Part Of Me

16 Capítulo 16


Notas iniciais
Espero q gostem minhas flores

Acordei abraçada a Damon, seu braço esquerdo me envolvia parcialmente e o meu envolvia sua cintura. Meu braço esquerdo estava dormente e super quente, mas segurei tudo isso para manter aquele momento para sempre. Toda a plenitude me invadindo e me fazendo feliz.

As lembranças da noite passada me invadiram e em uma súbita felicidade soltei uma gargalhada baixinha. Com cautela olhei para cima para conferir se eu o havia acordado e surpreendi-me com o fato de encontrar olhos azuis dilatados em um rosto que não tinha a mínima aparência de ter acordado agora.

— Bom dia – Disse ele sorrindo.

— Bom dia... – Beijei seu peito.

Subi os beijos até sua boca, apoiei-me em minhas mãos e deixei minhas pernas uma de cada lado seu corpo, meu cabelo caindo em minhas costas.

Suas mãos subiram por minhas coxas e apertaram minha bunda, me forçando para baixo. Ri de nossa situação e deixei-me cair em cima dele, recebendo milhares de beijos por toda a face.

— Cabelo, argh – Resmungou ele cuspindo alguns fios de meu cabelo.

Gargalhei ainda mais e sentei-me em seu abdome para fazer um coque firme. Assim feito olhei-o novamente e não consegui compreender sua expressão séria para meu corpo.

Olhando para baixo adquiri consciência de meu corpo completamente nu e o encarei novamente mordendo os lábios. Ele grunhiu alto e colocou as mãos no rosto tampando seus belos olhos.

— O quê? – Sorri provocativa.

— Assim não dá Elena – Brigou ele – Vem aqui vem.

Ele nem havia terminado de me chamar e eu já atacava sua boca, segurando com firmeza todas as partes de seu corpo que minhas mãos tocavam. Ele respirou fundo para se controlar e friccionou minha intimidade em sua cintura.

Ele não ia parar, mas também não cederia tão fácil. Seus olhos em fendas diziam-me que passaríamos um bom tempo ali e nada me fez mais feliz. Senti seu membro ereto e gemi alto, deixando extravasar toda a sede por sexo que eu havia adquirido já em tão pouco tempo, ele riu safado e me penetrou com um de seus dedos.

Doeu, mas o prazer também estava ali, convivendo lado a lado e fazendo meu corpo esquentar ainda mais. Seus movimentos eram de vai e vem bem ritmados e por várias vezes iam bem fundo, me fazendo estremecer de dor, assim que ele notava que a dor havia sido intensa seus dedos corriam de volta a meu clitóris e entregavam-me um onde cegante de prazer extremo.

Gemi fechando os olhos e me posicionei em cima de seu membro.

— Isso... – Sussurrou enquanto aos poucos ia deixando que ele me penetrasse.

Sentei-me temerosa, a dor havia aumentando, mas não pelo seu tamanho, mas sim pela grossura de seu pau, que me alargava e preenchia completamente. Apoiei minhas mãos em seu peito e rebolei devagar, sentindo as dores se intensificarem por alguns segundos e depois diminuírem gradativamente, o que arrancou um gemido alto de Damon, que controlava-se para não me atacar voraz.

Vários segundos depois ousei me movimentar em cima dele, sentindo a dor diminuir um pouco mais quando eu me lançava para cima e depois aumentar enquanto eu descia lenta e provocadoramente em seu pau.

Seu controle foi para os infernos e em um movimento rápido ele inverteu nossas posições e enganchou minhas pernas em seu quadril.

— Assim dói menos para você – Disse ele – E eu posso te foder gostoso. Tentaremos outras posições conforme você for se acostumando com meu tamanho e parando de sentir dores. O.k?

Assenti tocando seus ombros e o puxei para um beijo longo ao mesmo momento. Seu quadril então desceu para baixo e começou uma série de movimentos ritmados que doíam muito menos e me extasiavam grandemente.

