Partituras e Cartas de Amor

4 #04 Sonhe mais vezes assim


Notas iniciais
Segundo capítulo de hoje por motivos de: muitas reviews me deixaram felizes. É realmente ótimo saber quanta gente gosta dessa fanfic, então, agradecendo vocês por serem extremante fofos comigo, aqui vai mais um capítulo! E esse ficou bom, eu prometo. Itálico > flashback

Finn subiu as escadas conhecendo aquele lugar que agora seria sua casa.

A notícia de que o jogador de futebol moraria ali com sua nova família havia o pego de surpresa, e ele ainda não sabia como reagir àquilo tudo. Enquanto Kurt e Carole arrumavam a mesa do jantar, resolveu conhecer o local que moraria a partir de hoje. Sim, assim cedo, e no dia seguinte fariam a mudança.

O corredor na parte de cima da casa era pequeno, nada muito luxuoso. Mas aquele cima familiar era algo qual Finn sentia falta desde que seu pai o abandonara quando tinha dez anos. Era uma casa pequena, mas aconchegante.

Deu de frente com uma janela no fim da escada, que dava vista à grande parte da cidade, já que os Hummel moravam na parte alta do bairro. Ao lado um quarto grande, pôde ver que era o de Burt (e agora o de Carole).

Sentia-se estranho com essa nova relação da mãe, mas não iria negar à ela sua felicidade. Era perceptível que a mulher estava feliz, depois de tantos anos. Finn sorriu ao lembrar do empenho da mãe ao fazer a sobremesa, não querendo fazer nada de errado, para impressionar Burt.

– Está perdido? — Finn ouviu e se virou. — O banheiro é ali no final do corredor, na porta mais escura.

Blaine estava encostado no batente da porta, sem aquela feição irritada da qual saíra da mesa minutos antes. Vestia as mesmas roupas, porém elas estavam amarrotadas agora, provavelmente pelo moreno ter se deitado.

– Não, estava apenas conhecendo o lugar. — Blaine assentiu, continuando ali na porta de seu quarto. — Cara, eu sinto muito... Minha mãe comentou que você não dava muito bem com seu irmão. Eu não tive culpa, eu nem sabia...

– Tudo bem. — Blaine forçou um sorriso. — O dia está sendo um saco.

– Eu vou sair daqui a pouco com Quinn e os colegas de coral, a gente vai em uma boate no fim da cidade fazer uma performance de despedida de solteiro... — Blaine arqueava as sobrancelhas. — ...Sim, a gente faz apresentações desse tipo... — Disse Finn um pouco envergonhado. — Você quer ir? Seria legal. Sabe, porque agora vamos ser irmãos.

– Eu não sei, Finn...

– É uma boate gay, então achei que devia convidar. — Blaine encarou Finn com um tanto de curiosidade, cerrando os olhos para encarar o garoto que tinha sua idade mas era centímetros mais alto.

– Você nunca teve um amigo gay, não é? — Gargalhou um pouco.

– Não. — Finn sorriu. — Pensei que todos vocês iriam à boates gays...

– Nem todos.

– Ah. — Disse desviando o olhar, um pouco envergonhado e um pouco decepcionado em ter falhado na primeira conversa com seu "irmão".

– Mas eu não faço parte daqueles que não vão. — Blaine sorriu. — Me dê 15 minutos pra me arrumar. — E antes que Finn pudesse dizer alguma coisa, Blaine já havia entrado no quarto.

[...]

Blaine havia chegado ao local da festa, e conseguiu entrar na boate tranquilamente ao fingir que faria parte do grupo que se apresentaria. Dentro do local haviam luzes piscando e bebidas de neon sendo distribuídas de graça, o que fez o moreno sorrir.

Lembrava um pouco as festas que Nick e Jeff davam na Dalton, apenas diferente porque ali tinha menos garotos se agarrando loucamente, como lá. Blaine sorriu e caminhou até o bar, pedindo uma bebida qualquer.

