada nele. Depois de ter feito o check-in, ele volta até onde estamos para irmos juntos rumo à área de embarque.
Durante todo o voo, eu e Mila dormimos abraçadas. Jace me sacudiu depois de já termos pousado no aeroporto de Atlanta. Havia chegado a hora de descobrir a surpresa da minha melhor amiga. Que tudo dê certo durante essa viagem. Dessa vez não tenho a opção de simplesmente ir embora. É pela minha melhor amiga.
Saímos do portão da área de desembarque e lá está ela: magnificamente loira e elegante, e os olhos azuis brilhando de felicidade, Car não se contém de alegria ao ver a nós cinco e sai correndo para nos abraçar. Junto dela está Stefan. Assim que Mila o vê, sai correndo pra pular em cima dele.
–Tio Stefan! – mesmo ele sendo padrinho, ela cismava de chamá-lo de tio. Mas isso nunca incomodou a mim nem a ele, afinal, ele era realmente o tio da Mila. – Que saudades de você! Faz tanto tempo que você não visita a gente.
–É verdade, minha lindinha. O padrinho anda meio ocupado com a faculdade. Estou quase me formando e meu pai não tem me dado folga. E com a organização do casamento, tempo é uma coisa que tá faltando pro tio.
Ele se aproxima, põe a Mila no chão e vem me abraçar.
–Oi, Lena. Que saudades.
–Oi, Stef. Também senti sua falta. – respondo com a voz falhando com a emoção. Fazia um bom tempo que eu não via meu melhor amigo. Em parte por estarmos ocupados, em parte pelo fato dele pertencer à família Salvatore.
–Sinto muito. – sempre que nos encontrávamos ele dizia isso. E sei que ele realmente sente. Desde que descobriu o que o irmão fez, Stefan se sente profundamente envergonhado por ser da família.
–Está tudo bem. Você ainda é meu melhor amigo. Depois do Jace, é claro.
–Ele não conta, boba. Vocês estão noivos! – implica comigo. Sinto-me à vontade ali. É como nos velhos tempos. Antes da viagem dele, antes de Damon, antes da gravidez. Mas ainda há muito por vir. Caroline pode estar feliz por estarmos aqui, mas posso notar o quão tensa ela está. Conheço muito bem minha melhor amiga.
–E então, Car? Estou ansiosa pra saber a surpresa. E mais ainda, o porquê de todo esse mistério. – assumi empolgada. Já estou na chuva, vou me molhar. Se depois de estar aqui, eu não me mostrar animada com o casamento da minha melhor amiga, algo que a faz feliz, ela vai ficar chateada comigo.
–Então, Lena... – ela começa hesitante. Stefan se aproxima dela e põe a mão na base de suas costas. – Stefan é meu noivo. Eu sabia que se você soubesse disso em Phoenix, não seria fácil trazer você pra cá. E amiga... – ela continua, agora um tanto reticente – Vocês ficarão, assim como todos os padrinhos, hospedados na casa dos Salvatore. Foi um pedido do Stefan, mas se você não quiser, Lena, está tudo bem.
A notícia caiu em mim como um balde de água fria. Meu pior pesadelo é real. Não só estou de volta à Atlanta como minha melhor amiga vai se casar com um Salvatore e eu vou encarar todas aquelas pessoas novamente. O pior: a Mila vai estar perto do pai.
Olhei em desespero pra minha filha. Peguei sua mão e a puxei para perto de mim para abraçá-la bem forte. Nada nem ninguém poderia tirar minha filha de mim. Damon não pode chegar perto dela. Mila não pode, em hipótese alguma, descobrir que Damon é o pai dela.
–Lena? – ouço minha melhor amiga chamar. Ela parece preocupada.
–Está tudo bem. Eu vou para a casa dos Salvatore. Eles não significam nada pra mim. Apenas você, Stefan, como meu melhor amigo. Posso fazer isso por vocês. Jace, você vai ficar na casa dos seus pais? – viro para o meu noivo e me aproximo dele. – Você leva a Mila com você? Eu e Caroline vamos fazer muitas coisas o tempo todo e assim a Mila passa um tempo com os seus pais, tudo bem?
Ele assente. Todos entendem meus motivos para manter a Mila longe daquela casa. Até mesmo Stefan, que vem falar comigo quando estamos indo para os carros, e sussurra no meu ouvido que sabe porque eu estou fazendo isso, que não é contra e que no meu lugar faria o mesmo.