Gemi seu nome pesarosamente sentindo toda a minha região pélvica se contorcer e esquentar ainda mais, se misturando com pequenos momentos de dor que subiam a minha cabeça e me faziam querer gritar e arranha-lo. E assim o fiz, o que só o levou a mais tesão, fazendo com que ele se enterrasse cada vez mais fundo em mim e gemesse meu nome de vez em quando.

— Você é tão... Apertadinha... Deus... – Sussurrou ele entre ofegadas fortes.

Sorri ainda mais deixando a dor sumir completamente e puxando com força seus cabelos enquanto sua boca se direcionava ao meu pescoço e o sugava fortemente.

Seu chupão virou uma mordida forte, que me lubrificou ainda mais e fez com que eu me encorajasse a jogar meu quadril de encontro a seu membro contra seus movimentos rápidos.

— Assim que você gosta? – Perguntou travando minha cintura e estocando rapidamente, sem tempo nenhum de resposta.

Minha visão escureceu no mesmo instante enquanto a dor voltava novamente com o prazer e se misturando ao tesão. Sem nenhum controle sobre mim deixei gemidos altos escaparem e soltei minhas mãos de seu cabelo e as forçando contra o lençol, em um total desespero.

Com grunhidos altos vindo dele senti suas estocadas aumentarem ainda mais, fazendo a cabeceira da cama bater vez ou outra na parede e meu corpo descer mais de encontro ao seu pau.

—Goza para mim – Pediu ele.

Tomei fôlego para responde-lo, mas minha boca não conseguia se mexer e meu peito muito menos acumular um pouco de ar que fosse. Tentei novamente e dessa vez fui bem sucedida e apoiando minhas mãos em seus ombros e jogando meu peso nele respondi com a voz trêmula de deleite:

— Só para você.

Senti um tremor terrível percorrer meu corpo e logo que o senti apertei fortemente minhas mãos em seus ombros, completamente desesperada por algum apoio para que eu não me desmontasse. Quando senti meu orgasmo minhas pernas ficaram completamente dormentes enquanto meu cérebro dava voltas tentando processar o que estava acontecendo.

Em meio a todas aquelas voltas Damon ainda estocava em mim, tornando a sensação ainda mais deliciosa, pois enquanto eu sentia minha intimidade esquentar e se lambuzar seu pau deslizava com mais facilidade e minhas paredes o apertavam ainda mais. Seus gemidos escapavam vez ou outra de sua boca, aumentando ainda mais meu êxtase.

Ele então cessou movimentos, por um instante encarando meus olhos com as pupilas totalmente contraídas, deixando o azul de seus olhos ainda maiores. E então ele saiu de cima de mim e deitou ao meu lado, seu braço encostando no meu.

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.

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— Que horas são Damon? – Perguntei depois de um tempo. Quanto? Não me pergunte, pois o tempo parecia tão impreciso para mim que eu sequer conseguia discernir se haviam se passados segundos, minutos ou o dia todo.

Ele olhou para o relógio na cabeceira e olhou para mim com a expressão divertida.

— Nove e quarenta e cinco.

Sentei-me imediatamente, olhando para o relógio e conferindo se não era uma brincadeira e não era mesmo.

Nem pensei em sair da cama, não entraria em sala alguma a essa hora. Anunciei a ele isso e obtive um sorriso seu.

— Vamos passar o dia juntos? – Pediu Damon fazendo biquinho.

— Você não tem trabalho?

Ele sorriu e negou com a cabeça.

— Só de noite.

Sorri concordando e encostei-me a ele antes de dizer:

— Vamos tomar banho então, parece que cai numa piscina de cola de tão grudenta que estou.

Ele assentiu e me pegou no colo, entrando no banheiro do outro lado do corredor e ligando o chuveiro. Senti primeiramente a agua gelada em meu corpo e logo depois pude acompanhar a mesma aquecendo-se.

A água quente escorreu pelo meu corpo levando todo o suor, o que fez com que eu descesse do colo de Damon e pegasse o xampu. Ensaboei meu cabelo não deixando de encara-lo por um segundo e assim que terminei fiz menção de lavar os seus.

