Paradoxo.
4 Capitulo 3.
Ministério da Magia, 2024.
Palavras se formavam em torno do portal:
"Alimente a alma, retorne quando o desejar, entenda o cumprimento".
Rose não esperou muito ao ver as luzes começarem novamente e adentrou o portal.
Mansão Malfoy, 1953.
Quando seus pés tocaram a grama, Rose teve que arrumar seu vestido verde rapidamente, ela transfigurou um espelho e se arrumou, tentando estar apresentável o suficiente para pular nos braços de Abraxas, seu grande amor. Arrumou o cabeço com uma trança e deixou metade solto, o anel em seu dedo parecia, mais e mais, pesado. Sua ansiedade ultrapassava qualquer limite saudável. Mas, quem se importava? Ela estava voltando para Abraxas.
A mansão dos Malfoy estava empestada de convidados, suas paredes negras possuíam arranjos de rosas brancas e inúmeras cadeiras e mesas tinham sido espalhadas pelo salão de festas. Quando Rose adentrou aquele lugar, estranhou o silencio, mas persistiu e caminhou até outra sala, ao lembrar das suas visitas a mansão com Scorpius (ela sabia onde ficava cada lugar dali), o outro salão estava diferente daquele. Contudo, igualmente silencioso. Nele pessoas estavam vestidas com elegantes roupas e também tinha um altar montado. Todo parecia compor uma cena romântica de final de telenovela, pessoas sorrindo emocionadas, uma bonita noiva com um gigantesco véu de grinalda, ao seu lado, um noivo, com trajes a rigor negros. Uma perceptível antítese, os cabelos negros da noivo com o vestido transitava para o cabelo quase branco do noivo, com as vestes negras.
Era tudo muito belo, eles tinham acabado de assinar o registro do Ministério e estava no momento das declarações, era hora do noivo falar, sendo que a noiva já tinha falado.
—Minha bela Cassandra. -Não havia emoção na voz dele, nem mesmo qualquer indicio que indicasse sentimentos. -Mesmo em Hogwarts já notava o começo de um sentimento crescente em mim, amor. — Algumas mulheres suspiraram, encantadas com a tal palavra, Rose chorou. -E, com o passar dos anos, chegamos a esse momento, o qual esse amor triunfa e se concretiza. -A mão dele foi até o rosto dela, acariciando-a. -Minha bela esposa, Merlin agraciou-me com vosso graça e elegância, com sangue nos juntou. E, pela graça de Merlin, germinará em herdeiros. -A noiva, Cassandra, assentiu, emocionada.
Cada palavra dita era uma facada em Rose, seu rosto sereno tinha adquirido traços tristes. Como ele poderia fazer aquilo? Como? Depois de tantas juras, de tantas... Promessas... A cabeça dela parecia que iria explodir, o coração em seu peito batia fora do compasso.
Os noivos trocaram alianças, se aceitaram e começaram as palmas, eles saíram dali, deixando-a sozinha naquele salão tão conhecido. Destroçada. Ela permaneceu ali por horas, deixando-se consumir pela angustia e decepção. Quando percebeu que não lhe restava nada ali, levantou-se e marchou até a saída do salão.
No momento em que abriu a grande porta outra criatura também abria, ela se desequilíbrio e, por pouco, não caiu, mas foi suficiente para deixar um papel sair das suas vestes.
—Perdão, senhorita! -Se tratava de um elfo.
Rose conhecia aquele ser e, ao ver outro rosto desesperado, tentou sorrir e passar segurança para a criatura.
—Acalme-se Fix, estou bem.
O elfo arregalou os olhos, como aquela mulher lhe conhecia?
—Vosso senhor, Abraxas, conviveu comigo por algum tempo e me falou sobre suas criaturas, está fazendo um belo trabalho, Fix...
Os olhos do elfo se encheram de lagrimas com o elogio.
—O que está havendo aqui? -Perguntou uma voz severa.