Fui no carro da Car com Jace e Mila, já que faríamos uma parada na casa dos Herondale. Stefan levou Jeremy e Anna no carro dele, direto para a mansão Salvatore. Faria desse evento o melhor possível para Caroline e para isso, precisaria fingir que nada havia acontecido há seis anos atrás. E é exatamente o que farei.
Depois de deixar meu noivo e minha filha na casa dos Herondale e explicar o motivo de eu não ficar também, Caroline e eu seguimos o caminho até a casa onde cresci. Mas antes que chegássemos à rua, minha amiga parou o carro e o desligou.
–Tem certeza de que você quer fazer isso, Lena? Stefan falou com os pais e a megera da mãe dele criou todos os problemas que podia pra fazê-lo desistir da ideia, mas não funcionou. Avisei para o Stef que ele não devia contar com sua presença na casa, mas agora você aparece dizendo que vai ficar lá.
–Caroline Forbes, você chamando sua sogra de megera?
–É exatamente o que aquela mulher é depois de tudo o que ela fez com você e com a neta dela. – ela explica, dando de ombros em seguida. – Além disso, esse adjetivo é, no mínimo, o mais leve que eu consegui. Há piores, quer ouvir?
Começo a rir.
–Não, Car. Obrigada. Se nós paramos aqui porque você está preocupada comigo naquela casa, não precisa. Vou agir como se nunca os houvesse visto. Como se não existisse um passado em comum, como se aquela megera nunca tivesse dito, na minha cara, que eu tentei dar um golpe no filhinho irresponsável dela.
–Ok, então vamos. Queria te relaxar e fazer você ficar descontraída, e aí está você, falando de assuntos que vão te deixar tensa de novo. Na verdade, você e a Edna nem vão se cruzar muito. Estaremos, na maior parte do tempo, vendo detalhes do casamento ou no haras para os ensaios.
–Espera aí. Você vai se casar num haras?
–Ops. Não era pra ter te contado ainda. Stefan e eu decidimos nos casar no haras que o Damon comprou há seis anos, logo depois de sair da casa dos pais e deixar a empresa, para desgosto do Giuseppe.
–Então você conseguiu, não é, mocinha? Maio, ao ar livre. – acusei, tentando evitar o fato de que a conversa ficava cada vez mais pesada para mim.
–Meu sonho vai se realizar, Lena. Maio, ao ar livre, com o Stefan... – quando ela citou o nome dele, me lembrei de uma coisa que ela disse durante a viagem.
–Espera um instante... Você vai casar com o Stefan. Mas quando você esteve em Phoenix, disse que meio que já estava noiva há algum tempo. – ela fez cara de culpada. – Explica essa história, Caroline Marie Forbes! AGORA!
Ela demora um tempo pensando em como vai me explicar a história de que ela e Stefan estão noivos há algum tempo.
–Bom, começamos a namorar em segredo. Éramos tão novos! Então, numa linda manhã em que passamos juntos em uma belíssima cabana, que tinha direito a piscina aquecida e tudo, ele me pediu em casamento. Era um momento nosso, um segredo nosso. Isso foi na véspera da viagem dele para a Inglaterra. Não fique brava comigo. Ele pediu que guardássemos segredo. E então, quando fui até sua casa, não podia simplesmente contar. Você nunca viria para Atlanta.
–Você sabe muito bem que isso não é verdade. Somos como irmãs, Car. Nunca perderia seu casamento. – puxo minha amiga pra um abraço. – Agora, vamos para a mansão antes que seu noivo me acuse de seqüestrar você.
Ela ri e liga o carro. Vamos conversando sobre o casamento até chegar à mansão onde cresci. As lembranças voltam com toda força, me atingindo como uma bola de demolição. Sinto as lágrimas verterem incessantemente dos meus olhos. Car nota assim que desliga o carro.
–Ainda tem certeza?
–Estou bem. São apenas as lembranças. Não estava preparada para isso. Muita coisa aconteceu nessa casa. E nada saiu como eu queria. Fiz tantos planos, e no fim, fui traída pela pessoa que eu pensei que me amava incondicionalmente.
–Olha, Lena, concordo que ele foi um completo idiota, fez a maior burrada da vida dele e que ele merece tudo o que tem passado, mas ainda acho que ele te ama incondicionalmente. – Car olha pra mim com um olhar sincero. – Vocês nunca resolveram as coisas entre vocês.
–Car, não. Agora não é hora nem aqui o lugar para falar sobre isso. Vamos entrar e eu vou ficar bem. – digo, enxugando as lágrimas em seguida.