Burt e Carole haviam deixado Finn e Blaine saírem juntos, pois os dois haviam dado a desculpa que era aniversário de alguém do coral que havia ligação entre o McKinley e a Dalton, e ambos acreditaram. Era obvio que Finn não contaria para sua mãe que o grupo no qual cantava tinha aceitado fazer a despedida de solteiro da irmã de um participante. Afinal, se Carole (ou qualquer pai) soubesse disso, todos seriam obrigados a sair daquele clube.

Alguns minutos dentro da boate e logo uma luz focou em uma garota tímida que estava no meio da pista de dança. A música começou a tocar lentamente junto com uma narração que Blaine pôde jurar que era de Finn.

"Senhoras e senhores, se preparem para uma noite de muita sacanagem." Berros eram ouvidos. O local estava cheio de homens e mulheres de idades entre dezesseis e vinte anos. "Hoje a festa é toda sua, Liz Fabray." E com isso, homens saíram de trás das cortinas usando pequenas roupas.

Blaine conhecia aqueles homens, eles faziam parte do New Directions... Tentou então imaginar uma despedida de solteiro feita pelos Warblers... Sorriu e aproveitou a festa, pedindo mais uma bebida que pisca e indo até o centro da pista de dança.

Já passava das duas da manhã quando Liz fora embora da festa. Logo que a principal saiu, os convidados foram saindo também. Alguns minutos depois os garotos do New Directions tomaram conta do local. Finn conversava com Puck no canto da boate. O grandalhão não havia bebido porque estava dirigindo, mas o garoto de moicano não se preocupou com isso, pois as bebidas que Finn não havia tomado, ele havia.

– Aquele é o filho do cara que tá catando sua mãe? — Perguntou Puck ao apontar para um garoto dançando loucamente ao som de Calvin Harris.

– Ei! É minha mãe, porra... — Puck deu de ombros. — O nome dele é Blaine, ele tava com uma situação ruim em casa e resolvi trazer ele. Parece que ele está se divertindo bem.

– Eu vi ele em cima de dois caras no meio da festa. — Puck gargalhou.

– É, ele e o irmão dele são gays.

– Dois filhos gays? — Puck falava alto por conta da música que tomava conta do lugar. — Esse tal de Burt deve ser muito azarado mesmo.

– Foi o que eu disse! — Finn levantou os braços ao ar, até que enfim sendo entendido por alguém. Tomou um gole da sua bebida sem álcool e continuou a conversa. — Ele está muito louco. Acho que não vai ser legal aparecer com ele assim... Melhor irmos pra casa antes que ele dê outro ataque e comece a ficar com os caras do nosso coral.

– Spencer tá de olho nele a festa inteira, cara.

– Eu percebi.

Finn então debandou até onde o mais novo irmão estava e sussurrou algo como "vamos pra casa". Blaine assentiu e seguiu o irmão até o carro, não antes de dar uma piscada para o garoto que o secou a festa inteira.

Blaine estava bêbado, isso era um fato. Mas ele tinha total consciência do que fazia, das coisas que pensava e das coisas que iria pensar. Sabia que na festa havia beijado bocas demais e sido beijado em lugares aleatórios. Sabia que Joey provavelmente piraria ao saber dessas coisas, e que Burt teria um infarto se soubesse um terço do que o filho fez.

O moreno só estava tão bravo, tão... Irado com Kurt... Ele usou a festa como uma desculpa pra fazer algo que iria provocar sua raiva e tirar o foco de Kurt. Ele o odiaria ao acordar de ressaca. Então fez.

Lembrava-se da festa em flashes. Em beijar um cara alto e loiro com sotaque inglês, depois estar beijando outro cara um pouco baixo, de cabelos pretos e lápis de olho... Se lembrava de ser de todos. Aquele não era o Blaine. Não mesmo. O Blaine de verdade ansiava por um beijo, aprendera que um beijo era algo carinhoso, de amor...