—Meu senhor, senhor Malfoy... -O elfo tentou formular alguma frase para se desculpar e não sofrer tanto, mas Rose foi mais rápida.
—Sou Rose Macmillan, peço perdão se causei algum problema, a criatura só estava me ajudando.
—Senhorita Macmillan, está bem? -Perguntou o homem, notando os traços das lagrimas.
—Não, senhor Malfoy, infelizmente devo retirar-me, acabei de receber a noticia do sumiço da minha prima.
Os olhos do homem se arregalaram.
—Por Merlin! Vosso tio deve está preocupado e desesperado, mande minhas condolências e o avise que, o mais tarde pelo manhã do dia seguinte a esse, estarei em vossa residência para ajudar. -Ele se aproximou e segurou Rose pelo braço. -Abraxas não irá se incomodar em lhe dar adeus.
Rose queria dizer que não, queria fugir dali, mas engoliu o desespero e assentiu.
—Abraxas, comprimente a senhorita Macmillan , ocorreu uma questão que requer sua presença na sua residência.
Abraxas se virou sorridente, com Cassandra ao seu lado, pegou na mão de Rose e beijou ali, rapidamente, não rápido o bastante para que a corrente elétrica habitual deixasse de passar.
—Senhorita Macmillan, espero que tenha apreciado a cerimonia. -Disse cortes.
Rose tentou preferir alguma palavra, mas não conseguiu e se pôs a assentir, seus olhos teimavam em se encher de lagrimas. Ela abriu um pequeno sorriu e aproveitou o momento em que Abraxas virou-se para limpar as lagrimas rapidamente.
—Essa é a minha senhora, Cassandra Malfoy. -Ele olhou diretamente para ela e, ao focar em seus olhos, estremeceu com os sentidos que eram transmitidos. Dor, tristeza, decepção...
Não existia alguém mais feliz que aquela mulher, em contra partida, não existia alguém mais triste que Rose.
—É um prazer conhece-la. -Abraxas percebeu a força incomum que ela fez para proferir aquelas palavras. -Desejo felicidade aos... -Ela engoliu choro. -Noivos. Peço licença para retirar-me. -Virou-se e saiu.
Abraxas sentiu uma necessidade descomunal de ir atrás dela, antes que suas pernas respondessem as ordens d permanecerem paradas, ele estava indo.
—Senhorita! -Exclamou, vendo-a correr até chegar as fronteiras magicas da casa.
Ela se virou e permitiu que as lagrimas caíssem.
—Senhorita Macmillan ! -Exclamou novamente.
Quanto mais ele se aproximava, mais lagrimas caiam. Quando Abraxas chegou a ela, estranhamente, a mulher parecia sumir... Não sem antes o olhar novamente.
—Por que, Abraxas?
Ele franziu a teste.
—O que?
—Por que desistiu de nos? Por que, Abraxas?
E sumiu por completo, deixando o homem com uma grande incógnita.
—ABRAXAS! -Gritou seu pai, da entrada na mansão. -Venha, rapaz, o que faz ai?
—A senhorita Macmillan, ela...
Antes que pudesse continuar o velho Malfoy lhe interrompeu.
—Pobre menina, a prima sumiu e a senhorita teve que voltar as pressas para a propriedade Macmillan para ajudar o tio. Irei ajuda-los.
Abraxas assentiu, fingindo ter sanadas as lacunas, só fingia.
—Vamos, Cassandra o espera, o funcionário do Ministério logo partira.
Dentro do escritório da mansão, o homem que trabalhava para o Ministério da Magia Inglês na ala de casamentos, não percebeu que, um pouco antes de fechar o registro, um outro nome apareceu, antes do de Cassandra. Lá estava escrito o seguinte:
Rose Malfoy e Abraxas Malfoy, dezembro de 1952.
Cassandra Black Malfoy e Abraxas Malfoy, abril de 1953.
Ministério da Magia, 2024.