–Ah, mais um detalhezinho: você vai ficar no seu antigo quarto. Seu irmão e a Anna vão ficar no outro quarto de hóspedes. E amanhã o Damon chega. Desculpa, amiga, mas os pais deles exigiram que ele estivesse aqui com a namorada.
Tentei não ficar abalada com a nova informação. Caroline tem razão. Damon e eu nunca resolvemos as coisas entre nós. Não cumprimos nossa promessa de sermos os únicos um do outro. Ele não cumpriu a promessa dele de ficar comigo independente do que os pais dele dissessem. E no fim, nunca tivemos uma conversa definitiva. E a verdade é que eu ainda o amo. Mesmo tentando me convencer a todo momento do contrário.
Saímos do carro juntas. Car me ajuda com as malas. Entramos na casa e não encontramos ninguém, o que já é um tremendo alívio. Caroline sobe comigo até meu antigo quarto para que eu possa guardar minhas malas. Está tão diferente do que era quando eu morava aqui. As paredes têm uma cor diferente, a cama agora é de casal, há um banheiro dentro do quarto – o que é muito útil nesse momento.
Stefan entra no quarto.
–Pensei que já tivessem se enfiado num shopping pra relembrar os velhos tempos. – ele diz, o que nos faz rir.
–Bem que eu queria. Organizar festas costuma ser estressante. Pensei que meu próprio casamento fosse ser mais tranqüilo, principalmente por eu já ter planejado quase tudo quando era criança.
–Você não fazia ideia de todos os detalhes de um casamento quando era criança, meu amor. Lena, está tudo bem pra você estar aqui? – ele pergunta preocupado.
–Está sim, Stefan. Não precisa se preocupar. Em consideração a vocês dois, vou passar esse tempo aqui fingindo que eu nunca morei aqui nem que conheço seus pais. Serei uma estranha para eles. Só espero que seu irmão fique bem longe de mim.
–Pode deixar que dele cuido eu. Imagino que minha adorável e fofoqueira noiva já a tenha informado que ele chega amanhã com a namorada, não é? – Car olha para ele se fingindo de indignada.
–Não fale algo assim de mim. Que absurdo!
–Stefan, será que nós podemos dar uma volta? – peço gentilmente. – Quero passar bem pouco tempo dentro dessa casa e também gostaria de conversar algumas coisas com você.
–Vou ficar com ciúmes. – diz minha amiga, fazendo bico da mesma forma que costumava fazer quando era criança.
–Não vou roubá-lo, Car. Em poucas horas eu volto e ele é todo seu. Eu prometo. – dou a ela um sorriso tranquilizador.
Saímos da mansão no carro de Stefan. Ele me leva ao nosso lugar especial, uma praça bem afastada da casa dos pais dele, onde escrevemos em uma árvore "Elena & Stefan BFF". Claro que foi ideia minha. Stefan disse que aquilo era coisa de menininha.
Saímos do carro e vamos até a árvore. Sentamos no chão e começamos a conversar. Sobre tudo. Coisas que só consigo conversar com ele.
–Não me sinto confortável sabendo que Damon vai estar por perto da Mila amanhã. Vai ser inevitável que ele tente alguma coisa. Estou com medo. E meu noivado não anda muito bem. Tem sido cada vez mais difícil me conformar que vou casar com o Jace. Não o amo da forma como ele me ama.
–Lena, Lena. Já disse a você o que penso sobre isso, não é? Na minha opinião, você nunca deveria ter aceitado a proposta do Jace, por melhor que fosse. A Mila é filha do Damon e você não ama o Jace. Esses anos todos de noivado, isso tem sido uma perda considerável de tempo. Não que você não mereça o Jace, nem o contrário, mas porque você sabe que é uma relação sem futuro.
Conversamos durante horas, chorei muito durante nossa conversa. Stefan era um excelente amigo nesses momentos. Ele sempre parecia saber o que dizer para me acalmar e me ajudar a tomar decisões conscientes. Fiz com que ele prometesse que manteria Damon sob controle e prometi que tentaria tomar a decisão certa para a minha vida quando chegasse a hora.
Como prometido, devolvi o noivo da minha melhor amiga depois de algumas horas, já um pouco mais calma. Fiquei algumas horas com Mila e Jace na casa dos pais dele. Depois de pôr minha filha na cama, voltei para a mansão dos Salvatore e fui direto para o quarto descansar. A partir de amanhã, começará uma rotina deveras cansativa.
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