Part Of Me

12 Capítulo 12


Notas iniciais
olá minha leitoras fofas. Mais um cap pra vcs, queria agradecer a Mrs Gaby Loves e a Lís Nolasco, eu amei a recomendação de vcs, mt obrigado msm. SEGUNDO, OBRIGADO PELOS REVIEWS MINHAS LINDAS... AGR VAMOS AO CAP....

No sábado fui me arrumar um pouco mais tarde, sabendo que se eu começasse a me arrumar antes das seis acabaria sentada no sofá com a ansiedade em ponto máximo e o horrível frio na barriga de sempre.

Mesmo ele chegando alguns minutos depois de eu ter terminado de me arrumar não consegui impedir o frio que tomou minha barriga ao entrar no elevador. Quando cheguei ao portão e o vi parado ao lado de seu carro olhando para mim meus olhos brilharam no mesmo instante, apressei mais o passo e cheguei bem perto de seu corpo.

— Esse vestido a deixa magnífica – Sussurrou antes de me beijar.

Seu beijo me trouxe lembranças do sonho que tive noite passada, dando o suficiente para me incendiar por completa, o empurrei e o prensei na porta do carro, descansando minhas mãos em seus ombros e atacando furiosamente a sua boca.

— Vou dizer mais vezes que você está magnífica – Riu ele ofegando.

Gargalhei alto e lhe dei um selinho, ele se afastou e abriu a porta do carro para mim.

— Gosta de rosas?

— Adoro.

Ele sorriu assentindo e deu partida. Depois de alguns minutos em silencio não me aguentei e toquei seu rosto me sentido bem ao sentir sua textura, ele olhou-me por entre os cílios e sorriu carinhoso.

Eu poderia vê-lo sorrir o dia todo, que não me cansaria nenhum pouco, seria maravilhoso passar o domingo com ele.

Depois de mais alguns minutos ele estacionou em um pequeno restaurante, o painel na entrada piscava em roxas letras néon: Rose’s restaurante.

Ele olhou para mim relutante quando saímos do carro e lhe dei um sorriso, ele tomou como um gostei e rodeou minha cintura com o braço direito.

Na entrada ele deu o seu sobrenome para o atendente e ele nos levou a uma pequena sacada, – que dava a vista para o crepúsculo e que estava quase ao fim –, cheia de rosas e trepadeiras.

Inspirei sentindo o doce aroma floral e me sentando na cadeira que Damon puxou para mim.

— Gosta?

— Sim, muito – Sorri.

Ele sorriu e beijou minha mão boa, o garçom veio e anotou nossos pedidos, logo os trazendo.

— Como foi sua semana? – Perguntou depois de mastigar.

— Foi ótima, minha tia está noiva, se casa daqui cinco meses e fui pedida em namoro – Sorri.

— Posso saber quem foi o sortudo? – Abriu os braços – Eu estava esperando uma chance com você!

— Ah claro que pode – Disse me levantando e indo sentar-me em seu colo – Ele tem os olhos mais bonitos que já vi, um sorriso que me tira o fôlego e é tudo que eu sempre sonhei. Mas não se preocupe, isso não te tira da jogada, você ainda tem sua chance cavalheiro.

— Hmm. Acho que vou abrir mão de você e te deixar pro cara ai, ele parece te querer muito...

— Isso me magoa, mas sinto que está certo, esse cara significa muito para mim sabia?

— E você sabe o que significa para ele? – Perguntou com a voz rouca.

— Não, ele ainda não me disse.

— Ah, ele devia! – Sorriu.

— É?

— Sim. Ele devia dizer como adora seu sorriso, como adora olhar em seus olhos, como fica fascinado cada vez que te vê, também deveria incluir que fica completamente tonto quando está perto de você e que ama sentir o gosto da sua boca. Porém acho que ele não é muito bom em dizer essas coisas explicitamente sabe – Murmurou ajeitando uma mecha de meu cabelo.

Não pude evitar e sorri enquanto o beijava, era tão bom ouvir tais coisa, quase que fascinante.

— Minha – Sussurrou.

Levantei-me de seu colo e me sentei novamente em minha cadeira, voltando a comer com um sorriso no rosto.

— Então – Comecei – Minha tia quer que eu seja sua madrinha.

Ele me olhou e depois de respirar profundamente perguntou:

— E quem vai ser o padrinho?

— Eu estava pensando em você. Se não quiser já me diga agora, porque eu vou precisar de um...

— É claro que eu quero – Cortou.