Quando Rose saiu do portal, avistou uma mulher lhe esperando. Sua mãe. Palavras não foram necessárias, ela só abraçou aquela mulher.
—Mamãe... -O coração de Hermione se alegrou ao ouvir a voz da filha.
—Não se preocupe, minha rosa, vai ficar tudo bem.
—Mas...
Hermione apenas a abraçou, apertado.
Mansão MALFOY, 1953
Alguns meses depois da cerimonia, Abraxas continuava a sonhar com a moça em lagrimas.
Abraxas andava pelo corredor, pensativo, quem era aquela mulher e como ela sabia seu nome? Principalmente, por que ela o olhava daquela forma? A decepção dela tinha sido clara ao ouvi-la exclamar e apresentar a esposa. Por dias, Abraxas sequer pensou nisso, mas, a própria Cassandra, lhe lembrou.
Ele não sabia, não lembrava. Nada. Nem mesmo um sentimento ali estava, pois, sentimentos são construídos por momentos, por ligações e, Abraxas, não se recordava de nenhuma.
Andando de um lado para o outro da biblioteca da Mansão Malfoy, ele se sentia perdido, dentro da própria memoria, pois... Sim! Ele sentia que conhecia aquela mulher, mesmo sem memorias. Ele andou entre prateleiras de livros antigos e avistou quadros de antigos familiares. Abraxas se recordava dos rostos contentes dos seus pais no dia do casamento com Cassandra. Para o senhor e senhora Malfoy, era de extrema importância um bom acordo de casamento e, após as estranhas atitudes de Abraxas depois de Hogwarts, foi um alivio casa-ló com uma refinada e elegante sangue-puro, vinda de uma família tão sagrada quanto a deles.
Orgulho. Não pelo filho, mas pelo lucro. Social, financeiro e emocional.
Enquanto observava os quadros percebeu que, em um deles, a moldura estava saindo, o que era deveras estranho, dado o uso de magia ali e o fato de que haviam fantasmas vivendo ali.
—Meu neto, o que está fazendo? -Perguntou Albert Malfoy, avô de Abraxas.
—A moldura está gasta.
O fantasma estudou as feições do moço e depois virou-se para o ta quadro. Como qualquer fantasma, ele saiu do seu quadro e passou entre outros até chegar ao dito cujo.
—Sim... Posso afirmar que há algo aqui! -Afirmou, enigmático.
Ele sabia algo, Abraxas mal prestou atenção na face ansiosa do homem, se aproximou da parede e olhou atentamente para a tal fenda. Ela, de fato, existia, ao colocou os dedos, cuidadosamente, ali sentiu a textura de um papel, puxou. O papel constituía uma carta, curioso, ao abri-la achou uma foto e uma mensagem. Abraxas sequer olhou a fotografia, tratou logo de abrir a carta.
Meu querido sonserino, Abraxas.
Lhe escrevo, com palavras simples, para lhe lembrar da minha presença, sempre estarei contigo. Tu logo retornará para Hogwarts e encontrará amigos, bem como familiares, estará novamente em vosso mundo que, infelizmente, eu não faço parte. Agora, tu está cantarolando cantigas trouxas no banheiro, acredito que pronunciara palavras de incentivo me chamando para juntar-me a ti, irei.
Havia um espaço na carta, ele imaginou que, de fato, a tal pessoa tinha ido ao seu encontro, depois havia uma marca de lagrima e, por fim, outras poucas palavras, cheias de espaços em branco.
Por favor, me perdoe! Sou eu, tua Rose...
Abraxas, me perdoe, mas nem mesmo nosso amor foi capaz de vencer os enigmas do tempo...
Retornarei, mas para sempre estará em meus pensamentos...
Amo-lhe mais que a mim e, por esse amor, lhe prometo procurar maneiras para regressar à ti, irá esperar-me? Esquecer-me? Perdoa-me?...
Irá amar-me?
Perdão, meu tão querido e amado.