"Kurt sorria para o garoto à sua frente. O castanho estava na porta de casa, acabava de ser entregue pelo garoto que tirava suspiros do Hummel. Seu nome era Jeremiah. Lindo como o nome. Haviam acabado de voltar da festa de formatura do Hummel.

– Uma pena você estar indo pra Nova Iorque. Eu adoraria passar mais tempo te conhecendo... — Disse com um sorriso no rosto, chegando perto do mais novo.

– Pois é. — Kurt tinha um rubor nas bochechas.

Não foi preciso falar mais nada, o castanho apenas deu o passo à frente que faltava para selar a distância entre os dois e colou os lábios ao do garoto que tinha mechas loiras caindo em seus olhos.

– Kurtie? — Perguntou o garoto de treze anos que via a cena.

– Bee. — Kurt disse assustado e se afastando de Jeremiah.

Estava tão ansioso pelo beijo que nem havia percebido seu irmão mais novo abrir a porta da casa e encarar os dois garotos ali na frente.

– Até mais, K. — Respondeu o loiro envergonhado, entrou no carro e desceu a rua sem olhar pra trás. Nunca mais veria o Hummel de qualquer maneira.

– Bee, você não deveria estar acordado essas horas... — Kurt entrou com o irmão em casa, tentando imaginar um jeito de fazer o garoto não contar para o pai que estava beijando um garoto na frente de casa às duas da manhã. — Vamos dormir. — E praticamente arrastou o menino para o andar de cima.

Entrou lenta e silenciosamente com Blaine em seu quarto e colocou o garoto na cama, que o olhava um tanto curioso.

– Bee, você sabe o que você viu. — Kurt tentava parecer passivo, seu irmão era mais novo porém não era mais uma criança.

– Você estava beijando um garoto. E se o papai souber, você vai ficar encrencado. — Blaine gargalhava baixo para não acordar o pai no fim do corredor.

– Então você não pode contar pra ele, você sabe, certo? — Blaine negou. — Porque ele vai ficar muito irritado e ele vai tirar o vídeo-game de nós dois.

– Eu nem jogo. — Blaine tinha um sorriso engraçado no rosto.

– Tudo bem. — Cruzou os braços, finalmente se rendendo aos caprichos do irmão mais novo. — O que você quer pra não contar o que viu? Posso te dar dez dólares.

– Não. — Cruzou os braços igual ao irmão.

– Vinte.

– Não.

– Eu não tenho mais.

– Eu quero aprender a fazer o que você estava fazendo. — Respondeu convicto de que aquela era uma boa idea.

– Como? — Kurt pensou que não havia entendido.

– Seguinte... — Blaine cruzava os braços e dava sua proposta como se fosse um garoto grande, quando na verdade ainda usava pijama dos power-rangers para dormir. — Eu gosto de uma menina da minha sala, a Tina, e eu quero fazer o que você estava fazendo com o garoto, mas com ela.

– Você tem treze anos, Blaine. — Kurt arqueou uma sobrancelha.

– E daí? Tem um garoto na minha sala que já tem até namorada. E todo mundo fica rindo da minha cara porque eu nunca beijei ninguém.

– Eu não vou te beijar. — Kurt disse como se fosse óbvio.

– Então eu vou contar pro nosso pai... — Disse com um sorriso sacana nos lábios. Kurt estava encrencado.

Se Burt soubesse desse deslize do castanho, provavelmente cancelaria a viagem à Nova Iorque no dia seguinte, e Kurt simplesmente não poderia perder a oportunidade de viajar à Nova Iorque. Caramba, era a cidade que nunca dorme... E se beijasse Blaine... Bem, por que diabos estava considerando a ideia de beijar seu irmão de treze anos?

– Eu posso contar agora. — Blaine disse sem paciência.

– Blaine, você não faria isso.

– Ôoo paiii... — Disse em um tom mais alto, porém Kurt fechou sua boca no mesmo momento. Esperou alguns segundos para largar o irmão, apenas se certificando de que Burt não havia acordado com o berro.