Ele me pegou no colo novamente então, enganchando minhas pernas em sua cintura e me prensando na parede. Com a mão já cheia novamente de shampoo massageei seu cabelo, observando Damon fechar os olhos e inclinar-se para mim.

— Enxague – Pedi.

Assim que ele o fez repeti o processo com o condicionador e desci de seu colo para fazer o mesmo comigo.

Em uma súbita ideia sai do box e peguei o sabonete líquido da pia para derramar uma quantidade generosa na palma de minha mão e o empurrar para a parede. Passei minhas mãos por seu peito, subindo para seus braços e logo descendo por sua barriga, chegando até seu membro e o acariciando.

Ele gemeu e me puxou pela cintura, pegando a embalagem de sabonete liquido e derramando um pouco em sua mão também. Pude ouvir o barulho da embalagem sendo jogada para trás, mas tudo que consegui me concentrar foi em suas mãos.

— Não devia ter mexido comigo amor – Acusou descendo suas mãos por meu corpo.

Ele sorriu matreiro e massageou meus seios, indo até minhas costas e descendo ainda mais.

* * * * * * *

— Vai vestir a mesma roupa de ontem? – Fiz careta.

— Não carrego muda de roupa comigo – Disse abotoando sua camisa amassada – A menos que você tenha uma costureira no seu guarda roupa não podemos fazer nada.

Ri e escolhi uma roupa para vestir, quando terminei me virei para Damon e me assustei com sua expressão.

Ele sustentava um olhar temeroso e muito nervoso.

— O que foi Damon? – Fui até ele e me sentei em seu colo.

— Não usamos camisinha – Murmurei.

Deixei que o alivio me tomasse e sorri para ele, que me fitou incrédulo e estreitou os olhos.

— Eu tomo pílula Damon – Ele respirou aliviado e me beijou – Não vou dar um golpe em você.

— Eu não pensei nisso! – Disse alterado – Mas um bebê agora não seria legal.

Sorri para ele assentindo que eu compartilhava da mesma ideia e logo depois de alguns minutos fomos para a cozinha e tomamos café.

— O que vamos fazer agora? – Perguntei para ele.

— Tenho muitas idéias – Disse malicioso.

Meus lábios se contraíram em um meio sorriso, mas logo voltaram ao normal ao perceber a mudança de pensamentos dele.

— Você deve estar um pouco dolorida – Murmurou assentindo – Não fui muito calmo hoje de manhã, seu corpo sob toda aquela claridade, todo exposto... Ah, me descontrolou.

— Dói ainda, mas eu não me importo nenhum um pouco – Ri divertida – Pode me deixar dolorida quantas vezes quiser Sr. Salvatore.

* * * * * * *

— Eu tenho que ir, me deixe irrrrr – Disse Damon gargalhando e prolongando nosso beijo pela milésima vez.

— Ah não... Ainda não estou saciada – Fiz biquinho.

— Não faça biquinho –Sorriu –Eu tenho que trabalhar, se você continuar assim eu não vou a lugar nenhum e nós dois sabemos que os pacientes não vão ser consultados sozinhos.

Aumentei ainda mais meu bico e ele gemeu, dando um passo à frente e selando longamente nossos lábios.

— Tenho que ir. Vemo-nos depois.

Ele correu para o elevador e assim que apertou o botão do térreo me soprou um beijo. Encostei-me no batente da porta e sorri.

Eu me sentia em jubilo, quase no céu, tudo que eu estava sentindo só perdia para tudo que senti quando Damon me preencheu.

E estava tudo tão perfeito, que parecia que nada iria atrapalhar.

Eu poderia até me arriscar a dizer que estava vivendo em um conto de fadas, pois minha vida com Damon se parecia com um.

Como um sonho, meu sonho particular...

Notas finais
espero q tenham gostado, posto o prox na sexta. P.S:a bia postou em doze verões. até amores, beijos. P.S.S:Obrigado pelos reviews, eu amei.