Rose G-W.
Rose, aquele nome lhe dizia algo... Lhe lembrava algo, rapidamente, ele olhou para a fotografia. Sem perceber, um sorriso se formou em seu rosto. Essa foto bruxa consistia em uma moça, ruiva, com um cachecol verde em torno do seu pescoço, ela ria, feliz, mas logo ficava seria, como se brincasse com alguém. Esse alguém era um homem loiro, o qual logo surgiu, como se não aguentasse as provocações, segurou-a em seus braços e a abraçou. Depois, ambos se viraram, foi então que Abraxas deixou a fotografia cair de suas mãos.
O tal homem... Era ele.
Ele.
Era Abraxas Malfoy ali, segurando-a contra si e rindo.
—Acredito que deva sentar-se, meu neto. -Disse Albert. -Está deveras branco.
Abraxas procurou a primeira poltrona e sentou-se ali, sua cabeça doía, assim como seu corpo.
—Estranhei quando retornou e não houve noticias da bela senhorita Macmillan, pelo contrario, logo surgiu a noticia do seu noivado com Cassandra Black. A senhorita Macmillan apareceu a alguns dias, no baile de casamento, ela se refugiou no salão que ocorreu a cerimonia e chorou por horas, depois sumiu, como se nunca estivesse aqui.
Abraxas olhou novamente para a fotografia.
Ele ouviu vozes distantes...
°
Abraxas sentiu um braço passar pelo seu e ouviu uma voz lhe dizer:
—Aquela moça se chama Rose Macmillan , minha prima.
...
—Olá, sou Rose Macmillan G-W., como o senhor se chama? -perguntou sorridente.
Abraxas se surpreendeu com a repentina aproximação da garota.
°
Ele sentiu seu corpo ir ao encontro de algo macio, um cheiro bom invadio suas narinas. Abraxas estava todo esparramado em cima de Rose, o que só contribuiu para que o loiro caísse do sofá e a moça fosse com ele.
—Rose! -Exclamou Alvo.
A ruiva estava assustada, mas nem seu susto foi suficiente para conter sua risada.
°
—Por que acreditas que irei aventurar-me e pular nesse lago?
A risada de Abraxas soou.
—Irei protege-la, senhorita.
Rose sorriu em desafio e pulou antes que Abraxas se prepara-se para pega-la.
—Parece que precisa de uma senhora para lhe proteger, Malfoy.
—Só se essa senhora possuir vossa alma.
°
Instintivamente, Rose colocou os braços ao redor do pescoço dele, sentindo o tecido do cachecol.
—Onde estão suas roupas, Malfoy?
Merlin, ele adorava aquela mulher. Só em pronunciar cinco palavras, Abraxas sentia-se animar, por completo.
°
—Eu te amo, Abraxas, independente da sua fortuna ou sangue... Eu amo a sua alma.
°
—Aceito.
—Aceito.
Uma lagrima caiu dos olhos de Abraxas antes dele beijar Rose, selando uma longínqua promessa.
Rose olhou para Abraxas, emocionada.
—Para além da vida. -Sussurrou.
Não demorou para ela sumir...
°
Ele tinha adentrada a mansão com pressa, sequer parou para saber se havia alguém em casa, foi para seu quarto e começou a arrumar uma mala com o necessário.
Quando dobrava o corredor, chegando a saída da casa com uma mala em mãos, foi visto por Walburga Black, uma colega próxima de Hogwarts, quase amiga, se a mulher não se importasse com suas ideias arcaicos de sangue-puro. Ela sorriu enquanto se aproximava.
—Abraxas! -Exclamou animada, será? -Como andam os preparativos para cerimonia com minha irmã, Cassandra? -Ele franziu a teste, depois relaxou-a ao lembra-se do tal compromisso selado por seus pais.
—Temo ter que avisar, Walburga, que não haverá casamento algum.
O sorriso sumiu do rosto da mulher.
—Como?