– Tudo bem, tudo bem! Eu te ensino a beijar!

Blaine sorriu vitorioso.

– Ok, seu segredo morre comigo.

– Tá. — Kurt bufou e se sentou na cama com as pernas cruzadas. — Você pode treinar com sua mão, olha. — Kurt fechou o punho e mostrou para o irmão o buraco que ficava entre o dedo indicador e o polegar. — Então você beija.

– Que ensinamento péssimo. — Blaine disse antes de tentar. Fechou seu punho, um pouco menor do que o de Kurt, e pôs-se a beijar sua mão. Na verdade, pôs-se a lamber.

– Não, não, Blaine. Não é pra lamber assim. — Kurt sorriu.

– Meus amigos beijam de língua. Você beijou de língua.

– Sim, mas você não pode chegar lambendo a sua amiga. — Bufou como se fosse óbvio. — Primeiro você chega só dando selinho, e depois você vai colocando a língua devagar. Não é um picolé!

– Você não sabe ensinar nada. — Blaine disse irritado enquanto tentava dessa vez. Demorou alguns segundos até o moreno se afastar de seu punho e encarar Kurt. — Assim?

– Sim, assim. — Se levantou da cama. — Pronto, agora você já sabe beijar.

– Mas e se eu beijar ruim?

– Você só vai beijar bem se praticar, Bee. — Kurt disse enquanto se preparava para sair do quarto. Tinha um sorriso nos lábios ao ver que seu pequeno irmão estava crescendo.

– Então pratica comigo. — Blaine disse inocente. Foi naquela noite que ganhou seu primeiro beijo, ameaçado, mas mesmo assim. E talvez esse seja o motivo de Kurt começar agir estranho com tudo isso, mas não o principal motivo dos irmãos pararem de se falar semanas depois."

Finn e Blaine chegaram em casa silenciosamente. Finn fez questão de deixar o moreno na porta de seu quarto para se policiar de que o Hummel não faria nenhum barulho, ou quebraria algum vaso. Seguiu então para o antigo quarto de Kurt, onde dormiria.

Blaine entrou no cômodo e viu uma relevo debaixo de seus cobertores, provavelmente Kurt dormindo. Burt havia feito uma cama de panos no chão para o castanho, que apenas decidiu aproveitar que o irmão não estava em casa, e dormiu na cama.

Blaine caminhou até seu closet e tirou suas roupas, colocando uma calça de moletom para dormir. Se arrastou até a cama, morrendo de sono, e ignorou a dor de cabeça e tudo girando por causa da bebida. Arrastou o irmão para o lado e se deitou, sem forças de fazer uma confusão para o castanho dormir no chão.

Hmfgm. — Kurt balbuciou algo ainda dormindo, mas não acordou.

O moreno fechou os olhos, mas os flashes das luzes piscando ainda o incomodavam. Sabia que aquela seria uma ressaca forte, e agradeceu por estar fora da Dalton. Nada o acordaria aquela noite, nem Nick e Jeff se pegando, nem ninguém.

Kurt piscou lentamente e alcançou seu celular que estava em cima do criado-mudo ao lado da cama. Evitando a luz forte em seu olho durante o breu que se instalava no quarto, pôde ver que era três e meia da manhã. Deixou o celular no mesmo lugar, e ao tentar se virar percebeu que não estava sozinho na cama.

Blaine dormia virando de bruços, sem cobertor, e um cheiro de álcool preenchia sua respiração. Kurt encarou seu irmão por alguns instantes e se perguntava como aquele garoto que viu crescer se tornara um homem tão... tão... Adulto. Desviou o olhar das costas másculas do irmão e virou-se, pondo-se à dormir novamente.

O Hummel mais velho estava entre um sonho nada anormal, apenas caminhando nos corredores da Nyada quando algo estranho aconteceu. Tudo estava quente e logo os alunos começaram a ficar turvos, enquanto riam da cara de Kurt apontando para sua... ereção?... que brotou do nada. Aquele sonho estava muito confuso. O castanho então entrou em uma sala qualquer, se livrou das calças e começou a se masturbar ali mesmo, se aliviando.

