Part Of Me

15 Capítulo 15


Notas iniciais
Queria agradecer a Ayanne pela maravilhosa recomendação, mt obrigado, eu adorei. E eu amei os lindos reviews, sério, tem como vocês serem mais perfeitas?

— Oh Damon! – O beijei.

Durante o beijo deixei que minhas lágrimas caíssem, banhando meu rosto.

— Eu te amo – Sussurrou com os lábios nos meus.

Puxei novamente sua boca e lhe tracei espirais, desfrutando de seu gosto, suas mãos foram para minhas costas, agarrei seus cabelos e forcei mais milha língua na sua, ganhando finalmente nossa batalha.

— Principessa... Minha...

— Você fala italiano – Disse surpresa.

— Meu avô me ensinou – Sorriu me beijando de novo.

* * * * * * * *

— O que é isso no seu pescoço? – Gritou Caroline. Ela fechou a porta do carro e tocou meu pescoço espantada, com a boca aberta em total descrença.

— Damon. Nem com maquiagem consegui esconder – Liguei o carro não conseguindo segurar o sorriso.

Ela riu e me fez contar todo o meu final de semana.

— Ah, que perfeito, um eu te amo a luz do pôr do sol! Que romântico – Sorriu ela batendo palminhas.

— Eu o amo também Car.

— Isso eu sei há séculos – Disse ela estalando os dedos.

Já na faculdade, as meninas sorriram quando repeti o mesmo que havia dito a Car.

— Estou muito feliz por você Lena – Disse Bekah me abraçando.

— É você merece – Abraçou-me Bonnie.

— Abraço triplo na Elena!!! – Gritou Car pulando em cima de todas nós.

* * * * * *

— Eu estou na porta do seu prédio te esperando – Disse Damon quando atendi o celular.

Corri para janela para confirmar e o vi encostado em seu carro com o celular na mão.

— Olha para cima – Falei.

Ele olhou e então sorriu um sorriso tão grande que eu veria a quilômetros de distância.

— Venha para mim – Disse rouco.

Sai correndo, não me importando se a porta estava fechada e me joguei em seus braços quando cheguei até ele.

— Senti saudades – Disse olhando em seus olhos.

Ele sorriu e puxou meu queixo, beijando levemente a ponta do meu nariz, então descendo até chegar a minha boca, plantando pequenos beijos no canto e pedindo passagem com a língua. Meu coração oscilou um pouco quando concedi, explodindo de felicidade, mas estreitei mais ainda nosso espaço e me grudei a ele. Depois de alguns minutos peguei em sua mão e o arrastei andar a cima, o beijando novamente ao fechar a porta.

Ele andou comigo me abraçando por trás e se sentou no sofá, me colocando em seu colo. O encarei com um leve sorriso, me perdendo por vários segundos em seus olhos.

Ele entreabriu um pouco seus lábios e então os lambeu, me deixando louca para beijá-lo, seus dedos desceram por meu rosto, parando em meu pescoço por vários segundos e então continuando a descer, o vale dos meus seios, minha barriga e então se virando para minha cintura, parando em minhas costas e me puxando para mais perto.

Aproximei meu rosto do seu e o beijei, com todo o amor que tinha, com paixão, entregando minha alma e meu corpo. Suas mãos entraram por debaixo da minha blusa acariciando minhas costas. E em uma fração de segundo ele estava de pé, caminhando pelo corredor e abrindo a porta do meu quarto. Deitou-me na cama e tirou nossos sapatos se deitando por cima de mim, beijando, mordendo meu pescoço, levei minhas mãos para o primeiro botão de sua camisa e o desabotoei tremendo.

Ele sorriu e tirou minha blusa, lambendo desde minha barriga até meus seios, logo desabotoei com dificuldade os outros botões de sua camisa – ainda com as mãos tremendo – e levei minhas mãos para seu ombro.

Minhas tremulas mãos assumiram um papel confiante quando olhei sem pudor para seu corpo. Eu queria tanto... E podia. Sem esperar o puxei para perto e tirei sua camisa, respirando profundamente enquanto ele friccionava seu membro em mim.

Gemi alto segurando com força seus cabelos. Ele riu baixinho e explorou minhas coxas com suas mãos, parando bem no momento de chegar no meu zíper e se abaixando para beijar meus seios.

Suas mãos voltaram-se para trás e abriram o fecho de meu sutiã, deslizando alça por alça e o jogando no chão.

Suas mãos levantaram minhas costas como um apoio e sua boca atacou meu seio esquerdo, guiei minhas mãos até sua calça e a desabotoei, a tirando com as pernas, ele voltou sua boca ao meu pescoço, e então foi para meu seio esquerdo.

Suas mãos foram abaixando, me deixando completamente deitada na cama e então desceram para o cós de minha calça a desabotoando e a tirando. Ele gemeu e me beijou profundamente, então seu beijo desceu para meu queixo, subindo para minha orelha e sussurrando:

— Eu vou te fazer minha...

Arqueei meu corpo contra o seu, procurando tocar sua pele e me satisfazer. Quando nossas peles se chocaram senti uma delicada sensação atravessar meu corpo, misturando-se a choques térmicos e a suspiros frescos. Arquejei diante tamanha intensidade e Damon suspirou satisfeito.