Ele levantou a mão.
—Eu já sou casado! -Disse como se fosse obvio.
—Você... O que?
—Sim, Walburga, agora, por favor, deixe-me passar, preciso encontrar uma maneira de juntar-me a minha esposa.
Utilizando toda a sua paciência, Walburga abriu um pequeno sorriu e lhe questionou sobre a tal mulher, prometendo ajuda-lo com obras da casa Black. Abraxas, otário, lhe contou toda a história, desde o principio. Grande erro, friamente, assem que ele se virou, Walburga pegou sua varinha e sussurrou um feitiço.
Abraxas sequer teve tempo de se defender, sua corpo caiu no chão tão rápido quanto suas memorias eram alteradas.
°
Quanto mais ele se aproximava, mais lagrimas caiam dos olhos dela. Quando Abraxas chegou a ela, estranhamente, Rose parecia sumir... Não sem antes o olhar novamente e o questionar, com extrema tristeza.
—Por que, Abraxas?
Ele franziu a teste.
—O que? -Perguntará confuso.
—Por que desistiu de nos? Por que, Abraxas?
E ela sumiu, novamente, ele sabia que, aquela vez, era para sempre.
°
—Após o desastroso momento em seu casamento, ordenei que o elfo Fix guardasse a carta e, a fotografia, foi encontrada em um dos seus malões. -Disse o fantasma.
Abraxas estava entalado.
Quando soou batidas na porta.
—Abraxas? -Era Cassandra.
—SAIA!- Gritou Abraxas, Cassandra se assustou, nunca tinha ouvindo-o gritar antes, muito menos com ela.
—Querido, por favor...
A cada palavra dita pela mulher mais imagens de Rose triste, derramando lagrima, lhe voltava a mente.
—SAIA, AGORA! -Gritou novamente.
Dessa vez ele levantou a varinha e expulsou a mulher dali.
Ele gritou e chorou, grossas lagrimas.
Durante horas a fio.
A porta da biblioteca foi aberta e por ela adentrou Walburga Black.
—Abraxas, o que está havendo? Cassandra veio me procurar aflita.
Ele não podia controlar a raiva que sentia daquela mulher.
—O que você fez, Walburga?
Walburga Black sabia quem era Abraxas Malfoy e o que o mesmo poderia fazer, por esse motivo e mais outros milhares, ela engoliu em seco e abaixou a cabeça, como se tivesse algum arrependimento.
—Do que está...
—Seja menos dissimulada! Você sabe muito bem do que estou falando! Você fez isso! Maldita!
—Era necessário, Abraxas!
—Necessário? Ela se foi! Ela se foi quando era a verdadeira senhora Malfoy, ela se foi podendo está gravida! -Walburga arregalou os olhos, ela não sabia daquele possível bebe. -E voltou, mas, graças a você e sua loucura, ela só encontrou decepção aqui! TUDO POR SUA CULPA! -Gritou.
Os olhos de Walburga se encheram de lagrimas, não era culpa, mas medo.
—Eu não...
—O QUE? VOCÊ NÃO SABIA? Como poderia saber? -Abraxas se aproximou perigosamente. -Da mesma maneira que poderei está longo do meu filho, você ficará longe do seu, Regulo ou Sirius irão pagar pelos seus erros... Você ficará sozinha! Eu lhe amaldiçoou.
—Abraxas, por favor...
—Não restará descendentes na sua arvore... Morrerá seca.
Ele virou e saiu dali, deixando Walburga as lagrimas, no chão. Caminhou até seu quarto e permaneceu ali, por dias, apensas elfos podiam entrar e lhe servir, não viu Cassandra ou seus pais. Após cerca de dois meses, batidas na porta o fiz levantar e ir olhar do que se tratava, era sua esposa que, estranhamente, possuía uma barriga evidente.
—Desculpe-me interromper, mas... Abraxas, preciso de você. -Colocou as mãos na barriga.
Fale com o autor