Respirei aliviada e peguei sua mão, beijando a palma.

— Com quem ela vai casar?

— Meu professor de anatomia. Alaric Saltzman.

— Eu o conheço – O encarei surpresa – Foi o meu melhor professor, é uma ótima pessoa.

— Tenho certeza que ele ficará muito surpreso quando o vir comigo então – Sorri.

— Ele vai.

Então ingressamos em uma conversa sobre Ric, ele contou-me que se tornara muito amigo dele e todas as coisas engraçadas que viu ele passar durante cinco anos, e eu lhe contei o motivo de chamarmos ele de namorado safado da tia Jenna.

Quando percebi já eram onze horas e estávamos voltando para casa.

—Até amanhã – Despediu-se.

— Até – O beijei.

O que era para ser apenas um beijo se tornou um frenesi completo, ele desafivelou os nossos cintos e me puxou para seu colo, suas mãos apertando possessivamente minha coxa.

Sua língua enroscava-se a minha com força, nos fazendo perder a respiração, por alguns segundos não liguei, mas quando começava a passar mal, puxei com toda a força seus cabelos, o fazendo olhar para mim. Por uma fração de segundo ele me avaliou e então atacou meu pescoço, sugando o mais forte que podia.

Suas mãos subiram por minha coxa, até parar em minha cintura, ele puxou meu corpo para baixo, me fazendo sentar em seu colo e sentir o volume em seu jeans. Gemi diante tal e puxei sua boca para a minha, traçando e rodeando sua língua, explorando com voracidade toda sua boca e rebolando em seu colo.

Seu celular começou a tocar, ele suspirou, mas não parou de me beijar e tocar todo o meu corpo.

— Atenda – Ordenei encostando minha testa na sua.

— Não. Isso pode esperar – Voltou a me beijar.

Seu celular parou de tocar, nos dando alivio, suas mãos ergueram minha cintura novamente, fazendo com que meu pescoço encostasse em seus lábios, ele o sugou de leve, passando a língua e depois respirando fortemente. Aquilo me arrepiou completamente, me acendendo ainda mais, desci minha mão por seu peito, mas o celular começou a tocar novamente quando abri o primeiro botão.

Ele suspirou, mas atendeu o celular.

— Alo?

Sua expressão de frustração mudou completamente ao ouvir a resposta de quem estava ligando, passando de surpresa a raiva e depois voltando à surpresa.

— Ta. Tudo bem. Já eu estou ai – Disse bravo – Não, não.

Ele assentiu para o telefone e olhou para mim.

— Sim eu também.

Ele desligou e me olhou.

— Minha mãe. Ela está na porta do meu prédio. Vou ter que ir – Lamentou fazendo biquinho.

— Tudo bem. Ainda vamos sair amanhã?

— É claro. Vou passar o dia todo ao seu lado.

Sorri mais e sai de seu colo, lhe dando um selinho demorado e saindo do carro, ele esperou que eu entrasse e então deu partida.

No elevador minha consciência voltou, se a mãe de Damon não tivesse nos atrapalhado, provavelmente eu perderia minha virgindade no banco de trás — ou quem sabe no dá frente – de um carro.

Chegando ao meu apartamento me escorei na parede e suspirei, mesmo eu não me achando pronta eu queria, queria seu corpo, todo para mim, sentir cada centímetro de sua pele, colada à minha.

Eu queria mais e mais dele a cada dia, teria isso um fim?

A cada dia eu queria mais e mais perder segundos de respiração o beijando.

Eu queria fechar os olhos e perder a visão de seus olhos, só para me deliciar completamente com a textura de sua pele e o calor de seu corpo.

Lembrei da forma como ele pareceu afetado com o pensamento de eu ser madrinha de tia Jenna com outro, logo me lembrando da mesma e consequentemente de minha mãe.

*****

No dia em que tia Jenna me ligara para me convidar para ser sua madrinha, minha mãe roubou o celular de sua mão e iniciou uma verdadeira inquisição espanhola sobre meu namorado, não sei como ela soube, mas ela me fez ficar tão nervosa que tive até vontade de desligar, mas logo quando estava prestes a fazê-lo ouço a voz de meu pai e poucos minutos depois minha mãe aceitando meu namoro.

Eu sempre achei linda a ligação dos dois, algumas palavras dele eram suficientes para acalmá-la, fazer repensar e compreender.

**********

Dormi pensando nele, sempre nele, sonhei também com ele, que o beijava e o tinha totalmente para mim, assim como na realidade...

Notas finais
mereço reviews e recomendações?