Tentava esconder os gemidos, mas não conseguia. Então de repente Kurt abriu os olhos rapidamente e se encontrou encarando o teto, no quarto que havia dormido. O sonho havia acabado, mas a excitação continuava ali, continuava o fazendo querer gozar e o clima ainda continuava quente.

Foi quando o castanho tomou um choque de realidade. Ele ainda estava se masturbando. Na verdade, ainda estava sendo masturbado. Levou um susto ao ver que a mão que o masturbava vinha do garoto ao seu lado, que dormia calmamente com um sorriso no rosto.

Kurt arregalou os olhos e tentou ignorar por alguns segundos a delícia que aquele ato estava o trazendo. Seu irmão. Seu irmão de quinze anos estava o masturbando... Tudo bem, aquilo era algo estranho.

Pensou em acordar Blaine e acabar com aquilo, mas se sentiu culpado, ou envergonhado. Blaine já o odiava e o clima entre os dois era horrível, imagina quando o moreno descobrisse que havia invadido o espaço do irmão e pego no seu... Merda. Kurt achou melhor acordar Blaine.

Quando tomou a coragem de chamar o irmão, ouviu o garoto murmurar alguma coisa entre o sorriso sacana que tinha durante o sono. Blaine roncava baixinho, o que dava certeza ao castanho que ele realmente estava dormindo.

Joeyyyy, hmmm, continua... — Blaine sussurrava.

Kurt gelou. Blaine, seu irmão de quinze anos, que estava dormindo ao seu lado estava tendo um sonho erótico... Como se isso não fosse ruim o suficiente, ele estava tentando se masturbar na mesma cama que dormia com o castanho. E pra piorar, errara o alvo e agora masturbava Kurt!!!!

Aquilo estava errado, muito errado.

Mas porra, estava tão bom...

Blaine era o mestre naquilo. Kurt não queria assumir, mas Blaine o masturbava de um jeito muito bom. E saber que era proibido e perigoso apenas deixava tudo mais excitante e... Droga, Kurt.

Kurt fechou os olhos fingindo voltar a dormir e se entregou, parando de forcar seus pensamentos contra à excitação que estava sentindo. Respirou fundo e pôs-se a aproveitar aquela sensação... Quanto tempo não era tocado daquele jeito? Desde que Adam o abandonara... Droga, aquilo era bom.

Bom demais.

Kurt não conseguia segurar os gemidos.

Blaine fazia movimentos rápidos, Kurt poderia jurar que se ele mesmo estivesse fazendo isso, não sairia tão bom. Sentiu seu corpo esquentar demais, se encher de excitação... Kurt sabia o que vinha a seguir.

Tentou segurar ao máximo o gemido, e finalmente gozou, sujando toda sua cueca e a mão de Blaine, que acordou na hora. Kurt sentiu seu corpo congelar. Blaine havia acordado e se sentado na cama com o susto de sentir a porra de Kurt em sua mão e.... Droga!

Kurt continuou de olhos fechados, tentando disfarçar sua respiração alterada e fingir que ainda estava dormindo. Parecia funcionar.

– Merda.

Sussurrou Blaine, que saiu rapidamente da cama e correu até o banheiro.

Aquela não seria uma lembrança comum para os irmãos, mas Kurt não pode esconder que aquilo havia sido extraordinário demais para ser classificada como uma lembrança ruim...

Notas finais
Eitaaaaaaaaaaaa... hihihih Gostaram, o que acharam? Blaine baby estava dormindo, tadinho. Comentem, quero ver o que acharam... hahhaa. Até outro dia! ♥ [N/A: Dei uma relida aqui e percebi que não coloquei o motivo da treta ainda... Desculpa, mas esse capítulo ficou com 3 mil palavras já... Juro que no próximo eu conto, hehe]