Ele tirou minha calcinha lentamente, depois subindo os dedos pela parte interior de minha coxa, chegando a minha intimidade e beliscando meu clitóris.

Gemi piscando lentamente e lhe dando um selinho, ele beijou todo o meu rosto e me beijou com paixão, descendo seu dedo e me penetrando.

Seu dedo fazia lentos e grandes movimentos dentro de mim, me fazendo perder o controle da respiração e ofegar, desci sua boxer e o acariciei, ele jogou a cabeça para trás e parou seus movimentos por um segundo, logo voltando a bombear com força dentro de mim.

A sensação de liberdade que começava a preencher meu peito agora me tirava o fôlego, eu precisava de mais, eu precisava quebrar a corrente, Damon entendeu e penetrou mais um dedo, me fazendo quebrar.

Encostei minha cabeça em seu ombro ofegante e beijei seu pescoço, sentindo satisfação.

Mas era pouco, eu queria mais, eu necessitava de mais, apertei minha mão em torno de seu membro e o encaixei em minha entrada.

Aos poucos ele foi entrando e rompendo meu hímen, fazendo uma dor fina mas insistente aparecer, seus olhos mostravam seu desejo e seus dentes estavam trincados, me mostrando seu controle.

Sua respiração estava suspensa, acariciei seu cabelo e apoiei minhas mãos em seus ombros, deixando-me acostumar com a dor e assim que a eliminei, fechei minhas pernas em seu quadril e empurrei meu corpo para frente.

Ele soltou a respiração e começou a estocar de vagar, fazendo toda a minha extensão arquejar de dor, o abracei, enterrei minhas mãos em seus cabelos e abafei meus gemidos contra sua pele, ele inspirou profundamente o meu cheiro e mordeu minha orelha.

Doía muito, a cada estocada algo na extensão de meu útero repuxava, mas eu precisava me acostumar para poder desfrutar futuramente. Seus olhos cautelosos me avaliavam e quando minhas feições demonstravam dores fortes ele parava por alguns segundos até eu me recuperar.

Aos poucos a dor foi ativando uma parte masoquista em mim, que fez com que eu gemesse de prazer ao sentir minha intimidade se lubrificar mais e mais para ele e misturar tudo isso as pontadas de dores que eu recebia.

Seus movimentos eram fortes, tirando-me o folego e machucando-me cada vez mais, cegando-me e levando toda minha sanidade. Ele sentia o quanto doía e fazia menções para parar, mas eu o incentivava a continuar, a dor tão aguda, seu membro todo lambuzado dentro de mim e sua respiração em meu pescoço me faziam cada vez mais implorar para ele me foder.

Com toda a força que tinha o fiz sentar, cruzando minhas pernas em torno dele. Senti ainda mais dor, o que só me deu mais motivos para continuar, pois nessa posição seu membro atingia um ponto prazeroso dentro de mim, que enviava camadas de calor por todo meu corpo. Eu precisava de mais camadas dessa.

Nossos corpos se chocavam com aspereza, nos causando arrepios, nossas peles enviavam sensações elétricas e quentes, nossos gemidos se confundiam, terminando em suspiros profundos, nos intensificando.

Tornando-nos um só.

Damon beijava todo o meu ombro, as vezes mordendo meu maxilar e me beijando vorazmente. Ele apertava cada vez mais meu corpo contra ele, me deixando em êxtase. Era tão completo a forma como a dor se misturava a quentura e me fazia querer rebolar mais e mais para que seu membro tocasse na parte profunda de meu interior. Estava quente e suada, sentindo a glória entrar em meus pulmões, deixando seu cheiro impregnar-se em mim, gemendo baixinho em seu ouvido. Meus olhos reviravam e minha boca se contorcia, tomei uma profunda respiração e mordi seu ombro quando ele aumentou o ritmo junto comigo.

Passei um braço por baixo de suas axilas e outro em seu ombro, prendendo meus dedos, e o induzindo a fazer a mesma coisa.

Nosso abraço em formato de X nos trouxe mais contato, deixando cada parte de nossos corpos ligados, meu ápice estava chegando, as correntes estavam lá de novo, só que dessa vez mais forte.

Calor e eletricidade.

Eu nem sabia se isso era possível, mas tudo que senti foram ondas arrebatadoras de calor escurecendo minha visão e um delicioso choque percorrer meu corpo.

Mordi com força seu ombro sentido eu ele estava próximo de gozar e continuei a rebolar após meu prazer passar e assim que o senti relaxar o beijei intensamente. Respirei profundamente contra ele, impactada com a forma como minha respiração recusava-se a se regularizar.

— Vem aqui – Me puxou para seu peito.

Minha respiração ofegante batia contra seu peito, o arrepiando e o ajudando a se regularizar. Fechei os olhos por um minuto e então os abri, olhando para cima e fitando aquela imensidão azul.

— Eu te amo... – Sussurrei.

— Eu te amo – Repetiu.

Ele acariciou meu rosto com a ponta dos dedos e me puxou para cima.

— Minha – Sorriu.

— Só sua – Confirmei o beijando.